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terça-feira, 28 de março de 2017

[Resenha] Os Melhores Contos Fantásticos



























Título Original: Os Melhores Contos Fantásticos
Autores: Oscar Wilde, Edgar Allan Poe, Hans Christian Andersen, Mary Shelley, Franz Kafka, Machado de Assis, entre outros
Organização: Flavio Moreira da Costa
Editora Nova Fronteira
Número de págs: 723
#56

Imaginem juntar os maiores autores de todo o mundo - isso mesmo, das mais diferentes nacionalidades- e fazer um apanhado de seus melhores contos publicados? Com essa ideia Flavio Moreira da Costa publicou uma das melhores antologias que já li. Os nomes que a compõem já são por si só um deleite para os amantes de livros.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

[Resenha] Café @EdNovaFronteira

Título Original : Café
Autor : Mário de Andrade
Editora Nova Fronteira
Número de págs : 263









Difícil resenhar Café, a linguagem rebuscada e por ser meu primeiro livro de Mário de Andrade me fez lembrar dos livros da escola. Longe de mim achar que seja ruim, mas estava desacostumada. 
Café é um romance que demorou 20 anos para estar completo, e tem prefácio imenso, para explicar o processo de escrita e o porque dele ter sido publicado somente agora, 70 anos após sua morte! Nunca li Macunaíma – mas já o tenho aqui, lerei ainda esse ano!- mas claro que conhecia o poeta e escritor .
Em ritmo lento ele o divide em  partes, na primeira delas o nome do protagonista é Chico Antônio que vindo do Nordeste chega ao Sul para começar uma nova vida, mesmo casado deixa a esposa  e chega ao seu destino final : São Paulo. Tudo que ele espera da vida é conseguir um bom emprego e vencer na maior cidade do país, ali tudo é encantador, as lojas, os letreiros e o volume de pessoas na rua.
Esperei que algo incrível acontecesse, mas quase nada ocorreu. Então passei para o segundo intitulado “ Duas Irmãs” , entendam que em certa parte o segundo se encontra com o primeiro, as protagonistas que dão nome ao título do capítulo são filhas de um cara rico , um fazendeiro que faz os caprichos das filhas se se mudam para São Paulo. 
Acostumadas com o interior de Araraquara elas parecem se perder e se encontrar no local, na casa dos 30 anos uma consegue casar e a outra não. Chico vai reencontrar o pai delas que retorna para o interior.
Com um pouco mais de ritmo essa parte prometeu muito mas não me encantei com o desfecho. Mário fala muito sobre a capital ( SP), sobre o Nordeste e sobre a visão de quem é do interior e sonha com  a cidade grande. Não conheço muito da história de Mário de Andrade, mas ao ler o posfácio me pareceu um tanto quanto biográfico ( será?).
É um livro rápido de ser lido, mas não fácil, quem está acostumado com a linguagem atual de nossa Literatura, vai estranhar no início. 


quinta-feira, 5 de março de 2015

@EdNovaFronteira Lança Box com Clássicos de Terror

Box Mestres do Terror
Disponível também em eBook
Box com os três títulos: R$ 89,90
ISBN: 978.85.209.2174-6
Formato: 15,5 x 23 cm
Editora: Nova Fronteira

(Título:  Drácula/Autor: Bram Stoker/Páginas: 448)
(Título:  Frankenstein/Autor: Mary Shelley/Páginas: 240)
(Título:  O médico e o monstro/Autor: Robert Louis Stevenson/
Páginas: 80)


Exemplos máximos da melhor literatura de terror, Drácula, Frankenstein e O médico e o monstro serviram de inspiração a uma legião de autores e até hoje atraem leitores por todo o mundo. As obras de Bram Stoker, Mary Shelley e Robert Louis Stevenson estão no box Mestres do Terror, que será lançado este mês pela Editora Nova Fronteira. Escritas no século XIX, suas tramas envolvem os leitores numa teia costurada por medo e sombria atração, fazendo muitas séries atuais parecerem historinhas de ninar.

Em Frankenstein, um jovem cria um ser cruel e perturbado, mas o abandona. A criatura, então, passa a buscar vingança de seu criador. Já Drácula traz um grupo de homens corajosos que inicia uma aventura a fim de matar o mais terrível vampiro do mundo. A história de O médico e o monstro conta como um conhecido médico desenvolve uma poção que lhe permite libertar seu lado mais obscuro.

Com tradução da premiada escritora e tradutora Adriana Lisboa, essas três obras-primas são lançadas juntas, numa reunião do que há de mais aterrorizante e espetacular da literatura.



