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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Menina que via filmes: A festa de formatura

 


Conheça meu lançamento de Natal: https://amzn.to/37ZVF9f ⚠️⚠️⚠️ Contém spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: The Prom Título no Brasil: A festa de formatura País: EUA Ano: 2020 Diretor: Ryan Murphy Roteiro: Bob Martin , Chad Beguelin Elenco: Meryl Streep, James Corden, Nicole Kidman Gênero: Musical/ Drama Original da Netflix
#260 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Menina que via Filmes: O Retorno de Mary Poppins [Crítica]


Título Original: Mary Poppins Return Título no Brasil: O Retorno de Mary Poppins Data de lançamento 20 de dezembro de 2018 (2h 11min) Direção: Rob Marshall Elenco: Emily Blunt, Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw mais Gêneros Comédia Musical, Família, Fantasia Nacionalidade EUA
#245
por Raffa Fustagno

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Menina que via Filmes: Mamma Mia 2 [-Lá Vamos Nós de Novo! Crítica]





















Título Original: Mamma Mia! Here we go again
Título no Brasil: Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!
Data de lançamento 2 de agosto de 2018 (1h 54min)
Direção: Ol Parker
Elenco: Lily James, Amanda Seyfried, Meryl Streep mais
Gênero Comédia Musical
Nacionalidade EUA
#136
por Raffa Fustagno

Certamente você viu o primeiro filme, se não assistiu, onde estava quando Meryl Streep fez o mundo dançar sendo disputada com 3 coroas bonitões?
Eu amei o primeiro filme e corri para os cinemas para assistir esse segundo que levou exatos 10 anos para ser filmado. Já peço desculpas porque assisti esse filme em agosto e somente agora consegui parar e publicar a crítica para vocês, quem não viu nos cinemas, provavelmente agora só verá em streaming muito em breve.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Menina que via Filmes: The Post: A Guerra Secreta [Crítica]

Título Original: The Post
Título no Brasil: The Post: A Guerra Secreta
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Meryl Streep, Tom Hanks, Bob Odenkirk, Bradley Whitford
Ano: 2017
País: EUA
Duração: 115 min
#06












 Os EUA que são conhecidos como a Terra da Liberdade e cujo símbolo maior é uma estátua com o mesmo nome, se vê envolvido em pleno ano de 2017/2018 nas Fake News que muitos afirmam que é o motivo maior do atual presidente ter ganho as eleições. Mas isso não começou agora...há anos atrás, tivemos um grande escândalo na época do governo de Richard Nixon e que envolvia  a guerra do Vietnã.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Menina que via Filmes: Florence - Que Mulher É Essa? [Crítica]

Título Original: Florence Foster Jenkins
Título no Brasil: Florence -Quem é essa Mulher?
Data de lançamento 7 de julho de 2016 (1h 50min)
Direção: Stephen Frears
Elenco: Meryl Streep, Hugh Grant, Simon Helberg mais
Gêneros Biografia, Drama, Comédia

Nacionalidades Reino unido, França
Ano: 2016



Basta um filme trazer Meryl Streep no elenco que já me animo em assistir. É quase que uma obrigação ir ao cinema se a maior atriz americana em atividade está no longa.
Quando o resultado é um filme delicioso como Florence - Quem é essa Mulher? saio ainda mais satisfeita da sala de exibição. Florence ( Meryl Streep) é uma mulher na faixa de 60 anos muito rica, vive com seu marido St. Clair ( Hugh Grant) que é pelo menos uns 10 anos mais jovem que ela. Os dois se amam de um jeito peculiar: ele tem um apartamento só dele onde mora com a amante, ela sofre de uma doença que a deixa careca e fraca constantemente mas não permite que isso influencie em seu sonho: se tornar uma cantora de sucesso. Apaixonada por música Florence cresceu ouvindo do pai que não devia se dedicar ao canto, agora que ele morreu quer colocar em prática seu grande sonho.

Para que isso aconteça ela usa seu dinheiro de uma forma sutil - ministrada pelo marido atencioso - para ter os melhores maestros e pianistas a seus redor. 
Com a chegada de Cosme McMoon ( Simon Helberg), um jovem pianista que se sente muito sortudo de ter sido o escolhido para acompanha-la nos concertos que dará, o público descobre que Florence canta muito mal. Aquele desafino que dói nossos tímpanos. 
A sala inteira cai na gargalhada a cada cena de canto de Florence, que parece não perceber que não tem talento algum. 
Para alegra-la o marido e o pianista driblam tudo e todos que possam faze-la cair na real de que não tem talento algum para música.

