Elenco: Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Kyliegh Curran, Cliff Curtis, Carl Lumbly, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind, Bruce Greenwood, Carel Struycken, Jacob Tremblay, Alex Essoe, Jocelin Donahue, Catherine Parker, Robert Longstreet, Nicholas Pryor, Violet McGraw, Henry Thomas, Zackary Momoh
Data de lançamento no Brasil: 7 de novembro de 2019
#223
por Larissa Rumiantzeff
Pode conter revelações sobre o enredo de “O Iluminado” e “Doutor Sono”.
Nesta continuação de “O iluminado”, o menino Danny Torrance ganha uma protegida, mas é a iluminada Abra Stone quem tem muito a lhe ensinar.
“Doutor Sono” é uma continuação do filme de terror de 1977, “O Iluminado”. Assim como a sua predecessora, “Doutor Sono” é um filme baseado na obra do rei do suspense, Stephen King, escrita em 2013. Porém, enquanto “O iluminado” é adaptado, roteirizado e dirigido por Stanley Kubrick, a adaptação deste ficou por conta de Mike Flanagan. Vale notar que eu não li nenhuma das versões, portanto, minha opinião aqui não será entre livro e filme. Contudo, havia lido que esta versão seria mais fiel à obra do autor.
Para quem viu o filme há muito tempo, mas não se lembra de muita coisa ou não entendeu o final, não se preocupe. “Doutor Sono” dá uma breve explicação sobre os acontecimentos e a relevância deles para este enredo.
Título Original: Beauty and the Beast Título no Brasil: A Bela e Fera Data de lançamento 16 de março de 2017 (2h 09min) Direção: Bill Condon Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Kevin Kline, Stanley Tucci, Ewan Mcgregor, Emma Thompson, Ian McKellen #51criticado #50assistido
Sair do cinema com a sensação de que quer ficar para mais sessões do mesmo filme é cada vez mais raro. Confesso que estava com medo de terem escalado Emma Watson para o papel de Bela, não porque só a vejo como Hermione, mas sim porque nunca a achei graciosa. E para mim Bela tem suavidade.
Para minha alegria, Emma como Bela foi uma das melhores coisas do longa que estreou ontem no Brasil todo.
Título original: August ; Osange County Título no Brasil : Álbum de família Direção : John Wells Elenco: Meryl Streep, Julia Roberts, Chris Cooper, Juliette Lewis, Abigail Breslin, Ewan Mcgregor, Sam Shepard Ano : 2013 Gênero : Drama País : EUA Idioma : Inglês Censura : 12 anos Duração: 1h 59 min
Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette
Lewis) são três irmãs que são obrigadas a voltar para casa e cuidar da
mãe viciada em medicamentos e com câncer (Meryl Streep), após o
desaparecimento do pai delas (Sam Shepard). O encontro provoca diversos
conflitos e mostra que nenhum segredo estará protegido. Enquanto tenta
lidar com a mãe, Barbara ainda terá que conviver com os problemas
pessoais, com difíceis relações com o ex-marido (Ewan McGregor) e com a
filha adolescente (Abigail Breslin).
Amo início de ano, porque perto do Oscar eles começam a lançar esses filmes sensacionais! Vi algumas pessoas falando que não gostaram de " Álbum de família" e claro que respeito essa opinião, mas para quem ama cinema como eu ver em cena um monstro sagrado como Meryl Streep atuando como nunca e duelando com uma possuída pelo espírito do Oscar Julia Roberts, me fizerem achar esse filme maravilhoso.
Por mais que a história seja triste, o que vemos na telona é nada mais do que uma família esmiuçada na nossa frente, ali não se tem papas na língua, se fala o que pensa e é logo no início que vemos que Violet ( Meryl Streep) é uma víbora, mas daquelas que sem ela o filme não teria a menor graça!
