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quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Menina que via filmes: 007 - Sem Tempo para Morrer 🎬 Daniel Craig se despede do papel em longa sem brilho do vilão

 


🎬🎬🎬🎬 Título original: No Time To Die Título no Brasil: 007 - Sem Tempo para Morrer País: EUA - Reino Unido Ano: 2021 ( filmado em 2019, com lançamento mundial adiado em 2020) 2h 43min / Ação, Suspense, Espionagem Direção: Cary Joji Fukunaga Roteiro Neal Purvis, Robert Wade Elenco: Daniel Craig, Rami Malek, Léa Seydoux, Christoph Waltz, Ralph Fiennes, Ana de Armas
#339 ▶️Filme visto à convite da Assessoria em cabine de imprensa presencial realizada no UCI NY City Center em 29 de setembro de 2021 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Menina que via Filmes: Kursk - A última Missão [Crítica]


Título Original: Kursk
Título Brasileiro: Kursk - A Última Missão
Data de lançamento: 09 de Janeiro de 2020
Duração: 1h57min
Direção: Thomas Vinterberg
Elenco: Matthias Schoenaerts, Léa Seydoux, Colin Firth e Peter Simonischek
País: EUA/França
Ano: 2018
Gênero: Drama
por Bernardo Freitas



Quase 20 anos depois do incidente do submarino russo, Kursk, uma adaptação cinematográfica da tragédia que deixou mais de 100 homens mortos estreia nos cinemas brasileiros. Do mesmo diretor do aclamado “A Caça” (2013), “Kursk - A Última Missão” apresenta uma narrativa convincente sobre a tragédia, tendo destaque pela sua capacidade de comover e inquietar o espectador em uma mesma cena. O longa acompanha a vida dos marinhos a bordo do submarino Kursk, desde alguns antes de embarcarem até seus últimos momentos dentro do submarino. Ao mesmo tempo, o longa também acompanha a vida de seus familiares e das forças navais lidando com a situação dos marinheiros presos no submarino. 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Menina que via Filmes: O Lagosta [Crítica]



Título Original: The Lobster Título no Brasil: O Lagosta Data de lançamento 6 de maio de 2016 para filmes online
(1h 59min) Direção: Yórgos Lánthimos Elenco: Colin Farrell, Rachel Weisz, Jessica Barden mais Gêneros Ficção científica, Drama, Romance Nacionalidades Irlanda, Reino Unido, Grécia, França, Holanda
#17
por Raffa Fustagno

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Menina que via Filmes : 007 Contra Spectre





















Título Original : Spectre
Título no Brasil : 007 contra Spectre
Dirigido por Sam Mendes
Com Daniel Craig, Christoph Waltz, Léa Seydoux mais
Gênero Ação , Espionagem

Nacionalidade Reino Unido , EUA


Cresci ouvindo que filmes de 007 são pura " mentirada", a gente sabe que isso é verdade. Mesmo assim, meu pai sempre amou a série e me levava no cinema, eu meio que não entendia porque o protagonista mudava de tempos em tempos. De todos os 007 que assisti, certamente o protagonista que menos curto como o agente britânico é o atual. Não me odeiem quem é fã. Entendam : eu adoro Daniel Craig, mas não acho que ele combine com o personagem, para mim ele tem biotipo de alemão, e não os trejeitos que o agente precisa. 
Mais uma vez como o tal, Daniel cumpre seu papel na categoria charme, tem o porte e a elegância necessários para tal. Mas comparado com o último filme da série onde Javier Bardem roubou todas as cenas, esse 24º filme,   diverte mas não impressiona.
O filme começa no México, onde Craig no Dia dos Mortos já passa os primeiros minutos com uma mulher sexy, e tentando matar italianos que estão por lá, andares explodem, tiros são dados..mas o rosto dele não sofre nenhum arranhão e seu terno não amassa , nem rasga.
É assim que já temos noção de que 007 está na área. A próxima parada é Roma, onde ele vai conhecer a viúva do cara que acabou de matar, no papel temos a linda Monica Belucci, preciso dizer que ele dorme com ela? E quem resiste ao charme do moço?
M agora é interpretado por Ralph Fiennes, e por melhor que seja o ator, sentimos falta da falecida Judi Dench. 
Fugindo também das ordens de seu chefe...o agente encontra a BondGirl da vez : a linda atriz francesa Lèa Seydoux. Parece um camaleão essa moça, porque está muito diferente de Azul é a cor mais quente .

O vilão é Christoph Waltz, por mais que ele seja um ator muito bom, não acho que ele tenha se sobressaído nesse filme . Parece perdido entre o homem destemido que quer a cabeça de 007 e entre o menino mimado ao contara  história que só quer destruir o agente porque tinha ciúmes quando o pai dele o adotou. Sério, isso?
Madeleine Swann ( Léa Seydoux) é a heroína apaixonada por 007, uma moça que o pai vivia fugindo e que acabou sendo morto, e agora ela quer um homem que não passa um segundo sem colocar a vida em risco.