Misturando drama com comédia, o diretor nos leva para uma história que até poderia ser simples e sem graça se não fosse o incontestável talento do trio principal, todos estão muito bem nos papéis e o filme se torna uma grata surpresa.
Vale pelo riso e pela história de amor entre um casal que se amava diferente mas de um jeito lindo e único. 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes : As Sufragistas [Critica]

Título Original : Suffragette
Título no Brasil : As Sufragistas
Lançamento 24 de dezembro de 2015 (1h46min) 
Dirigido por Sarah Gavron
Com Carey Mulligan, Helena Bonham Carter, Meryl Streep mais
Gênero Drama , Histórico

Nacionalidade Reino Unido















Antes de mais nada vale a pena avisar duas coisas : quem vai ao cinema querendo ver Meryl Streel vai se decepcionar , a atriz aparece durante 5 minutos do longa! Outro ponto importante é que o filme foca no direito ao voto feminino como pontapé inicial para que as mulheres obtenham outros direitos e isso é uma lição para todos - por favor, não achem isso ultrapassado, a Arábia Saudita somente permitiu que as mulheres votassem esse ano! - seja você homem ou mulher que reclama de quando tem que levantar no domingo para exercer seu direito.
Vamos ao filme : Maud Watts ( Carey Mulligan) é uma lavadeira de apenas 24 anos, mãe de um menino e casada com Sonny que também trabalha na mesma lavanderia . Ela cresceu no local após a morte prematura da mãe, foi criada por ali e abusada constantemente pelo patrão. 
Hoje, casada, ele não a cobiça mais, ela tem uma vida pacata com seu marido que não a agride, mas também não entende porque em pleno 1912 as mulheres precisam votar. E é exatamente em um simples diálogo com o marido antes de se deitar que ela acorda para a vida, literalmente . Com algumas amigas da fábrica se rebelando contra o governo que não as permite votar, ela vai cada vez mais participando das reuniões e querendo lutar pelos seus direitos. Para o espectador, claro que fica óbvio o quanto votar é um direito essencial, mas a diretora coloca em cena questões familiares e aí fica complicado para o público querer que ela continue na luta. 
O exemplo maior é que ela perde a guarda do filho , que era mais um direito exclusivo dos homens, sim, ela se separa do marido que não a quer mais metida nessa luta. Não fica portanto para ele o papel de vilão, já que ele parece mais é um fraco diante da pressão da sociedade que nem querem mais que eles morem na casa naquela rua.
Também temos a sempre maravilhosa Helena Bonham Carter no papel da médica Edith, chefe das Sufragistas ( atrás apenas da toda poderosa Meryl Streep em uma ponta de luxo)  , ela dedica sua vida à causa.

Alguns pontos me intrigaram. Uma das mais fiéis donas da causa, não percebe que a filha mais velha é abusada, enquanto luta pelos direitos das mulheres, sua filha sofre nas mãos do patrão. Essas cenas, sinceramente, me fizeram perguntar se realmente vale a pena lutar por algo e esquecer da família? Claro que para o meu próprio bem hoje e de todas as mulheres isso fez uma tremenda diferença, mas elas abdicaram de seus filhos, e isso me deixou um pouco chocada se esses filhos não ficaram com raiva de suas mães e entenderam o como elas foram importantes para a causa?
No papel de vilão temos o excelente ator Brendan Gleeson como o Inspetor Arthur,  ele dá medo só de olhar, como um investigador que não mede as palavras o que ele diz à Maud é de querer entrar na tela e dar uns bons socos nele.
O filme é bem  parado , requer atenção mas a mensagem é super importante, não somos nada sem escolher quem nos governa, nós então sabemos bem o como uma escolha errada nos afeta, veja a atual governante, o direito ao voto também permitiu que mulheres se candidatassem, talvez nossa presidente precisasse ver esse filme e aprender que a confiança que a maioria depositou nela vem de toda uma luta para que ela pudesse votar e virar a mais importante figura política do Brasil.
Tem cheiro de indicação para Carey Mullingan, mas posso estar errada. 

