Título Original: Star Wars - The Last Jedi Título no Brasil: Star Wars - Os últimos Jedi Data de lançamento 14 de dezembro de 2017 (2h 32min) Direção: Rian Johnson Elenco: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac mais Gêneros Ficção científica, Ação
Nacionalidade EUA #109assistido #110criticado
Star Wars chega mais uma vez aos cinemas do mundo inteiro em dezembro pelo 3º ano consecutivo para alegria de fãs como eu. Um novo gás e novos personagens foram apresentados ao público em 2015 no maravilhoso Star Wars: O Despertar da Força. No ano seguinte o insosso Rogue One não me agradou muito mas graças aos deuses a saga ganha um filme especial e à altura do que merece Carrie Fisher ( A Princesa/General Leia). A atriz faleceu ano passado deixando fãs desolados.
Título Original : Wild Título no Brasil; Livre Baseado na obra de Cheryl Strayed Dirigido porJean-Marc Vallée ComReese Witherspoon, Gaby Hoffmann, Laura Dern mais GêneroDrama , Biografia NacionalidadeEUA Duração : 1h 56 min Censura : 16 anos Ano : 2014 Após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para tanto, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do oceano Pacífico.
Quando eu li Livre , lançado no Brasil em 2013 pela Editora Objetiva eu tive uma espécie de amor e ódio pela protagonista. Detesto traições e ela traiu muito o marido que era um fofo com ela. Vocês pode conferir a resenha do livro aqui.
Por esse motivo não me animei muito em ver o filme, mas com a indicação de Reese - atriz que odeio, por mil motivos - ao Oscar de melhor atriz me vi obrigada. Fora que muita gente que tinha visto me disse que havia gostado muito.
Ok, lá fui eu assistir ao filme e devo dar ao braço a torcer de que Reese no papel de Cheryl Strayed está ótima, ela encarna a personagem de tal maneira que fica difícil lembrar de Legalmente Loura .
Algumas mudanças significativas ocorrem no roteiro, primeiro que no filme Cheryl somente tem um irmão e nem vemos sinal de um padrasto. No livro ela tem sim um padrasto maravilhoso que lhe apoia muito. Na história de verdade ela tem ainda uma irmã que foge dos compromissos quando a mãe delas está com câncer.
Narrado de outra forma, já que no filme ela faz a caminhada dela de meses pela Pacific Trail e vai relembrando tudo que já passou na vida desde criança, no livro é diferente, vamos conhecendo o lado podre dela - me refiro as inúmeras traições sem motivo e muita heroína - em partes mas depois é que vem a caminhada.
De família humilde mas muito batalhadora, Cheryl nunca viu lhe faltar nada, fez faculdade, tinha um cara que a amava, mas a morte prematura da mãe para uma doença a desestabilizou, ela não liga para o marido, ela dorme com tudo e todos e vira uma viciada em drogas.
Na telona o filme ganha ritmo, os sustos com os animais são ótimos e a sequência é muito bem dirigida.
Ok, que alguma cenas como a que mostram as fezes dela não vi motivo para existirem, mas em sua maioria é um filme muito bom e que deu mais ênfase para a caminhada dela em busca dela mesma do que no livro onde nós vemos muito mais os erros dela - o que dá uma raiva tremenda - com quem a amava .
Claro que a paixão do ex marido, a força e alegria de viver da mãe ( interpretada pela ótima Laura Dern) estão nas quase duas horas de duração. Ainda não vi todos os filmes indicados ao Oscar , ou melhor as atrizes, mas Reese mereceu a indicação. Arrisco dizer que o filme é um pouco melhor que o livro.
Título Original : The fault in Our Stars Título no Brasil : A culpa é das estrelas Baseado no livro de John Green Direção : Josh Boone Elenco : Shailene Woodley, Ansel Egort, Laura Dern, Sam Tramell, William Dafoe Ano : 2014 Gênero : Drama País : EUA Idioma : Inglês Duração : 2h 5 min Censura : 12 anos
Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.
E de repente aquele livro que já lemos mais de um milhão de vezes, aquele em que muitos descobriram o John Green, o que fez vender mais Kleenex no mundo...vira filme! E você conta os dias para a estreia porque afinal seus personagens fofos estarão lá na telona, ganharão um rosto que pode ser diferente daquele que você deu a eles, mas o que importa? John Green aprovou, você como fã deve gostar.
O dia chega, você está no cinema acompanhada de três pessoas que não leram o livro, e você? Bem, você já leu três vezes! E antes que você tenha visto somente o filme, ou tenha lido somente o livro, ou fez os dois e não curte tanta essa história e muito menos entende a histeria por causa dela, lembre-se : toda geração tem sua " Love Story" , seu " Amor sem fim". " A culpa é das estrelas" é para os mais velhos lembrarem de filmes de gênero e os mais novos terem o seu parâmetro de amor para sempre , na vida real , sem vampiros, com direito a nem tão felizes para sempre porque alguma doença ou acidente trágico pode tirar a vida de um dos dois. Mas John Green já avisa e o personagem Augustus repete no filme: " O mundo não é uma fábrica de realização de desejos" Ah ,nós sabemos que não é mesmo.
A protagonista Hazel( a fofa Shailene Woodley) já começa o filme avisando que tem câncer desde os 13 anos, por causa dele quase perdeu a vida, vive grudada a uma mochila que carrega seu balão de oxigênio e é obcecada por livros, principalmente um em particular que fala de uma menina, Anna, que tem câncer. Sua mãe acha que ela está em depressão e a convence a frequentar um grupo de apoio a pessoas com a doença, é lá que ela vai conhecer Augustus Waters ( Ansel Egort) , ele também é um sobrevivente da doença que lhe fez perder metade de uma perna.
Os dois vão se encantar um com o outro de cara, e a sequência de cenas fofas que arrancam suspiros das românticas começa e não para . Gus é tudo que uma menina quer, e Hazel sabe disso. Juntos os dois esquecem a doença e vivem os dias intensamente sem saberem quando será o último, ela parece estar mais perto da morte do que ele , pois volta e meia entra água em seus pulmões.
Piegas? Não. Baseado em uma história real tanto o livro quanto o filme me fazem pensar que um dos motivos de o casal fazer tanto sucesso é exatamente porque é o primeiro amor e com o final nada feliz será mesmo eterno. Afinal, quantos primeiros amores duram para sempre? Gus fala tudo tão perfeito na hora certa que é o namorado que todas gostariam de ter, o rostinho do ator que horas lembra o finado Marlon Brando em início de carreira também ajuda para que as meninas deem gritos no cinema.
Mais do que uma história para se debulhar em lágrimas, Green criou um mundo onde mesmo quem tem todos os motivos do mundo para deixar de acreditar na vida, continua lutando , seja por amor seja porque não perdeu a fé. E se uma coisa completa a outra, nem preciso explicar porque nove entre dez pessoas amam esse livro que virou filme e porque a adaptação é tão perfeita.
Destaco ainda como muito boas as atuações de William Dafoe como o escritor que Hazel ama mas começa a odiar e dos pais dela Laura Dern e Sam Trammell ( de True Blood) . Juntos eles fazem com que o casal " Ok" ganhe ainda mais motivos para brilharem em uma história que por si só já é linda.