Sobre os autores

Drácula
Abraham “Bram” Stoker nasceu em 1847, na Irlanda. Era amigo de Henry Irving, com quem trabalhou na administração do Lyceum Theatre de Londres. Escreveu diversos livros além de Drácula (1897) e se dedicou também a adaptações para o teatro. Bram Stoker faleceu em Londres, em 20 de abril de 1912.

Frankenstein
Mary Shelley (1797-1851) nasceu em Londres. Filha do filósofo William Godwin e da escritora Mary Wollstonecraft, e casada com o poeta Percy Bysshe Shelley, ela sempre esteve ligada à literatura. Além de Frankenstein (1818), escrito a partir de uma brincadeira proposta por Iorde Byron, a autora escreveu também Valperga (1823), O último homem (1826), Lodove (1835) e Falkner (1837).   

O médico e o monstro
Robert Louis Stevenson nasceu na Escócia, em 1850. Começou seus estudos em engenharia, tendo em seguida mudado para o curso de direito. Logo, no entanto, ele saberia que se dedicaria à escrita. Além de O médico e o monstro, publicado originalmente em 1886, Stevenson escreveu A ilha do tesouro, As aventuras de David Balfour e outras obras que figuram entre romance, poesia, ensaio, peça e conto. Stevenson morreu em 1894.   

Sobre a tradutora
Adriana Lisboa publicou doze livros, entre os quais seis romances, uma coletânea de poesia, uma coletânea de narrativas breves e livros para crianças e jovens. Ganhou prêmios ao longo de sua carreira como escritora, como o Prêmio José Saramago em 2003.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

[Resenha] Clint Eastwood - Nada Censurado @ednovafronteira

Título Original : American Rebel - The Life of Clint Eastwood
Título no Brasil : Clint Eastwood  - Nada Censurado
Autor : Marc Eliot
Editora Nova Fronteira
Número de págs: 371







Oitenta e quatro anos. Duas vezes ganhador do Oscar na categoria Melhor Diretor. Oito vezes indicado ao prêmio. Mais de 40 filmes no currículo como ator e/ou diretor. Por esses e outros motivos Clint Eastwood é um mito. Além de ter encantado e dormido com metade das mulheres americanas - o ator não era fiel em seus casamentos - ele fez uma legião de fãs ao redor do mundo.
Em Clint Eastwood - Nada Censurado  somos convidados em 371 páginas a conhecer mais do ator americano que se alistou para a guerra mas ficou vigiando atores em uma piscina. O homem que tinha medo de ter filhos e demorou exatos 15 anos para ter um filho com a primeira esposa Maggie mas que hoje soma uma prole de 7!
Casado no papel por duas vezes o astro não media esforços para ter todas as mulheres que queria, ao mesmo tempo viu o menino humilde que sonhou ser ator e se mudou para Los Angeles vencendo cada batalha e os estúdios lhe pagando cada vez mais para o terem em seus sets. Quem diria que quem começou tendo seu primeiro cachê de apenas 75 dólares fosse virar um dos astros mais bem sucedidos dos Estados Unidos . Contracenou com John Wayne, conheceu Marlon Brando, e fez filmes inesquecíveis com divas como Elisabeth Taylor, Catherine Deneuve - com quem teve um affair , e Meryl Streep. 
Destaque na biografia para a riqueza de detalhes de seus filmes, de cada passo dado na carreira até conseguir realizar outro desejo antigo que era ser diretor. E o fez tão bem que a Academia lhe deu o prêmio máximo por Os Imperdoáveis e Menina que Ouro. 
Tão amigo de Morgan Freeman que colocou o nome da filha mais nova do mesmo nome do amigo.
Se fez muitas mulheres chorarem, também pagou pelo bolso seu romance de anos com Sandra Locke, que acabou lhe processando e ganhando um bom dinheiro do ator. 
O livro não fala do romance que ele teve com a brasileira Sonia Braga, ela mesma já falou em entrevistas do envolvimento dos dois durante The Rookie .
 A relação com os filhos é pouco citada, somente no final sabemos que Dina Eastwood sua segunda esposa tentou de todas as formas unir todos os filhos. 
Em recentes entrevistas Clint disse que não pretende parar tão cedo, melhor para nós, o gênio da sétima arte se supera a cada filme, seu Sniper Americano é o filme mais visto de guerra nos EUA.
Palmas para ele, palmas para o autor, ótima biografia.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