quarta-feira, 4 de março de 2015

Menina que via Filmes : As pontes de Madison [Crítica]

Título Original: The Bridges of Madison County 
Título no Brasil : As Pontes de Madison
Dirigido por Clint Eastwood
Com Meryl Streep, Clint Eastwood, Annie Corley 
Gênero Drama , Romance

Nacionalidade EUA
Duração : 2h 15 min
Ano : 1995
Censura : 12 anos







Para quem sabe que sou fã de Meryl Streep e de Clint Eastwood, certamente se assustará ao saber que somente agora assisti a esse filme. Lançado em 1995 e um sucesso de bilheteria, As Pontes de Madison me arrancou tantas lágrimas que não consegui dormir sem pensar no filme. E sim, existia uma razão para não tê-lo visto até hoje, minha mãe desde que assistiu me disse que o filme se tratava de traição , como odeio o tema, ela achou que eu odiaria a história.
Nem eu sei dizer a vocês o porque, pela primeira vez, uma traição de 4 dias mexeu tanto comigo, achando as história linda e a aceitando.
Francesca ( Meryl Streep, na época indicada ao Oscar de Melhor Atriz pela atuação) é uma italiana de meia idade que vive em uma cidade pequena com o marido e seu casal de filhos adolescentes. A vida dela se resume a cozinhar, lavar, passar e cuidar da plantação que tem ao redor da casa. O relacionamento com o marido já não é carnal há muitos anos, os dois se respeitam e só isso, na verdade o marido aparece muito pouco durante as mais de duas horas de filme.

As Pontes de Madison começa com os dois filhos já adultos indo encontrar o advogado para lerem juntos o testamento de Francesca, enquanto olham a casa que viveram o advogado lhes informa que ela quer ser cremada , para espanto da família católica que tem até jazigo perpétuo, tudo parece não vir da mãe que conheceram até que encontram um caixa com cartas e diários, onde ela escreve para os filhos uma realidade que exceto para melhor amiga nunca teve coragem de contar a ninguém, mas achou que após sua morte seus filhos deveriam conhecer.
Francesca conheceu quando eles eram muito jovens - com 16 e 17 anos - um fotógrafo chamado Robert ( Clint Eastwood) que estava a trabalho na cidade para conhecer e fotografar a ponte de Madison. Ao se perder ele pede ajuda a dona de casa que o leva até o local que quer mas começa a partir daí uma troca de olhares e convites para jantar que terminam em uma paixão avassaladora.
O marido e os filhos tinham ido passar 5 dias fora em uma exposição o que é exatamente o tempo em que Francesca tem de romance com Robert. Ele, um homem acostumado  ater diferentes mulheres e a rodar o mundo se vê encantado com a dona de casa de corpo grande e jeito interiorano e que até então só havia se deitado com seu marido na vida.

Os quatro dias em que vivem juntos dentro da casa não fazem com que  o espectador lembre que ela é casada, eles dormem juntos, comem, fazem juras de amor, mas sabem que não é eterno. Robert entende que Francesca não é dele.
Em atuações sensacionais de dois mitos do cinema, o filme poderia ser mais um em que eu odiasse o quesito ser traído, mas o diretor, o próprio Eastwood, nos envolve na atmosfera dos dois onde o amor que vivem não parece ser errado, afinal, como o personagem mesmo informa : " Essa certeza a gente só tem uma vez na vida"
São tantas frases lindas, tantos olhares apaixonados que não nos resta outra opção, senão a de torcer pelo casal...e querer que o tal marido que um dia vai voltar arrume outra mulher que o ame da mesma forma.
Mas o que acontece no final, é o esperado, Francesca opta pela família, por acreditar que aquele amor não duraria passando das portas daquela casa, e a cena do carro com a chuva é de cortar o coração. A gente torce para que ela saia do carro e fique com ele, mas ao mesmo tempo pensa do coitado do marido que é bom para ela e não merece sofrer assim.
Lindo, épico e único. Entrou para lista dos melhores . 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : Caminhos da Floresta [Crítica]


Título Original : Into the Woods
Título no Brasil : Caminhos da Floresta
Dirigido por Rob Marshall
Com Meryl Streep, James Corden, Emily Blunt mais
Gênero Fantasia , Musical

