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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

[Resenha] Uma bolota molenga e feliz @editoraseguinte

Título Original: Big Mushy Happy Lump
Título no Brasil: Uma Bolta Molenga e Feliz
Autora: Sarah Andersen
Editora Seguinte
Número de págs: 125
#168












Fiquei apaixonada pelo primeiro livro da Sarah Andersen, Ninguém vira adulto de verdade , passei a seguir sua página e virei fã mesmo, ela e sua personagem são um barato! Sua famosa bonequinha é ela mesma, por isso não lembro em nenhuma página de aparecer algum nome para ela. Deve se chamar como a autora: Sarah. 
A protagonista sincera que sofre com problemas femininos como cólicas menstruais e depilação encanta a todos. Difícil ler alguma das tiras  e não se identificar com o jeito dela, sempre dramática, muito saudosa da infância e nunca perde o bom humor.
Comer muito, roubar o moletom do namorado e gastar o dinheiro em livros mas achar um absurdo o preço de qualquer outro produto, poderia ser minha biografia. Tem dias que assim como ela acho me maquiar um saco, não desejo sair da cama e demoro para ficar satisfeita com um look.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

[Resenha] Ninguém Vira Adulto de Verdade @editoraseguinte

Título Original: Adulthood is a Myth
Título no Brasil: Ninguém Vira Adulto de Verdade
Autora: Sarah Andersen
Editora Seguinte
Número de págs: 111
Tradução: André Czarnobai
#6







Se você assim como eu ainda não conhecia Sarah's Scribbles ( link) está na hora de conhecer. A Editora Seguinte publicou o livro da cartunista Sarah Andersen que tem quase 2 milhões de seguidores só no Facebook e seu livro foi publicado em mais de 20 países do mundo.
Sarah é uma moça, no início da juventude ela é claramente sua inventora, um misto de criança e adulto, sem saber onde exatamente se identificar, suas dúvidas e ânsias normais da idade sore presente e principalmente futuro são típicas de qualquer nacionalidade, por isso não por acaso, ela é americana mas poderia ser brasileira.
Como exemplo as tirinhas dela não querendo ter filhos e não aguentando mais  ouvir de todos que vai um dia querer, ou quando em outra página não quer interagir com ninguém, e ainda quando morri de rir com ela imaginando como as lojas escolhem o tamanho de suas roupas.

De capa dura, o livro já ganha pelo charme da edição cuidadosa, e o talento da autora complementa com humor o que nós mulheres passamos durante a vida adulta, onde exigem que tenhamos atitudes maduras mas quando as vezes tudo que queremos é ficar em nossos quartos enterradas no Netflix e em nossos livros, como se ali tivesse um mundo à parte onde não existem contas para pagar nem decisões difíceis a serem tomadas.
Em uma tira ela fica feliz ao receber seu salário e depois vê que não dá para quase nada e que já precisa do próximo, quem nunca? 
Ela também conversa com seu bichinho de estimação que é um coelhiho, não sei se fato ela tem um coelho na vida real, mas o bichinho fala e tem diálogos ótimos com ela.
Me lembrou muito os quadrinhos que amo da Fernanda Nia, que já postei as resenhas dos dois livros publicados de sua Niazinha. 
Gostosa demais essa leitura, vontade de fazer quadros com as triinhas  pendurar no quarto, a autora tem uma loja virtual, mas como tudo hoje em dia convertido de dólar para real não fica tão acessível.