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sábado, 18 de julho de 2020

Menina que via filmes: The Old Guard


The Old Guard
Lançamento: 10 de julho de 2020 para filmes online
Duração: 1h 58min
Gênero: Ação, Ficção científica
Direção: Gina Prince-Bythewood
Elenco: Charlize Theron, Harry Melling, KiKi Layne
Nacionalidade: EUA
Idiomas: Inglês
Distribuidor: Netflix
Ano de produção: 2020
Tipo de filme: longa-metragem
Não recomendado para menores de 16 anos
por Luciana Machado


Sinopse: Em The Old Guard, Andy (Charlize Theron) e seus companheiros formam um grupo de soldados que possuem a inestimável virtude da vida eterna. Eles vivem através dos anos oferecendo seus serviços como mercenários para aqueles que podem pagar, se passando como seres humanos comuns dentre os demais. No entanto, tudo muda com a descoberta de que existe uma outra imortal que atua como fuzileira naval.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Menina que via Filmes: Uma Vida Oculta [Crítica]


⚠️ATENÇÂO: por ser baseado em uma história real o vídeo pode ter spoilers 🎬🎬🎬Título Original: The Hidden Life
Título no Brasil: Uma Vida Oculta Data de estreia: 27 de fevereiro de 2020 Duração: 2h 54min Gênero: Drama, Biografia Direção: Terrence Malick Elenco: August Diehl, Valerie Pachner, Tobias Moretti Nacionalidades Americana, Alemã
#21

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Menina que via Filmes: Kursk - A última Missão [Crítica]


Título Original: Kursk
Título Brasileiro: Kursk - A Última Missão
Data de lançamento: 09 de Janeiro de 2020
Duração: 1h57min
Direção: Thomas Vinterberg
Elenco: Matthias Schoenaerts, Léa Seydoux, Colin Firth e Peter Simonischek
País: EUA/França
Ano: 2018
Gênero: Drama
por Bernardo Freitas



Quase 20 anos depois do incidente do submarino russo, Kursk, uma adaptação cinematográfica da tragédia que deixou mais de 100 homens mortos estreia nos cinemas brasileiros. Do mesmo diretor do aclamado “A Caça” (2013), “Kursk - A Última Missão” apresenta uma narrativa convincente sobre a tragédia, tendo destaque pela sua capacidade de comover e inquietar o espectador em uma mesma cena. O longa acompanha a vida dos marinhos a bordo do submarino Kursk, desde alguns antes de embarcarem até seus últimos momentos dentro do submarino. Ao mesmo tempo, o longa também acompanha a vida de seus familiares e das forças navais lidando com a situação dos marinheiros presos no submarino. 

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Menina que via Filmes: Operação Red Sparrow [Crítica]

Título original : Red Sparrow 
Título no Brasil: 
Operação Red Sparrow
Data de lançamento 1 de março de 2018 (2h 21min)
Direção: Francis Lawrence
Elenco: Jennifer Lawrence, Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts mais
Gêneros Suspense, Espionagem
Nacionalidade EUA
Baseado no livro Roleta Russa de Jason Mathews









por Reinaldo Barros

O velho jogo de gato e rato entre duas potências globais, mas como o próprio nome do filme já diz a briga dessa vez será entre a águia careca e o pardal vermelho, sem chamar pouca atenção. Operação Red Sparrow é um filme de espionagem e suspense baseado no livro homônimo de Jason Mathews. Aqui no Brasil o livro foi lançado com o título de Roleta Russa. A história gira entorno da ex-bailarina russa Dominika Egorova (Jennifer Lawrence) que é praticamente coagida a se tornar uma espiã do tipo Pardal (Espiões cuja a principal arma é a sedução) pelo próprio tio Ivan Egorov (Matthias Schoenaerts). 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Menina que via Filmes : A Garota Dinamarquesa [Crítica]

Título Original : The Danish Girl
Título no Brasil : A Garota Dinamarquesa
Lançamento 11 de fevereiro de 2016 (1h59min) 
Dirigido por Tom Hooper
Com Eddie Redmayne, Alicia Vikander, Ben Whishaw mais
Gênero Drama , Biografia