Nacionalidade EUA
Duração : 2h 4 min
Idioma : Inglês
censura : 12 anos










Um padeiro e sua mulher (James Corden e Emily Blunt) vivem em um vilarejo, onde lidam com vários personagens famosos dos contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho (Lila Crawford). Um dia, eles recebem a visita da bruxa (Meryl Streep), que é sua vizinha. Ela avisa que lançou um feitiço sobre o casal para que não tenha filhos, como castigo por algo feito pelo pai do padeiro, décadas atrás. Ao mesmo tempo, a bruxa avisa que o feitiço pode ser desfeito caso eles lhe tragam quatro objetos: um capuz vermelho como sangue, cabelo amarelo como espiga de milho, um sapato dourado como ouro e um cavalo branco como o leite. Eles têm apenas três dias para encontrar tudo, caso contrário o feitiço será eterno. Decididos a cumprir o objetivo, o padeiro e sua esposa adentram na floresta.



Um filme com Meryl Streep e Johnny Depp, o que mais precisa para nos levar ao cinema? Ah sim, é musical, é da Disney e ainda tem entre os nomes do elenco atores como Chris Pine, Anna Kendrick e Emily Blunt. Perfeito, certo? Só que não. 
Baseado no musical da Broadway, Caminhos da Floresta tem muitas qualidades. A primeira dela é satirizar histórias da carochinha e dar uma nova roupagem a elas. Tem também - claro - como um apoio de peso , a atriz Meryl Streep no papel da Bruxa, o que valeu apenas mais uma indicação ao Oscar de 2015.
Mas peca em muitos aspectos. A primeira história que conhecemos é da Cinderela ( Anna Kendrick), a atriz que a interpreta vem de pequenas participações como filmes da Saga Crepúsculo e Amor sem escalas , a menina trabalha bem sim, e canta incrivelmente bem, o que provou ao mundo no longa A Escolha Perfeita. O problema na escolha está a meu ver que Anna não é tão linda como pede uma personagem que faça Cinderela, afinal, ela encanta um príncipe ( Chris Pine, hilário!) no meio de muitas outras moças do castelo. Vive com a madrasta e as irmãs malvadas, mas fugir 3 vezes do príncipe ficou chato e sem graça. Ainda que, repito, a voz dela seja belíssima. 
Também temos um casal que não pode ter filhos ( Emily Blunt e James Corden), eles são donos da padaria e sofrem querendo ter um filho. A Bruxa ( Meryl, que merecia um filme só com ela, essa mulher nem devia mais concorrer ao Oscar , ela é perfeita em todos os papéis) lhes conta que na verdade tem um feitiço sobre aquela família, que ela mesmo rogou. Assim começa a saga em busca dos objetos estranhos que ela pede a eles. O sapato dourado da Cinderela acima é um deles.
Uma das histórias mais legais é a que envolve Johnny Depp como o Lobo e Chapeuzinho Vermelho ( Lila Crawford, que menina ótima no papel!) , pela estrada afora ela vai bem sozinha...até encontrar Depp...bem , com esse Lobo o mínimo que eu diria é " pode devorar, queridão!" mas ela é criança e atua muito essa menina, a cena dos dois é pequena, uma pena, adorei esse momento. Ah, o capuz vermelho dela é algo que o casal acima precisa para desfazer o feitiço. 
Em outra história baseada em João, e o pé de feijão, um garoto muito pobre tem uma paixão imensa pela vaca da família, mas a mãe manda que ele venda, ele volta com os feijões e já sabemos a história . Ah, a vaca faz parte do pedido da bruxa. História sonolenta essa, hein!
Também temos uma Rapunzel mala com um príncipe meio afeminado e uma cena bizarra de ridícula no meio do rio envolvendo Chris Pine e o outro ator que faz o filme ( Billy Magnussen).
Estaria tudo ok se o filme terminasse quando acontece o casamento, mas não acaba . E gente, dali para frente as coisas só pioram. Fizeram Nicholas Sparks sentir inveja de tanta tragédia, é tanta gente que morre e mensagens de vida desesperadas que o espectador só tem uma certeza. Tira a Meryl do filme e vira fácil o Troféu Framboesa do ano! Sofrível. 


sábado, 20 de setembro de 2014

Menina que via Filmes : O doador de memórias [Crítica]

Título Original : The Giver
Título no Brasil : O doador de memórias
Baseado na obra de Lois Lowry
Direção : Philip Noyce
Elenco : Meryl Streep, Jeff Bridges, Brenton Thwaites, 
Ano : 2014
País : EUA
Idioma : Inglês
Gênero : Ficção
Duração : 1h 37 min
Censura : 12 anos





Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade.



