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segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Menina que via Filmes: Cats [Crítica]


🎬🎬🎬🎬 Título Original: Cats Título no Brasil: Cats Data de lançamento 25 de dezembro de 2019 (1h 51min) Direção: Tom Hooper Elenco: Francesca Hayward, Jennifer Hudson, Idris Elba mais Gêneros Comédia Musical, Drama Nacionalidade EUA
#248

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Menina que via Filmes: O Retorno de Mary Poppins [Crítica]


Título Original: Mary Poppins Return Título no Brasil: O Retorno de Mary Poppins Data de lançamento 20 de dezembro de 2018 (2h 11min) Direção: Rob Marshall Elenco: Emily Blunt, Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw mais Gêneros Comédia Musical, Família, Fantasia Nacionalidade EUA
#245
por Raffa Fustagno

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Menina que ia ao Teatro: Bibi - Uma Vida Em Musical [Crítica]

Título Original: Bibi - O Musical
Teatro Oi Casagrande
Ficha Técnica:
TextoArtur Xexéo e Luanna Guimarães
Música original  Thereza Tinoco
Direção musical e arranjos  Tony Lucchesi
Coreografia
Sueli Guerra

Direção Tadeu Aguiar





Elenco:
Amanda Acosta, Analu Pimenta [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”, Beatles num Céu de Diamantes”, “Para sempre Abba”], André Luiz Odin [“Mamonas – o Musical”, “Alice”], Bel Lima [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”], Caio Giovani [“Love Story, o Musical”], 

Sinopse: “Não consigo lembrar de mim fora de um teatro”. É assim que Bibi Ferreira, 95 anos, 76 como atriz, cantora, diretora e produtora, se descreve. 
 A trajetória pessoal e profissional dessa estrela brasileira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais e do teatro engajado em que ela atuou. 
 E assim é BIBI, uma vida em musical, um espetáculo inédito, escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, sob direção geral de Tadeu Aguiar, que tem estreia nacional em 5 de janeiro de 2018, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro.




















segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Menina que ia ao teatro: Bem Sertanejo - O Musical

Título Original: Bem Sertanejo
Local: Cidade das Artes - RJ
Elenco: Michel Teló e outros
Curta temporada no Rio de Janeiro ( Já finalizada) 

Por Bianca Silveira



















Resumo: “Bem Sertanejo – O Musical” conta a trajetória e a formação da música caipira e da cultura interiorana do nosso país de forma poética e não cronológica. A peça propõe uma viagem pelos nossos interiores – memórias, infância, descobertas – resgatando, assim, o sertão que há em cada um de nós, e ao mesmo tempo, um contato direto com as nossas raízes culturais.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Menina que ia ao teatro: Chicago : Crítica





























Título Original: Chicago
Local: Ambassador em NY, NY
Assistido em 18 de novembro de 2017
Duração: 2h: 30 min
Elenco: Leigh Zimmerman, Charlote D´amboise, Todrick Hall
Música de John Kander
Letras Fred Ebb
Direção: Walter Bobbie
Direção Musical: Robbie Fisher

Não esperava gostar tanto assim da peça, já que o filme de mesmo nome eu não curti nada, achei bem tedioso, Chicago é um dos musicais favoritos de minha mãe, quando fomos à NY em novembro a única peça que já estava certa de assistirmos era O Fantasma da Ópera. Foi presente de minha sogra para todos nós.
Mas no dia seguinte tínhamos planejado à noite passeios ao ar livre e caiu uma chuva forte o dia todo, então tentamos comprar ingressos para um musical, a rua de nosso hotel era lotada de musicais mas muitos tinham lotação esgotada.

Menina que via filmes: O Rei do Show [Crítica]

Título Original: The Greatest Show
Título no Brasil: O Rei do Show
Data de lançamento 25 de dezembro de 2017 (1h 45min)
Direção: Michael Gracey
Elenco: Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron mais
Gêneros Comédia Musical, Drama

Nacionalidade EUA
#112assistido
#113criticado








Se eu pudesse dar mais estrelas, mais claquetes, mais tudo para esse filme eu daria. Porque quando é musical eu já imagino que eu vá gostar mas não que eu iria gostar tanto. 
Não resisti e já que não consegui ir à cabine de imprensa por causa do trabalho comprei ingressos para família toda na pré estreia. 
P.T Barnum ( Hugh Jackman quando adulto, dando a alma pelo filme) é um menino muito humilde, seu pai é um alfaiate que atende os mais ricos da cidade e ele o acompanha, um de seus clientes é o milionário pai de Charity ( Michelle Williams quando adulta) por quem é uma espécie de paixão à primeira vista desenvolvida. Mas o homem é um terror e irá mandá-la para bem longe dele.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: La La Land - Cantando Canções [Crítica]