Nacionalidade EUA , Reino Unido , Alemanha








Favorito da maioria do público na disputa do Oscar desse ano, A Garota Dinamarquesa realmente emociona e foca em um tema que anda na moda - ou melhor dizendo, sendo mais aceito e discutido - , o transgênero. 
Desculpem se minha crítica levará mais para pontos pessoais, mas tenho observações que não me permitiram fazer desse filme meu favorito do ano.
Dinamarca, 1926, Einar ( Eddie Redmayne, fantástico como sempre) é um pintor jovem e famoso casado com a charmosa Gerda ( a atriz da vez : Alicia Vikander) , também pintora. Os dois são um casal fofo e apaixonado que andam querendo muito ter um filho e o maior problema é que ela não faz sucesso como ele. Em casa, transam, falam sobre as inspirações e volta e meia se entediam em festas da rica amiga Oola Paulson ( Amber Heard, lindíssima, a atual esposa de Johnny Depp) . Um belo dia a amiga não pode servir de modelo para Gerda que acaba pedindo para o marido colocar as meias e sapatos que ela usaria para ser pintada em quadro, ah sim,o vestido também é colocado por cima , e um nome é criado para quando ele vira sua modelo  : Lili. Pois bem, desperta ali uma mulher adormecida, e a fiel e amorosa esposa verá seu marido cada vez virando uma amiga que admira suas roupas, que as veste e que inclusive vai a uma festa fantasiado de mulher incentivado pela própria esposa. E é aí que entram alguns detalhes que eu, casada, não aceito que uma mulher ache comum. Tenho que entender que era o ano de 1926 e que tudo era um escândalo? Claro. Mas a esposa incentiva ele o tempo inteiro a virar mulher como se fosse uma brincadeira e só percebe que ele realmente está virando uma quando ele não sente mais desejo por ela.
Destaco a maravilhosa atuação de ambos, Redmayne se entrega ao papel e é uma Lili perfeita, um homem com o corpo errado que vai se descobrindo e vendo que está infeliz com o que Deus lhe deu, que dentro dele vive uma mulher adormecida que precisa sair do armário. Entendo ele ter se descoberto? Sim. Entendo a esposa amá-lo tanto que não se separa e fica do lado dele mesmo quando ele não a deseja mais? Acho que não. Gerda é a típica mulher daqueles tempos, submissa, fazendo as vontades de um marido que não quer mais ter esse papel. E talvez eu achasse natural se eles já estivessem separados e ele se descobrisse, mas não é o que ocorre e ele precisa dela tanto quanto ela precisa dele, mesmo sabendo que não o terá mais da forma que deseja. No fundo senti pena de Gerda o filme inteiro enquanto Lili ficava feliz com cada roupa feminina que colocava.
Me coloquei no lugar de Gerda e jamais acharia normal meu marido não me querer mais para virar mulher. Ajudaria e apoiaria um amigo, mas não quem me casei.
Há outras participações tão boas quanto no filme, como a de Ben Whishaw como Henrik, o homossexual que se apaixonará por Lili ( ou por Einar) e o galã belga Matthias Schoenaerts como Hans , o amigo de infância de Einar e agora doido pela esposa do amigo que não quer mais ela, mas ela nem ousa gostar de outro homem, vontade de entrar no filme e dizer " miga , sua loka...como assim?".
Sei que o principal do filme não é a esposa aceitar e apoiar e sim a descoberta de um homem que foi pioneiro em submeter se a cirurgia de mudança de sexo ( tão comum hoje na Tailândia) . Nesse quesito o filme cumpre seu papel , é intenso, é belo e forte ao mesmo tempo. Não saímos do cinema neutros. 

E o que dizer do amor de Gerda por seu marido? Há quem ache lindo e incentivador, eu vi com tristeza ela se anular por causa dele , talvez seja eu a errada que não ache que ela deveria ter ficado tão do lado dele, e sofrido mais . Ponto para o diretor e o roteirista que no final já não me fizeram mais pensar tanto nisso e sair apaixonada por Lili, Gerda e Hans. Filme incrível, assistam. 



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Menina que via Filmes: Suíte Francesa [Crítica]

Título Original : Suite Française
Título no Brasil : Suíte Francesa
Lançamento 28 de janeiro de 2016 (1h48min) 
Dirigido por Saul Dibb
Com Michelle Williams, Kristin Scott Thomas, Matthias Schoenaerts mais
Gênero Drama , Guerra , Romance

