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sábado, 18 de abril de 2020

Menina que via Filmes: Um Amor, Mil Casamentos [Crítica com Spoilers]


🎬 Título Original: Love. Wedding. Repeat. Título no Brasil: Um Amor, Mil Casamentos País: Reino Unido, Itália Ano: 2020 Data de lançamento na Netflix: 10 de abril de 2020 1h 40min / Romance, Comédia Direção: Dean Craig Elenco: Sam Claflin, Olivia Munn, Freida Pinto
#41

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Menina que via Filmes: Vidas à Deriva [Crítica]

Título Original: Adrift Título no Brasil: Vidas À deriva Data de lançamento 9 de agosto de 2018 (1h 38min) Direção: Baltasar Kormákur Elenco: Shailene Woodley, Sam Claflin, Jeffrey Thomas mais Gêneros Drama, Romance, Aventura Nacionalidade EUA
#111








por Cecilia Mouta


Vidas a deriva é um filme adaptado do livro homônimo de Tami Oldham Ashcraft e Susea McGearhat. Ele conta a história real de Tami, uma jovem que deixa a sua cidade natal e sua família para viajar o mundo com uma amiga. Enquanto está no Taiti, ela conhece Richard, um velejador que roda o mundo em seu barco. Os dois se conhecem, se apaixonam e, num dia qualquer, Richard recebe uma proposta de um antigo casal de amigos para levar seu barco até a Califórnia, ganhando dez mil dólares. Richard aceita a proposta, junto com Tami, e os dois embarcam nessa aventura em alto mar.

sábado, 18 de junho de 2016

Menina que via Filmes: Como Eu Era Antes de Você [Crítica]

Título Original: Me Befores You
Título no Brasil: Como eu Era Antes de Você
Data de lançamento 16 de junho de 2016 (1h 50min)
Direção: Thea Sharrock
Elenco: Emilia Clarke, Sam Claflin, Janet McTeer mais
Gêneros Drama, Romance

Nacionalidade Reino Unido
Ano:2016
Baseado na obra de JOJO MOYES




A maioria já leu o livro, muitos amam, outros odeiam por causa do final, mas a verdade é que se você nunca nem ouviu falar de Jojo Moyes é porque não acompanha a blogosfera mundial. 
Queridinho de muitos e inclusive um dos livros que mais amei ler nos últimos tempos, Como eu era antes de você finalmente chega à sua versão na telona, depois de uma espera de 4 anos do lançamento oficial. Confesso que tinha medo de que o filme estragasse a linda história de amor entre uma moça um pouco estabanada e única na forma de se vestir e um rapaz que era um galã da vida até sofrer um acidente e ficar tetraplégico. Se você nunca leu o livro e nem quer porque acha que é mimimi demais, repense. Eu vejo essa história com outros olhos. E foi uma surpresa muito agradável ver que os atores estão literalmente vestindo a pele dos personagens e não deixam a desejar em nenhum momento.
Lou Clark é vivida pela britânica Emilia Clarke, conhecida por seu papel em Game Of thrones e Will Traynor o rapaz que tinha tudo mas perdeu seus movimentos do pescoço para baixo é vivido pelo lindo ator de Jogos Vorazes, Sam Clafin, há química, há lágrimas e há o mais importante : um roteiro que sustenta e que pode ser que os críticos torçam o nariz, mas entendam que o segredo do sucesso de Jojo foi unir uma moça humilde com um rapaz milionário mas sem os fetiches de livros hot que rondam nossas livrarias, ali não pode haver sexo, ali eles são estranhos no início mas apaixonados no decorrer de uma deliciosa história onde a mocinha não irrita, onde ela é gente como a gente que tem que pensar duas vezes em suas atitudes pois ajuda os pais no sustento da casa, onde pensa menos nela  e mais na irmã...e onde parece não se importar com o fato de estar cada dia mais envolvida com alguém que não poderá lhe oferecer muitas das coisas comuns nos relacionamentos, mas ela mesma anda bem decepcionada com um namorado atleta que é um mala sem alça...os dois encaixam no momento certo, mas Will não acha justo que ela fique com ele.

Ah não...não posso soltar spoilers, posso sim garantir que se você ama o livro como eu não vai se decepcionar, é tudo perfeito, os atores, o roteiro, a trilha sonora...e é como a vida. Sim, não somos todos ricos, não somos lindas e muito menos todas as vezes temos finais felizes. Jojo teve a sensibilidade de nos tocar de uma forma linda que na telona só me restou levar muitos Kleenex e enxugar as lágrimas que deixei cair. 

É amor...e pode ser clichê, mas sim, há sempre alguém que amamos e que nos marca de tal forma que nos lembraremos para sempre, que nos faz mudar para melhor...e que somos eternamente agradecidos. 
É lindo sim, é para ser visto mais de uma vez sim. 

quinta-feira, 12 de março de 2015

Menina que via Filmes : Simplesmente Acontece [Crítica]

Título Original : Love, Rosie
Título no Brasil : Simplesmente Acontece
Dirigido por Christian Ditter
Com Lily Collins, Sam Claflin, Christian Cooke mais
Gênero Comédia , Romance

