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domingo, 17 de junho de 2018

Menina que via Filmes: Abzurdah [Crítica]


Título Original: Abzurdah
Título no Brasil: Abzurdah
Direção: Daniela Goggi
Elenco: María Eugenia Suárez, Esteban Lamothe, Gloria Carrá mais
Gêneros Drama, Romance, Biografia

Nacionalidade Argentina
Formato visto: Netflix
#80
por Raffa Fustagno
 A CRÍTICA TEM SPOILERS
A história desse filme é baseada no livro de mesmo nome lançado no Brasil pela Editora Planeta mas já fora de catálogo - talvez vocês o encontrem somente na Estante Virtual- escrito por Cielo Latini. Trata-se de uma biografia contando um período autodestrutivo da protagonista, e não é ficção de acordo com a autora.
Em formato de filme ele ganhou um roteiro de Alejandro Montiel e de Daniela Goggi, que não fazem feio na adaptação porque o filme é bem interessante, mas aqui já aviso que nunca li o livro, portanto, toda minha visão é somente do filme.
Cielo ( Maria Eugenia Suaréz) é uma jovem linda com seus 15 ou 16 anos que está insatisfeita com tudo ao seu redor. Comum para idade, ela tem pais casados mas não gosta do formato controlador de sua mãe, seu pai ( interpretado pelo ótimo Rafael Spregelburd) é o lado light da relação pai e filho, sempre tentando fazer com que a menina não se sinta tão presa. 

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Menina que via Filmes: Desaparecida / Perdida [Crítica]

Título Original: Perdida
Direção: Alejandro Montiel
Ano: 2018
Produção: Argentina
Elenco: Luisana Lopilato, Amaia Salamanca, Rafael Spregelburd, Nicolás Furtado
Duração: 100 minutos
*Filme assistindo em Buenos Aires no Cinema Village Recoleta Mall
#70







por Raffa Fustagno

Vimos mais esse filme em Buenos Aires e a escolha foi óbvia, não queríamos ver filmes que passam facilmente no Brasil. Não conhecia nenhum dos atores apesar de ter lido muitas críticas de que eles são famosos na tv argentina.  Também soube pesquisando que é baseado em uma novela que passou na tv deles.
Pois bem, filme começado, conhecemos Manuela ou Pipa como é chamada interpretada pela atriz Luisana Lopilato. Bonita e destemida, já que ela é uma policial onde as locações da delegacia ficam em Puerto Madero onde visitamos no mesmo dia que vimos o filme. 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Menina que via Filmes : O Crítico [Critica]

Título Original: El Crítico
Título no Brasil : O Crítico
Dirigido por Hernán Guerschuny
Com Rafael Spregelburd, Dolores Fonzi, Blanca Lewin mais
Gênero Romance , Comédia dramática
Nacionalidade Argentina
Idioma : Espanhol
Censura : 12 anos
Duração 1h 38 min









Víctor Tellez (Rafael Spregelburd) é um crítico de cinema exigente e prestigiado que odeia comédias românticas e acredita que o melhor da sétima arte está no passado. Amargo e mal-humorado, ele procura um apartamento e conhece Sofía (Dolores Fonzi), bela e com gostos opostos aos seus. Tellez tenta, mas não consegue evitar que sua vida se transforme a partir de então em um romance clichê.


A melhor coisa de O crítico filme argentino feito em 2013 mas que chegou aos nossos cinemas somente esse ano é o trailer. Foi depois de ter visto mais de cinco vezes o trailer engraçadíssimo onde o crítico do título ( o ator Rafael Spregelburd no papel de Victor Tellez) avisa aos que vão assistir outro filme que o cinema está morto, que é tudo igual, programado para beijos no final do filme, ondas gigantes e outras mesmices que ele desaprova. E que o melhor do cinema está em localizar a saída de emergência, e ele nos aconselha que fujamos enquanto há tempo.
Como não rir com esse trailer? Para finalizar aparece Dolores Fonzi - no papel de Sofía - olhando para ele com um imenso balde de pipoca e o calando com a mesma.
Comprados os ingressos lá fomos eu e minha mãe ver se o filme era tudo isso mesmo, e não era. Há pouca comédia, um terço de romantismo e um personagem que não ganha o público , é mais antipático do que o Gru de Meu Malvado Favorito. 
Victor Tellez ( o crítico) é um homem amargurado, sempre de mau humor odeia todos os filmes que assiste e não dá cinco estrelas  - ou 5 poltroninhas - a nenhum deles há mais de 20 anos. Sua vida consiste em morar em um "apertamento" na busca por uma casa nova não gostar de nenhuma que visita, ver filmes e falar mal deles com seus outros amigos críticos, passear com sua sobrinha adolescente com a qual não demonstra nenhum sentimento .
Victor só pensa em francês, e ele fala mal de tudo e todos o tempo todo, mesmo quando não está no cinema julga as pessoas como se ele fosse a voz da razão do mundo inteiro. O filme é cheio de "pedaços"e citações de filmes que amamos como Harry E Sally, Uma Linda Mulher, Green Card, etc

Para quem é fã dos romances açucarados é uma delícia ver o filme nessas partes, no resto sobra mau humor do protagonista e as coisas parecem ir melhorando quando ao visitar um apartamento ele conhece Sofía, um casal improvável  já que ela é bem mais nova que ele, vive a vida intensamente e é cleptomaníaca. Mas os dois vão se envolver e quando isso acontece é a melhor parte do filme. O que esperamos é que eles vivam o felizes para sempre com muitos beijos e fundo musical meloso, mas não é o que ocorre.
E apesar de toda explicação de Victor durante o filme de que um bom longa não é somente o que tem finais felizes, para mim ficou faltando mais graça, mais amor...mais filme! Médio esse filme.  Três poltroninhas !