@ednovafronteira lança aventura inédita de personagem de Agatha Christie

Muito mistério e expectativa marcam a chegada do novo livro de Agatha Christie, que no Brasil leva o nome “Os Crimes do Monograma”, publicado com exclusividade pela Editora Nova Fronteira. A obra, que teve pouca informação revelada até hoje, data do seu lançamento mundial, foi escrita pela britânica Sophie Hannah - autora de oito thrillers psicológicos publicados em mais de 20 países e adaptados para a televisão. Esta é a primeira vez que os herdeiros da Rainha do Crime permitem a publicação de uma nova história com os personagens criados por ela. Mathew Prichard, neto de Christie, é grande apoiador do projeto: “Estou muito orgulhoso que uma escritora tão eminente quanto Sophie Hannah esteja entusiasmada e respeita suficientemente a reputação de Agatha Christie para aceitar a tarefa desafiadora de escrever uma nova história de Hercule Poirot.”

Sophie é uma grande fã de Agatha Christie desde os treze anos de idade. “Eu li e colecionei todos os seus romances em um ano, e sou uma fã apaixonada – alguns diriam até mesmo obcecada – desde então. Foi Hercule Poirot e Miss Marple quem me fizeram querer devotar minha vida profissional à ficção policial, e foi a trama brilhante de Christie e sua compreensão profunda da psique humana que modelou minha identidade como escritora policial. Por isso, é quase impossível descrever em palavras o quão honrada estou de terem confiado a mim este projeto incrível – na verdade, eu ainda não consigo nem acreditar que isso realmente está acontecendo!”, conta.

De todos os livros de Agatha Christie, seu título favorito é “Por que não pediram ao Evans?” (Why didn’t they ask Evans?) e sua história favorita do Poirot é “Depois do funeral”, ambos publicados no Brasil pela Nova Fronteira. No ano passado, seu romance “Kind of Cruel” foi selecionado para o National Book Awards da Grã-Bretanha, na categoria de Crime Thriller e seu livro mais recente, The Carrier, ganhou o prêmio Specsavers National Book Awards por livro policial do ano. As críticas a seus livros foram ótimas, incluindo uma do jornal The Guardian, que diz: “O genial sobre os thrillers de Hannah – além das tramas mais impressionantes protagonizadas por mulheres – é que ela cria personagens comuns cujas peculiaridades psicológicas as fazem tão monstruosas quanto qualquer serial killer”. Sophie é também poetisa e já concorreu ao prêmio T.S. Eliot.Sobre o livro

Os Crimes do Monograma” tem sua história ambientada em um café em Londres, onde Hercule Poirot é surpreendido por uma mulher que confessa que está prestes a ser assassinada. Curiosamente, ela não está à procura de ajuda: diz que merece o que está por vir e sai desesperada do local. Enquanto isso, o policial Edward Catchpool se depara com um cenário perturbador: em quartos diferentes do mesmo hotel, três cadáveres são encontrados dispostos da mesma maneira e com uma abotoadura de ouro com as iniciais P.I.J. em cada um. Juntos, Poirot e Catchpool tentarão desvendar a possível conexão entre aquela estranha mulher e os três crimes antes que o assassino encontre sua próxima vítima.



Novidades no Facebook da editora :)

Tem novidade no Facebook da Nova Fronteira. A editora desenvolveu uma aba especial em que apresenta a coleção A Rainha do Crime além de Os Crimes do Monograma. A novo livro do famoso detetive Hercule Poirot foi escrito por Sophie Hannah, com a autorização da família de Agatha Christie. No novo espaço, o fã poderá acessar informações sobre os livros lançados, comprar os exemplares e criar uma foto-montagem usando o famoso bigode do detetive Poirot. Assim que o leitor fizer o upload de sua fotografia, basta posicionar o bigodão e sair compartilhando com os amigos na linha do tempo. Além disso, os leitores poderão conversar sobre o conteúdo dos livros na área "Contém Spoiler" e participar de um mosaico com todos que desejam ler o novo livro do detetive.

