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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Menina que via Filmes: Kursk - A última Missão [Crítica]


Título Original: Kursk
Título Brasileiro: Kursk - A Última Missão
Data de lançamento: 09 de Janeiro de 2020
Duração: 1h57min
Direção: Thomas Vinterberg
Elenco: Matthias Schoenaerts, Léa Seydoux, Colin Firth e Peter Simonischek
País: EUA/França
Ano: 2018
Gênero: Drama
por Bernardo Freitas



Quase 20 anos depois do incidente do submarino russo, Kursk, uma adaptação cinematográfica da tragédia que deixou mais de 100 homens mortos estreia nos cinemas brasileiros. Do mesmo diretor do aclamado “A Caça” (2013), “Kursk - A Última Missão” apresenta uma narrativa convincente sobre a tragédia, tendo destaque pela sua capacidade de comover e inquietar o espectador em uma mesma cena. O longa acompanha a vida dos marinhos a bordo do submarino Kursk, desde alguns antes de embarcarem até seus últimos momentos dentro do submarino. Ao mesmo tempo, o longa também acompanha a vida de seus familiares e das forças navais lidando com a situação dos marinheiros presos no submarino. 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Menina que via Filmes: O Retorno de Mary Poppins [Crítica]


Título Original: Mary Poppins Return Título no Brasil: O Retorno de Mary Poppins Data de lançamento 20 de dezembro de 2018 (2h 11min) Direção: Rob Marshall Elenco: Emily Blunt, Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw mais Gêneros Comédia Musical, Família, Fantasia Nacionalidade EUA
#245
por Raffa Fustagno

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Menina que via Filmes: Mamma Mia 2 [-Lá Vamos Nós de Novo! Crítica]





















Título Original: Mamma Mia! Here we go again
Título no Brasil: Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!
Data de lançamento 2 de agosto de 2018 (1h 54min)
Direção: Ol Parker
Elenco: Lily James, Amanda Seyfried, Meryl Streep mais
Gênero Comédia Musical
Nacionalidade EUA
#136
por Raffa Fustagno

Certamente você viu o primeiro filme, se não assistiu, onde estava quando Meryl Streep fez o mundo dançar sendo disputada com 3 coroas bonitões?
Eu amei o primeiro filme e corri para os cinemas para assistir esse segundo que levou exatos 10 anos para ser filmado. Já peço desculpas porque assisti esse filme em agosto e somente agora consegui parar e publicar a crítica para vocês, quem não viu nos cinemas, provavelmente agora só verá em streaming muito em breve.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Menina que via Filmes: Somente o Mar Sabe [Crítica]

Título Original: The Mercy
Título no Brasil: Somente o Mar sabe
Data de lançamento 26 de abril de 2018 (1h 42min)
Direção: James Marsh
Elenco: Colin Firth, Rachel Weisz, David Thewlis mais
Gênero Drama

Nacionalidade Reino Unido
#43







por Cecilia Mouta
Somente o mar sabe é um drama biográfico sobre a vida de Donald Crowhurst (Colin Firth), dono de uma empresa que fabricava acessórios para barcos. Com sua empresa indo de mal a pior, Donald vê a oportunidade de conseguir dinheiro no Golden Globe Race uma competição de corrida de barco ao redor do mundo. Donald, então, projeta um barco e embarca nessa aventura em mar aberto deixando a esposa e três filhos pequenos. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: O Mestre dos Gênios [Crítica]

Título Original ; Genius
Título no Brasil: O Mestre dos Gênios
Data de lançamento 20 de outubro de 2016 (1h 44min)
Direção: Michael Grandage
Elenco: Colin Firth, Jude Law, Nicole Kidman mais
Gêneros Biografia, Drama

Nacionalidades Reino unido, EUA










Imagina um filme onde conhecemos um dos maiores editores que esse mundo já viu, imaginou? Para fãs de livros como nós é um super presente conhecer mais sobre Max Perkins ( ainda mais quando ele é interpretado pelo crush de uma vida: Colin Firth).
Passado na época de crise de 29, em meio a quebra da bolsa de NY, Max é um homem rico, sua editora está bombando porque ele "só" foi o culpado por descobrir autores talentosos como F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway.  Focado mais em sua experiência intensa com um outro autor que marcou sua vida para sempre: Thomas Wolfe ( interpretado brilhantemente por Jude Law). O jovem que entra em seu escritório pronto para levar outro não se surpreende ao ver que Max acredita em seu talento e irá publica-lo mas a maior barreira de Wolfe era seus comportamento. Intenso em tudo que fazia ele falava demais, amava demais e deixava de amar na mesma proporção. Uma briga eterna era cortar qualquer parte de seus livros, e com isso eu digo que ele queria publicar na íntegra um livro de 5 mil páginas. 

O problema é que da mesma forma que Wolfe era genial e de fato fez muito sucesso de crítica e público com seu primeiro livro publicado Look Homeward. Angel ele também era insuportável com suas manias, o oposto de Max que era um pai de família zeloso e apaixonado pela esposa ( Laura Linney está no filme como a mulher de Max, em ótimo momento) enquanto Wolfe não respeitava nem a mulher que abandonou tudo por ele e o sustentou quando não tinha nada, Aline ( Nicole Kidman, maravilhosa como lhe é habitual).
O processo de edição, o tempo que demorava a ser publicado, tudo está no filme que nos insere de forma magnífica nas dores e delícias da profissão dos dois personagens.
Wolfe como sabemos, faleceu muito jovem aos 38 anos de tuberculose no cérebro. Suas poucas obras publicadas venderam ainda mais após sua morte. Um filme muito interessante para quem ama o mundo de livros incluindo sua publicação.
Apesar de não aparecer no filme, o editor mais famoso do mundo Max Perkins morreu aos 62 anos de pneumonia, ele tem um aneta que é escritora.
Assistam, vocês vão amar. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: O Bebê de Bridget Jones [Crítica]

Título Original: Bridget Jone´s Baby
Título no Brasil: O Bebê de Bridget Jones
Data de lançamento 29 de setembro de 2016 (2h 03min)
Direção: Sharon Maguire
Elenco: Renée Zellweger, Colin Firth, Patrick Dempsey mais
Gêneros Comédia , Romance

Nacionalidades Reino unido, Irlanda, França, EUA
Ano: 2016



Tenho uma relação de amor e ódio com Bridget Jones. A personagem sempre foi cerca de dez anos mais velha que eu quando lançaram os livros ou filmes. E para amar Bridget deve se identificar com ela, por muitos momentos mais tarde eu me identifiquei, mas eu não colocava em diários, me abria com amigos, não comia sorvete, eu não comia nada. Essa diferenças não me afetaram tanto, mas o jeito bobo e confuso da protagonista por vezes me irritou e quando soube que nesse terceiro filme não teríamos Hugh Grant como Daniel Cleaver, apenas porque ele não quis participar do filme e aí o mataram, sim isso não é spoiler, é a cena quase inicial do filme e foi amplamente divulgado na mídia, me irritou muito terem mudado a história dessa forma. Mas aí teria ainda Colin Firth como Mark Darcy  e também teria o tudo de bom, crush da minha pré adolescência Patrick Dempsey, me rendi ao filme.
E não me arrependi. Bridget está com 42 anos, mora sozinha depois que Darcy foi viver com Camilla e se casou, Daniel acaba de morrer e ela passa seus dias como o do aniversário sozinha cantando músicas tristes, pouca coisa mudou. Seus pais estão envolvidos com a eleição de sua mãe para uma espécie de síndica e no trabalho ela apesar de ganhar bem está prestes a sofrer com a nova diretora que a acha antiquada para os tempos de luta diária de audiência com o YouTube. 
Pois bem, o que poderia ser pior do que ser arrastada pela melhor amiga para um acampamento à  la Woodstock? A graça toda fica quando elas conhecem Ed Sheeran em uma participação especial fofa, que trilha sonora fantástica a desse filme! E depois ela conhece o maravilhoso Jack ( Dempsey) que está todo se querendo para o lado dela e acabam transando por lá mesmo.

Corta para a vida dela de verdade, onde vai ter um revival com Darcy ( Firth) e bum! Temos um bebê que ela não sabe de quem é o pai. No filme há graça o tempo inteiro, são situações bizarras mas que o roteiro segura muito bem, na vida real "usar" dois homens sem lhe dizer a verdade não tem nenhuma graça, mas resolvi ligar o dane-se e curtir o filme mesmo tendo um final que já esperávamos.
Ainda não li o livro  e assim que ele estiver por aqui pretendo lê-lo!
Mais um detalhe para fechar essa crítica não posso deixar passar. Fiquei impressionada como plásticas as vezes deformam um ser humano, Renee era tão linda com suas bochechas, e depois de tanto estica e puxa ficou irreconhecível, perdendo muito da beleza que tinha. Nos primeiros minutos de filme demorei para me acostumar com o novo rosto dela. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : Antes de Dormir [Crítica]

Título Original : Before I go to Sleep
Título no Brasil : Antes de Dormir
Baseado no livro de S.J Watson
Dirigido por Rowan Joffe
Com Nicole Kidman, Colin Firth, Mark Strong mais
Gênero Suspense

Nacionalidade Reino Unido , França , Suécia



Imaginem que você tenha lido um livro indicado por uma amiga anos atrás, e que você tenha amado tanto o livro que saiu indicando para todo mundo e o tenha relido umas três vezes? Bem, essa é exatamente a minha relação com Antes de Dormir ! Eu surtei muito quando soube que os atores que amo - Nicole Kidman e Colin Firth-  o estavam filmando. 
A história do filme é praticamente igual como no livro, mas a ordem das coisas nem sempre é igual. Christine Lucas ( Kidman) acorda diariamente e não sabe quem ela é, nem reconhece o marido que está ao seu lado na cama. Ben ( Firth) tenta provar a esposa todos os dias pela manhã que são casados, que devido a um acidente ela perdeu a memória e ao se deitar esquece de tudo que lhe contaram sobre a vida dela. Seria bom se o próprio marido no filme já não mostrasse que é o culpado. Se no livro a história é bem amarrada e só descobrimos o final realmente no final! No filme as atitudes e caras e bocas de Firth revelam que algo ele esconde - mesmo que  não saibamos de verdade o que! - e aí se vai a graça. 

Ainda que seja um bom filme e que muitos mal possam imaginar a verdade até ela realmente ser revelada, faltou ao diretor saber trabalhar  o suspense que esse tipo de filme  pede , faltou estudar mais o livro e fazer um roteiro a altura que não diminuísse tanto os personagens ao redor de Christine, afinal, eles são peças chave no compreendimento da verdade. Fica tudo muito óbvio e o fator surpresa fundamental para história vai se perdendo . Ele praticamente  não existe em Ben, nem fraca atuação da atriz que faz a melhor amiga...e o psiquiatra Dr Nash ( Mark Strong- um ator sensacional mas mal aproveitado) que Christine telefona diariamente parece o mais estranho de todos...Difícil para ela poder confiar em alguém ...e no final o que no livro fica bem explicado na telona se perde para um filme bom mas que poderia ser excelente como é o livro que ele foi baseado. 

domingo, 28 de dezembro de 2014

[Menina que Via Filmes ] Uma Longa Viagem [Crítica]

Título Original: The Railway Man
Título no Brasil : Uma Longa Viagem
Direção : Jonathan Teplikzy
Elenco : Colin Firth, Nicole Kidman, Stellan Skarsgard
Ano  : 2013
País : Inglaterra, Suíça, Austrália
Censura : 14 anos
Duração : 116 min








Se só o elenco já impressiona a história é ainda melhor. Baseado no livro autobiográfico de Lomax ( lançado aqui no Brasil pela Editora Planeta) o filme é forte e emocionante.
Lomaz ( Firth, sensacional como sempre) é um homem atormentado pelo passado, ele serviu na Segunda Guerra Mundial e acabou sendo prisioneiro de japoneses , um deles em especial marcou sua mente pois ele foi muito torturado, nunca refeito do trauma ele continua delirando encontros com seus algozes.
Um belo dia o solitário Eric Lomax pega um trem errado e conhece a linda Patti ( Kidman). É paixão a primeira vista e ele conta a seu companheiro de tortura e amigo de anos vivido por Stellan Skarsgard que está apaixonado. O casal logo se casa e juntos passam a dividir e a viver os traumas de Lomax.

Se as imagens de tortura relembradas podem pegar os mais sensíveis de jeito, as atuações de Kidman e Firth são exatamente o que esperamos deles : estupendas.
Quando sabemos que tudo ali foi real ganham mais pontos nos levando as memórias de uma guerra que nunca deixa de ter histórias chocantes para serem mostradas ao mundo e dessa vez não trata-se de judeus e nazistas mas sim de um britânico que ao tentar voltar para sua terra quando sua base é desfeita é preso por japoneses cruéis que parecem querer inventar motivos para fazê-los sofrer. Por mais que Lomax jure inocência eles o torturam e o espectador fica com tanta raiva que não entende o porquê de Lomax ter passado por cima de seus traumas e não ter assassinado o japonês vilão quando tem a chance, e isso tudo o filme mostra. 
Como o Papa João Paulo perdoando o turco que tentou matá-lo, Lomax perdoa o vilão e ficamos sem entender nada, ou melhor, entendemos que para ele era necessário o reencontro para cicatrizar as feridas.

Na tela fica a certeza de que uma guerra nunca é esquecida facilmente e de que o amor de Patti pelo marido era imenso.
Filme lindo com um final surpreendente e atuações dignas da academia. Recomendo. 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Menina que via Filmes : Magia ao luar [Crítica]

Título Original: Magic in the Moonlight
Título no Brasil : Magia ao luar
Direção e roteiro : Woody Allen
Ano : 2014
Elenco : Colin Firth, Emma Stone, Eilen Atkins
País  : EUA
Idioma : Inglês
Gênero : Romance
Duração : 1h 38 min
Censura : 12 anos




Stanley (Colin Firth), um falso mágico com talento para desmascarar charlatões, é contratado para acabar com a suposta farsa de Sophie (Emma Stone), simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela moça.







Eu poderia dar uma só razão para assistir esse filme , mas não consigo. Woody Allen é uma grande paixão minha e Colin Firth é um dos melhores atores que já " vi" atuando. Juntar os dois já me deu a certeza na hora de entrar na sala de exibição de que teria um filme muito bom pela frente. Dito e feito. Em Magia ao Luar, Colin é Stanley Crawford, um ilusionista famoso que é cético quanto a existirem médiuns e gasta as horas vagas em desmascará-los. Azedo com os fãs e com a vida ele aceita a convite de um amigo passar um tempo na mansão de milionários na França ( ele mesmo é inglês e vive em Londres) para que descubra se Sophie ( Emma Stone com aquele jeito lindo de boneca que vai quebrar se encostarmos) é ou não uma charlatã que está somente atrás do dinheiro da família.
Assim que chegar Sophie já fala muitas verdades sobre a vida dele, mas ele não se impressiona e continua sendo rude com a moça. Com o tempo muitas situações vão deixar claro que ela e sua mãe falam a verdade mas ele não acredita. Bom, ou pelo menos é  o que Woody Allen nos faz acreditar, porque o filme tem um segredo revelado no final que estragaria eu contar.

O óbvio é que eles vão se apaixonar, ele é noivo e ela está prometida pela mãe interesseira ao rico da família que estão, digamos assim, ajudando, já que Sophie se comunica com o falecido.
Os cenários, as falas, a música...tudo lembra Woody Allen na sua melhor forma e a gente sai do cinema encantada com mais um ótimo filme do diretor.