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terça-feira, 11 de maio de 2021

Menina que via filmes: A última nota

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Coda Título no Brasil: A última Nota País: Canadá Ano: 2019 Formato visto: Netflix Diretor: Claude Lalonde Roteiro: Louis Godbout Elenco: Patrick Stewart, Katie Holmes, Giancarlo Esposito
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Menina que via filmes: O Segredo: Ouse Sonhar

 


⚠️⚠️⚠️ Contém spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬 Título Original: The Secret: Dare to Dream Título no Brasil: O Segredo: Ouse Sonhar Baseado na obra de Rhonda Byrne País: EUA Ano: 2020 Direção: Andy Tennant Roteiro adaptado: Andy Tennant elenco: Katie Holmes, Josh Lucas, Celia Weston gênero: Drama, Romance Formato Visto: Netflix
#247 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

domingo, 23 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : A Dama Dourada [Crítica]

Título Original : Woman in Gold
Título no Brasil : A Dama Dourada
Dirigido por Simon Curtis
Com Helen Mirren, Ryan Reynolds, Daniel Brühl mais
Gênero Drama

Nacionalidade Reino Unido , EUA
Ano : 2015
























Incrível - e triste - o como a 2ª Guerra até hoje nos apresenta histórias de famílias dizimadas e separadas por causa dela. Dessa vez é através do quadro mais famoso do pintor Gustav Klimt , "Woman in Gold", que retratava uma moça chamada Adele na Áustria pré guerra. A tal pessoa pintada era tia de Maria Altman ( Helen Mirren, maravilhosa como sempre) , uma jovem judia que estava feliz com sua vida burguesa e recém casada com um cantor de ópera chamado Fritz ( Max Irons, filho do ídolo Jeremy Irons) . Quando Hitler toma conta de vez de Viena , seus tios conseguem fugir mas ela , o marido e os pais ficam. A casa em que moram é tomada pelos soldados e eles ficam em prisão familiar.
Entre o presente - que na verdade é o ano de 1998 - de Maria já moradora da Califórnia e enterrando sua última parente viva , sua irmã, e o passado no qual teve que fugir do país que amava para não parar nos campos de concentração o filme vai e volta muitas vezes, sinceramente,  a parte do passado é muito mais interessante, e acho que ficou faltando muita explicação, apesar das atuações dos pais ( destaque para a sempre ótima atriz Nina Kuzendorf) serem convincentes, falta alguns pontos como porque a irmã conseguiu fugir? O que acontece depois que fogem para Colônia? São detalhes que fazem a diferença para entendermos mais da história da protagonista. Claro há através das falas de Maria a compreensão de porque ela tem verdadeiro horror de seu país de origem, a ponto de se recusar o filme inteiro a falar o idioma dele. Helen também é britânica demais para quem era austríaca e passou o restante de sua vida nos Estados Unidos, esses detalhes me incomodaram um pouco.

Tirando isso, vemos o motivo principal do filme existir. Maria com a ajuda de um advogado com pouca experiência Randol Schoenberg (Ryan Reynolds) mas descente de judeus austríacos e amigos de sua família decidem correr atrás do quadro que foi roubado de sua família pelos nazistas. Outros filmes já tinham relatado o como muitas obras de arte foram roubadas por eles e nunca devolvidas. Woman in Gold é uma delas. Ficava no museu mais famoso de Viena e o filme mostra a luta para que consigam reaver o quadro para Maria, a única sobrevivente da família.
É difícil entender no filme porque Maria insiste tanto em ter o quadro e por momentos desiste quando finalmente convence e muda toda a vida do rapaz que esquece da família e de seu emprego para ajuda-la. Algo pouco explicado é porque mesmo ele mesmo sendo descendente de um famoso compositor, resolveu ter amor pelas raízes e lutar pela história de Maria com seu quadro.
A esposa dele, interpretada por Katie Holmes, é mostrada como alguém que só sabia cobrar dele que trabalhasse, enquanto engravidava o tempo todo. De repente ela decide apoia-lo. Fica estranho, talvez mal explicado.


Os atores do tribunal convencem, mas o humor nem sempre acontece na hora certa. Se não fosse o talento dos atores principais certamente o filme não seria tão bom quanto o é.
O roteiro as vezes confunde, mas a história se salva por ser interessante, a primeira vez que alguém processou a Áustria diretamente dos Estados Unidos é no mínimo curioso e merece a atenção que tem.
O final é como na vida real, e o quadro está até hoje nos Estados Unidos . Não foi spoiler, qualquer busca por ele no Google mostra isso. 

sábado, 20 de setembro de 2014

Menina que via Filmes : O doador de memórias [Crítica]

Título Original : The Giver
Título no Brasil : O doador de memórias
Baseado na obra de Lois Lowry
Direção : Philip Noyce
Elenco : Meryl Streep, Jeff Bridges, Brenton Thwaites, 
Ano : 2014
País : EUA
Idioma : Inglês
Gênero : Ficção
Duração : 1h 37 min
Censura : 12 anos





Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade.



Ler o livro e ver o filme em seguida é o que mais amo. E foi assim que aconteceu com O doador de memórias ,o livro é muito bom e o filme tem alguns exageros na tela mas ainda assim é bom.
 Jonas ( Brenton) vive a vida que conhece : tudo em preto e branco, comida macrobiótica, os mesmos amigos, e uma cidade sem crime, sem doenças...tudo controlado por autoridades que lhe dizem o que ser na vida quando completa determinada idade. No livro era 12 anos, no filme com um ator mais velho acho que colocaram que ele tinha uns 17 anos. Jonas tem pais tão animados quanto duas múmias, Alexander Skarsgard fica bem melhor de Eric de True Blood do que de pai de Jonas, e Katie Holmes também trabalha bem mal. 

Resta para a maravilhosa Meryl Streep no papel de Chief Elder, meio que a chefona do lugar , dar tudo de si para salvar atuações risíveis. Mas o diretor salva o filme com a ação depois que Jonas descobre que será o próximo recebedor de memórias e que viverá sendo ensinado por Jeff Bridges ( na pele do doador) como se portar, já que ele pode mentir para os outros e descobre toda uma vida que ficou para trás ou que tem fora daquele mundo. Ou seja, ele descobre que aquele povo é privado de viver, de ter memória ou fazer suas próprias escolhas. 
Nem vou julgar a atuação de Taylor Swift porque ela aparece tão pouco que  não entendi porque desperdiçarem uma pessoa tão famosa com um papel bobo demais. 

Mas não achem que não gostei do filme, o trio Streep, Bridges e Brendon dizem ao que vieram e salvam uma história que é muito bacana e que infelizmente só veio para as telonas depois de Jogos Vorazes e Divergente, faz com que as pessoas façam comparações quando na verdade o pioneiro foi esse , e a história é muito boa!