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sábado, 21 de dezembro de 2019

Menina que via Filmes: Star Wars - Ascensão Skywalker [Crítica]


🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Star Wars - The Rise of Skywalker Título no Brasil: Star Wars - A Ascensão Skywalker Data de lançamento 19 de dezembro de 2019 (2h 22min) Direção: J.J. Abrams Elenco: Daisy Ridley, Adam Driver, Oscar Isaac mais Gêneros Ficção científica, Aventura Nacionalidade EUA
#241

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Menina que via Filmes: Star Wars 8 : Os Últimos Jedi [Crítica]

Título Original: Star Wars - The Last Jedi
Título no Brasil: Star Wars - Os últimos Jedi
Data de lançamento 14 de dezembro de 2017 (2h 32min)
Direção: Rian Johnson
Elenco: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac mais
Gêneros Ficção científica, Ação

Nacionalidade EUA
#109assistido
#110criticado






Star Wars chega mais uma vez aos cinemas do mundo inteiro em dezembro pelo 3º ano consecutivo para alegria de fãs como eu. Um novo gás e novos personagens foram apresentados ao público em 2015 no maravilhoso Star Wars: O Despertar da Força. No ano seguinte o insosso Rogue One não me agradou muito mas graças aos deuses a saga ganha um filme especial e à altura do que merece Carrie Fisher ( A Princesa/General Leia). A atriz faleceu ano passado deixando fãs desolados.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

[Resenha] Memórias da Princesa - Os diários de Carrie Fisher

Título Original: The Princess Diarist
Título no Brasil: Memórias da Princesa - Os diários de Carrie Fisher
Autora: Carrie Fisher
Editora Best Seller
Tradução de Patricia Azeredo e Thaíssa Tavares
Número de págs: 222






Não por acaso você está lendo essa resenha, esse livro foi comprado antes do tempo planejado porque a autora dele, Carrie Fisher, faleceu essa semana. Sim, sou fã de Star Wars desde que aprendi a falar, ou desde que meu pai achou que era certo colocar uma criança de 3 anos na frente da tv para ver um filme que eu morria de medo do vilão. Darth Vader. Passados os anos, sou apaixonada por todos os personagens, e não seria diferente com Carrie Fisher, ou melhor dizendo, com a Princesa Leia. Como separar a atriz da personagem que imitamos em festas á fantasia, que temos camisetas com suas frases, bonecos com seu rosto, cadernos com sua imagem? Nem mesmo a atriz que gostaria de ser também reconhecida como escritora, consegue explicar o fascínio, mas sabe quais as dores e as delícias de nascer em uma casa de famosos e se tornar uma celebridade reconhecida no mundo inteiro.
O livro começa com Carrie nos dizendo como se tornou atriz, mas não somente isso, nos mostra o como a carreira de seus pais, e principalmente de sua mãe, Debbie Reynolds influenciou essa decisão. Acostumada desde cedo em ser a filha do casal "Angelina e Brad Pitt" da época, Carrie cita o divórcio de seus pais como uma divisão de águas em sua vida. Seu pai largou sua mãe para se casar com a melhor amiga dela, ninguém menos que Elizabeth Taylor. 
Sua mãe - que morreu um dia após a filha- viu seu contrato com a MGM Estúdios ser quebrado e ter que ir do luxo ao quase lixo, cantando em locais sem nenhum glamour, vale lembrar que o papel de maior sucesso de sua mãe foi em Cantando na Chuva ao lado de Gene Kelly. 
Quando fez seu primeiro filme com Warren Beaty - chamado Shampoo- ela não imaginava que seria  a Princesa Leia, muito menos que passaria no teste disputado para o papel em frente à George Lucas e à Brian de Palma ( sim, ela conta que os testes para o filme foram realizados também para escolha do papel principal de Carrie, a estranha baseado na obra de Stephen King, como sabemos o papel ficou com Sissy Spacek). Isso tudo era o ano de 1976 e a forma como ela vai nos inserindo nos acontecimentos do set de filmagem de Star Wars, o primeiro filme que se transformaria mais tarde em quarto filme, e que foi lançado em 1977. 
Carrie cita o que era mais esperado no livro, seu romance com Han Solo, ou melhor, com o ator Harrison Ford, quase 15 anos mais velho que ela e casado na época com sua primeira esposa, Mary Marquardt. Nada disso foi empecilho para os dois viverem um tórrido amor em Londres, onde foram feitas por alguns meses as filmagens. A atriz descreve com detalhes como se sentia em relação ao ator, mas não entra a fundo em detalhes mais picantes, não se faz necessário, para os fãs vale saber que o casal que a gente " shippa" desde que nascemos de fato chegou a acontecer, mas não durou muito.
Há momentos em que atriz fala sobre George Lucas que não parece ser nada simpático, e muito menos falante, mas é só elogios para Luke Skywalker, ou melhor dizendo Mark Hammil, o ator que faz seu irmão no filme.
Referente às drogas ela cita pouco, como o livro é focado no primeiro filme e no meio há páginas e mais páginas transcritas de um diário que manteve durante as gravações, o foco de verdade é Harrison Ford, afinal ela tinha apenas 19 anos e se apaixonou perdidamente.
CARRIE FISHER E HARRISON FORD
Claro que não faria sentido contar tudo que tem no livro para vocês, meu intuito é que vocês leiam o livro, mas fiquei bastante impressionada com o que ela pensava de participar de Convenções de fãs como a San Diego Comic Con, para ela, era como se fosse um fim de carreira mesmo, ela chega a citar que sentia vergonha de fazer as pessoas pagarem por seus autógrafos e chegou a se incomodar com um fã que disse ao outro que valia à pena pagar porque quando os famosos morrem os autógrafos valem muito.
Fiquei imaginando que para nós fãs é um momento tão maravilhoso - coisa que ela não entendeu a vida toda o como a gente podia ser tão viciado em uma saga- e para ela era como um apelo para pagar as contas no final do mês já que tinha se acostumado com um alto padrão de vida.
O livro é perfeito para quem é fã, e claro que deixou ainda mais saudoso o coração dessa que vos fala. #RIPCarrieFisher 







segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes : Star Wars - O Despertar da Força [Crítica]

Título Original: Star Wars - The Force Awakens
Título no Brasil : Star Wars - O Despertar da Força
Lançamento 17 de dezembro de 2015 (2h15min) 
Dirigido por J.J. Abrams
Com Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac mais
Gênero Aventura , Ação , Ficção científica

Nacionalidade EUA





Quando criança eu morria de medo de Star Wars, tinha exatos 4 anos quando o último filme da primeira trilogia foi lançado e ao ver na televisão que tinham colocado personagens nas ruas do bairro onde moro me recusei a sair de casa. Quem diria que com 10 anos me apaixonasse de vez pela saga, vendo em casa com meu pai que sempre foi muito fã. O tempo passou e com ele vieram os 3 outros filmes - que na verdade são os primeiros - nos quais tive a chance de vê-los no cinema em 1999, 2002 e 2005. A paixão havia virado mania, passei a comprar tudo que via pela frente com Darth Vader e Yoda, meus favoritos. Não consegui escolher um lado da força, eu gostava dos dois.
Todo esse primeiro parágrafo para mostrar  a vocês o como ver mais um filme de Star Wars no cinema mexe comigo. Ingresso comprado com antecedência, marido e pai a postos e lá fomos nós, na noite de estreia, a sala lotada, pessoas de todas as idades e um só motivo : a saga que marcou gerações . 
Não vou aqui soltar spoilers , só vou dizer o quanto o filme foi perfeito, somos apresentados a novos membros como Finn ( John Boyega) um stormtrooper revoltado que  foge e que quer ir pro lado do bem. O ator se sai muito bem no papel, com tiradas cômicas bem bacanas. Temos um novo robô chamado BB-8 que é uma graça  , daqueles que precisamos ter um boneco na estante! O piloto dos rebeldes é Poe Dameron ( o ator Oscar Isaac, famoso por O Ano Mais Violento) , e para fechar o lado bom temos Rey ( Daisey Ridley), a mocinha heroína da vez. 
No lado negro temos o clone de Darth Vader Kylo Ren ( Adam Driver) , por trás da máscara se esconde alguém que optou ir para o lado oposto do que seria normal que ele fosse ( ou que nós fãs esperássemos) . Claro que as comparações com Vader acontecem, mas não esperem que ele seja tão inesquecível quanto quem ele quer imitar, ele mesmo sabe e fala no filme de seus limites. 
Como o trailer e o poster já mostram, Han Solo ( o maravilhoso Harrison Ford) e  a Princesa Lea ( Carrie Fisher) aparecem no filme, qualquer fala deles já gera uma comoção na sala lotada, são ídolos, crescemos com eles e portanto tê-los a cada cena é memorável e faz todo sentido, é como se eles estivessem ali para dar um oi e nos apresentar os novos personagens da saga...funciona sim, sem eles o filme não seria tão bacana.