Nacionalidade Reino Unido , França , Bélgica , Canadá






Á primeira vista soa estranho que um filme todo passado na França contando a invasão nazista em uma cidade do país  seja inteiramente falando em inglês . Algumas horas o diretor parece lembrar do idioma local e solta frases  em francês e outras em alemão no roteiro. 
Tirando isso o filme baseado no livro não terminado de uma judia que foi morta no campo de concentração mais famoso é um romance bonito com atuações muito boas do elenco.
Em plena Segunda Guerra Mundial um vilarejo na França é invadido por nazistas. Lá vivem Lucile ( Michelle Williams) e sua sogra Madame Angellier  ( Kristin Scott Thomas) . A vida da moça não é nada fácil , obrigada a casar com um homem por imposição dos pais ela agora vive sem ele que foi para guerra e raramente tem notícias desde então . Apesar de não sentir saudades , sofre com a ausência porque sem ele , ela acaba tendo que aturar sozinha a insuportável mãe de seu marido que cobra os inquilinos sem dó nem piedade e ainda joga na cara dela o tempo inteiro que ela se casou por causa do dinheiro.
A vida delas muda muito quando os nazistas " pedem" para que um de seus oficiais fique na casa, por ser uma das melhores da região. Sendo assim, Bruno ( Mathias Schoenaerts) é o escolhido, para alegria de Lucille que não tira os olhos dele, primeiro porque ele toca piano assim como ela, depois porque o moço é lindo mesmo. E então entra o grande empecilho : ela é casada. Mas tem mais...ele é o inimigo, como se sentir atraída por quem anda matando tantas pessoas? Inclusive seu próprio marido pode estar morto .
Entre cenas de tensão como as que ele levam uma conhecida judia e cenas de interação entre o alemão e a francesa, o filme foca mais no romance, no amor proibido entre duas pessoas que deveriam se odiar. 
A química entre o casal é aparente, mas há poucas cenas dos dois envolvidos, em uma época onde tudo era um escândalo, uma mulher casada não podia conversar com um homem, ainda mais se ele fosse alemão.

Há cenas intensa como por exemplo quando ela descobre um segredo que a envolve com cartas anônimas que estão em poder de seu agora amado oficial.
A história é linda, um filme com certeza emocionante, mais uma vez vou discordar da crítica especializada.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Menina que via Filmes : Um Pouco de Caos [Crítica]

Título Original : A Little Caos
Título no Brasil : Um Pouco de Caos
Dirigido por Alan Rickman
Com Kate Winslet, Matthias Schoenaerts, Alan Rickman mais
Gênero Drama , Romance , Histórico
Nacionalidade Reino Unido
Ano : 2014






















Imagina você ir ao cinema sem saber que filmes estão passando e se deparar com um que tem no elenco Alan Rickman e Kate Winslet? Foi o que bastou para eu decidir que seria esse o filme de domingo.
Um arquiteto esnobe André Le Notre  ( Matthias Schoenaerts de Ferrugem e Osso) está entrevistando paisagistas para a ordem de projeto que o rei Luis XIV  ( o sensacional Alan Rickman, também dirigindo o filme) deu, ele quer que façam algo maravilhoso nos jardins do Palácio de Versalhes, uma das entrevistadas é a viúva Sabine de Barra ( Kate Winslet) que se candidatou a vaga. O primeiro contato dos dois é péssimo, ele é pedante, ela sai do local humilhada.

Casado com uma víbora que passa o tempo livre dormindo com todos os homens que encontra, André desconta nas pessoas a frustração de uma vida chata, mesmo tendo acesso fácil a realeza e um emprego bom.
No entanto, o rapaz se vê encantando com Sabine e vai até sua casa convida-la para participar do projeto, fica nas mãos da moça comandar os empregados que farão dos jardins aquela coisa linda que virou parada obrigatória de qualquer pessoa a Paris.
Entre o trauma da sua vida - Sabine esconde uma segredo que só nos é revelado no final - e sua paixão pelo trabalho, ela é uma mulher forte que luta atrás do ideal que é entregar ao rei o jardim sonhado. Fugindo de uma paixão avassaladora por Andre, os dois vão ter a torcida do público para ficarem juntos já que a esposa é má demais ( ela apronta muito!) . 
Sobram cenários ricos, direção acertadas e atuações que merecem 5 estrelas . Talvez somente Matthias esteja duro demais no papel, sem mexer muito o pescoço, mas ao lado de uma Kate inspirada e de um Rickman no melhor de seus dias isso é esquecido facilmente. Uma cena dos dois atores britânicos nos jardins já faz valer o ingresso, mas confesso que que queria Mads Mikkelsen como o arquiteto .

Há também uma participação que vale todas as cenas : Stanley Tucci como o irmão o rei que era casado com uma alemã mas na verdade tinha um amante . Perfeito como sempre, Tucci dá um ar cômico depois de muitas cenas em tons pesados .
O final é lindo , longe de ser um filme de ação, o público assiste atento e ao terminar a sala bate palmas.
Merecido, Rickman mais uma vez acerta.