São delas os melhores bordões, é com ela que presenciamos que mesmo uma pessoa a beira da morte pode continuar agindo como sempre agiu e se esquecer que o câncer a toma a cada dia. Nem ela tem pena dela, apesar de ter um câncer de boca ela fuma muitos maços nas quase duas horas de filme. E não há quem a faça parar.
Morando com o marido que é alcoólatra ( Sam Shepard) , um dia ele desaparece e então ela convoca os filhos e uma irmã que parece ser tão má quanto ela.
Barbara ( Julia Roberts) está infeliz no casamento com Bill ( Ewan Mcgregor em um papel apagadinho), tem uma filha na aborrescência ( a eterna Miss Sunshine Abigail Breslin) e pelo jeito mal tem tempo de pintar os cabelos. Para os fãs é a primeira vez que vemos Julia sem maquiagem - e mesmo assim ainda uma linda mulher - e com os cabelos precisando pintar a raiz.
O que se quer mostrar é que ela após ser trocada por alguém com metade da sua idade, não tem mais vaidade mas não perde tempo quando é para atacar sua mãe.
As outras irmãs de Barbara são Ivy ( Julianne Nicholson) e Karen ( Juliette Lewis, que está acabadinha...nem a maquiagem salvou). Mesmo se esforçando as duas não chegam aos pés da atuação de Julia, a voz chata de Juliette e o jeito meio esquisito de Julianne não conseguem muito gerar boas cenas que não tenham uma das duas - Meryl ou Julia - presentes.
Karen ainda tem um noivo ( Delmot Muhoney, para mim ele é o eterno cara de Twin Peaks!) que só quer pegar a sobrinha dela, e os dois nem ligam quando o pai dela morre. Fofos só que não!
Para completar a tia mala e gorducha que é casada com Chris Cooper maltrata o lindinho do filho Little Charles,para quem gosta da série Sherlock vai odiar mais ainda ela, porque o personagem é interpretado por Benedict Cumberbatch.
UFC no cinema...ou melhor Julia e Meryl rumo ao Oscar?
Se nos acostumamos a ver filmes felizes onde no final quem fez o mal leva a pior, nesse é um pouco diferente e isso que amei, ele parece muito real, porque família tem sempre podres, tem sempre aquele filho que se sente menos amado, aquele pai ou mãe que dizem coisas erradas nos momentos mais impróprios e esse filme é cheio de cenas que já vivemos.
A dor de Violet não nos faz esquecer que ela maltrata tudo e todos, que ela é viciada em remédios e não sente pena dos filhos, pelo contrário ela sente prazer em vê-los mal.
Se fosse outra atriz poderia comprometer o filme, mas rodeada de bons atores, Meryl brilha em um palco que já conhece muito bem, o de fazer de um filme melhor ainda quando ela aparece.
Dizem as apostas e a crítica que ela concorrerá ao Oscar e ao Globo de Ouro . Sinceramente já acho barbada, Meryl é para mim como Jack Nicholson , não há um filme que veja com ela que não ache que ela mereça todos os prêmios.
E Julia também não fica para trás nesse filme , a vontade que eu tinha era de levantar no meio do cinema e bater palmas de pé.
Chris Cooper também tem o tom certo do personagem, um homem infeliz no amor mas que ama demais seu único filho.
COOPER CONSOLANDO BENEDICT
Para completar - desculpe se acharem spoiler - mas PRECISO citar algumas pérolas de Meryl no filme, vejam abaixo:
" Não existe mulher que não precise de maquiagem. A única mulher que não precisava de maquiagem era Elizabeth Taylor, e mesmo assim ela se pintava muito!"
"Todo mundo tem seu filho predileto, você diz que não tem porque seu filho é único"
"Minha filha, a verdade na vida é que não se pode competir com mulheres mais novas, elas sempre ganham, aceite "
"Ninguém velho fica mais bonito , veja você ( apontando para a filha Karen) é a prova concreta disso!"