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domingo, 2 de janeiro de 2022

Menina que via filmes: Belfast 🎬 filme inspirado na infância de Kenneth Branagh

 


⚠️o vídeo pode conter spoilers, ainda que eu ache que não há nada de surpreendente nele⚠️ 🎬🎬 Título Original: Belfast 24 de fevereiro de 2022 No cinema / 1h 39min / Drama País: Reino Unido Ano: 2021 Direção: Kenneth Branagh Roteiro Kenneth Branagh Elenco: Caitriona Balfe, Judi Dench, Jamie Dornan
#03

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Menina que via filmes: Blithe Spirit

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬 Título Original: Blithe Spirit Filme não foi lançado oficialmente no Brasil País: Reino Unido Ano: 2020 Baseado na peça de Noël Coward Roteiro adaptado de Nick Moorcroft, Meg Leonard e Piers Ashworth Direção: Edward Hall Elenco: Dan Stevens, Isla Fisher, Aimee-Ffion Edwards, Michele Dotrice, Judi Dench, Leslie Mann Duração: 1h39min Gênero: Comédia
#249 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Menina que via Filmes: Cats [Crítica]


🎬🎬🎬🎬 Título Original: Cats Título no Brasil: Cats Data de lançamento 25 de dezembro de 2019 (1h 51min) Direção: Tom Hooper Elenco: Francesca Hayward, Jennifer Hudson, Idris Elba mais Gêneros Comédia Musical, Drama Nacionalidade EUA
#248

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Menina que via Filmes: A espiã vermelha [Crítica]


Título Original: Red Joan
Título no Brasil: A espiã vermelha
Data de lançamento 16 de maio de 2019 (1h 42min)
Direção: Trevor Nunn
Elenco: Judi Dench, Sophie Cookson, Stephen Campbell Moore 
Gêneros Espionagem, Drama, Suspense
Nacionalidade Reino Unido
#146
por Renata Alves

“A Espiã Vermelha” é o mais novo filme do diretor inglês  Trevor  Nunn. Baseado em acontecimentos reais, engana-se quem espera que o filme terá a agilidade dos filmes do gênero. 
A história acompanha a jovem Joan, recém ingressa na Universidade de Oxford, que após um interlúdio atípico com a rebelde Sophie, acaba conhecendo e se encantando por um grupo de revolucionários comunistas. Embora compartilhasse algumas ideias, Joan não adere totalmente ao grupo, mas o romance com Leo Galich, primo de Sonia, faz com que sua relação com as ideias comunistas seja conflituosa. É durante esses acontecimentos e as tensões máximas da guerra que Joan consegue um trabalho na Tube Alloys, onde ajudará a desenvolver um projeto de superbomba. E é sobre o tempo de seu trabalho lá  que sera acusada de ser uma traidora da Coroa Britânica já nos anos  80, quando com idade avançada. 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: O Assassinato no Expresso Oriente [Crítica]

Título Original: Murder on Oriente Express
Título no Brasil: Assassinato no Expresso Oriente
Data de lançamento 30 de novembro de 2017 (1h 54min)
Direção: Kenneth Branagh
Elenco: Kenneth Branagh, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer mais
Gêneros Suspense, Policial

Nacionalidade EUA
#107visto
#108criticado









por Reinaldo Barros
Quando um clássico literário é adaptado para o cinema ou televisão é comum uma expectativa a altura da obra. A publicidade em torno geralmente é ostensiva e os vídeos promocionais são meticulosamente editados. Assassinato no Expresso do Oriente segue à risca esses e alguns outros passos para uma adaptação de sucesso, começando pelo elenco de peso com Michelle Pfeiffer, Willem Dafoe, Penélope Cruz, Johnny Depp e mais alguns outros bons atores como a jedi Daisy Ridley. Outro passo seguido foi a contratação de uma boa equipe técnica para roteirizar, dirigir, filmar, essas coisas. Qual passo estaria faltando?

domingo, 2 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: O Lar das Crianças Peculiares [Crítica]

Título Original: Miss Peregrine´s Home for Peculiar Children
Título no Brasil: O Lar das Crianças Peculiares
Baseado na obra de Ransom Riggs
Data de lançamento 29 de setembro de 2016 (2h 07min)
Direção: Tim Burton
Elenco: Eva Green, Asa Butterfield, Samuel L. Jackson mais
Gêneros Aventura, Família, Fantasia

Nacionalidades Eua, Bélgica, Reino unido
Ano : 2016



Eu sei, você andou lendo em sua timeline de alguma rede social que esse filme é péssimo, certo? Certamente você esperou que eu, como boa fã de Ransom Riggs, tendo lido quase toda a série e sendo esse blog que vos fala focado em literatura que eu iria reclamar como todo mundo das mudanças do filme pro livro.