Cidade do México, Roma e Londres servem de plano de fundo para a última aventura bondiana , para quem é fã, vale a pena, para quem gosta mas anda meio cansada do mais do mesmo, também é distração ;) Confiram. 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Menina que via Filmes : Diário de uma Camareira [Crítica]

Título Original : Journal d’une femme de chambre
Título no Brasil : Diário de uma Camareira
Dirigido por Benoît Jacquot
Com Léa Seydoux, Vincent Lindon, Clotilde Mollet mais
Gênero Drama

Nacionalidade França , Bélgica
Ano : 2015




















Quando dois autores franceses que adoro estão em um filme é certeza de que estarei na plateia. Foi assim com esse longa, que se passa em 1900 e conta a história de Celéstine ( Léa Seydoux, maravilhosa como sempre) , uma camareira que sai de Paris para trabalhar na casa da família Lanlaire. A moça sempre chama atenção por sua beleza e é normal que seja cobiçada por muitos patrões, o que acontece na casa da insuportável Madame Lanlaire , uma mulher amarga que faz vista grossa de seu marido dormir com as empregadas da casa.
Enquanto se preocupa em humilhar Celéstine ela mal percebe que o marido dorme com a cozinheira. A camareira está se apaixonando pelo Senhor Joseph ( Vincent Lindon) , o jardineiro da casa, que tem ideias de mudar o mundo e é contra os judeus.
Ao longo do filme ela volta ao passado em lembranças que nos apresentam o como a vida dela nunca foi fácil. Ela trabalhou com um rapaz tuberculoso, com um patrão que a estuprava e até convites de ser prostituta ela recebeu. 

Se tudo na vida dela são dores, ao menos Joseph vai ser a força que precisava para uma nova vida, mas não achem que o filme - mesmo sendo um pouco parado - tem final previsível. Ao se encantar com o jardineiro ela descobre um novo mundo em seu quarto e se apaixona ainda mais pelo homem sério e lotado de mistérios.
Nos flashbacks viajamos com ela para épocas melhores e piores e de certa forma temos pena da personagem, no último emprego a todo tempo nos perguntamos porque ela não pede demissão já que escolhia algum dos trabalhos na agência de empregos e aceitou esse que a patroa lhe humilha. A resposta pode estar no jardineiro, para ela vale a pena ouvir poucas e boas mas estar perto dele.
O filme é ótimo e as atuações estão afinadas, Vincent Lindon é sempre um show a parte.
Assistam!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : A Bela e a Fera [Crítica]

Título Original : La Belle et La Bête
Título no Brasil : A Bela e a Fera
Dirigido por Christophe Gans
Com Vincent Cassel, Léa Seydoux, André Dussollier mais
Gênero Fantasia , Romance

Nacionalidade França , Alemanha
Ano : 2014
Duração : 1h 57 min
Formato visto : Telecine Play























Como eu queria muito ter visto esse filme no cinema, mas quando passou veio dublado. Vocês sabem que amo filmes em francês, não me arrisquei a vê-lo sem ouvir no lindo idioma original. 
Agora no Telecine Play pude apreciar a linda versão de A Bela e Fera. A história aqui é um pouco mais próxima da original, que tem uma grande diferença dos contos da Disney, começando por mostrar o como o pai de Bela ( André Dussollier) perde toda sua fortuna e é obrigado a se mudar com os 6 filhos para uma casa de campo, tendo que se esconder dos mais humildes da região que tinham raiva da riqueza dele. Ali, é visível o como as irmãs mais velhas de Bela ( Léa Seydoux , perfeita, muito diferente do papel de Azul é a Cor Mais Quente , porém,  brilhando na mesma medida) pouco se importam com a família, as duas tem até raiva de Bela por ser insuportavelmente mais bonita do que elas  e por ter um coração bom, não por acaso ela é preferida do viúvo, pai das moças.
Há também 3 irmãos que nada de produtivo fazem e somente um parece valer alguma coisa, um deles até coloca a vida da família em risco se envolvendo com o malvado da história Perducas ( Eduardo Noriega) que além de dominar a cidade quer roubar o ouro de todas as casas com sua gangue.

Pois bem, em busca de algo que anime as filhas, o pai vai atrás de seu navio encontrado mas volta sem nada, perdido no meio de muita neve ele acaba encontrando o castelo da Fera ( Vincent Cassel) . O resto já sabemos, correto? Achando que poderia levar dali presentes para família toda, inclusive a flor da Fera ele vai pegando tudo e é preso pela Fera que o mantem como refém. Bela se oferece para ficar  no lugar do pai e precisa dizer que eles se apaixonam?
Bom, a grande diferença no filme está na produção, extremamente cuidadosa, na beleza das roupas e cenários e na atuação e perfeita sintonia dos atores principais. Bela tem a doçura que pede o papel, e a Fera parece assustadora somente quando não está na frente de Bela. 