Nacionalidade Reino Unido , Alemanha
Baseado no livro de Cecelia Ahern






















Me odiei por não ter conseguido ter o livro de Cecelia Ahern antes do filme passar nos cinemas. Mas como os filmes as vezes ficam uma semana em cartaz corri para o cinema mais próxima.
Rosie ( Lilly Collins, fofa como sempre) é uma adolescente britânica que vemos flashbacks dela desde criança brincando com seu melhor amigo Alex ( Sam Clafin). O clichê acontece mas porque julgar se é isso que amamos? Eles são amigos desde pequenos , quando estão livres e desimpedidos não se permitem demonstrar esse amor, então como se não sentissem nada um pelo outro eles se empurram para outras pessoas. É assim no baile de formatura deles, onde Alex vai com Bethany e onde Rosie vai ter sua primeira vez com Greg. 
Entre músicas lindas e sofrimento teen, a gente acompanha o nervosismo de Rosie quando na primeira vez o preservativo fica preso dentro dela. O resultado? Gravidez.
Algumas coisas são surreais, mas como não li o livro, vamos julgar o filme, os melhores amigos se separam, ele sem saber que ela está grávida vai ser médico em Harvard. Ela consegue por 9 meses esconder a gravidez dele mesmo com todos os meios que se tem para saber algo hoje em dia.
Com a vida de mãe ela não se permite mais sonhar, acaba trabalhando como camareira em um hotel local ( seu pai é porteiro de um grande hotel e ela jura a si mesmo que um dia vai ter um só dela) . Ele? Está bem rico, mora em um super apartamento os EUA e tem uma namorada americana insuportável que depois vira sua esposa. 
Entre muitas idas e vindas - não do casal se pegando porque eles não tem NADA durante o filme todo,e isso cansa - os dois casam, divorciam, tem filhos, mas não juntos. 
O jeito de Lilly contagia e Sam é uma graça, a gente fica torcendo pelo casal o tempo inteiro, mas como uma novela mexicana eles só se entendem pouco antes do final  e não me digam que é spoiler porque já sabemos que era isso que ia acontecer ( nenhum dos dois morre , isso não é Nicholas Sparks pessoal!).
Quem leu o livro lançado no Brasil pela Novo Conceito diz que mudaram muita coisa, não tenho conhecimento de causa, mas a história de Cecelia ainda não superou minha favorita : P.S Eu Te Amo. Mesmo assim, é fofo, assistam. 

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : A Marca do Medo [Crítica]

Título Original : The Quiet Ones
Título no Brasil : A Marca do Medo
Dirigido por John Pogue
Com Jared Harris, Sam Claflin, Olivia Cooke (II) mais
Gênero Terror , Suspense

Nacionalidade EUA , Reino Unido
Ano : 2014
Duração : 1h 42 minutos
Formato Visto : Netflix

Durante uma aula na universidade, um professor (Jared Harris) pergunta a seus alunos o que são fenômenos sobrenaturais e se é possível provar que eles existem. Como ninguém consegue responder, ele decide formar uma equipe com três alunos para investigar o estranho caso de Jane Harper (Olivia Cooke), garota aparentemente possuída por demônios. O experimento consiste em isolar Jane dentro de um casarão e fazer uma série de testes, na esperança que os poderes paranormais na garota se manifestem diante das câmeras.


Sábado a noite é meu dia de procurar filmes de terror que ainda não tenha visto com meu noivo. Como sempre digo, o gênero se tornou artigo de luxo nos cinemas cariocas, quando algum filme estreia normalmente passa em pouquíssimos cinemas e a gente acaba vendo somente quando tem no Netflix ou Telecineplay.
No caso de A Marca do Medo nem me lembro de ter passado nos cinemas, mas o filme apesar de não ser nota dez fica mais para uma nota oito do que para menos. Muito se deve a atuação de Olivia Cooke que já fez outro filme de terror criticado no blog ,o recente Ouija.
Um professor ( Jared Harris) dá aula para seus alunos quando resolve tocar no assunto da paranormalidade, cada um tem uma visão da coisa e muitos se mostram céticos. Interessado na verdade em instigá-los para fazerem parte de uma equipe que vai estudar os fenômenos ele escolhe 3 deles para dentro de uma casa ficarem observando Jane Harper ( Olivia Cooke), uma moça que tem apresentado possessões demoníacas mas que o professor acha que consegue provar que muito vem da cabeça dela...ou não. O problema do filme está nas inconsistências, e não que eu ache que filmes do gênero tenham que ter isso o tempo todo, mas o que explica que a moça fique presa por ser perigosa e do nada ela esteja desamarrada ao lado deles batendo papo? Parece que o roteirista esqueceu o que acabou de nos contar.

Jane não perde para as outras mocinhas possuídas, fala coisas insanas, voa pelo quarto, fecha portas sem nem encostar e tem uma força surreal quando está nesse estado, só não teve a cena dela descendo que nem um aranha a escada da casa.
Enquanto isso o professor garanhão mesmo sendo um senhor joga charme para piriguete do filme e claro que consegue o que quer - tem sempre alguém para fazer a mocinha de peito de fora - enquanto um dos rapazes Bryan ( Sam Clafin) se apaixona cada vez mais pela garota, mesmo ela demonstrando estar com o capiroto no corpitcho!
Para nos deixar com medo eles colocam aquelas filmagens antigas onde crianças estranhas olham para câmera parecendo que vão nos devorar a qualquer minuto, se você for ver o filme, olho nisso, porque a história se é revelada nessa parte, ou melhor o quebra-cabeça se fecha por ali.
Nada do que já não vimos em filmes anteriores, mas a possuída trabalha bem e no final o filme nos apresenta um desfecho - ok, vamos lá - um pouco diferente. 
Recomendo assistirem.