O endereço é http://goo.gl/FMq1cW.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Lançamentos : Agatha Christie em edição de luxo @ednovafronteira

Em antecipação às comemorações pelo aniversário de Agatha Christie, que completaria 125 anos de nascimento em 2015, a editora Nova Fronteira, do Grupo Ediouro, relança seis das melhores histórias da eterna Rainha do Crime em edição de luxo. Alguns dos casos mais famosos de Hercule Poirot e Miss Marple, os inesquecíveis detetives criados pela escritora, ganham versão de luxo, em capa dura, com preço especial. Serão vendidos, a partir de agosto, individualmente e em dois boxes, com três livros cada. A mansão hollow, Assassinato no expresso do oriente, Morte na Mesopotâmia, Morte no Nilo, Os elefantes não esquecem e Um corpo na bibliotecasão as tramas escolhidas. E ainda este ano, a Nova Fronteira traz para o Brasil o novo livro de Agatha Christie, que será lançado mundialmente no dia 08 setembro.
Em projeto gráfico inovador, os livros trazem tramas engenhosamente traçadas para despistar os leitores a todo momento. Como em todas as suas histórias, os astutos investigadores apontam os culpados em meio a espetaculares reviravoltas, atestando a genialidade e o sucesso dessa autora que se tornou um clássico da literatura de mistério. Na quarta capa, autores best-sellers contam como Agatha os influenciou, provando que ela é, e sempre será, a inspiração máxima para todos os autores do gênero.
O Grupo Ediouro é também responsável pela edição de seu novo livro que terá lançamento mundial no dia 08 setembro. A nova aventura do detetive Poirot está sendo escrita pela britânica Sophie Jordan, autora de oito thrillers psicológicos publicados em mais de 20 países e adaptados para a televisão. Essa é a primeira vez que os herdeiros de Agatha permitiram a publicação de uma nova história com os personagens da Rainha do Crime.


FICHA TÉCNICA

Preço de cada livro: R$29,90 cada
Preço dos boxes: R$ 69,90 cada

Boxe 01

Assassinato no Expresso do Oriente
Nada menos que um telegrama aguarda Hercule Poirot na recepção do hotel em que se hospedaria, na Turquia, requisitando seu retorno imediato a Londres. O detetive belga, então, embarca às pressas no Expresso do Oriente, inesperadamente lotado para aquela época do ano. O trem expresso, porém, é detido a meio caminho da Iugoslávia por uma forte nevasca, e um passageiro com muitos inimigos é brutalmente assassinado durante a madrugada. Caberá a Poirot descobrir quem entre os passageiros teria sido capaz de tamanha atrocidade, antes que o criminoso volte a atacar ou escape de suas mãos.

Subtítulo: Um caso de Hercule Poirot
Páginas: 200
Formato: 13,5 x 20,8cm
Editora: Nova Fronteira
ISBN: 9788520934784
Encadernação: Capa dura
Preço: R$29,90


Morte no Nilo
Bela, rica e inteligente, a jovem herdeira Linnet Ridgeway parece conseguir tudo o que quer. No entanto, quando rouba o noivo de sua melhor amiga e se casa com ele sem pensar duas vezes, talvez Linnet esteja indo longe demais... Em sua viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo, no Egito, o casal apaixonado se depara com uma série de antagonistas interessados em sua fortuna e em provocar sua infelicidade. Então Linnet é encontrada morta, com um tiro na cabeça. O detetive Hercule Poirot, que por acaso também estava no navio, entra em ação para tentar montar mais esse quebra-cabeça.

Subtítulo: Um caso de Hercule Poirot
Páginas: 256
Formato: 13,5 x 20,8cm
Editora: Nova Fronteira
ISBN: 9788520936511
Encadernação: Capa dura
Preço: R$29,90


Um corpo na Biblioteca
O corpo de uma jovem é encontrado no tapete da biblioteca dos Bantry, às sete da manhã. A vítima é uma completa desconhecida e o casal Bantry decide chamar as autoridades para investigar o caso — e também, é claro, Miss Marple, detetive amadora e amiga da sra. Bantry. Tudo se complica ainda mais quando chega até eles a notícia de outra adolescente morta, carbonizada dentro de um carro incendiado em uma pedreira. Qual será a possível conexão entre os dois incidentes?

Subtítulo: Um caso de Miss Marple
Páginas: 184
Formato:13,5 x 20,8cm
Editora: Nova Fronteira
ISBN: 9788520936535
Encadernação: Capa dura
Preço: R$29,90


Boxe 02

A Mansão Hollow
Um inofensivo convite para almoçar na Mansão Hollow logo se transforma em mais um caso a ser desvendado por Hercule Poirot. A cena do crime parece um tanto artificial: o corpo de um homem agonizando na beira da piscina, sua mulher logo ao lado segurando um revólver, e ainda três testemunhas. Seria na verdade uma encenação, uma brincadeira de mau gosto para provocar o detetive? Infelizmente, para a vítima, não. Indo contra todas as evidências, Poirot não demora a descobrir que a arma que aquela mulher tinha nas mãos não era a mesma que matou seu marido. O que aconteceu, então?