Chewbacca também está no filme , o braço direito de Han Solo grunhe como sempre e tem papel fundamental em muitas cenas. 
O bacana é que para os personagens novos, os antigos também são reis, eles se espantam com a presença deles, ficou faltando pedirem para tirar uma selfie. Há mais personagens antigos que aparecem mas deixo para vocês descobrirem, tenho medo de revelar o que não posso.

A resistência mantém seu charme , ainda há gás para outros filmes e as cenas de luta apesar de criticadas por alguns fãs, não me desanimou, pelo contrário, torci muito para que o mal perdesse. 
O diretor disse em todas as entrevistas que sempre foi fã de Star Wars, se alguém tinha medo da Disney estragar o filme, fiquem aliviados, eles deram mais motivos para termos mais histórias , Star Wars ainda terá mais filmes, e esse já entrou na lista de meus favoritos do ano. 
A música, a introdução de sempre, os sabres de luz, os dois lados da força, e atores em sintonia, não sei nem mais o que falar, só sentir. Vida longa a essa saga. 

terça-feira, 24 de março de 2015

Menina que via filmes : Mapas para as Estrelas [Crítica]

Título Original: Maps to the Stars
Título no Brasil : Mapas paras as Estrelas
Dirigido por David Cronenberg
Com Julianne Moore, Mia Wasikowska , Olivia Williams mais
Gênero Drama

Nacionalidade Canadá , EUA , França , Alemanha
Censura : 16 anos
Duração : 1h 51 min
Ano : 2014


















Não tenho boas recordações de David Cronenberg, o filme Cosmópolis para mim foi uma experiência traumatizante. Ao ver Mapas para as estrelas imaginei que seria tão ruim quanto mas o fato Julianne Moore me fez ir em uma tarde de sábado com a família ver o filme.
O início é morno e depois as coisas vão se encaixando , Agatha ( Mia Wasivoska, tão diferente que demorei a reconhecê-la , para quem também não lembra ela é a Alice no País das Maravilhas com Johnny Depp de Tim Burton) estranhamente usa luvas nas mãos, dessas que pegam até o cotovelo, seu cabelo também cobre parte do rosto e ela paga o chofer Jerome ( Robert Pattinson em participação especial, pois não diz ao que veio)  para levá-la a conhecer a casa das estrelas em Los Angeles. Com caras e bocas misteriosas a personagem é extremamente afetada e isso é visível. 
Em seguida conhecemos Benjie Weiss ( Evan Bird) um adolescente mimado que tem muitas fãs por causa de um filme e que trata mal tudo e todos, inclusive seus pais toda vez que pode, ah, sim ... o pai dele o tal Dr Weiss é terapeuta de estrelas de Hollywood e é ninguém menos que John Cusack que está a cara do Nicholas Cage. 

Na casa de Weiss a família é toda 22, a mãe fuma sem parar e parece ter medo do filho de 13 anos, o pai tem olhar de serial killer e só pensa me ganhar dinheiro e é ainda mais tenso quando descobrimos que Agatha é filha deles também, mas uma filha que ninguém quer ver nem pintada de ouro porque quase matou o irmão e tacou fogo na casa deles anos atrás.
Vocês devem estar se perguntando onde está Julianne Moore nessa história toda, certo?
Explico : Julianne é a estrela maior do filme, como Havana Segrand ela simplesmente arrasa no papel de uma atriz em crise lutando para ter um papel que preste e passando por cima de todos se for necessário para chegar a isso.
Havana é insuportavelmente linda e inescrupulosa, Julianne arrasa aos 54 anos em cenas de lingerie onde mocinhas de 20 cortam os pulsos em segundos. Como se não bastasse o talento dela está mais uma vez na telona, ela se doa de tal forma que mesmo o mais louco dos filmes tem seu valor se tem Julianne em cena.
E para ser muito sincera Mapas para as Estrelas pode até ter coisas muito loucas nele mas é um bom filme. Eu dispensaria a cena de menage com Moore e um pênis de fora porque realmente achei fora do contexto, bastava filmá-los nus, mas ok, vamos deletar da mente e focar na história. 
Agatha quer tanto se aproximar dos pais e do irmão que sem Havana saber a faz ser contratada como sua assistente pessoal e com isso ela transita pelos mesmos meios dos dois o tempo inteiro.
Com um olhar na loucura Agatha não é nada normal, vai se apaixonar por Jerome mas ver que ele é um cara que não vale nem as meias que usa.

Todo esse cenário serve de pano de fundo para Cronenberg nos mostrar o como  a vida das estrelas muitas vezes é cercada de futilidade e nós as alimentamos lindamente.
O final é muito bom, a cena final de Agatha e Havana mereceu algumas palmas do cinema, e olha que é forte, muito forte!