Ler o livro e ver o filme em seguida é o que mais amo. E foi assim que aconteceu com O doador de memórias ,o livro é muito bom e o filme tem alguns exageros na tela mas ainda assim é bom.
 Jonas ( Brenton) vive a vida que conhece : tudo em preto e branco, comida macrobiótica, os mesmos amigos, e uma cidade sem crime, sem doenças...tudo controlado por autoridades que lhe dizem o que ser na vida quando completa determinada idade. No livro era 12 anos, no filme com um ator mais velho acho que colocaram que ele tinha uns 17 anos. Jonas tem pais tão animados quanto duas múmias, Alexander Skarsgard fica bem melhor de Eric de True Blood do que de pai de Jonas, e Katie Holmes também trabalha bem mal. 

Resta para a maravilhosa Meryl Streep no papel de Chief Elder, meio que a chefona do lugar , dar tudo de si para salvar atuações risíveis. Mas o diretor salva o filme com a ação depois que Jonas descobre que será o próximo recebedor de memórias e que viverá sendo ensinado por Jeff Bridges ( na pele do doador) como se portar, já que ele pode mentir para os outros e descobre toda uma vida que ficou para trás ou que tem fora daquele mundo. Ou seja, ele descobre que aquele povo é privado de viver, de ter memória ou fazer suas próprias escolhas. 
Nem vou julgar a atuação de Taylor Swift porque ela aparece tão pouco que  não entendi porque desperdiçarem uma pessoa tão famosa com um papel bobo demais. 

Mas não achem que não gostei do filme, o trio Streep, Bridges e Brendon dizem ao que vieram e salvam uma história que é muito bacana e que infelizmente só veio para as telonas depois de Jogos Vorazes e Divergente, faz com que as pessoas façam comparações quando na verdade o pioneiro foi esse , e a história é muito boa! 

terça-feira, 4 de março de 2014

Oscar 2014 - O que curti e o que não curti ...

Oscar para mim é aquele momento único onde os deuses da sétima arte dizem para nós : "Hey, você mereceu muito , trabalhou bem demais, toma aqui um boneco pelado para colocar na sua sala" ! Bom, brincadeiras a parte o tal boneco dourado vale muito, vale a ascensão de um artista ou a praga de outros, dizem que muitos dos atores que ganham não fazem mais sucesso. Será mesmo? Muitso foram injustiçados e nunca ganharam o Oscar merecido!
 Caso de Leonardo Di Caprio que até hoje não faturou o boneco!
No Oscar desse ano fiz questão de ver todos os filmes, como sempre tento, não consegui ver todos os estrangeiros indicados mas tinha minha torcida  claro!
Mesmo estando do Curitiba, fiquei ligada na TNT e peço desculpas pelo post um pouco atrasado mas para mim foi maravilhoso estar em um local mais fresco e também ver o Oscar sem ter que acordar no dia seguinte cedo e fazendo cosplay de The Walking dead.
Então vamos a tudo que eu curti nesse Oscar...

A apresentadora Elen Degeneres foi uma grata surpresa, sempre simpática e brincalhona ela alegrou a plateia pedindo pizza e tirando selfie pictures com os famosos atores e diretores! Um show a parte. Ela postou em seu twitter e no instagram fotos da cerimônia , e eu morrendo de inveja , quem não faria isso? hahah
Na hora dos Oscar tivemos algumas surpresas: Vamos a elas? 








Concorrendo ao Oscar de melhor ator coadjuvante tínhamos 5 atores, vi todos os filmes e apesar de ter amado a atuação de todos, eu fiquei dividida entre  o maravilhoso Michael Fassbender em 12 anos de Escravidão  e Jared Leto em Clube Compra Dallas.  Ganhou Jared Leto, merecido! Palmas para esse lindo! Que ainda fez um discurso super bacana falando da Ucrânia e da Venezuela!
Para mim ele sempre será o ator de My so called life  seriado teen que passou quando eu tinha uns 15 anos com Claire Danes no papel principal. Agora um ator de talento com o Oscar em casa e ainda líder da banda 30 Seconds to Mars, o moço arrasa.