Subtítulo: Um caso de Hercule Poirot
Páginas: 256
Formato: 13,5 x 20,8cm
Editora: Nova Fronteira
ISBN: 9788520938225
Encadernação: Capa dura
Preço: R$29,90


Morte na Mesopotâmia
A enfermeira Amy Leatheran é contratada para se juntar a uma expedição arqueológica no Iraque. Mas sua função ali tem bem pouco a ver com ruínas e artefatos: ela deve vigiar de perto a bela Louise Leidner, que está cada vez mais apavorada com a ideia de que talvez seu ex-marido não esteja tão morto quanto acreditava. Louise pode estar imaginando coisas. Mas o fato é que, uma semana após a chegada da enfermeira, a mulher é encontrada morta no próprio quarto, e agora cabe a Hercule Poirot identificar o assassino. Quem terá sido? Tudo indica que o culpado está entre os membros da equipe de cientistas...

Subtítulo: Um caso de Hercule Poirot
Páginas:240
Formato: 13,5 x 20,8cm
Editora: Nova Fronteira
ISBN: 9788520934807
Encadernação: Capa dura
Preço: R$29,90

quarta-feira, 16 de julho de 2014

[Resenha] Cidade @ednovafronteira


Título Original : Cidade
Autor : Nelson Rodrigues
Com Andre Sant´Anna, Carlito Azevedo, Aldir Blanc, Verônica Stigger e Suzana Flag
Editora Nova Fronteira
Número de págs: 128
Gênero : Ficção
ISBN 9788520932759







Sinopse : Em 1937 , Nelson Rodrigues publicou no jornal O Globo o primeiro capítulo de sua novela Cidade. Sob o título " O irmão...", o início desse projeto editorial era tecnicamente completo, com personagens bem desenhados e uma trama instigante apresentada ao leitor. No entanto, a novela nunca foi terminada. Acreditando na qualidade do material , e Editora Nova Fronteira convidou quatro destaques da nossa literatura para dar continuidade ao que Nelson começou em 1937. Assim, de capítulo em capítulo Andre Sant´Anna, Cartito Azevedo , Aldir Blanc e Veronica Stigger conduziram a história concebida por Nelson, prestando tributos a obra do mestre, mas deixando suas marcas. 

Todas as memórias que tenho de Nelson Rodrigues são positivas. De todos os textos, novelas e mini séries que já li e vi se inspirarem ou serem suas obras saia satisfeita como quem não perdeu tempo conhecendo mas sim de deliciou com mais uma história de gênio dele.
Ao ler Cidade não foi diferente, a marca registrada de Nelson está lá, por mais que não tenha sido ele quem terminou a obra, não fez diferença, os autores convidados pela editora devem ser assim como eu fãs de Nelson e conseguiram cumprir seu papel nos convidando a cada capítulo para um mundo onde sabemos que existe mas nas obras deles ganham tamanha vida e importância que não se confunde que aquilo que está na nossa frente é realmente da cabeça do jornalista.
Claudio é o protagonista dessa história. Apaixonado pela irmã - e não demonstrando um amor de irmão mas um amor de amante - ele a visita logo no início da história. Branca sempre foi linda, sempre chamou a atenção de todos, mas nas reviravoltas da vida foi fazê-la, e por isso entenda que ela se dedicou a profissão mais antiga do mundo. Seu irmão não tolera , não entende, a visita e a deixa pior, a faz sentir culpada, e suas amigas " da vida" não gostam. Ela também não gosta , como toda mulher que se prostituí ela não viu outro caminho senão esse que de fácil não tem nada. Branca é assim, carente e linda, se apaixona por qualquer cliente que tenha todos os dentes, mas a paixão dura pouco, pois como ela sabe talvez nunca mais  o veja, talvez seja casado.
Ao ver o irmão ela quer ajuda-lo , vê que ele está aflito, não aguenta olhar para ele e não poder ajudar. Claudio a ama, isso ela sabe, mas talvez não entenda o quanto a ama. Ou talvez entenda, mas amor de irmão dessa forma é e sempre será pecado. Quem vai aceitar?
Do lado de fora da casa onde Branca faz, digamos assim, saliências, Claudio viveu uma vida de encontros e desencontros com as mulheres que namorou, e com quem se casou. Ele bebe para esquecer, mas não esquece. Não esquece que é apaixonado pela irmã e não suporta ouvir os homens falando que ela é boa de cama e que vão atrás dela e uma amiga que tem apelido de " Rasga lençóis" .
E tenta viver, mas o passado o assombra, e recorda que namorava Inês e que tudo estava bem, por mais que os pais dela nunca tivessem aceitado que ela namorasse um professor de literatura. E então entra Joaquim na história, ele conta um segredo para Claudio, diz que está certo do que quer. Claudio não aceita. O segredo deles também terei que manter senão estrago a surpresa. Mas devo dizer que Claudio perde Inês, e ganha a irmã mais nova dela Hilda. Mas também não vai ser feliz com ela. Na verdade parece sempre que felicidade e ele não combinam. E sempre, sempre volta para os braços da irmã, só ela o entende. 
E no final, quando tudo parece um absurdo, a revelação. Nada é o que parece ser. E o livro nos sorri como quem diz " Te peguei" e a gente termina pensando. Nelson fez escola, e não é que os autores aprenderam direitinho?

