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domingo, 8 de maio de 2022

Os Opostos Sempre Se Atraem 🎬comédia com Omar Sy não acerta muito o tom ⚠️Spoilers

 


⚠️vídeo com Spoilers 🎬🎬🎬 Título Original: Loin du périph Duração: 121 minutos Ano produção: 2021 Estreia: 05 de maio de 2022 Distribuidora: Netflix Dirigido por: Louis Leterrier Orçamento: Classificação: 16 anos Gênero: Ação, Aventura, Comédia, Policial Países de Origem: França Elenco: Omar Sy, Laurent Lafitte, Izïa Higelin, Dimitri Storoge, Stéphane Pezerat, Jo Prestia, Flavie Péan

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Séries que amamos: Lupin - 2ª temporada

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Lupin- part II Título no Brasil: Lupin - parte 2 País: França 2ª temporada Nº de episódios: 5 Ano de lançamento: Junho de 2021 Original do Netflix elenco: Omar Sy, Vincent Londez, Antoine Gouy, Clotilde Hesme

sábado, 9 de janeiro de 2021

Séries que Amamos: Lupin - 1ª temporada

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Lupin Título no Brasil: Lupin País: França 1ª temporada Nº de episódios: 5 Ano de lançamento: 2021 Original do Netflix elenco: Omar Sy, Vincent Londez, Antoine Gouy, Clotilde Hesme
#04 de séries vistas em 2021 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Menina que via Filmes: Jornada da Vida [Crítica]


Título Original: Yao
Título no Brasil: Jornada da Vida
Data de lançamento 18 de julho de 2019 (1h 44min)
Direção: Philippe Godeau
Elenco: Lionel Louis Basse, Omar Sy, Fatoumata Diawara mais
Gêneros Drama, Comédia
Nacionalidades França, Senegal
#178
por Cecília Mouta

Yao, Uma Jornada da Vida conta a  história de dois personagens com vidas muito distintas que se cruzam por conta das suas origens. Yao (Lionel Basse) é um menino senegalês que é apaixonado pela leitura. Quando descobre que seu ídolo vem ao país para a bienal do livro, Yao viaja mais de trezentos quilômetros para conhecê-lo. Já Seydou (Omar Sy), o escritor e ator, é um francês que vem ao país de sua descendência pela primeira vez. Após o primeiro encontro entre os dois, Seydou decide levar Yao para casa numa aventura pelas estradas africanas. 

domingo, 16 de julho de 2017

Menina que via Filmes: Uma Família de dois [Crítica]





















Título Original: Demain Tout Commence
Título no Brasil: Uma Família de Dois
Data de lançamento 29 de junho de 2017 (1h 58min)
Direção: Hugo Gélin
Elenco: Omar Sy, Gloria Colston, Clémence Poésy mais
Gêneros Comédia , Drama
Nacionalidade França
#78assistido #79criticado


Mais uma vez Omar Sy chama a atenção para o seu talento. E digo isso com propriedade de causa, a cada filme assistido com o astro francês maior a admiração por ele.
Dessa vez ele é Samuel um homem que não conhece a  palavra responsabilidade, que vive como guia de um barco que não lhe pertence e que  a cada segundo engana a dona. Sua vida se resume a  mulheres semi nuas, muita bebida e festas no tal barco. Até que um dia uma ex namorada lhe procura,  a palavra certa não seria namorada já que os dois só dormiram uma noite e ele mal se lembra dela.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: Inferno [Crítica]






















Título Original: Inferno
Título no Brasil: Inferno
Baseado na obra de Dan Brown
Data de lançamento 13 de outubro de 2016 (2h 02min)
Direção: Ron Howard
Elenco: Tom Hanks, Felicity Jones, Ben Foster mais
Gêneros Suspense, Policial