Também tivemos a melhor atriz coadjuvante :
Também vi todos os filmes e sinceramente daria o Oscar a Julia Roberts por Álbum de família .  A linda mulher está fantástica na pele de uma mãe que sofre com a traição do marido, a filha chata e uma mãe que é uma víbora. A cena em que ela avança em Meryl Streep é maravilhosa, é para bater palmas de pé. 
June também está divina no papel da esposa de Bruce Dern em Nebraska  , se o Oscar fosse para ela eu também amaria, uma senhora de 85 anos que fez seu primeiro filme e as falas melhores são dela , só vendo para ver o quão bacana foi.
O Oscar acabou indo para Lupita, ela é ótima sim, uma atriz com talento e que a cena na qual acredito que tenha ganho o Oscar em 12 anos de escravidão foi sensacional. Mas muita gente estranhou porque ela só teve essa cena e ganhou o prêmio. Eu preferia outras, mas torço pra que o Oscar impulsione ainda mais esse novo talento em produções boas.

Como melhor atriz a briga estava feia, tínhamos divas do cinema como Meryl Streep ( eu daria um Oscar a ela todo ano!) e Judi Dench! Como julgar o que é perfeito? Nunca assisti nenhum filme delas onde achasse que elas atuassem menos que divinamente!
E aí na corrida, tínhamos Cate Blanchett que já havia ganho um Oscar de coadjuvante, também tínhamos uma Sandra Bullock que merecia um Oscar por ter aceitado filmar algo tão insosso quanto Gravidade. Não consegui gostar de nada desse filme, desculpem os que viram algo de bom nele, eu só via a beleza do Clooney de válido em ter pago o ingresso do cinema. 
Amy Adams apesar de fofinha eu não consigo ter visto nada demais na indicação dela, para mim foi engolida por Lawrence em cena assim como por Christian Bale.
Na hora que anunciaram o vencedor eu torci para qualquer uma, para Meryl ( minha favorita!), para Judi ( minha segunda favorita) e para Blanchett. Amy eu até não ficaria tão revoltada, adoro Sandra mas não gostei de Gravidade mesmo acho que isso vocês já sabem!
Cate Blanchett em "Blue Jasmine"mostrou o que uma mulher neurótica é capaz , e foi ela a grande vencedora. Com um roteiro magnífico de Woody Allen a atuação dela foi muito beneficiada!
Linda como sempre, Blanchett recebeu seu segundo Oscar emocionada, agradeceu a todos, com seus vestido nude, um escândalo e aquela classe típica dela!
Meryl aplaudiu, Judi aplaudiu...e claro que pelo conjunto da obra aplaudimos, mas eu continuo achando que perto de Meryl e Judi todas as demais viram atrizes de Malhação.





Voltamos para nosso Oscar DIVO, o melhor ator não podia ser ninguém menos que... Matthew McConaughey! No papel de um machão que ama  sexo, drogas e rodeios ele contrai o vírus da AIDS , o ator perdeu mais de 20 kg para interpretar o personagem.
Se ele merecia? Vi também todos os filmes, difícil falar de atores como Bruce Dern, um dinossauro da sétima arte com uma atuação esplendorosa e na medida no maravilhoso Nebraska. Também tivemos um Chiwetel ótimo no papel de Solomon que me emocionou demais em 12 anos de escravidão! 
Leonardo Di Caprio é como sempre o injustiçado, seu papel em O lobo de Wall Street  é divino , há tempos o ator merece ganhar o prêmio, cresceu atuando na frente de todos nós e nesse filme ele parece possuído pelo espírito do Oscar! Não foi dessa vez , mas Mathew realmente arrasou no papel, mereceu o prêmio e seu discurso emocionado e apontando para sua linda esposa brasileira Camila Alves e para sua mãe na plateia foi digno de um ator fofo que sabe o quanto lutou para se fazer reconhecido.

Eu torcia muito para meu ídolo Martin Scorsese , por O lobo de Wall Street como melhor diretor.
Também queria que Steve McQueen ganhasse pelo ótimo filme
12 anos de escravidão mas o vencedor da noite foi o mexicano Alfonso Guarón pelo chatonildo Gravidade.
David O. Russel também é maravilhoso, mas não curti tanto seu Trapaça.
Celebrado por toda a Academia Gravidade ganhou 9 Oscars, a maioria técnicos.

