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domingo, 31 de julho de 2016

Menina que via Filmes: O Bom Gigante Amigo [ Crítica]

Título Original: The BFG
Título no Brasil: O Bom Gigante Amigo
Data de lançamento 28 de julho de 2016 (1h 57min)
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Mark Rylance, Ruby Barnhill, Penelope Wilton mais
Gêneros Família, Aventura, Fantasia

Nacionalidades Eua, Reino unido, Canadá
Ano: 2016

Originalmente lançado em livro por Roald Dahl, um inglês que antes de se tornar um escritor popular a partir dos anos 1940, Dahl (1916-1990) lutou na Segunda Guerra Mundial como aviador e agente de inteligência. Publicou 19 romances, um extenso catálogo de contos, obras de não ficção e até poesia. Ao longo dos anos, o autor manteve uma boa relação com o cinema de Hollywood.

Além das várias adaptações, Dahl também trabalhou algumas vezes com roteiro. Escreveu o texto de “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), assinou “O Calhambeque Mágico” (1968) a partir do livro de Ian Fleming e pôde verter o próprio livro em “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971). Na TV, o escritor colaborou com o mestre do suspense em roteiros da série “Alfred Hitchcock Presents”. Impressionante,não?

Dessa vez, trazido mais uma  vez por Spielberg para as telonas - ele também escreveu Gremlins!- o longa conta  linda história da amizade de uma menina órfã, Sofie  (Ruby Barnhill, maravilhosa essa menina!) que mora em um orfanato e ao ler um livro entra na realidade dele à noite enquanto todos dormem. É muito mais do que uma simples história, é uma amizade forte e que serve de exemplo toda vez que formos preconceituosos. A menina a princípio se assusta cm o gigante feioso, mas aos poucos percebe que o tamanho dele equivale ao gigante coração e que na verdade ele sofre com os demais gigante por causa disso.
Ela vai se unir a ele para combater gigantes malvados que querem dominar a terra, e terão uma ajuda muito especial, de ninguém menos que a Rainha da Inglaterra.
Pode parecer bobo mas não é, Spielberg nos brinda com uma direção que já lhe é de praxe, feita com excelência e com uma produção que deixará não somente os pequenos de boca aberta mas seus pais também.

É lindo, por mais que eu ache que no meio deu um certo sono no quesito "filme parado" mas a ação fica a cargo do encontro com a Rainha as melhores cenas com certeza ainda mais envolvendo um líquido que o gigante bebe e que faz com que  a pessoa solte flatulências.
O final é para se emocionar, um filme lindo que encantará todas as idades, corre pros cinemas que vale muito a pena.


* Essa crítica teve pesquisa tirada da postagem do site Metrópoles


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Menina que via Filmes : O Exótico Hotel Marigold 2 [Crítica]

Título Original: The Second Best Hotel Marigold 2
Título no Brasil : O Exótico Hotel Marigold 2
Dirigido por John Madden
Com Judi Dench, Maggie Smith, Bill Nighy , Richard Gere, Dev Patel e mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade Reino Unido , EUA
Duração : 2h 3 min



















Se o primeiro filme já era uma delícia unindo senhores ingleses e um hotel na Índia com um dono confuso mas divertido o segundo segue o mesmo caminho. E sinceramente não entendo como a crítica especializada em massa teve coragem de falar tão mal de um filme gostoso como esse.
Dessa vez Sonny ( Dev Patel) viaja para os Estados Unidos com a gerente resmungona do hotel Muriel Donelly ( a sensacional Maggie Smith) . Os dois querem conseguir grana para um hotel ainda maior na Índia onde possam hospedar mais idosos, já que o primeiro hotel tem poucos quartos e vive lotado. A viagem parece confortável para Sonny mas um pé no saco para Muriel que com seu mau humor contagia a todos com suas críticas ao modo de viver americano. O personagem de Sonny nesse filme se tornou um porre, prestes a casar só se preocupa com o hotel, tem ciúmes da noiva mas não dá a atenção que ela merece e age como um idiota boa parte do filme bajulando alguns hóspedes e não prestando atenção em outros.

De volta a Índia eles aguardam agora pelo inspetor que na verdade se hospedará como uma pessoa comum para conhecer o hotel e dar o veredito se merecem  o tal empréstimo. A vida no hotel continua como a do primeiro filme, em um relacionamento monogâmico estão Carol e Norman, já Madge tem a personagem mais ridícula que se divide entre dois homens - detesto essas coisas!- e que se era para ter graça não teve nenhum. 
Douglas e Evelyn seguem apaixonados sem se declararem um pro outro . O filme mostra que mesmo as pessoas da terceira idade podem viver muitas emoções ainda e que ainda se há muito para viver. Acho válido porque geralmente os papéis nos filmes do pessoal acima de 60 é de um coitado que tem pena de si mesmo e saudades do passado ( vide os papéis que Al Pacino tem feito) . 

Para completar essa segunda franquia um personagem entra mexendo com os hormônios dos hóspedes e da plateia da sala de cinema que eu estava : Chambers é ninguém menos que Richard Gere!
O galã de Uma Linda Mulher arrasa no papel de um escritor que quer aprender mais sobre a cultura local para servir de inspiração para um livro mas Sonny acredita que ele seja o inspetor e o trata melhor do que aos outros por isso, com cenas patéticas. 
A única coisa que não gostei no filme foram as atitudes de Sonny, ele está insuportável. De resto os dramas dos casais me convenceram e o clima de Bollywood no final - se você nunca assistiu filmes indianos, assistam!- me envolveu que queria sair dançando do cinema.

Vale lembrar que até Richard Gere dança e isso faz com as idosas da plateia soltem " Nossa Senhora" e " Que homem é esse?" como em filmes de plateia adolescente, 
Assistam, a diversão é garantida.