Nacionalidade EUA


Antes de qualquer coisa tenho que declarar que não li o livro. Na verdade nenhum da série, então tudo que sei de Robert Langdon ( Tom Hanks) são os 3 filmes que assisti, não vou dessa forma poder comparar com o livro.
Langdon acorda em um hospital em Florença na Itália, nem ele sabe como chegou até o local, a última recordação que tem é de que estava dando aula, falou com alguém e pronto, apagou. Ele fica assustado quando vê que não está nos Estados Unidos, atendido pela médica Sienna ( Felicity Jones, a mesma atriz de A Teoria de Tudo) ele percebe que perdeu boa parte da memória e que está muito machucado, mas não faz ideia de quem está atrás dele.
O filme é uma emoção atrás da outra, mas o protagonista não lembrar de nada fica muito aquém do que vimos em O Código da Vinci, primeiro filme/ livro da série. Alguém vai invadir o hospital atrás dele, isso o fará parar na casa da médica que junto descobrirá que há ainda mais mistérios por trás do professor que ela alega ter conhecido quando criança. Mas ele claro não se recorda. 

















Sobram tiros, fugidas e nenhuma ou pouca explicação, mas Langdon pelo menos sabe através de um email que o mistério tem a ver com a obra de Dante Aglieri. Para quem entende de obras de arte o filme deve ser um prato cheio, eu confesso que sou muito leiga, mas babava com os lugares lindos da Itália mostrados.
Claro que ter Tom Hanks como protagonista já ajuda muito um filme, mas sua companheira de cena achei que deixou a desejar. E olha que sempre acho que ela trabalha muito bem nos filmes que já vi.
OMAR SY TIRANDO UMA SELFIE COM FELICIY JONES AO LADO DE TOM HANKS COM DAN B|ROWN AO FUNDO
Omar Sy - o francês maravilhoso que adoro!- faz um papel de coadjuvante que não compromete nem mostra seu talento mas que só por aparecer no filme já me deixou feliz, o cara é ótimo.
De resto temos um bom filme de ação onde as peças vão se encaixando, vi muita gente comentando sobre o final ser diferente eu gostei muito do final do filme, imagino que se o do livro é melhor preciso começar a ler Dan Brown ontem né?
Vale a pena a ida ao cinema. 

domingo, 24 de julho de 2016

Menina que via Filmes: Chocolat [Crítica]

Título Original: Chocolat
Título no Brasil: Chocolate
Data de lançamento 21 de julho de 2016 (2h 00min)
Direção: Roschdy Zem
Elenco: Omar Sy, James Thiérrée, Thibault de Montalembert mais
Gêneros Biografia, Drama

Nacionalidade França
Ano: 2016








Não é de hoje que o cinema francês tem sido uma grata surpresa. Sou completamente apaixonada pela forma como os franceses são extremamente maravilhosos em fazer filmes de qualidade que deixam os americanos a desejar com suas mega produções  e conteúdo zero.
Dessa vez o diretor opta por nos inserir no mundo de Chocolat ( interpretado pelo sempre ótimo Omar Sy) um palhaço negro que conseguiu fugir da escravatura mas o preconceito não mudou em nada mesmo depois que ele faz sucesso, apenas se velou de outra forma. 
Fazendo dupla com o palhaço Footit ( James Thiérré) , branco e já famoso no circo Devaux, ele faz um número onde é chutado pelo palhaço branco e todos acham graça. Sua atração passa a ser o centro do espetáculo lotando a arena, mesmo assim ele recebe 1 terço do salário de Footit, apenas por ser negro.
Há outros absurdos, ele para trabalhar e viver livre precisava que um branco se responsabilizasse por ele, a cena em que é preso e maltratado na prisão porque não tinha " os papéis" para ser "livre" é inacreditável. 
Com o sucesso dos dois, um circo mais famoso de Paris os contrata, deixando os antigos donos bem irritados. Em Paris Chocolate vai ganhar muito dinheiro, e à medida que ganha ele gasta com bebidas, com mulheres, com drogas, não guardando nada para o futuro, é visível que o trauma em ver o pai ser maltratado pelos antigos donos na Espanha não lhe fez nada bem. Seu nome de verdade é Rafael e ele apanhava muito dos filhos do antigo dono, quando escapa consegue ir para França onde sofre muito também. Para os brancos era comum ver negros serem maltratados,mesmo fazendo sucesso no circo, seu papel consistia em apanhar, em ser uma peça importante para mostrar o devido papel dos negros para eles, ou seja, sempre inferiores. 
Chocolate nunca se importou muito com isso, sempre aceitou sua sorte e via Footit como seu salvador, afinal, se ganhava muita grana agora o culpado era o amigo. Mas na prisão ele conhece Vitor, um haitiano que está preso por ser subversivo, e que lhe abre os olhos sobre o papel que tem feito, ajudando os brancos a rirem dele mesmo, com um preconceito tão absurdo que mais tarde veremos que Vitor tinha razão, quando o palhaço tentar atuar em algo mais sério, como Otelo de Shakespeare, por exemplo. Nunca um ator negro tinha feito a peça, o que chamamos de Black Face acontecia, atores brancos se escureciam para encená-la.