Título Original: La La Land
Título no Brasil: La La Land- Cantando Canções
Data de lançamento 19 de janeiro de 2017 (2h 08min)
Direção: Damien Chazelle
Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, John Legend mais
Gêneros Comédia Musical, Romance

Nacionalidade EUA
# 5 criticado
#7 assistido






Vamos começar explicando uma coisa: eu não odiei La La Land mas por amar musicais e ter ouvido as músicas sensacionais há quase 1 mês no repeat e ainda o filme ter ganho Globo de Ouro, eu esperei muito dele. E digamos que o que tive foi 70 por cento ( ok, confesso que quando saí da sala estava em 50 por cento, mas depois com a cabeça fria e analisando friamente, vi que foi um filme bom).
Acostumada a ver musicais desde pequena, eu amo o gênero e que me lembre o último filme que me decepcionou foi Chicago mesmo tendo aquele elenco ótimo e muita gente tendo amado.
Mas vamos ao filme. Já devo informar que a abertura é fantástica no meio de um super engarrafamento onde os personagens principais se "conhecem" no meio de uma cena com muita gente cantando feliz, ame ou odeie, essa parte já diz a que o filme veio,teremos muitas cenas felizes no meio de situações e claro que isso é ótimo para quem assim como eu ama o gênero. 
 Mia ( Emma Stone, muito bem no papel) é uma atendente de uma cafeteria cujo sonho é se tornar atriz, para isso ela trabalha dentro dos estúdios de cinema onde diariamente esbarra com famosos e tem tempo para fazer seus testes para papéis, mas ela não anda tendo sorte com estes. 
Até cansada de correr atrás de pessoa influentes em festas chatas que suas amigas que moram com ela a empurram ela resolve entrar em um clube onde encontrará Sebastian ( Ryan Gosling) um ótimo pianista fã de jazz mas que não anda dando sorte na profissão, no exato momento em que está sendo demitido ( por ninguém menos que JK Simmons que mesmo em uma ponta já arrasa).
Daí para frente eles começam a se esbarrar mais e a combinar saídas, o que obviamente vira um lindo caso de amor com cenas belíssimas, fotografia maravilhosa e figurinho invejável. Aliás só entendi que não se passava a década de 50 quando Mia usa o celular - depois ela vai usar outros objetos modernos - porque as maquiagens, trejeitos e roupas são Pin Up. Palmas para o figurino.
Acho que já citei as músicas lá em cima, mas merecem cada prêmio que levarem, os dois vão se juntar em projetos para realizar o sonho de ambos mas nem tudo são rosa e nisso claro que o roteirista acerta em cheio, a vida não é mesmo o que esperamos, isso ele prova lindamente de uma forma que não me agradou em nada no final do filme.
Mas vamos à mais uma parte importante, a participação de John Legend como Keith, adoro esse cantor e sinceramente achei a participação dele maravilhosa, e a partir do que acontece pós encontro com o personagem de Legend é que comecei a "implicar"com o que o roteiro preparou para Mia, sabe aquelas personagens chatinhas que a gente tem vontade de entrar na tela e perguntar a ela o que ela está fazendo? Sim, foi o que senti, por mais que a atriz esteja ótima senti dessa parte um desespero de dar um final diferente, que achei totalmente desnecessário e sem muita explicação do que aconteceu de verdade. E por favor, depois de assistirem me digam se concordam, porque meus amigos acharam o mesmo.
Ryan Gosling foi uma grata surpresa, além de mais lindo do que nunca está super bem no papel, parece mesmo que o papel foi feito para ele!
La La Land merece ser visto, ainda que o "puxa, poderia ser diferente" ainda me faça não dar cinco estrelas para esse filme.
Provavelmente deve concorrer e levar o Oscar porque a Academia vai amar o final inusitado tal "a vida como ela é", mas talvez seja isso, eu esteja cansada da vida com finais inesperados, e nem sempre felizes, para cair na "sofrência"eu já vou preparada para os livros e filmes de Nicholas Sparks.

* Esse filme foi visto no dia 10 de janeiro de 2017 no Cinemark Botafogo, um oferecimento da Paris Filmes, agradecimentos à Aliança de Blogueiros do RJ pelo convite. 


