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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : A Escolha Perfeita 2 [Crítica]

Título Original : Pitch Perfect 2
Título no Brasil : A Escolha Perfeita 2
Dirigido por Elizabeth Banks
Com Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld mais
Gênero Comédia

Nacionalidade EUA
Ano : 2014



























Quando um filme faz muito sucesso é claro que não somente o público mas o próprio estúdio pede por uma continuação. Dito e feito. A Escolha Perfeita 2 segue a linha de diversão do primeiro, lembra Glee em muitos sentidos e faz com que os nerds que sofreram bullying a vida toda sintam uma vontade absurda de saírem cantando onde quer que estejam. No primeiro filme a química dos personagens e a cantoria animadora funcionaram muito bem, dessa vez há um excesso de cenas focadas em Rebel Wilson, ou melhor, a Fat Amy, que tirando a do início, não tem graça alguma.
Nessa continuação o grupo Bellas está em uma apresentação para Barack Obama, no dia de seu aniversário, Fat Amy opta por não usar lingerie e pendurada em uma faixa ela simplesmente quase cai e termina com a perseguida na cara de todos - estão filmando para o país inteiro - o que obviamente ocasiona em elas quase serem expulsas da faculdade e serem proibidas de competir usando o nome delas. No entanto, há uma competição mundial onde o grupo favorito chamado DMS é alemão e tem uma dupla que parece tirada de filmes nazistas de tão maus .

Beca ( Anna Kendrick) continua namorando Jesse ( Skylar Astin) que para quem não lembra pertence ao grupo Os Estrondosos. Mas a excluída que vira líder das moças durante o primeiro filme está mais focada em seu estágio em uma gravadora do que nos ensaios para o Mundial de Capela ( é como chamam o que fazem , elas cantam covers mas somente utilizando as vozes, sem instrumentos ) . 
Enquanto isso há piadas de sobra para gordura de Fat Amy e um cara apaixonado que ela ama dar foras quando bem entende, e também há uma nova moça no time : Emily ( Hailee Steinfeld, a garota de Bravura Indômita!) 
Os melhores momentos são quando elas cantam e assim fazem todo o cinema querer cantar junto ao som de Beyonce, Lauryn Hill  e outros artistas. Na disputa na casa de um milionário - essa parte é muito boa!- eles cantam como nunca, o grupo alemão dá um show e  a gente assiste sem saber para quem torcer.
Claro que temos momentos piegas, como o grande final com bandeiras americanas flamejantes , mas como não amar uma performance emocionante?
Eu colocaria mais covers e menos gracinhas, vale a pena assistir a continuação!

Ah, e para quem não sabe, Elizabeth Banks não somente atua como dirige essa parte 2! Adoro essa atriz. 

Confiram o trailer : 


domingo, 21 de setembro de 2014

Menina que via filmes : Mesmo se Nada der Certo [Crítica]

Título Original : Begin Again
Título no Brasil  : Mesmo se nada der certo
Direção : John Carney
Elenco : Keira Knightley, Mark Ruffalo, Adam Levine
Ano > 2014
Gênero : Musical, Drama
País : EUA
Idioma : Inglês
Duração: 1h 44 min
Censura : 12 anos









Uma cantora (Keira Knightley) se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos (Mark Ruffalo), certo de que ela pode se tornar uma estrela.




Sabia muito pouco ao sair com minha mãe para ver esse filme. Fui pelo simples fator Keira e Mark juntos e sim, não fazia ideia de que Adam Levine estava no filme.
Foi assim tão inédito, que só descobri com o poster pendurado ao lado da entrada que o cantor do Maroon 5 - banda que adoro - fazia parte. 
Passada a agradável surpresa, o filme começa e eu já me impressiono com Keira. Qualquer mulher com os dentes tortos como o dela ficaria feia. Nela, mesmo sem estar mega arrumada não afeta a beleza de inglesa. Em um bar de NY ela está sentada assistindo um amigo músico tocar, ele lhe assusta pedindo para que ela mostre uma de suas composições. Ela diz que não mas acaba subindo no palco. O que vemos é uma música fofa mas sem muitas expressão por parte dela que tem meia dúzia de gente prestando atenção nela cantando. Mas aí pula para a cena de Mark Ruffalo, ou melhor Dan, um produtor musical que já foi um sucesso e presidente de uma gravadora mas que após problemas no casamento não consegue mais focar em nada, só no álcool. 

Dan está no bar e se impressiona com Gretta ( Keira) , e o bacana no filme é que ele vai e volta na vida dos dois para qeu a gente entenda porque exatamente eles estavam naquele local , naquele dia. E é assim que nos apresentam Dave Kohl ( Adam Levine, perfeito, esse homem tem defeito?) um americano que leva Gretta sua namorada britânica para morar com ele em NY, acontece que ele é o famoso da relação e ela é a compositora de suas músicas. Logo o sucesso lhe sobe a cabeça e quem é mulher vai querer entrar na tela para matar o personagem de Levine.
O resumo da ópera é que ambos foram traídos por suas grandes paixões e um vai ajudar o outro a dar a volta por cima.
Gretta ainda vai fazer a relação com Dan e sua filha Violet voltarem as boas. 
O filme tem uma mágica de musical, onde por momentos você quer cantar junto e abraçar todo mundo do cinema , porque afinal é tão bom viver e ser feliz.
Mas não é o tempo todo alegria, ele tem uma carga pesada de drama, de relacionamentos que fazem com que ele seja e deva ser levado a sério.

Com final de volta por cima e músicas lindas que vão fazer você se lembrar de Letra e Música ( sucesso do mesmo gênero com os atores Hugh Grant e Drew Barrymore) , o filme é uma ótima opção para o final de semana. 

E por favor...cadê o cd com a trilha sonora nas lojas?? Preciso <3! Que músicas são aquelas?