Pode parecer comédia mas Chocolate é sim um drama, que infelizmente não conseguimos pagar 100 por cento de nossas vidas. Basta dar um "Google" e ver o como casos envolvendo racismo estão presentes em nossas vidas.
Sejam em comentários infelizes, sejam em atitudes. É vergonhoso que a sociedade ainda assuma tudo isso como " estava brincando". 
Sentindo na pele literalmente, Chocolate despeja sua dor nas mesas de carteado, perdendo tudo, a única coisa que não perde é uma enfermeira, que se apaixona por ele, e pelo contrário, ela é que se entrega de corpo e alma a essa relação nada construtiva. Não cabe a mim contar o porquê, deixo para vocês descobrirem.
Chocolate é um filme sensível, mas ao mesmo tempo de uma força ímpar. Assistam. 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes : Pegando Fogo [Crítica]






















Título Original : Burnt
Título no Brasil : Pegando Fogo
Lançamento 10 de dezembro de 2015 (1h42min) 
Dirigido por John Wells
Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Daniel Brühl mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade EUA

Eu não suporto programas de culinária, filmes com o tema eu até gosto, e mais o fator Bradley Cooper, me fizeram ir ao cinema ver esse filme. Só não esperava que me identificasse tanto.
No filme Bradley é Adam Jones, um americano que é Chef e detentor de 2 estrelas Michelin, o Oscar da Culinária Mundial. Ele andou um tempo sumido, cuidando de seu problema com álcool e drogas e também com seus ex parceiros em Paris. Agora, em Londres, ele quer reatar laços com alguns ajudantes dele e ganhar sua 3 ª estrela.
Poderia ser mais do mesmo se não fosse um roteiro bem amarrado e atores em pela sintonia com as dezenas de problemas que o filme envolve. Adam tinha uma ex namorada que era tão vida louca quanto ele, interpretada pela ótima Alicia Vikander. Ela é filha de um ex chefe dele. Ok, em Londres ele foge dos traficantes para quem deve muita grana e também da moça que sempre o acompanhou no mal caminho. 
Sua fama de mal caráter é comprovada a todo instante, seus ex parceiros não o suportam, é o caso de Michel ( Omar Sy) , que tem raiva dele mas aceita trabalhar com ele atrás de sua estrela. Também temos Helene ( Sienna Miller) , a única com atuação aquém do papel pede , a moça que é mãe solteira e que obviamente vai se apaixonar pelo bonitão complicado está ali para cumprir cota de par romântico no filme. 