Se a história por si só já é linda, imaginem ganhando rostos reais, o modo como começa e termina o filme também é lindo demais, vai fazer as mais românticas suspirarem, apesar de censura livre há cenas fortes de morte , mas nada com que as crianças não estejam acostumadas nos dias de hoje.
O enredo, o elenco, a música e o idioma, muitos fatores que fazem desse um filme para ser visto mais de uma vez. 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Menina que via filmes : Azul é a Cor Mais Quente [Crítica]

Título Original : La viè d'Àdele
Título no Brasil: Azul é a cor mais quente 
Dirigido por Abdellatif Kechiche
Com  Léa Seydoux, Adèle Exarchopoulos, Salim Kechiouche mais
Gênero Drama , Romance
Nacionalidade França
Censura: 18 anos
Duração : 2h 57 min
Formato visto : Netflix












Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente.


Quando o filme passou nos cinemas aqui do Rio, eu acabei não vendo, dois fatores levaram a isso : minha mãe é quem me acompanha nos cinemas franceses e eu sabia da famosa cena de 11 minutos de sexo entre as protagonistas e o segundo era que os horários não batiam com a hora que saio do trabalho!
Quando abri o Netflix o filme estava como recomendado para mim, sei lá como eles fazem essas escolhas mas acredito que seja pela quantidade de curtidas ou de assistidos entre meus amigos do Facebook já que são vinculados.
Dei o play,era quase meia -noite e assisti. O que relato a seguir é referente as quase três horas de filme que assisti , tendo que acordar as seis horas da manhã para trabalhar, isso porque pensei que não veria o filme inteiro.

Adele ( Adele Exachopoulos, sensacional a atuação dessa mocinha!) é menor de idade, está no ensino médio, é francesa e estuda em uma boa escola. Filha única seus pais são gente boa, ela estuda bastante, ama ler e é bem popular na escola.
O filme já começa mostrando ela sendo instigada pelas amigas a dormir com um carinha mais velho da própria escola, tímida, ela evita o rapaz mas acabam se envolvendo. O tempo todo nota-se que a química não rola, por parte dela já que o rapaz está todo animado.
Há uma cena de sexo entre os dois, as partes íntimas são rapidamente mostradas mas o ponto do filme começa quando ao ver Emma ( Léa Seydoux) na rua ela fica encantada, a moça de cabelo curtos coloridos, o azul que dá nome ao filme , está abraçada com sua namorada , a encara mas continua andando. Adele se masturba pensando na moça.

Mais para frente Adele termina com o rapaz e vai perceber que o que gosta mesmo é de meninas, o bacana do filme é que isso acontece ali na nossa frente, a linda mulher que poderia ter qualquer homem que quisesse opta por não tê-los, mas não que isso seja algo simples.
O filme tem na qualidade as atuações e a sinceridade com que o tema é tratado e isso faz toda diferença. Poderia ser só mais um abordando o tema, mas é ótimo.
Como hétero assisti a primeira cena de sexo das duas assustada, não, nunca tinha visto algo parecido, e agradeci por não estar com meus pais ou noivo, há cenas fortes que o lado puritano aflora e isso vale caso fosse um homem com mulher também. E aqui tento explicar o porquê. Por mais que a cena mostre muito - leia-se genitálias - e dure bastante, para quem assiste sem ser homossexual pode soar como eu nunca ter entendido porque os homens amam tanto futebol. Consegui ser clara? Aceitar as diferenças, ok . Mas aquela identificação que eu sinto como por exemplo vendo "Instinto Selvagem"ou "9 1/2 Semanas de Amor" não rolou. 
Longe de mim dizer que o filme é ruim, mas assim como em Ninfomaníaca que fiz críticas aqui no blog, acho que tem que se estar pronto, se você não liga muito para cenas de sexo, é mais liberal, chame os amigos e faça a pipoca. O filme vale muito a pena.
Mas se é assim como eu envergonhado em ver cenas calientes com seus pais ou amigos então veja só.
A princípio pensei que o que me irritaria no filme seriam outras coisas, imaginei um filme meio sem história só para justificar as cenas mais fortes e chocar.
Ledo engano, o que me irritou foi o mesmo que me irrita em casais héteros, a traição, meu Deus, como odeio quem trai!
Da dura realidade de contar aos amigos e familiares sua opção sexual, até a luta dentro de si para saber de verdade o que quer, tudo está nesse filme. E o diretor deixa claro que as dúvidas estão somente em Adele, sua namorada Emma é bem resolvida, sabe do que gosta e é fiel, ganhando pontos comigo.
Pessoas indecisas tendem a trair e isso é mostrado também.
Baseado no livro de Julie Maroh, Azul é a cor mais quente é bom demais, só o final que deixou a desejar. Palmas para o diretor e para as atrizes, assistam!