Mostrando postagens com marcador Scarllet Johansson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Scarllet Johansson. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de maio de 2014

Menina que via filmes : Capitão América 2 - O Soldado Invernal [Crítica]

Título Original : Captain American : The Winter Soldier
Direção : Anthony Russo, Joe Russo
Elenco : Chris Evans, Samuel L Jackson, Scarllet Johansson, Robert Redford
Ano > 2014
Gênero : Ação
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 14 anos
Duração : 2h 08 min







Dois anos após os acontecimentos em Nova York (Os Vingadores - The Avengers), Steve Rogers (Chris Evans) continua seu dedicado trabalho com a agência S.H.I.E.L.D. e também segue tentando se acostumar com o fato de que foi descongelado e acordou décadas depois de seu tempo. Em parceria com Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), também conhecida como Viúva Negra, ele é obrigado a enfrentar um poderoso e misterioso inimigo chamado Soldado Invernal, que visita Washington e abala o dia a dia da S.H.I.E.L.D., ainda liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson).






O que me surpreendeu no filme Capitão América 2 : O soldado invernal foi terem conseguido fazer um filme superior ao primeiro. Chris Evans ( América) parece mais seguro de si no papel do herói e claro que acompanhado de mitos do cinema como Robert Redford ( Alexander Pierce) e Samuel L. Jackson ( NIck Fury) as cenas ficaram ainda melhores.
Nessa continuação Steve Rogers ( o América) leva sua vida " normal" trabalhando para a S.H.I.E.L D , apesar de ainda achar bem estranho ter sempre a mesma cara e sua amada esposa ter idade para ser sua bisavó. 

Nesse clima saudosista ele também sente saudades de seu colega que foi morto durante a guerra e volta e meia recorda dele. Não, não virou um filme romântico ou light, mas serve depois para o mistério do filme - claro que quem já leu os quadrinhos já sabia! - que é bem segurado até o final não fazendo em momento algum o espectador perder o interesse pelo filme.

Pelo contrário, amarrado em um roteiro ágil, América vai atrás juntamente com a Viúva Negra ( Johansson , linda de viver!) do tal Soldado Invernal que está tirando o sono de Nick Fury atacando tudo e todos.

Sustos serão sentidos, mas uma coisa que gostei muito foi a atuação do ótimo Robert Redford, seu personagem tem papel fundamental na trama.



O que talvez eu não tenha gostado tanto é do jeito do vilão - o Soldado, porque depois temos muitos mais vilões do que esperávamos! - não sei se o ator conseguiu passar o que precisava, e também não posso dizer quem o interpreta senão vocês matam a charada!

O filme é muito bom, a cena reveladora é uma das melhores do gênero e caso vejam no cinema aguardem as DUAS ( sim , são duas! ) cenas finais depois dos créditos, valem muito a pena!
Quem é fã do Capitão América vai amar o filme e vibrar com as revelações que são feitas durante o mesmo!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Menina que via filmes : Ela [Crítica]

Título Original : Her
Título no Brasil : Ela
Direção : Spike Jonze
Elenco : Joaquin Phoenix, Scarlett Johansson,  Amy Adams
Gênero : Drama, Romance 
Ano : 2013
País : EUA
Idioma : inglês
Censura : 14 anos
duração : 2h 6 min






Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.


"Ela" é um filme para se fazer pensar, em época de tecnologia ao excesso, muitos de nós deixamos de fazer as coisas cara a cara para optarmos por algo digital, algo mais frio. Quantos de nós pararam de ir ao cinema porque tem a facilidade de verem o filme em um Netflix da vida? Para os inseguros, os tímidos, isso é um sonho, para a humanidade um passo atrás no quesito interação.
No filme conhecemos Theodore ( Phoenix) um profissional em escrever cartões pessoais, sim , a profissão dele é fingir que é a pessoa que o contrata e escrever um cartão para a pessoa amada daquela pessoa. Frio? totalmente. Mas nos tempos dele, super comum. 
Recém divorciado da personagem de Rooney Mara ( tão bonita que até estranhei! já que sempre fico com ela em " Os homens que não amavam as mulheres" na cabeça ) ele sofre e não quer assinar o divórcio. No dia a dia ele faz sexo por telefone, nada que não ocorra hoje em dia, no entanto ele testa um novo método de contato, ele contrata um serviço onde " conhece Samantha" um sistema que vai ajudá-lo a resolver problemas.