Talvez um dos melhores papéis seja de Daniel Bruhl, como Tony, o filho de um milionário dono de hotéis que é completamente apaixonado por Adam, mas que nunca foi correspondido, mesmo assim arrisca tudo que tem por esse amor. 
Como inimigo dele temos Reece ( Mathew Rhys) , ele mais serve para comprovar que não conseguimos torcer muito por Adam, porque ele é aquele protagonista problemático que sempre passou a perna em todo mundo .
No que me identifiquei? Com seu time armado, Adam é exatamente o que sempre foi, um chefe rígido, que exige  a perfeição e quando não a tem grita e humilha seus funcionários. Durante um emprego que tive convivi com uma chefe que gritava muito comigo, ela era ótima, mas exigia a perfeição assim como ele. De certa forma, gritar nunca é  o certo, mas até hoje sou grata por tudo que aprendi com ela. No filme , Cooper é exatamente aquele chefe que grita, mas que horas depois quando se acalma é bom amigo. O problema é como o funcionário recebe essa crítica. Helene por estar apaixonada, talvez isso a ajude, o perdoa. Mas Michel é o rancoroso que quase o mata quando há o reencontro deles. 
Os chefs de cozinha relataram que Cooper está muito bem no papel , pois a pressão para que o prato seja perfeito é real.
No filme uma das críticas mais duras é o papel de Uma Thurman, que faz participação especial. Já Emma Thompson faz a médica que o atende e mede se há taxa de algo ilícito em seu sangue. 
O filme é muito bom, tem cenas inesperadas e um final bem bacana. 
Vale a pena assistir. 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Menina que via Filmes : Samba [Crítica]

Título Original : Samba
Título  no Brasil ; Samba
Dirigido por Eric Toledano, Olivier Nakache
Com Omar Sy, Charlotte Gainsbourg, Tahar Rahim mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade França
Duração : 1h 58min























Como assistir ao filme e não comparar com o livro que você leu recentemente? Desculpem mas essa crítica será muito baseada nos dois.
Samba ( Omar Sy , cada vez melhor!) é um imigrante ilegal que vive na França há 10 anos, no filme ele é do Senegal, no livro é de Mali. Não muito explicado no filme, mas ele vai até um centro de imigração do governo para saber o status do pedido de residência permanente que ele fez, como nunca recebeu resposta ele vai até o local. Samba trabalha como lavador de pratos de um restaurante em um hotel de luxo, claramente o filme mostra que os franceses mesmo são os confeiteiros, os imigrantes ficam com a parte de lavar  louças e limpar o local. Na fila desse centro do governo ele acaba sendo preso porque entregaram a carta com a negativa mas ele nunca recebeu. Nada disso é mostrado no filme, só mostra ele conhecendo Wilson ( Tahar Rahim) na fila e depois sendo atendido por Alice ( Charlotte Gainsbourg) e sua amiga Manu, que são assistentes sociais . 
O diretor quis levar para o lado cômico, e se eu não tivesse lido o livro teria amado o loucamente (e entendam que eu gostei do filme sim, Omar atua como nunca, é muito agradável assistir, mas mudam tanta coisa que fica difícil não haver comparações) . Por exemplo, rola um affair entre Alice e Samba, mas demora muito para acontecer, mas desde o início ela parece encantada com ele, o que no livro é bem diferente. Manu , sua amiga, não tem a antipatia da personagem no filme , e seu amigo Wilson não é um falso brasileiro, mas sim um colombiano. 
O foco principal seria mostrar o problema da imigração da França, onde milhares de estrangeiros -principalmente o povo árabe e africanos - vão em busca de uma vida melhor. Samba só faz trabalhos que os europeus não querem fazer , mas não é o suficiente para conseguir um visto de moradia. Há quem faça vista grossa, mas há quem não tolere o que acontece e quer expulsar a todos. Alice é do time das que lamentam a situação, parece uma adolescente apaixonada  - chegando a roubar foto de um dossiê do rapaz  - mas em nenhum momento oferece o meio mais fácil de mante-lo no país : o casamento . Se engana quem pensa que ele teria direito aos bens dela, era só firmar um contrato pré nupcial, eles poderiam nem se envolver e pronto: ali estava o visto tão sonhado para Samba. Mas o filme não toca nesse assunto, o livro também não, e para mim certo está o tio de Samba que mora há anos na França já legalizado e que diz que Alice quer brincar com ele , também achei, como torcer para um casal que ela tem a faca e o queijo nas mãos e não a usa?