Pois é, se você veio com essa ideia, lamento lhe desapontar mas O Lar das Crianças Peculiares foi para mim um dos melhores filmes do ano. Se você ainda não sabia, eu explico que além de fã do autor no qual o filme se baseou também sou fã do diretor Tim Burton e entendo que nem tudo poderia estar na filme, se repararmos bem, nenhum filme adaptado de livro é 100 por cento igual, sempre há diferenças, sejam elas poucas ou grandes. Há outro ponto: nem todo mundo que vai ao cinema leu ou lerá o livro, a sétima arte não é feita para todos que leram o livro, ela é feita de resultados, por isso não achei nada tão absurdo ter trocado o poder de uma das personagens.


Bom, vamos ao filme. Jacob ( o ótimo Asa Butterfield, cresceu e continua ótimo ator!) é um adolescente que trabalha em um supermercado e não é o que chamamos de popular da turma, adora o avô Abe ( Terence Stamp) que tem demência e que anda dando muito trabalho para ele e para seus pais. Cansado de ouvir histórias fantasiosas do avô que fala de uma casa que era um orfanato com crianças com dons um tanto quanto estranhos, ele vai mais uma vez visitar o avô rezando para que ele esteja bem sem essas alucinações que para  o rapaz começaram como histórias interessantes quando ele era criança mas hoje em dia ele não anda vendo graça em evr o avô falando besteira.
Ao chegar na casa do avô ele nota que o mesmo sumiu, quando o acha ele está morto e Jacob vê criaturas bem estranhas. Traumatizado, ele faz o que sua psiquiatra recomenda, vai com seu pai para cidade que o avô contava as histórias e tenta conhecer melhor o pessoal de lá.

Jacob (acima) é um personagem forte que não se deixa abater e quer a verdade à qualquer custo. É exatamente assim que consegue entrar na tal fenda temporal controlada pela Srta. Peregrine ( Eva Green), uma ymbryne que comanda o lar dos peculiares que seu avô tanto falava.
Tem toques de Tim Burton por todas as cenas, os gêmeos macabrinhos que usam roupinhas brancas e que não podem mostrar o rosto -no próprio filme vocês descobrirão a razão- estão lá mais nos fazendo o acharmos fofos do que sentirmos medo. Há dons surreais para todos os lados, e talvez por já estarmos tão acostumados com X Men, não tenha como sentirmos medo nem mesmo do vilão muito bem feito de Samuel L. Jackson ( como Barron). Os personagens se transformam, fazem coisas crescerem, queimam, voam e para alguns o dom é da força. menos aparentando não terem nenhuma. cada peculiar nos ganha à medida que o filme vai passando e mesmo não tendo lido o livro - o que particularmente acho que se você é essas pessoas que se importam com mudanças no roteiro e comparam com o filme, deve passar longe do cinema - é fácil torcer por Jacob, se irritar quando o mal está vencendo e ver que pequenas coisas montam histórias inesquecíveis.



Se você é fã de Tim Burton como eu vai procura-lo nas cenas, vai ver algo dos filmes dele anteriores em alguns locais, como na foto acima onde há animais feitos de arbustos, como não lembrar do Edward Mãos de Tesoura?

E como não amar Judi Dench em uma participação especial que nos faz querer pedir que ela fique mais tempo?

Há aspectos da história que são mantidos e idênticos ao do livro, a relação bonita do neto com o avô, a paixão dos casais que se formam, e mesmo que algumas coisas não estejam presentes e o final possa não ser o que você esperou, eu saí do cinema feliz querendo ver o filme outras vezes. 



quinta-feira, 14 de maio de 2015

Menina que via Filmes : O Exótico Hotel Marigold 2 [Crítica]

Título Original: The Second Best Hotel Marigold 2
Título no Brasil : O Exótico Hotel Marigold 2
Dirigido por John Madden
Com Judi Dench, Maggie Smith, Bill Nighy , Richard Gere, Dev Patel e mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade Reino Unido , EUA
Duração : 2h 3 min



















Se o primeiro filme já era uma delícia unindo senhores ingleses e um hotel na Índia com um dono confuso mas divertido o segundo segue o mesmo caminho. E sinceramente não entendo como a crítica especializada em massa teve coragem de falar tão mal de um filme gostoso como esse.
Dessa vez Sonny ( Dev Patel) viaja para os Estados Unidos com a gerente resmungona do hotel Muriel Donelly ( a sensacional Maggie Smith) . Os dois querem conseguir grana para um hotel ainda maior na Índia onde possam hospedar mais idosos, já que o primeiro hotel tem poucos quartos e vive lotado. A viagem parece confortável para Sonny mas um pé no saco para Muriel que com seu mau humor contagia a todos com suas críticas ao modo de viver americano. O personagem de Sonny nesse filme se tornou um porre, prestes a casar só se preocupa com o hotel, tem ciúmes da noiva mas não dá a atenção que ela merece e age como um idiota boa parte do filme bajulando alguns hóspedes e não prestando atenção em outros.

