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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Menina que via filmes: Hóspede Indesejado

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬 Título Original: The Intruder Título no Brasil: Hóspede Indesejado País: EUA Ano: 2020 Formato visto: HBO Diretor: Deon Taylor Roteiro: David Loughery Elenco: Michael Ealy, Meagan Good, Dennis Quaid Gênero: Thriller Psicológico Duração: 1h46min
#14 de filmes vistos em 2021 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Menina que via filmes: Kin [Crítica]



Título Original: Kin Título Original: Kin Data de lançamento 6 de setembro de 2018 (1h 43min) Direção: Josh Baker, Jonathan Baker (XVII) Elenco: Myles Truitt, Jack Reynor, Zoë Kravitz mais Gêneros Ação, Suspense, Ficção científica Nacionalidade EUA
#154
por Raffa Fustagno

domingo, 17 de junho de 2018

Menina que via Filmes: Eu Só Posso Imaginar [Crítica]





















Título Original: I Can Only Imagine
Título no Brasil: Eu Só Posso Imaginar
Data de lançamento 31 de maio de 2018 (1h 50min)
Direção: Andrew Erwin, Jon Erwin
Elenco: Dennis Quaid, J. Michael Finley, Cloris Leachman mais
Gêneros Drama, Biografia

Nacionalidade EUA
#82
por Raffa Fustagno

Era para eu ter ido na cabine de imprensa do filme mas acabei não podendo ir e assisti o filme em um final de semana com minha mãe. Não é que foi ainda melhor? Saímos do cinema muito emocionadas com essa linda história de não desistir por seus sonhos.
Baseado na história real do vocalista da banda gospel americana MercyMe, o filme conta como Bart Millard ( o ótimo ator J. Michael Finley) teve uma infância sofrida. Morando no interior seu pai não gostava que ele sonhasse, dizia que sonhos não pagam as contas, interpretado pelo excelente Dennis Quaid, o pai dá ódio no público boa parte do filme.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Quatro Vidas de um Cachorro [Crítica]

Título Original: A dog's purpose
Título no Brasil: Quatro Vidas de um Cachorro
Baseado na obra de W.Bruce Cameron
Data de lançamento 26 de janeiro de 2017 (1h 39min)
Direção: Lasse Hallström
Elenco: Dennis Quaid, Britt Robertson, K.J. Apa mais
Gêneros Drama, Comédia , Família
Nacionalidade EUA











 Imaginem uma história narrada por um cão e toda sua inocência? Agora imaginem que esse cão viva 4 vidas? Sim, já podem preparar o Kleenex porque o filme é muito emocionante.
Bailey é um cão adotado por Ethan( papel de Dennis Quaid na fase adulta , de K.J Apa na adolescente e de Bryce Gheisar na infantil), um menino que tem um pai super rígido e uma mãe fofa. Ele é filho único e se encanta pelo cão que como todo animal novinho toca o terror na casa estragando até mesmo objetos do temido pai de seu dono. O cachorro vive sua vida feliz ao lado dele, o vê crescendo, o salva e é seu fiel companheiro até mesmo quando ele se apaixona e ele dá aquela forcinha com Hannah ( Britt Robertson).

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Menina que via Filmes : Conspiração e Poder [Crítica]

Título Original: Truth
Título no Brasil : Conspiração e Poder
Lançamento 24 de março de 2016 (2h6min) 
Dirigido por James Vanderbilt
Com Cate Blanchett, Robert Redford, Dennis Quaid mais
Gênero Drama , Biografia

Nacionalidade EUA








Mary Mapes ( Cate Blanchett) é claramente contra a reeleição de George W. Bush em 2004. Jornalista investigativa, ela trabalha para o 60 Minutes onde seu melhor amigo Dan Rather ( Robert Redford) é o apresentador. Focada em revelar ao mundo que Bush não combateu na Guerra do Vietnã por se privilegiar por vir de uma família rica, ela se esforça em mostrar ao mundo que o atual presidente não é o patriota que diz ser.
Para o público fica  a certeza de que ela o faz não somente para provar que ele mentiu - ou omitiu - essa informação, mas sim e também porque não apoia o presidente. O que acaba ocorrendo é que mesmo com toda sua equipe voltada em ajudar a encontrar provas que coloquem no ar o que muitos sabem que é verdade mas todo fogem de problemas com o  Bush, o que dificulta e muito a atuação deles.
Ajuda o filme ser com Cate e Redford, dois gigantes em cena que demonstram a tensão na medida certa para que o espectador sinta o como a frustração e o jornalismo andam lado a lado, quando se trata de falar a verdade.
Mary é claramente uma mulher que coloca o trabalho em primeiro plano e o que planeja não funcionar a faz ter ainda mais força para enfrentar quem quer que seja, mesmo que isso lhe cause muitos problemas, sabemos que nem sempre as pessoas estão prontas para ouvirem a verdade.
Enquanto isso, o próprio local que trabalha não parece muito focado em denunciar o presidente, a tratando como uma doida certas vezes que foi atrás de oficiais aposentados que não sabem o que estão dizendo. 
Há tensão no ar, a parte em que  Rather (Redford)  entrevista um ex combatente que está bem doente e a esposa fica com muita raiva de Mary é memorável, no relato dela fica difícil para gente saber se Mary está realmente certa em usar as pessoas para conseguir o que quer. 

A parte em que será investigada, lembrem se , ela acaba voltando o que planeja contra si, já que não tem provas suficientes e se precipita em colocar no ar a tempo das eleições, há um Delmot Muhoney no papel de advogado do diabo, fazendo de tudo para provar que Mary falhou em sua missão. 
É um filmaço, e lembra muito o Brasil, para que vive defendendo a grama do vizinho - EUA - é um filme perfeito para provar que aqui ou lá, o poder fala mais alto e a corda arrebenta do lado mais fraco.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Menina que via filmes : Footloose [Crítica] Remake

Título Original : Footloose
Título no Brasil : Footloose
Remake
Direção : Crai Brewer
Elenco : Juliane Hough , Dennis Quaid, Andie MacDowell, Milles Teller, Kenny Wormald
Ano : 2011
País : EUA
Idioma : Inglês
Formato visto : DVD
Duração : 1h 53 min
Censura : 14 anos
Gênero : Comédia, Musical





Ren McCormick (Kenny Wormald), após a morte de sua mãe, vai para uma pequena cidade viver com seus tios. Lá ele encontra oposição a dança e ao rock, por parte do Reverendo Moore (Dennis Quaid). A revolta de Ren contagia toda a juventude da cidade, inclusive a Ariel (Julianne Hough), filha do Reverendo e par romântico de Ren


Já tinham me avisa que o remake era tão bom quanto o original, não lembro se passou no cinema, mas acabei vendo o no hotel em uma viagem a trabalho para Macaé.
A vontade que dá é de sair dançando desde que o filme começa e isso é maravilhoso!
A história da cidade que tem em um acidente de carro 5 jovens mortos depois de uma festa onde eles bebiam e dançavam pode parecer uma tristeza só de início. A culpa do fatídico acidente logo é colocado em cima da bebida e da música. O filho mais velhor do reverendo dirigia o carro e com isso foi aprovada uma lei onde na cidade era proibido menores de idade beberem  e escutarem músicas em locais que não fossem a escola e a igreja.
Como nos EUA é permitido dirigir desde os 16 anos o baque em cima dos jovens foi maior ainda com a festa de formatura do High School sendo alterada, sem música no ano seguinte.


Passados 3 anos do acidente conhecemos Ren ( Kenny Wormald) que é órfão e vai morar na casa dos tios, o rapaz gente boa logo começa a frequentar a escola ( sempre aquela cara de 30 em um personagem de 17!) mas não aceita de forma alguma que lhe tirem a música!
Claro que ele vai criar caso com a cidade toda e vai ocasionar em uma revolução pela volta das danças e músicas na reuniões de jovens.
Ren vai logo conhecer a rebelde sem causa Ariel ( Juliane Hough, a cara de Jennifer Aniston nesse filme!) que sendo filha do reverendo que causou tudo isso ( Denni Quaid, ótimo no papel de pai incompreensível) vai deixar o pai ainda mais louco com suas atitudes.

O bacana desses filmes do gênero é que tudo vira dança e claro que todos ao redor dançam muito bem, a magia do surreal nos faz sonhar com um mundo onde você deixe o local de trabalho e saia dançando com estranhos ao seu redor.

Footloose não é para se levar a sério, é para curtir, para os mais velhos relembrarem o antigo e os mais novos conhecerem uma época onde irado mesmo eram filmes que tudo terminava em muita música no final.

Imperdível!