Assista ao trailer:


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : A Escolha Perfeita 2 [Crítica]

Título Original : Pitch Perfect 2
Título no Brasil : A Escolha Perfeita 2
Dirigido por Elizabeth Banks
Com Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld mais
Gênero Comédia

Nacionalidade EUA
Ano : 2014



























Quando um filme faz muito sucesso é claro que não somente o público mas o próprio estúdio pede por uma continuação. Dito e feito. A Escolha Perfeita 2 segue a linha de diversão do primeiro, lembra Glee em muitos sentidos e faz com que os nerds que sofreram bullying a vida toda sintam uma vontade absurda de saírem cantando onde quer que estejam. No primeiro filme a química dos personagens e a cantoria animadora funcionaram muito bem, dessa vez há um excesso de cenas focadas em Rebel Wilson, ou melhor, a Fat Amy, que tirando a do início, não tem graça alguma.
Nessa continuação o grupo Bellas está em uma apresentação para Barack Obama, no dia de seu aniversário, Fat Amy opta por não usar lingerie e pendurada em uma faixa ela simplesmente quase cai e termina com a perseguida na cara de todos - estão filmando para o país inteiro - o que obviamente ocasiona em elas quase serem expulsas da faculdade e serem proibidas de competir usando o nome delas. No entanto, há uma competição mundial onde o grupo favorito chamado DMS é alemão e tem uma dupla que parece tirada de filmes nazistas de tão maus .

Beca ( Anna Kendrick) continua namorando Jesse ( Skylar Astin) que para quem não lembra pertence ao grupo Os Estrondosos. Mas a excluída que vira líder das moças durante o primeiro filme está mais focada em seu estágio em uma gravadora do que nos ensaios para o Mundial de Capela ( é como chamam o que fazem , elas cantam covers mas somente utilizando as vozes, sem instrumentos ) . 
Enquanto isso há piadas de sobra para gordura de Fat Amy e um cara apaixonado que ela ama dar foras quando bem entende, e também há uma nova moça no time : Emily ( Hailee Steinfeld, a garota de Bravura Indômita!) 
Os melhores momentos são quando elas cantam e assim fazem todo o cinema querer cantar junto ao som de Beyonce, Lauryn Hill  e outros artistas. Na disputa na casa de um milionário - essa parte é muito boa!- eles cantam como nunca, o grupo alemão dá um show e  a gente assiste sem saber para quem torcer.
Claro que temos momentos piegas, como o grande final com bandeiras americanas flamejantes , mas como não amar uma performance emocionante?
Eu colocaria mais covers e menos gracinhas, vale a pena assistir a continuação!

Ah, e para quem não sabe, Elizabeth Banks não somente atua como dirige essa parte 2! Adoro essa atriz. 

Confiram o trailer : 


domingo, 6 de julho de 2014

Menina que via filmes : Jersey Boys - Em busca da música [ Crítica]

Título Original: Jersey Boys
Título no Brasil: Jersey Boys - em busca da música
Direção : Clint Eastwood
Elenco : Christopher Walken, John Lloyd Young, Vincent Piazza
Ano : 2014
Gênero : Musical, Biografia 
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 10 anos
Duração : 2h 14 min





Na década de 1950, o ítalo-americano Tommy DeVito divide seu tempo entre cometer pequenos furtos e comandar uma banda. Ele é amigo do jovem e talentoso Frankie Valli que, não demora, é convidado para se juntar ao grupo musical. Com a entrada do compositor Bob Gaudio, no entanto, eles - ao lado de Nick Massi - formam uma das mais bem-sucedidas bandas dos anos 1960, o The Four Seasons, responsável por hits como "Sherry", "Big girls don't cry", "Walk like a man" e "Can't take my eyes off you". Baseado no musical da Broadway, o longa de Clint Eastwood mostra a ascensão e queda do quarteto, de muito talento, mas envolto em uma nuvem de brigas internas e relações escusas com a máfia.






O quão bom é ir ao cinema e sair de um filme batendo palmas - junto com a plateia - e todos dançando? Não, não é exagero meu, e claro que o Estação Botafogo não virou um anexo de Grease mas ao final de Jersey Boys teve palmas sim, e as pessoas saíam da sala animadas, alguns arriscavam uns passos.
Jersey Boys é uma adaptação para  o cinema da famosa peça da Broadway que conta a história verídica do Four Seasons o grupo que lançou o vocalista Frankie Valli ( no filme interpretado pelo maravilhoso e afinadíssimo John Lloyd  Young) . A história de Tommy De Vito ( o sensacional Vicent Piazza) que sempre agiu , digamos assim, na ilegalidade, fazendo favores para o maior mafioso de New Jersey Gyp ( o mestre Christopher Walken) . Quando não estava cantando em restaurantes ele ( Tommy) aplicava golpes e levava o menor de idade Frankie para assaltar cofres e outros delitos.