Como melhor filme tínhamos Gravidade, O lobo de Wall Street , Philomena, Trapaça, Nebraska, Clube de Compras Dallas e 12 anos de escravidão. 
Quando o astro Will Smith anunciou que o vencedor da noite era 12 anos de escravidão um empolgado e saltitante Steve McQueen subiu ao palco ao lado do astro Brad Pitt que além de ter atuado no filme também foi um dos atores em cena.
Achei merecido, diante de Gravidade, mas acho que daria a Clube de Compras Dallas ou Nebraska que foram filmes emocionantes e que me fizeram pensar muito ao sair do cinema. De qualquer forma todos os filmes eram merecedores , menos claro Gravidade ! 



Como melhor animação ganhou o merecidíssimo Frozen.  Quase dormi em The Croods  e não achei melhor que Frozen a animação Meu malvado Favorito 2.
Senti falta de Olaf no palco, os 3 sem sal que subiram no palco esqueceram que ganharam por animação...chatinhos...

Frozen também faturou a melhor música, o desenho é todo lindo e realmente foi uma grata surpresa no ano que passou para todas as idades! Mereceu cada Oscar ganho!
Olaf, nós te amamos <3!



O Oscar de melhor roteiro adaptado foi para 12 anos de escravidão merecido , o filme é lindo mesmo mas ainda não tive tempo de ler o livro original. Para receber o Oscar o roteirista John Ridley subiu no palco para ser aplaudido!
Como roteiro original o belo e inteligente Ela  foi o vencedor, o filme é muito bom mesmo, e ainda essa semana tem crítica deles aqui no blog para vocês!

Spike Jonze subiu ao palco para receber o prêmio, amigo de Alfonso Guarón ele tirou fotos ao lado do diretor campeão.


Como melhor filme estrangeiro tivemos um jejum da Itália quebrado depois de 15 anos sem ganhar o prêmio, não vi o filme que venceu "A grande beleza" foi muito bem falado pela crítica mas meu favorito era "A caça"um filme intenso, verdadeiro e mesmo sem ver o outro continua sendo meu favorito, ainda pretendo ver os outros!
Em uma festa com tantas beldades, justiças e injustiças o Oscar continua sendo uma festa linda, um sonho para quem curte Cinema como eu!
Não consigo não vibrar quando alguém que estava torcendo muito ganha! 
E lamentar quando casos como o de filmes que não mereciam ganham, esse ano estava quase acreditando que Gravidade levaria todos os prêmios, mas ainda bem que os Deuses da Academia resolveram fazer algumas justiças.
Para finalizar, a imagem mais celebradas nas redes, uma selfie no celular de Elen com beldades, e a gente morrendo de vontade de estar ali no meio ;) 



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Oscar 2014 - Lista de indicados

Já era de se esperar que eu amasse o Oscar, sou completamente apaixonada por cinema. Para mim Oscar é como final de campeonato brasileiro, ou final de Copa do Mundo: eu torço, eu grito, não vou dormir enquanto não termina a cerimônia! Esse ano o Oscar será em 2 de março, bem no meio do Carnaval ! Domingo como sempre! Estaremos juntinhos acompanhando, mas como estarei viajando, se não conseguir postar, me desculpem! Assim que voltar faço um post completinho!
Mas vamos aos indicados desse ano e para quem eu vou torcer ;) 

 MELHOR FILME 
Trapaça, de David O. Russel
Capitão Phillips, de Alexander Payne 
Nebraska, de Alexander Payne 
Clube de Compras Dallas, de Jean-Marc Vallée 
Gravidade, de Alfonso Cuarón 
Ela, de Spike Jonze 
Philomena, de Stephen Frears 
Doze Anos de Escravidão, de Steve McQueen 
O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese 

De todos os filmes acima, somente assisti "Gravidade" filme chato demais, como alguém pode ter gostado?  e Capitão Phillips que é realmente maravilhoso!


TRAPAÇA TEM MUITAS INDICAÇÕES AO OSCAR 2014
MELHOR ATOR 
Christian Bale, por Trapaça 
Bruce Dern, por Nebraska 
Leonardo DiCaprio, por O Lobo de Wall Street 
Chiwetel Ejiofor, por 12 Anos de Escravidão 
Matthew McConaughey, por Clube de Compras Dallas 

Ainda não vi nenhum dos filmes, mas precisa dizer que há anos que torço para Di Caprio? O rapaz merece!

