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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Menina que via filmes: O Farol [Crítica]

Título em Inglês:The Lighthouse
Título em Português : O farol 
Diretor:Robert Egger
Elenco:Willem Dafoe, Robert Pattinson
Gênero :Terror Psicológico 
Data de lançamento 02 de janeiro de 2020
por Letícia Nascimento
Sinopse:
Início do século XX. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Menina que via Filmes: No portal da eternidade [Crítica]


🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: At Eternity´s Gate Título no Brasil: No portal da eternidade País: França Ano: 2018 Data de lançamento 7 de fevereiro de 2019 (1h 50min) Direção: Julian Schnabel Elenco: Willem Dafoe, Rupert Friend, Oscar Isaac, Emanuelle Seigner, Mads Mikkelsen Gêneros Biografia, Drama 🚷 14 anos
#41 🏆Indicação de Melhor Ator - Oscar 2019 - Willem Dafoe

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Menina que via Filmes: Aquaman [Crítica]

Título Original: Aquaman
Título no Brasil: Aquaman
Data de Lançamento: 13/12/2018( 2h 24min)
Direção; James Wan 
Elenco: Jason Mamoa, Amber Heard, Nicole Kidman, Willem Dafoe, Temuera Morrison
Gênero: Ação,Aventura , Fantasia
Nacionalidade: EUA
#234







por Letícia Nascimento


Sinopse:Filho do humano Tom Curry (Temuera Morrison) com a atlante Atlanna (Nicole Kidman), Arthur Curry (Jason Momoa) cresce com a vivência de um humano e as capacidades metahumanas de um atlante. Quando seu irmão Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, subjugando os demais reinos aquáticos para que possa atacar a superfície, cabe a Arthur a tarefa de impedir a guerra iminente. Para tanto, ele recebe a ajuda de Mera (Amber Heard), princesa de um dos reinos, e o apoio de Vulko (Willem Dafoe), que o treinou secretamente desde a adolescência.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Menina que via Filmes: Projeto Flórida [ Crítica]

Título Original :  The Florida Project
Título  em Português: Projeto Flórida
Data de lançamento 1 de março de 2018 (1h 51min)
Direção: Sean Baker
Elenco: Brooklynn Prince, Bria Vinaite, Willem Dafoe 
Gênero Drama
Nacionalidade EUA








por Reinaldo Barros


Projeto Flórida chega timidamente com apenas uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Ator Coadjuvante com Willem Dafoe, no entanto isso não o desmerece em nada. Particularmente eu acho uma injustiça não ter sido indicado em outras categorias. A atuação das crianças faz com que todos nós fiquemos presos ao filme torcendo pela pequena Moonee e seus amigos quando se aventuram pelos cenários cuidadosamente pensados.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Menina que Via Filmes : O Estranho Thomas [Crítica]

Título Original: Odd Thomas
Título no Brasil : O Estranho Thomas
Dirigido por Stephen Sommers
Com Anton Yelchin, Addison Timlin, Willem Dafoe mais
Gênero Drama , Suspense

Nacionalidade EUA
Formato visto : Telecineplay
Duração: 1h 36 min
Censura: 12 anos
Baseado no livro de Dean Koontz
Ano  : 2013










Baseado no best-seller de Dean Koontz, o filme conta a história de Thomas (Anton Yelchin), um rapaz de 20 anos que possui poderes clarividentes e trabalha num fast-food de uma pequena cidade do deserto californiano. Logo após um sonho premonitório, ele vê entrar em seu restaurante um homem misterioso que parece ter alguma ligação com forças obscuras e ameaçadoras. Sua tarefa agora é descobrir o significado deste encontro que, para ele, não prediz coisas boas.



Coloquei no Telecine Play em " Baseados em Livros", e vi que já havia visto todos os filmes...menos esse! Na verdade nem sabia da existência do livro , que pelo que pesquisei só foi lançado lá fora. Na verdade me espantei em ver que o filme não passou nos cinemas, porque ele é muito bom, para quem curte esse terror meio anos 80 então é perfeito.
Odd ( Anton) tem esse nome estranho e tenta conviver com seus traumas de infância, onde a mãe foi internada como louca quando ele tinha apenas 7 anos. Prefere ser chamado de Thomas, tem uma namorada linda e compreensiva que super entende que ele vê e conversa com gente morta que ficam vagando por aí.

Mas não pensem que ele tem vida de herói, pelo contrário, apesar de ajudar a resolver crimes pro policial Wyatt ( Willem Dafoe), ele trabalha em uma lanchonete e leva uma vida bem comum se preocupando sempre em afastar criaturas malignas que ele vê e que anunciam que aquela pessoa irá morrer em breve. 
O bacana do filme é que ele brinca com os mortos sem se levar muito a sério, o protagonista é ao mesmo tempo atrapalhado mas prestativo e vive um romance fofo com a namorada Stormy ( Addison Timlin) .