No início ela lhe dá dicas de como se vestir, do que falar e de como arrumar uma namorada, até que ele se apaixona pela tal voz, a voz no filme é de ninguém menos que Scarlett Johansson, ela não aparece em momento algum, mas dá um show no filme como a mulher robô.
Emoções, dúvidas e situaçõe bizarras vão nos deixar com a pulga atrás de orelha nos perguntando até quando é saudável essa relação com o virtual?
Campeão de melhor roteiro original do ano, o filme é muito bom. Vale a pena ser visto.


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Menina que via filmes : Como não perder essa mulher [ Critica]

Título Original : Don Jon
Título no Brasil : Como não perder essa mulher
Roteiro e Direção : Joseh Gordon Levitt, Scarlett Johansson, Juliane Moore
Ano  : 2013
Gênero : Comédia, Drama, Romance
País : EUA
Idioma. Inglês
Censura : 16 anos
Duração : 1h 30 min






Jon (Joseph Gordon-Levitt) mora sozinho e tem orgulho da vida que leva, sem se prender a alguém. Por mais que goste bastante de sexo, ele segue a filosofia de que nenhuma relação sexual é tão boa quanto pornografia, já que lá ele encontra exatamente o que quer. Entretanto, sua vida muda após conhecer numa boate aquela que seria a mulher nota 10: Barbara (Scarlett Johansson). Ele tenta levá-la para casa, mas ela faz jogo duro e nada acontece. É quando Jon percebe que terá mudar sua tática habitual, aceitando namorá-la e se submeter aos seus caprichos, caso queira ter algo com ela. 


FOTO DO PAINEL NA ESTAÇÃO CARDEAL ARCOVERDE

O cartaz acima, na verdade um letreiro luminoso, foi colocado em várias estações do Metrô Rio, logo que vi pensei  : " Putz, adoro os 3! Preciso ver esse filme!", então claro que no primeiro final de semana passando o filme me animei muito para vê-lo, e infelizmente foi muito aquém do que esperava, vamos por etapas, porque só posso acreditar que Joseph -Gordon Levitt ator de Dez coisas que eu odeio em você, 500 dias para ficar com ela, Looper, etc  acordou cheirando o pó do achocolatado para escrever e dirigir esse filme!
  
O filme começa com o protagonista Jon ( Joseph Gordon-Levitt) informando que o que ele faz da vida é : pegar mulheres em boate e transar com elas as descartando no dia seguinte, beber com os amigos, ama a família e vai na igreja com eles, e muita, muita masturbação vendo filmes pornôs on line! A Igreja? Ele se confessa todo domingo, o padre manda ele rezar uma média de 10 pai-nossos e ele os faz na academia.
Essa é a vida do idiota do filme. Tem como gostar do protagonista? Não, né !
Pois bem, para nos enganar só posso pensar que Joseph tenha tido essa intenção  o filme conseguiu ter no elenco duas atrizes ótimas, a veterana Juliane Moore e a musa do momento Scarlett Johansson.
No papel de Barbara ( Johansson) ela vai fazer o garanhão se apaixonar, evitando dormir com ele antes que ele o apresente para sua família e faça uma penca de coisas que ela pede, nada demais : voltar a estudar e sair com os amigos de ambos.
O relacionamento dos dois cresce e ele está cada dia mais apaixonado, mas não consegue largar a antiga mania de ver filmes pornôs, ele nem espera a namorada sair da casa dele e corre para o computador para fazer aquilo.
  
Por mais que todos aprovem sua namorada, quer dizer sua família, pois seus amigos imaturos não gostam nada de tê-la por perto, ele continua vendo filmes do gênero.
Na escola de noite, ele conhece Esther ( Juliane Moore) uma mulher mais velha que volta e meia está chorando e que vai atrás dele desde que o vê vendo filmes pornôs no meio da aula.
Bom, daí para frente o filme é uma decepção só  , o que o espectador espera é que ele cresça com Barbara e que Esther por ser mais velha o ajude a segurar a relação.
Acontece que nada disso acontece, ele continua sendo um tarado, um miolo mole e seus amigos são tão insuportáveis quanto ele.
O melhor do filme acho que é a participação especial de Anne Hathaway e Channing Tatum em um filme que o casal vai ver logo no início da relação.  
Só posso acreditar que as pessoas tenham participado desse filme por amizade, porque a história é ruim que dói, e é um desperdício de talentos em cena,o próprio Joseph está caricato , estranho , e de nada parece o talentoso ator que conhecemos.

A família do protagonista também é exagerada, na tentativa vã de fazer humor, o pai fala da namorada do filho com um desrespeito surreal, a irmã não fala, só vive no celular digitando e a mãe grita tanto que quando ela fala não se ouve os outros personagens.
Infelizmente o filme é fraco, e o final, o que é aquilo? De doer...passem longe!
  
Vejam o trailer: