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quinta-feira, 15 de março de 2018

Menina que via Filmes: A Livraria [Crítica]

Título Original:The Bookshop
Título em Português: A livraria 
Data de Lançamento: 22 de Março de 2018 
Direção: Isabel Coixet
Elenco: Emily Mortimer, Bill Nighy, Patricia Clarkson
Gênero:Drama
Nacionalidade: Espanha, Reino Unido, Alemanha
#30






por Letícia Nascimento


Sinopse:  No final da década de 50, uma mulher recém-chegada em uma pacata cidade do litoral da Inglaterra decide abrir uma livraria. Contudo, sua iniciativa é vista com maus olhos pela conservadora comunidade local, que passa a se opor tanto a ela quanto ao seu negócio, obrigando-a lutar por seu estabelecimento.


O melhor filme que assisti até agora. Florence Green é uma viúva recém chegada a vila Harbourght  e desde que surgiu ela  causou um certo burburinho. Apaixonada por livros ela decide comprar  Old House uma casa histórica e tem a ideia de   além de ter um novo lar abrir  uma livraria  porque ela acreditava que o vilarejo precisava de uma e  é aí onde tudo começa . 
A Florence tinha uma determinação tão grande que não deixava as coisas a  abaterem, mesmo todos falando para ela desistir da ideia de ter a livraria na Old House ela não se deu por vencida e seguiu em frente. 
Mas então entra um senhor, o  Edmund Brundish,  um misterioso homem que vive numa casa enorme na vila a quem acham que é viúvo e esta recluso pela morte da esposa. 
Ele envia uma carta para Florence nada convencional pedindo a ela que lhe envie livros de determinados gêneros e desse contato vai nascendo uma amizade entre eles... 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Menina que via Filmes : O Exótico Hotel Marigold 2 [Crítica]

Título Original: The Second Best Hotel Marigold 2
Título no Brasil : O Exótico Hotel Marigold 2
Dirigido por John Madden
Com Judi Dench, Maggie Smith, Bill Nighy , Richard Gere, Dev Patel e mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade Reino Unido , EUA
Duração : 2h 3 min



















Se o primeiro filme já era uma delícia unindo senhores ingleses e um hotel na Índia com um dono confuso mas divertido o segundo segue o mesmo caminho. E sinceramente não entendo como a crítica especializada em massa teve coragem de falar tão mal de um filme gostoso como esse.
Dessa vez Sonny ( Dev Patel) viaja para os Estados Unidos com a gerente resmungona do hotel Muriel Donelly ( a sensacional Maggie Smith) . Os dois querem conseguir grana para um hotel ainda maior na Índia onde possam hospedar mais idosos, já que o primeiro hotel tem poucos quartos e vive lotado. A viagem parece confortável para Sonny mas um pé no saco para Muriel que com seu mau humor contagia a todos com suas críticas ao modo de viver americano. O personagem de Sonny nesse filme se tornou um porre, prestes a casar só se preocupa com o hotel, tem ciúmes da noiva mas não dá a atenção que ela merece e age como um idiota boa parte do filme bajulando alguns hóspedes e não prestando atenção em outros.

De volta a Índia eles aguardam agora pelo inspetor que na verdade se hospedará como uma pessoa comum para conhecer o hotel e dar o veredito se merecem  o tal empréstimo. A vida no hotel continua como a do primeiro filme, em um relacionamento monogâmico estão Carol e Norman, já Madge tem a personagem mais ridícula que se divide entre dois homens - detesto essas coisas!- e que se era para ter graça não teve nenhum. 
Douglas e Evelyn seguem apaixonados sem se declararem um pro outro . O filme mostra que mesmo as pessoas da terceira idade podem viver muitas emoções ainda e que ainda se há muito para viver. Acho válido porque geralmente os papéis nos filmes do pessoal acima de 60 é de um coitado que tem pena de si mesmo e saudades do passado ( vide os papéis que Al Pacino tem feito) . 

Para completar essa segunda franquia um personagem entra mexendo com os hormônios dos hóspedes e da plateia da sala de cinema que eu estava : Chambers é ninguém menos que Richard Gere!
O galã de Uma Linda Mulher arrasa no papel de um escritor que quer aprender mais sobre a cultura local para servir de inspiração para um livro mas Sonny acredita que ele seja o inspetor e o trata melhor do que aos outros por isso, com cenas patéticas. 
A única coisa que não gostei no filme foram as atitudes de Sonny, ele está insuportável. De resto os dramas dos casais me convenceram e o clima de Bollywood no final - se você nunca assistiu filmes indianos, assistam!- me envolveu que queria sair dançando do cinema.

Vale lembrar que até Richard Gere dança e isso faz com as idosas da plateia soltem " Nossa Senhora" e " Que homem é esse?" como em filmes de plateia adolescente, 
Assistam, a diversão é garantida. 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Menina que via filmes: Frankstein - Entre anjos e demônios [ Crítica]

Título Original : I, Frankestein
Título no Brasil : Frankestein - Entre anjos e demônios
Direção: Stuart Beattie
Elenco: Aaron Eckhart, Bill Nighy, Yvonne Strahovsky
Ano : 2014
Gênero : Terror, Suspense
País: EUA e Austrália
Idioma : Inglês
Censura : 12 anos
Duração: 1h 33 min




O monstro (Aaron Eckhart) criado pelo cientista Victor Frankenstein (Aden Young) foi o primeiro ser nascido pelas mãos do homem. Entretanto, pouco após a criação o monstro foi abandonado para ser morto. Revoltado, ele retorna e se vinga do criador, matando sua esposa. O dr. Frankenstein parte em sua busca, mas acaba morrendo durante a perseguição. Ao retornar à sua cidade natal para enterrar seu criador, o monstro é atacado por demônios, que desejam capturá-lo. Ele é salvo por gárgulas, que o levam até o local onde vivem: a catedral de Notre Dame. Após ser nomeado como Adam pela líder das gárgulas, Eleonore (Miranda Otto), ele resolve ir embora e seguir sua vida. Porém, 200 anos depois, ele descobre o porquê dos demônios estarem tão interessados em capturá-lo.


No trailer eu fiquei com muita vontade de ver esse filme, depois comecei a "implicar"com algumas coisas! A primeira delas: Porque não traduzir como o título em inglês e chamar o filme somente de "Eu, Frankestein"? Esse subtítulo ficou com cara de Dan Brown! Depois Aaron Eckhart não está assustando ninguém, perdeu toda a 'magia" que o monstro criado há anos tinha. 
Mas vamos ao filme, conforme a história original , o monstro é  criado pelo cientista Victor Frankestein, daí o nome dele. Feito de remendos e com força sobrenatural ele não envelhece, mas resolve se vingar do criador matando a pessoa que ele mais amava : sua esposa.
Acaba aí qualquer semelhança, a história é recontada de uma forma que apesar de ter gostado do filme acho que não precisariam ter dado o nome dele ao filme, porque impossível não comparar!
Os demônios do filme logo dão a cara querendo levar Frankestein que luta muito e é salvo pelos anjos ou gárgulas como chamam, elas moram em uma igreja onde se protegem dos demônios . Frankestein vai descobrir que há anos rola uma luta entre o bem e o mal e o tal Capiroto chefe ( Bill Nighy) não brinca em serviço.
Assim como ele, os anjos e os demos não envelhecem, esses segundo até se juntam aos humanos para trabalharem em função de acordarem vários corpinhos e descobrirem como alguém como Frankestein que não tem alma pode viver.
Com a ajuda de uma médica bonitona - que claro que vai rolar um sentimento entre o 'monstro'e ela! - e de muita luta no filme, o resultado é bom, mas não maravilhoso.
É o filme ideal para ver com namorado, noivo, irmão, marido... porque eles vão vibrar com as cenas de ação e a gente vibra por dentro por causa do corpitcho do monstro! 
Lamento informar a produção mas nosso amigo aí de cima de monstro não tem nada...vocês estão assustadas? rs


Confiram o trailer

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Menina que via filmes: Questão de Tempo [ Crítica]

Título Original : About time
Título no Brasil. Questão de tempo
Direção : Richard Curtis
Elenco: Domnhall Gleeson, Rachel McAdams, Bill Nighy
Ano: 2013
Gênero : Romance,Drama
País : Reino Unido
Idioma : Inglês
censura : 12 anos
Duração : 2h 3min






Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.

 Pouco divulgado esse filme teria passado despercebido por mim se não tivesse no elenco a Meg Ryan da nova geração : Rachel McAdams. Parece que a atriz nasceu para os papéis românticos e é perfeita como par do mais lindo ao mais feio ator que lhe colocarem para atuar.
Mas não é somente Rachel quem brilha nesse filme que pode lembrar outro que ela fez chamado "Te amarei para sempre" com Eric Bana. O roteiro do ótimo Richard Curtis - basta lembrar que ele fez " Simplesmente amor" e " Quatro casamentos e um funeral" - nos prende a atenção não somente por focar no amor entre um rapaz e uma moça mas pelo amor entre pai e filho nos fazerem esquecer do casal para se sobrepor em um lindo filme que mais uma vez prova que a vida é feita de escolhas por mais que tenha uma mão aqui ou lá do destino.
O ator principal eu ainda não conhecia, de nome um pouco estranho Domnhall Gleeson faz Tim, o protagonista que descobre através de seu pai no dia que completa 21 anos que pode viajar no tempo, na verdade pode voltar ao passado.Como pai dele temos o ótimo Bill Nighy - um dos último papéis dele que amei foi no filme " O exótico hotel de Marigold" - na medida certa entre mostrar ao filho que nem tudo são flores em se voltar ao passado e que algumas coisas ele não poderá mudar.
As melhores cenas são dos dois juntos, por mais que o pôster foque no romance e que o motivo de Tim se animar tanto com a revelação seja para que isso o ajude a conseguir a noiva que tanto quer, os diálogos e o amor entre pai e filho são lindos.
Há cenas em que certamente vai rolar um Kleenex na sala de exibição , ou em sua casa, se você optar por ver no dvd. 
Ah sim, para quem ainda está em dúvida em assistir, vale lembrar que o roteirista e diretor é também o responsável pelo grande sucesso  "Um lugar chamado Notting Hill", fica realmente difícil achar esse filme desinteressante quando em alguma parte sabemos que você vai se identificar, seja no romance , seja na paixão por sua família, afinal Tim também tem um amor pela irmã lindo de se ver.
Pena que esse filme tenha sido tão pouco divulgado, vi muita gente não sabendo que ele estava em cartaz e vi somente uma vez seu trailer antes de vê-lo na telona.
 Se você gosta de um belo romance com algumas pitadas de drama, assista. " Questão de tempo" é para vibrar, se emocionar e no final sair da sala de exibição acreditando no amor, em todos os sentidos que ele possa existir em nossas vidas. Lindo, do início ao fim!

Vejam o trailer abaixo: