Título Original: Bridget Jone´s Baby
Título no Brasil: O Bebê de Bridget Jones
Data de lançamento 29 de setembro de 2016 (2h 03min)
Direção: Sharon Maguire
Elenco: Renée Zellweger, Colin Firth, Patrick Dempsey mais
Gêneros Comédia , Romance
Nacionalidades Reino unido, Irlanda, França, EUA
Ano: 2016
Tenho uma relação de amor e ódio com Bridget Jones. A personagem sempre foi cerca de dez anos mais velha que eu quando lançaram os livros ou filmes. E para amar Bridget deve se identificar com ela, por muitos momentos mais tarde eu me identifiquei, mas eu não colocava em diários, me abria com amigos, não comia sorvete, eu não comia nada. Essa diferenças não me afetaram tanto, mas o jeito bobo e confuso da protagonista por vezes me irritou e quando soube que nesse terceiro filme não teríamos Hugh Grant como Daniel Cleaver, apenas porque ele não quis participar do filme e aí o mataram, sim isso não é spoiler, é a cena quase inicial do filme e foi amplamente divulgado na mídia, me irritou muito terem mudado a história dessa forma. Mas aí teria ainda Colin Firth como Mark Darcy e também teria o tudo de bom, crush da minha pré adolescência Patrick Dempsey, me rendi ao filme.
E não me arrependi. Bridget está com 42 anos, mora sozinha depois que Darcy foi viver com Camilla e se casou, Daniel acaba de morrer e ela passa seus dias como o do aniversário sozinha cantando músicas tristes, pouca coisa mudou. Seus pais estão envolvidos com a eleição de sua mãe para uma espécie de síndica e no trabalho ela apesar de ganhar bem está prestes a sofrer com a nova diretora que a acha antiquada para os tempos de luta diária de audiência com o YouTube.
Pois bem, o que poderia ser pior do que ser arrastada pela melhor amiga para um acampamento à la Woodstock? A graça toda fica quando elas conhecem Ed Sheeran em uma participação especial fofa, que trilha sonora fantástica a desse filme! E depois ela conhece o maravilhoso Jack ( Dempsey) que está todo se querendo para o lado dela e acabam transando por lá mesmo.
Corta para a vida dela de verdade, onde vai ter um revival com Darcy ( Firth) e bum! Temos um bebê que ela não sabe de quem é o pai. No filme há graça o tempo inteiro, são situações bizarras mas que o roteiro segura muito bem, na vida real "usar" dois homens sem lhe dizer a verdade não tem nenhuma graça, mas resolvi ligar o dane-se e curtir o filme mesmo tendo um final que já esperávamos.
Ainda não li o livro e assim que ele estiver por aqui pretendo lê-lo!
Mais um detalhe para fechar essa crítica não posso deixar passar. Fiquei impressionada como plásticas as vezes deformam um ser humano, Renee era tão linda com suas bochechas, e depois de tanto estica e puxa ficou irreconhecível, perdendo muito da beleza que tinha. Nos primeiros minutos de filme demorei para me acostumar com o novo rosto dela.