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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Menina que via Filmes: Entrevista com Deus [Crítica]



Título original: An Interview with God
Título no Brasil: Entrevista com Deus
Data de lançamento 15 de novembro de 2018 (1h 37min)
Direção: Perry Lang
Elenco: Brenton Thwaites, Yael Grobglas, Charlbi Dean Kriek mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA
#208
por Raffa Fustagno


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : O Espelho [Crítica]

Título Original : Oculus
Título no Brasil: O Espelho
Dirigido por Mike Flanagan
Com Karen Gillan, Brenton Thwaites, Katee Sackhoff mais
Gênero Terror , Suspense

Nacionalidade EUA
Ano : 2013
Formato visto : Netflix















Amo filmes de terror, mas por causa da péssima distribuição que temos aqui no Brasil muita das vezes perco filmes ótimos no cinema já que passam longe ou tarde demais.
No caso desse eu já havia visto algumas pessoas falando dele no Facebook e domingo a noite eu optei por vê-lo depois que uma amiga na mesma rede social disse que era sinistro.
Se é? Mais ou menos...as cenas são bem feitas ma achei o roteiro fraco, e as atuações piores ainda. 
Tim ( Brendom Thwaites) e Kaylie ( Karen Gillan) são irmãos, o filme vai e volta ao passado o tempo inteiro para explicar o trauma dos dois. Mas resumindo o filme é sobre uma família que vai morar em uma casa nova e compram um espelho antigo para enfeitar o escritório do pai. Desde que desembrulham o espelho coisas estranhas acontecem, o cão da casa late sem motivo e desaparece , as plantas morrem...e o dedo do pai toda hora cai a unha. Depois voltam para  o presente onde o filho Tim sai de uma clínica psiquiátrica e a irmã vai buscá-lo. Ele quer esquecer o que se passou na casa...a irmã quer de vez acabar com o espelho maldito. 
Ela monta  tudo para destruir o espelho que para ela é o culpado pela ruína da família , ele acha que a irmã está louca.

O que irrita no filme é que o irmão sabe o tempo todo que o espelho é culpado mesmo mas demora demais a concordar com a irmã o que torna chato os flashbacks para que ele finalmente se convença de que seus pais estavam possuídos.
Seu pai matou sua mãe , o menino Tim mata o pai. E assim a família é marcada pela tragédia de cenas bizarras e assustadoras envolvendo mortos vagando pelo local e mortes não explicadas.
Se dá medo? Depende. Se você não tem medo de filme de terror...assista , esse é light. Mas se você não curte, não aconselho que veja. As cenas com as crianças sempre ficam na cabeça da gente. 

sábado, 20 de setembro de 2014

Menina que via Filmes : O doador de memórias [Crítica]

Título Original : The Giver
Título no Brasil : O doador de memórias
Baseado na obra de Lois Lowry
Direção : Philip Noyce
Elenco : Meryl Streep, Jeff Bridges, Brenton Thwaites, 
Ano : 2014
País : EUA
Idioma : Inglês
Gênero : Ficção
Duração : 1h 37 min
Censura : 12 anos





Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade.



Ler o livro e ver o filme em seguida é o que mais amo. E foi assim que aconteceu com O doador de memórias ,o livro é muito bom e o filme tem alguns exageros na tela mas ainda assim é bom.
 Jonas ( Brenton) vive a vida que conhece : tudo em preto e branco, comida macrobiótica, os mesmos amigos, e uma cidade sem crime, sem doenças...tudo controlado por autoridades que lhe dizem o que ser na vida quando completa determinada idade. No livro era 12 anos, no filme com um ator mais velho acho que colocaram que ele tinha uns 17 anos. Jonas tem pais tão animados quanto duas múmias, Alexander Skarsgard fica bem melhor de Eric de True Blood do que de pai de Jonas, e Katie Holmes também trabalha bem mal. 

Resta para a maravilhosa Meryl Streep no papel de Chief Elder, meio que a chefona do lugar , dar tudo de si para salvar atuações risíveis. Mas o diretor salva o filme com a ação depois que Jonas descobre que será o próximo recebedor de memórias e que viverá sendo ensinado por Jeff Bridges ( na pele do doador) como se portar, já que ele pode mentir para os outros e descobre toda uma vida que ficou para trás ou que tem fora daquele mundo. Ou seja, ele descobre que aquele povo é privado de viver, de ter memória ou fazer suas próprias escolhas. 
Nem vou julgar a atuação de Taylor Swift porque ela aparece tão pouco que  não entendi porque desperdiçarem uma pessoa tão famosa com um papel bobo demais. 

Mas não achem que não gostei do filme, o trio Streep, Bridges e Brendon dizem ao que vieram e salvam uma história que é muito bacana e que infelizmente só veio para as telonas depois de Jogos Vorazes e Divergente, faz com que as pessoas façam comparações quando na verdade o pioneiro foi esse , e a história é muito boa!