De volta a Índia eles aguardam agora pelo inspetor que na verdade se hospedará como uma pessoa comum para conhecer o hotel e dar o veredito se merecem  o tal empréstimo. A vida no hotel continua como a do primeiro filme, em um relacionamento monogâmico estão Carol e Norman, já Madge tem a personagem mais ridícula que se divide entre dois homens - detesto essas coisas!- e que se era para ter graça não teve nenhum. 
Douglas e Evelyn seguem apaixonados sem se declararem um pro outro . O filme mostra que mesmo as pessoas da terceira idade podem viver muitas emoções ainda e que ainda se há muito para viver. Acho válido porque geralmente os papéis nos filmes do pessoal acima de 60 é de um coitado que tem pena de si mesmo e saudades do passado ( vide os papéis que Al Pacino tem feito) . 

Para completar essa segunda franquia um personagem entra mexendo com os hormônios dos hóspedes e da plateia da sala de cinema que eu estava : Chambers é ninguém menos que Richard Gere!
O galã de Uma Linda Mulher arrasa no papel de um escritor que quer aprender mais sobre a cultura local para servir de inspiração para um livro mas Sonny acredita que ele seja o inspetor e o trata melhor do que aos outros por isso, com cenas patéticas. 
A única coisa que não gostei no filme foram as atitudes de Sonny, ele está insuportável. De resto os dramas dos casais me convenceram e o clima de Bollywood no final - se você nunca assistiu filmes indianos, assistam!- me envolveu que queria sair dançando do cinema.

Vale lembrar que até Richard Gere dança e isso faz com as idosas da plateia soltem " Nossa Senhora" e " Que homem é esse?" como em filmes de plateia adolescente, 
Assistam, a diversão é garantida. 

domingo, 2 de março de 2014

Menina que via filmes : Philomena [ Crítica]

Título Original : Philomena
Título no Brasil : Philomena
Baseado na obra de mesmo nome
Direção : Stephen Frears
Elenco : Judi Dench, Stece Coogan 
Ano : 2014
Gênero : Drama
Censura : 12 anos
Duração : 1h 38 min
País : Reino Unido, França e EUA
Idioma : Inglês





Irlanda, 1952. Philomena Lee (Judi Dench) é uma jovem que tem um filho recém-nascido quando é mandada para um convento. Sem poder levar a criança, ela o dá para adoção. A criança é adotada por um casal americano e some no mundo. Após sair do convento, Philomena começa uma busca pelo seu filho, junto com a ajuda de Martin Sixsmith (Steve Coogan), um jornalista de temperamento forte. Ao viajar para os Estados Unidos, eles descobrem informações incríveis sobre a vida do filho de Philomena e criam um intenso laço de afetividade entre os dois. 

" Philomena" tinha  tudo para ser um filme triste  e melancólico, mas nas mãos do ótimo Stephen Frears o livro que se baseia em uma história verídica ganha outra cara.

Para começar Philomena - que existe na vida real e ilustro esse post com várias fotos dela! - é uma lutadora, depois de 50 anos ter vivido um verdadeiro pesadelo ela resolve contar sua história para a filha.

Assustada com o que aconteceu com sua mãe, que vivia em um convento depois de ser abandona pelo pai por ter engravidado de um rapaz que sumiu, as freiras a tratam como escrava e o pior : vendem seu filho para uma família.

Impotente diante daquela situação, ela continua tendo fé o resto da vida mesmo depois de ter sofrido nas mãos de pessoas religiosas.
A história que aconteceu de verdade na Irlanda, choca nos detalhes mas com a maravilhosa atuação de Judi Dench como Philomena - essa concorre merecidamente ao Oscar! - e com um coadjuvante que trabalha em sintonia com ela : Steve Coogan o filme é maravilhoso.
STEVE COOGAN E A VERDADEIRA PHILOMENA

Fazendo o papel do jornalista que se comove com a história e faz de tudo para ajudar a senhorinha - bem, não é bem assim no início , mas isso vocês tem que ver para saber! - ele viaja até o local do convento e as cenas dele encostando na parede as freiras do local são dignas de palmas.

Enquanto Philomena sofre no filme ela ainda encontra tempo para não perder o bom humor e alfineta sempre que pode o jornalista que o acompanha, ele por sua vez nem sempre aguenta as manias de velho dela, respirando fundo quando ela pede algumas coisas.

Com cenas engraçadas mas também muitas vezes revoltantes, sofremos junto com Philomena a cada descoberta, e ela não mede esforços para encontrar seu filho levado, indo até os EUA para vê-lo.
Os trejeitos da alegre mas por dentro saudosa senhora são interpretados esplendorosamente por Dench , você vai reconhecer nela aquela tia ou avó que tem algo peculiar com a personagem.

O filme é bem pequeno e passa super rápido , o que é uma pena pois a gente lá pelo meio já se sente amiga de Philomena e com vontade de abraçá-la entrando na tela do cinema.

Lindo, verdadeiro e triste mas uma ótima pedida para o final de semana!

Leve o lencinho :)