No entanto, Gyp adorava a voz de Frankie, mesmo com os pais ítalo americanos odiando ver o filho envolvido com Tommy que vai preso várias vezes assim como os demais integrantes da banda. Somente Frankie por ser menor não é preso.
Com o tempo  a voz de Frankie vai sendo reconhecida ainda mais quando entra na banda Bob Gaudio ( Erich Bergen) , um exímio compositor que após e entrada dele Frankie consegue fazer sucesso lançando os sucesso Sherry, Big Girls Don´t Cry e a maravilhosa Can´t Take my eyes of you
FRANKIE VALLI E BOB GAUDIO HOJE EM DIA 

Do casamento de Frankie, as escapadas, até o auge do grupo Clint Eastwood nos dá de presente um dos melhores filmes do gênero. Não precisa ser fã do grupo ou lembrar dele para se encantar com as músicas maravilhosas que levaram o grupo ao sucesso até o grupo ficar em baixa por causa das falcatruas de Tommy.
O final do filme é divino! Só vendo para entender o como anima qualquer um um filme desses!
Palmas para o maravilhoso Eastwood. 
CLINT EASTWOOD DIRIGINDO OS ATORES


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Menina que via filmes: Rock of ages [Crítica]

Título Original : Rock of ages
Título no Brasil: Rock of ages- o filme
Baseado no musical da Broadway
Direção: Adam Schakman
Elenco : Tom Cruise, Julianne Hough, Alec Baldwin, Catherine Zetha-Jones, Russel Brand, Diego Boneta, Paul Gimatti, Mary J Blinge
Ano: 2012
Gênero : Comédia Musical
Formato assistido : Blu Ray
Censura: 10 anos
Duração: 2h 2 min



Sherrie (Julianne Hough) é uma jovem que chega em Los Angeles vinda de uma cidade pequena. Ela sonha se tornar uma cantora de sucesso, mas pouco após desembarcar do ônibus tem sua mala roubada. Quem a ajuda é Drew (Diego Boneta), que consegue para ela uma vaga como garçonete na famosa casa de shows Bourbon, ícone do cenário rock da cidade. Drew também trabalha no lugar e não demora muito para que eles engatem o namoro. Só que o Bourbon enfrenta problemas financeiros e seu dono, Dennis Dupree (Alec Baldwin), acredita que possa salvar o local com a renda do último show de Stacee Jaxx (Tom Cruise) com a banda Arsenal, já que ele pretende seguir carreira solo. Entretanto, a esposa do prefeito (Bryan Cranston), Patricia Whitmore (Catherine Zeta-Jones), pretende fazer o que estiver ao seu alcance para fechar o Bourbon, já que o considera um antro de perdição para os jovens.  

 Difícil dizer o que gostei mais nesse filme, mas vamos tentar. A história pode parecer " mais do mesmo" mas o filme é muito legal.
Sherrie ( interpretada pela Julianne Hough, a mesma que ganhou o coração de Josh Duhamel em Porto Seguro)  vai tentar a vida em Los Angeles, o sonho dela é ser cantora mas logo na descida do bus ela é roubada e conhece o gatíssimo  Drew ( Diego Boneta , um ator que eu não conhecia, mexicano e uma graça!); claro que os dois vão sentir borboletas do estômago rapidamente afinal em um filme de 2 h não tem como ficar perdendo tempo! Ele vai levá-la para o local que trabalha , uma boate/ casa de shows que é muito famosa por se palco de grandes gravações de bandas de rock.
O dono do local Dennis ( Alec Baldwin, em uma versão mais bem nutrida e de cabelos longos) não quer muito aceitar a moça como garçonete do local mas é voto vencido e acaba a contratando.
O romance entre Drew e Sherrie vai muito bem, os dois cantam lindamente dentro das lojas de discos - sim , o filme se passa em 1987! - e fazem performances a lá Glee .
Como não ganhar uma pessoa que ama musicais? Eu que na época que passou no cinema estava doida para ver esse filme, fiquei feliz por tê-lo comprado para ver quantas vezes quiser.
 Mas eu diria que - pelo menos para mim - o ponto alto do filme é quando aparece Stacee Jaxx ( ou Tom Cruise!) , eu vivi os anos 80 como criança mas a década de 90 tinham os mesmos ídolos citados no filme e como não comparar o papel de Cruise como um roqueiro que é lindo , tem um corpo maravilhoso e faz questão de mostrá-lo e vive a vida loucamente com Axl Rose ( Guns n´Roses). Em entrevista Cruise o citou como uma de suas fontes de inspiração, eu achei muito igual, até o pavor por dar entrevistas e não se dar bem com o resto da banda, a única música que toca do Guns é  " Paradise City" mas isso já bastou para fã aqui ir ao delírio.
Stacee não é fácil de lidar e tem um empresário ( interpretado pelo ótimo Paul Giamatti) que só pensa em ganhar dinheiro fingindo que está tudo bem com ele e nem se importando com a saúde do cantor. Uma das melhores cenas é o sexo encenado - vejam para entender - entre o personagem de Cruise com a atriz sueca Malin Ackerman, uma jornalista que acaba se apaixonando por ele.
 Claro que sempre tem chatos do filme, papel que é brilhantemente feito pela linda Catherine Zeta-Jones como a esposa do prefeito que faz de tudo para que o rock não seja permitido na cidade e para que Bourbon - local onde tabalham Sherrie e Drew - seja fechado.
Ela arrasa no quesito má com direito a dança na igreja.
Para completar além de todo o show de Cruise como roqueiro - repito, ele está irreconhecível, jamais achei que faria um papel desses! -  ainda temos um casal gay que não vou contar para não estragar a história porque é muito bacana e tem Russel Brand odeio ele mas vamos esquecer  feio como sempre mas achando um papel que não me irritou ter a presença dele no filme.
Rock of ages  é uma delícia, ainda mais para quem viveu aquela época, tem até boy band lembrando New Kids on the block o que me fez dar muitos risos.
 Ah ....e como não bater palmas para a presença da diva Mary J Blinge nesse filme? Com aquele vozeirão que para mim ficou imortalizado quando ela gravou One com o U2  ela entra para fechar com chave de ouro como a dona do local onde Sherrie vai dançar como Go Go Girl.
Não tenho mais o que dizer, por favor, assistam!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Menina que via Filmes : A Escolha Perfeita [Crítica]

Título Original : Pitch Perfect
Título no Brasil : A escolha perfeita
Roteiro: Kay Cannon
Direção: Jason Moore
Elenco : Anne Kendrick, Elizabeth Banks, Sylar Astin, Brittanny Snow
País : EUA
Duração: 120 minutos
Censura: 12 anos







Pensa em um filme " Glee". Pensou? Gosta? Então corra para o cinema para ver " A escolha perfeita". Poderia ser mais um fime High School - com protagonistas de quase 30 fingindo ter 17 - mas não é.

Beca ( Anna Kendrick) é uma recém chegada na escola, filha de um dos professores, no primeiro dia já esbarra com o gatinho lindo que vai obviamente se apaixonar. Tem que aturar uma roommate muito antipática e descola um trabalho na rádio da escola. Onde claro o tal gatinho Jesse ( Skylar Astin) também vai trabalhar.

As hilárias cenas do filme são protagonizadas pela briguinha entre as The Barden Bellas , um grupo vocal formado por garotas de visual perfeito para atrair público da escola. Tudo muda quando a líder metida delas, Stacie ( Alexis Knapp) vomita no meio de uma disputa entre o grupo de bonitinhas cantoras e o Estrondosos. 


Com muitas baixas no grupo e com a melhor amiga Chloe ( Brittany Snow)  com calo nas cordas vocais, elas desistem de só terem meninas lindas no grupo e procuram por talento. É aí que entra a Fat Amy ( Rebel Wilson , uma das melhores coisas do filme) e Beca que aceita participar o grupo.
Com ensaios estressantes e músicas fora de moda, elas querem ganhar dos meninos. Os Estrondosos também contam com uma novidade, Jessie entra para o grupo.

Daí para frente temos muita música, as falas são transformadas em músicas onde ouvimos Bruno Mars, Madonna, etc.
Claro que Beca e Jessie vão se apaixonar, claro que o intuito é provar que pode-se vencer mesmo não seguindo os padrões de beleza. Então , pensem assim, é um filme bom, animado e um excelente passatempo. Eu gostei muito, saí da sala com vontade de cantar.