Perfeito! Só encontro essa palavra. 


Nelson Rodrigues -  Foi um dramaturgo, ficcionista e jornalista brasileiro. Nascido em Recife em 1912 faleceu no Rio de Janeiro em 1980. A frase " A pátria de chuteiras" que tanto ouvimos foi criada por ele . Sucesso da tv como " Engraçadinha" e " A vida como ela é" foram baseados em suas obras.  

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

[Resenha] Como Woody Allen pode mudar sua vida

Título Original: Comment Woody Allen peut changer
Título no Brasil: Como Woody Allen pode mudar sua vida
Autor: Éric Vartzbed
Editora : Nova Fronteira
Número de págs: 111




 Sempre quando lançam livros não oficiais de quem eu gosto muito - como é o caso do cineasta Woody Allen - eu acabo comprando, nem sempre os livros dizem alguma coisa mas como fã me sinto na obrigação de lê-los.
No caso desse em especial " Como Woody Allen pode mudar sua vida", imaginei que fosse realmente o livro de alguém fã explicando como cada filme dele influenciou em atitudes na vida. Nada mais natural, desde muito nova que as vezes achava que a resposta para o meu problema estava mesmo no filme ou seriado que amava e tentava fazer essa conexão para encontrar uma resposta que obviamente nem sempre vinha porque vamos combinar que ficção é ficção por mais que tentemos trazer para a realidade.
No caso desse livro, o autor é doutor em Psicologia e em Psicoterapia, e é com a visão do que se graduou e com o que trabalha que ele vê os filmes de Allen, uma visão que claramente lhes digo que não possuo e não tenho a menor pretensão de um dia ter.
Éric vê os filmes dele com outros olhos, analisando cada cor, fala e cena com o que acredita que pelo que estudou Woody também tenha visto, já que de acordo com o livro o cineasta faz análise há mais de 36 anos e personagens com essa profissão são comuns em roteiros escritos pelo mesmo.
Pois eu não curti o livro, claro que amei identificar os filmes, pensar " Hum, esse eu já vi!" ou " Epa, esse preciso ver!" mas com o tempo mesmo para um livro curto fica chatinho, eu - isso é minha opinião, ok? - nunca curti fazer terapia, tentei várias vezes e nunca encontrei um terapeuta que me fizesse realmente sentir bem depois de meses de consulta, que eu acreditasse que estivesse dando algum resultado , diferente do psiquiatra no qual em momentos de crise - sejs por stress de trabalhou ou fins de namoros traumáticos - surtiram um efeito que agradeço imensamente por tê-lo encontrado nessa vida.
Nunca fui a uma analista e não estou aqui para julgar se é realmente benéfico, cada um usa dos recursos que lhe fazem melhor e é isso que eu acredito.
No entanto, esse livro não é nem de longe o que chamaria de uma leitura prazerosa, não via a hora de terminar, achei um tanto quanto exagerado o modo como ele realmente vê tudo com outros olhos para então encontrar motivos para terem colocado em determinada cena alguma cor ou fala.
Se Woody pensou nisso quando o fez? Não sei, mas eu como fã do cineasta realmente acredito que filmes podem sim mudar sua vida, são a minha terapia, para alegria e para tristeza, mas ainda acho que se um cineasta muda sua vida isso acontece sem que você se preocupe em analisar, e sim porque simplesmente acontece, você vai lembrar daquele momento depois, seja com um sorriso nos lábios ou com os olhos cheios d ´água!
Porque filmes são mágicos mesmo, mas não acredito que precisem de uma análise tão, digamos assim, rebuscada!