As coisa começam a piorar quando ele vê que pessoas próximas correm risco de vida e ele precisa intervir.
Como que se carregasse uma cruz por ver pessoas mortas e saber de coisas que os vivos nem imaginam, ele vive atrás de respostas para evitar fatalidades e se sente frustrado quando não as consegue.
os sustos são bons, o elenco trabalha em sintonia e o final é ainda mais surpreendente. Trata-se de um filme simples, mas com uma receita deliciosa de lamber os beiços, se você  curte terror, assista. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Menina que ia ao teatro: The Old Woman [Crítica]

Título Original : The Old Woman
Elenco : Mikhail Baryshnikov e Willem Dafoe
Local : Cidade das Artes
Sinopse:
 The Old Woman, criada por Robert Wilson em colaboração com seus intérpretes, o lendário dançarino e ator Mikhail Baryshnikov e o ator internacionalmente reconhecido Willem Dafoe é uma adaptação da obra homônima do autor russo Daniil Kharms e estreou na Inglaterra em 2013.
Nascido em São Petersburgo em 1905, Kharms sofreu sob o regime stalinista por boa parte de sua vida. Finalmente preso, foi morto por soldados soviéticos nos Gulags com apenas 36 anos de idade. A brevidade da vida de Kharms se assemelha à brevidade de seus escritos de caráter absurdo, alguns dos quais se estendem por pouco mais de um parágrafo. Uma exceção é THE OLD WOMAN, uma novela obscura, brilhante e sutilmente política, escrita em 1939. Carregando traços de Beckett e Ionesco em sua narrativa, que acompanha a história de um escritor em dificuldades que não consegue alcançar a paz consigo mesmo e é assombrado pela figura de uma velha mulher, este é talvez o melhor trabalho de um dos maiores autores russos de vanguarda.
Mikhail Baryshnikov e Willem Dafoe dão vida a seus personagens na encenação de Robert Wilson, caracterizados como uma dupla de palhaços, altamente estilizados, revelando o patetismo presente em cada um de seus bizarros encontros. Numa série de tableaux vivants costurados por números de excêntrico vaudeville, o cenário e iluminação marcantes de Robert Wilson, com móveis que flutuam no palco e monolitos de luz branca, fazem um rigoroso contraponto às figuras construídas por Baryshnikov e Dafoe. Quanto mais dementes são os personagens, mais preciso e austero se torna seu pano de fundo.
Isto é, acima de tudo, uma evocação da tirania stalinista, outro tipo de teatro do absurdo.


Não conhecia o teatro Cidade das Artes.  Chamado de elefante branco durante muito tempo o imenso complexo de teatros foi inaugurado as pressas pelo governo anterior e ficou anos sem ter nenhuma funcionalidade. Passado os anos algumas peças foram para lá e eu ainda não tinha ido a nenhuma por lá. 
Quando soube que Mikhail Baryshnikov e Willem Dafoe estariam fazendo a peça The Old Woman lá eu pirei, e comprei os ingressos no mesmo dia. Quem acompanha o blog viu minha felicidade em vê-los. 
Tinha chegado o dia, fiquei impressionada com o tamanho da Cidade das Artes por dentro, a peça estava com todos os dias e sessões esgotadas há mais de um mês atrás.
O friozinho carioca estava uma delícia, mas mesmo com muitas pessoas o local gigante não ficava cheio, fácil se perder por ali.
Nas imensas paredes o que mais gostei foi um quadro gigante com nosso querido Machado de Assis <3!
Mas vamos conhecer o interior do teatro?
Nosso lugar era na galeria Baixa onde a visão é lateral e comparado com outros teatros a visão é boa. O incômodo foram os atrasildos de sempre , eram 10 para as nove horas e muitos ainda não haviam entrado no teatro.
O palco mostrava o painel acima. Aproveitei para tirar muitas fotos . 



Depois de 3 toques, enfim foi a vez de começar a peça. 
Vou confessar que não achei nada fácil entendê-la e curti-la. Se por um lado me emocionei de ver mais uma vez Mikhail no palco a peça não era popular, nem na linguagem pois misturava inglês com russo  e tinha legendas , nem na história que durante o tempo todo apresentava os atores muito pintados , de terno e fazendo mímicas , o que poderia por um lado lembrar o magnífico Charles Chaplin.
Com muitas caras e bocas e diálogos repetidos intercalados com gritos, a peça do absurdo como muitos chamam pode impressionar os mais atentos a atuação no palco mas também pode afugentar quem esperava ver Willem em seus papéis de cinema e Mikhail dançando. Nada é comum.
Uma velha é morta. O cadáver está na casa do escritor. Ele não sabe o que fazer com o cadáver. Ele se questiona o tempo todo com algo que parece ser sua consciência, ou o outro ator em cena. Se tenho certeza? Não, não a tenho. Foi o que entendi.
Se discute porque o sete vem antes do oito , na verdade ele nem lembra se antes vem o oito ou o sete. E vem gritos, e barulhos quando anda  , há o exagero, há o absurdo... e metade da plateia parece encantada, outros bocejam.



A legenda não é fácil de se enxergar. Acima do palco quem usa óculos vê a luz do palco ofuscando. O palco se transforma de acordo com o jogo de luzes e é sensacional.
Entre caras e bocas os dois encenam, por ter lido antes sei que a peça é de um russo da época stalinista, mas não que isso fique claro em algum momento . 




Nada é simples, tudo é exagerado e ainda assim é perfeito. Porque ali estão dois grandes atores, um dos melhores bailarinos que o mundo já viu. 

Fiz um vídeo nos agradecimentos. Mais uma vez me encantei com algo único, difícil de analisar, fácil de se envolver. E que valeu cada minuto.