NEM O LEO ENTENDE PORQUE ATÉ HOJE NÀO GANHOU O OSCAR!
MELHOR ATRIZ 
Amy Adams, por Trapaça 
Cate Blanchett, por Blue Jasmine 
Sandra Bullock, por Gravidade 
Judi Dench, por Philomena 
Meryl Streep, por Álbum de Família 

Meryl tem sua 18 º indicação ao Oscar! Cate Blanchett arrasou mesmo no filme de Allen. Mas Bullock apesar de te adorar, Gravidade é muito ruim amiga! Se você ganhar choro junto contigo, mas é de infelicidade!



MELHOR ATOR COADJUVANTE 
Berkhad Abdi, por Capitão Phillips 
Bradley Cooper, por Trapaça 
Michael Fassbender, 12 Anos de Escravidão 
Jonah Hill, O Lobo de Wall Street 
Jared Leto, por Clube de Compras Dallas 


Só no quesito beleza temos Bradley Cooper, Fassbander e Jared Leto <3! Mas nosso amigo da Etiópia Abdi realmente fez um ótimo trabalho!Minha torcida ainda não foi definida

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE 

Sally Hawkins, por Blue Jasmine 
Jennifer Lawrence, por Trapaça 
Lupita Nyong'o, por 12 Anos de Escravidão 
Julia Roberts, por Álbum de Família 
June Squibb, por Nebraska 

Amo Lawrence mas amo mais Julia Roberts, minha torcida é para ela <3!


DIRETORES 
David O. Russel, por Trapaça 
Alfonso Cuarón, por Gravidade 
Steve McQueen, por ?12 Anos de Escravidão, por 12 Anos de Escravidão 
Martin Scorsese, por O Lobo de Wall Street 
Alexander Payne, por Nebraska 

Scorcese <3! <3! 





FILME ESTRANGEIRO 
A Grande Beleza (Itália)
Alabama Monroe (Bélgica)
A Caça (Dinamarca)
The Missing Picture (Camboja) 
Omar (Palestina)

MELHOR ANIMAÇÃO
OI, QUERO ABRAÇOS QUENTINHOS E UM OSCAR ;) 

Frozen
Meu Malvado Favorito 2
Ernest&Celestine
Vidas ao Vento
Os Croods

MELHOR CANÇÃO
Original Ordinary Love (Mandela) 
The Moon Song (Ela) 
Let It Go (Frozen) 
Happy (Meu Malvado Favorito 2) 
Alone Yet Not Alone (Alone Yet Not Alone)

MELHOR MAQUIAGEM
Clube de Compras Dallas 
Jackass Apresenta Vovô sem Vergonha 
O Cavaleiro Solitário


MELHOR TRILHA SONORA
A menina que roubava livros, por John Williams
Gravidade, por Steven Price
Ela, por William Butler e Owen Pallett 
Philomena, por Alexandre Desplat
Walt nos bastidores de Mary Poppins, por Thomas Newman

CURTA ANIMAÇÃO
Feral Get a Horse!
Mr. Hublot
Possessions
Room on the broom


DIREÇÃO DE ARTE
Trapaça
Gravidade
O Grande Gatsby
Ela
12 anos de escravidão


MELHOR EDIÇÃO
Trapaça
Capitão Phillips
Clube de compras de Dallas
Gravidade 12 anos de escravidão


MELHOR DOCUMENTÁRIO
O Ato de Matar
Cutie and the Boxer
Guerras Sujas
Al Midan
A um passo do estrelato


MELHOR DOCUMENTÁRIO CURTA
Cave Digger
Facing Fear
Karama hás no Walls
The Lady in number 6: music saved my life
Prision Terminal: The last days of private Jack Hall


MELHOR FIGURINO
Trapaça
O Grande Mestre
O Grande Gatsby
The Invisible Woman
12 anos de escravidão


WOODY concorre por Blue Jasmine
Roteiro Adaptado
Antes da Meia-Noite
Capitão Phillips
Philomena
12 Anos de Escravidão
O Lobo de Wall Street


Roteiro Original
Trapaça
Blue Jasmine
Clube de Compras Dallas
Ela
Nebraska