Título Original : The Quiet Ones
Título no Brasil : A Marca do Medo
Dirigido por John Pogue
Com Jared Harris, Sam Claflin, Olivia Cooke (II) mais
Gênero Terror , Suspense
Nacionalidade EUA , Reino Unido
Ano : 2014
Duração : 1h 42 minutos
Formato Visto : Netflix
Durante uma aula na universidade, um professor (Jared Harris) pergunta a seus alunos o que são fenômenos sobrenaturais e se é possível provar que eles existem. Como ninguém consegue responder, ele decide formar uma equipe com três alunos para investigar o estranho caso de Jane Harper (Olivia Cooke), garota aparentemente possuída por demônios. O experimento consiste em isolar Jane dentro de um casarão e fazer uma série de testes, na esperança que os poderes paranormais na garota se manifestem diante das câmeras.
Sábado a noite é meu dia de procurar filmes de terror que ainda não tenha visto com meu noivo. Como sempre digo, o gênero se tornou artigo de luxo nos cinemas cariocas, quando algum filme estreia normalmente passa em pouquíssimos cinemas e a gente acaba vendo somente quando tem no Netflix ou Telecineplay.
No caso de A Marca do Medo nem me lembro de ter passado nos cinemas, mas o filme apesar de não ser nota dez fica mais para uma nota oito do que para menos. Muito se deve a atuação de Olivia Cooke que já fez outro filme de terror criticado no blog ,o recente Ouija.
Um professor ( Jared Harris) dá aula para seus alunos quando resolve tocar no assunto da paranormalidade, cada um tem uma visão da coisa e muitos se mostram céticos. Interessado na verdade em instigá-los para fazerem parte de uma equipe que vai estudar os fenômenos ele escolhe 3 deles para dentro de uma casa ficarem observando Jane Harper ( Olivia Cooke), uma moça que tem apresentado possessões demoníacas mas que o professor acha que consegue provar que muito vem da cabeça dela...ou não. O problema do filme está nas inconsistências, e não que eu ache que filmes do gênero tenham que ter isso o tempo todo, mas o que explica que a moça fique presa por ser perigosa e do nada ela esteja desamarrada ao lado deles batendo papo? Parece que o roteirista esqueceu o que acabou de nos contar.

Jane não perde para as outras mocinhas possuídas, fala coisas insanas, voa pelo quarto, fecha portas sem nem encostar e tem uma força surreal quando está nesse estado, só não teve a cena dela descendo que nem um aranha a escada da casa.
Enquanto isso o professor garanhão mesmo sendo um senhor joga charme para piriguete do filme e claro que consegue o que quer - tem sempre alguém para fazer a mocinha de peito de fora - enquanto um dos rapazes Bryan ( Sam Clafin) se apaixona cada vez mais pela garota, mesmo ela demonstrando estar com o capiroto no corpitcho!
Para nos deixar com medo eles colocam aquelas filmagens antigas onde crianças estranhas olham para câmera parecendo que vão nos devorar a qualquer minuto, se você for ver o filme, olho nisso, porque a história se é revelada nessa parte, ou melhor o quebra-cabeça se fecha por ali.
Nada do que já não vimos em filmes anteriores, mas a possuída trabalha bem e no final o filme nos apresenta um desfecho - ok, vamos lá - um pouco diferente.
Recomendo assistirem.