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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Menina que via Filmes: Um lindo dia na vizinhança [Crítica]

Título: Um lindo dia na vizinhança
Inspirado na reportagem: “Can you say... hero?” de Tom Junod
Roteiro: Micah Fitzerman-Blue, Noah Harpster
Direção: Marielle Heller
Distribuidora: Sony Pictures
Música: Nate Heller
Elenco: Tom Hanks, Matthew Rhys, Chris Cooper, Susan Kelechi Watson, Maryann Plunkett, Enrico Colantoni, Wendy Makkena, Tammy Blanchard, Noah Harpster, Carmen Cusack, Kelley Davis, Christine Lahti, Maddie Corman
Data de estreia no Brasil: 23 de janeiro de 2020
por Larissa Rumiantzeff

Quando eu soube que fariam um filme com Tom Hanks como Mr. Rogers, fiquei entusiasmada. Afinal, do ator que interpretou o próprio Walt Disney, a gente espera excelência, ainda mais depois do seu trabalho no filme “Nos bastidores de Mary Poppins”. Imaginei que seria tipo a cinebiografia da Hebe Camargo, com aspectos do programa, versus vida real da personalidade retratada. Sendo assim, fui logo pesquisar a respeito do Fred Rogers original, pois queria pegar todas as referências possíveis. 

domingo, 25 de setembro de 2016

Menina que via Filmes: Viva a França! [Crítica]

Título Original: En Mai Fais Ce Qu´il Te Plait
Título no Brasil: Viva a França!
Data de lançamento 8 de setembro de 2016 (1h 54min)
Direção: Christian Carion
Elenco: August Diehl, Olivier Gourmet, Mathilde Seigner mais
Gêneros Drama, Guerra, Histórico

Nacionalidade França
Ano: 2015


Não vá ao cinema imaginando encontrar um A Vida é Bela francês. Apesar do filme ter muito da relação pai e filho, aqui não há ilusão. Hans ( August Diehl) é um alemão militante que ao ver que será preso junto com seu filho (não encontrei em nenhum site o nome do ator que faz a criança) foge para França. Desde cedo ele treina o filho para fingir que não são alemães e sim franceses. A princípio achei que fossem judeus, mas depois pelo que o filme leva, acredito que sejam somente alemães que não eram a favor de Hitler e como toda ditadura ele mandava matar também. Hans perdeu a esposa e agora só tem seu filho que aparente ter uns 8 anos. Ele e  a criança vão somente com a roupa do corpo para França e lá encontrarão um grupo de franceses que também tenta fugir das maldades alemãs, o que o filme tem de diferente é que os filmes de Segunda Guerra muitas vezes somente mostram o que os nazistas faziam com os judeus, dessa vez o diretor nos leva ao mundo das pessoas que não eram judias mas que foram expulsas de suas casas e muitas mortas apenas pelo prazer de matar. Ou seja, nada justificava o que faziam. 
Nesse grupo dessa pequena cidade que tenta fugir pela estrada há um prefeito gente boa Paul ( o ator Olivier Gourmet) e uma professora, a Suzanne ( Alice Isaaz)  que ao ver que Max ( o menino) se afastou do pai "o adota", criando laços com o menino que a faz o proteger como a um filho.
Max vai ver muitas mortes, vai sentir falta do pai que se perderá do grupo no meio do caminho,tudo isso embalado pela trilha sonora perfeita de Enio Morricone. O filme emociona muitas vezes, e a gente fica querendo que o pai encontre logo o filho, que a guerra acabe, etc

Há outros papéis de destaque como do soldado britânico que ficará amigo de Hans e  o ajudará na caminhada ao encontro do filho ( o soldado é interpretado por um ator que gosto muito mas poucas vezes aparece: Matthew Rhys).
O final é maravilhoso, apesar dos críticos especializados terem achado o final mais do mesmo, eu achei que era um sinal de esperança no meio de tantas atrocidades. 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes : Pegando Fogo [Crítica]






















Título Original : Burnt
Título no Brasil : Pegando Fogo
Lançamento 10 de dezembro de 2015 (1h42min) 
Dirigido por John Wells
Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Daniel Brühl mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade EUA

Eu não suporto programas de culinária, filmes com o tema eu até gosto, e mais o fator Bradley Cooper, me fizeram ir ao cinema ver esse filme. Só não esperava que me identificasse tanto.
No filme Bradley é Adam Jones, um americano que é Chef e detentor de 2 estrelas Michelin, o Oscar da Culinária Mundial. Ele andou um tempo sumido, cuidando de seu problema com álcool e drogas e também com seus ex parceiros em Paris. Agora, em Londres, ele quer reatar laços com alguns ajudantes dele e ganhar sua 3 ª estrela.
Poderia ser mais do mesmo se não fosse um roteiro bem amarrado e atores em pela sintonia com as dezenas de problemas que o filme envolve. Adam tinha uma ex namorada que era tão vida louca quanto ele, interpretada pela ótima Alicia Vikander. Ela é filha de um ex chefe dele. Ok, em Londres ele foge dos traficantes para quem deve muita grana e também da moça que sempre o acompanhou no mal caminho. 
Sua fama de mal caráter é comprovada a todo instante, seus ex parceiros não o suportam, é o caso de Michel ( Omar Sy) , que tem raiva dele mas aceita trabalhar com ele atrás de sua estrela. Também temos Helene ( Sienna Miller) , a única com atuação aquém do papel pede , a moça que é mãe solteira e que obviamente vai se apaixonar pelo bonitão complicado está ali para cumprir cota de par romântico no filme. 

Talvez um dos melhores papéis seja de Daniel Bruhl, como Tony, o filho de um milionário dono de hotéis que é completamente apaixonado por Adam, mas que nunca foi correspondido, mesmo assim arrisca tudo que tem por esse amor. 
Como inimigo dele temos Reece ( Mathew Rhys) , ele mais serve para comprovar que não conseguimos torcer muito por Adam, porque ele é aquele protagonista problemático que sempre passou a perna em todo mundo .
No que me identifiquei? Com seu time armado, Adam é exatamente o que sempre foi, um chefe rígido, que exige  a perfeição e quando não a tem grita e humilha seus funcionários. Durante um emprego que tive convivi com uma chefe que gritava muito comigo, ela era ótima, mas exigia a perfeição assim como ele. De certa forma, gritar nunca é  o certo, mas até hoje sou grata por tudo que aprendi com ela. No filme , Cooper é exatamente aquele chefe que grita, mas que horas depois quando se acalma é bom amigo. O problema é como o funcionário recebe essa crítica. Helene por estar apaixonada, talvez isso a ajude, o perdoa. Mas Michel é o rancoroso que quase o mata quando há o reencontro deles. 
Os chefs de cozinha relataram que Cooper está muito bem no papel , pois a pressão para que o prato seja perfeito é real.
No filme uma das críticas mais duras é o papel de Uma Thurman, que faz participação especial. Já Emma Thompson faz a médica que o atende e mede se há taxa de algo ilícito em seu sangue. 
O filme é muito bom, tem cenas inesperadas e um final bem bacana. 
Vale a pena assistir.