Sobram momentos para rir, mesmo com as fugas de Samba da polícia para não ser deportado, a famosa cena dele envergonhado porque seu amigo Wilson dança e rebola para moças de um empresa enquanto limpam vidros em um prédio.  Tudo embalado pela música de Gilberto Gil (no trailer é Jorge BenJor, mas no filme, a música dele só toca em outro momento). As fugas são tão animada que o espectador esquece que assiste a um drama.
Não há momentos para as lágrimas, nem quando ele trai a confiança do amigo com a namorada dele. Se o final é previsível, eu acho que o filme peca pelo excesso de gracinhas com um tema tão sério. 
Alice também ganha um tom mala no filme que não senti tanto com a leitura, depressiva e indecisa, arrisco dizer que apesar de ótima atriz, Charlotte não deu o tom certo à ela.
Para curtir melhor, somente não lendo o livro mesmo.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Menina que via Filmes : Risco Imediato [Crítica]

Título Original : Good People
Título no Brasil : Risco Imediato
Com James Franco, Kate Hudson, Tom Wilkinson , Omar Sy e mais
Gênero Suspense , Policial , Ação

Nacionalidade Reino Unido , EUA , Suécia , Dinamarca
Ano : 2014
Duração : 1h 30 min
























Fica difícil saber em um filme desses o que deu errado. Mas se formos parar para pensar posso dizer que quase tudo. Para começar o  título em inglês é muito melhor, já que " Boas Pessoas" dá exatamente a ideia do que o roteirista e o diretor querem que a gente pare para pensar. Um casal  americano endividado formado por James Franco ( Tom) e Kate Hudson ( Anna) está prestes a perder a casa que moram em Londres. Anna não consegue engravidar de jeito nenhum e somente ela tem emprego, ele não consegue arrumar nada.
Os dois estão tão apertados que além de não terem casa própria, alugam o imóvel e o porão para um cara estranho que de vez em quando abusa da lei do silêncio colocando  a televisão no máximo. 
Preocupados em perderem o lugar que moram eles se irritam mais uma vez com o barulho na casa do inquilino, quando vão pedir para que ele abaixe o som, surpresa : ele está mortinho. 
Então o casal faz o que manda a regra, chamam a ´polícia, limpam o porão...mas logo no início do filme a gente já sabia que o inquilino era bandido, e o pior...roubou de outros bandidos, acabou sendo morto. O que impressiona é que o roteiro abusa do " estamos quase perdendo a casa" para justificar que ao encontrarem um dinheiro ( muito! cerca de 220 mil libras!) eles se achem no direito de ficar com eles, saem gastando como recém ganhadores da loteria, não contam nada ao policial John ( Tom Wilkinson) e ainda se envolvem com Khan ( Omar Sy, de " Intocáveis") que só de olhar já dá medo.
Quanto mais tentam levar uma vida comum mais se enrolam, e a consciência não pesa, até o momento que os bandidos donos da grana resolvem aparecer na casa deles para cobrar. 

Aí se o filme já era violento ficar muito pior. Sobra sangue para todos os lados e o roteiro não segura mais o que vem  a seguir. Não encontro motivos para duas pessoas comuns acharem que podem sair ilesas enganando dois bandidos de meter medo no Freddy Krueger. 
O final é ainda mais clichê, casa abandonada , casal tentando fugir e vilões que são tipo highlander, o filme tem uma hora e meia mas parece ter três e a plateia começa a rir das mortes de tão deprimente que são.