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Vídeo com Spoilers
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🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬(pode dar mais?)
Título Original: Pretty Woman
Título no Brasil: Uma linda mulher
País; EUA
Ano: 1990
Roteiro e Direção: Garry Marshall
Elenco: Julia Roberts, Richard Gere
gênero: romance
#347
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Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.
Elenco: Julia Roberts, Lucas Hedges, Courtney B. Vance mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA
#80
por Cecilia Mouta
Numa manhã de véspera de Natal, Ben (Lucas Hedge) resolve voltar para casa. Já podemos imaginar a surpresa de Holly (Julia Roberts), a mãe, ao ver o filho na porta. Mas ela foi a única a ter esse comportamento e logo percebemos que tem algo errado com Ben. Não é preciso muito tempo para descobrir que Ben é um viciado em drogas em recuperação e, aos poucos, a sua repentina aparição na casa da mãe começa a levantar questões do porquê ele está ali. As próximas 24 horas coloca a vida de todos da família do avesso.
Título Original: Pretty Woman Título no Brasil: Uma Linda Mulher Data de lançamento 27 de julho de 1990 (1h 59min) Direção: Garry Marshall Elenco: Richard Gere, Julia Roberts, Ralph Bellamy mais Gêneros Comédia , Romance
Nacionalidade EUA #75
por Raffa Fustagno
Assisti a esse filme no cinema em 1990, sim, eu era criança e meus pais me levaram, eu era completamente viciada nele, nas músicas e Julia Roberts se transformou em minha atriz favorita. Assisti desde então todos os filmes que ela fez. Richard Gere já era o crush da minha mãe quando esse nome nem sequer existia ou era utilizado aqui no Brasil.
Quando comprei entradas para ir ao Shell Open Air pela primeira vez, outra coisa que parece incrível para muita gente, já que sou viciada em cinema, como nunca fui ao Shell Open Air?
A verdade é que os ingressos esgotam rapidamente mas dessa vez nem pensei duas vezes, comprei as entradas para vermos um de meus filmes favoritos da vida.
Sobre o Shell Open Air eu conto mais detalhes logo abaixo, vamos à crítica.
Título Original: Wonder Título no Brasil: Extraordinário Baseado na obra de RJ Palacio Direção: Stephen Chbosky Elenco: Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson, Sônia Braga Ano: 2017 País: EUA Gênero: Drama #110assistido #111criticado
por Reinaldo Barros
Olhares constrangedores por onde quer que fosse, espanto e ofensas, se até para um adulto é difícil, imagine para uma criança da quinta série suportar isso diariamente. Na terra do bullying e das chacinas universitárias não é nada fácil ser adolescente e estudante, ainda mais se não for igual aos colegas. Emocionante do início ao fim Extraordinário conta o drama de Auggie Pullman e de outros personagens ao seu redor.
Título Original: Money Monster Título no Brasil: Jogo do Dinheiro Data de lançamento 26 de maio de 2016 (1h 39min) Direção: Jodie Foster Elenco: George Clooney, Julia Roberts, Jack O'Connell mais Gênero Suspense Nacionalidade EUA ANO : 2016
Só pelo trailer já tive vontade de assistir o filme. Dois dos atores que adoro e com uma diretora que é uma de minhas atrizes favoritas: Jodie Foster.
Talvez soe confuso para quem não entende nada de bolsa de valores - o meu caso - mas nem de longe o filme é algo como A Grande Aposta que fica maçante para quem não entende o mercado financeiro. Lee Gates ( Clooney no papel e maravilhoso como tal) é um apresentador de tv de um programa chamado Money Monster, ele faz coreografias ridículas com garotas semi nuas para chamar a atenção dos espectadores e fazer com que eles comprem ações das empresa que anunciam com ele. Sua diretora é Patty ( Julia Roberts), uma mulher que leva o programa e o ego de Lee nas costas e já planejou ir para outro canal mas ainda não avisou a ele.
Nesse ritmo de emissora de tv a diretora nos mostra o como ali toda a equipe é tratada em segundo plano por causa do nada legal Lee, que manda e desmanda e se acha a última cocada.
Acontece que no meio de um dos programas um homem desconhecido entra com uma arma, é visível o como ele odeia Lee e o faz ao vivo vestir um colete com granadas ameaçando explodir todos do estúdio. Começa aí o verdadeiro motivo de existir o filme.
Lee é rico e claro que nunca parou para pensar como faz as pessoas se ferrarem já que para ele o que ganha é o que importa, ele chega a fazer piada de que o rapaz está ali com raiva por causa de míseros 60 mil dólares...
Só que a história nos traz reviravoltas bem mais legais do que eu poderia imaginar, não se trata de um filmaço, mas de uma diversão pura sobre um mercado que as pessoas perdem milhões e que movimenta muita grana.
Foster acerta com o elenco e com o final, por mais que a crítica especializada não tenha curtido tanto eu saí do cinema satisfeita com o que vi.
Título Original: Mother´s Day Título no Brasil: O Maior Amor do Mundo Data de lançamento 5 de maio de 2016 (1h 58min) Direção: Garry Marshall Elenco: Jennifer Aniston, Julia Roberts, Kate Hudson mais Gêneros Romance, Comédia , Drama Nacionalidade Eua
Não tente levar a sério o filme, ele é uma deliciosa história de sessão da tarde e ponto. Os críticos deram notas baixas mas eu confesso que saí da sala com meus pais e marido feliz da vida por ter visto um filme descompromissado e na mesma linha dos outros da série - Uma Noite de Ano Novo ( 2011) e Idas e Vindas do Amor (2010) - que amo.
Não gostei muito de terem mudado o título, ainda mais porque foi lançado juntamente com os Estados Unidos onde o Dia das Mães também foi hoje.
São várias histórias que se unem de alguma forma, mas todas envolvendo diferentes tipos de amor maternal. Sandy ( papel da maravilhosa Jennifer Aniston) é uma mulher divorciada, que tem uma relação tão boa com seu ex marido que nem liga de o recebe-lo somente de toalha. Tendo que cuidar da carreira como decoradora e arquiteta e dos 2 filhos pequenos, ela tenta manter o bom humor mas ainda tem esperanças de voltar com Henry ( Timothy Oliphant). Nesse núcleo talvez se concentre boa parte das duas horas de filme, a mãe linda e descolada que leva um fora do ex marido que se casou com uma moça 10 anos - no mínimo - mais jovem que ela, dá pano para muitas piadas, eu particularmente amei as cenas da mãe complicada e desesperada em não perder seus filhos para nova madrasta.
Em outra casa há um pai viúvo, Bradley ( Jason Sudeikis) não se conforma de sua esposa ter morrido - Jennifer Garner aparece em gravações como sendo a falecida - e não está se dando muito bem em criar suas filhas adolescentes.
Talvez a história que eu menos tenha gostado seja de Kristin ( Britt Robertson), ela tem uma filha fofa com um cara que a ama, mas não aceita casar de jeito algum porque não sabe quem ela é de verdade...oi??? Fica ainda mais surreal quando ela solta a pérola de que ser mãe está ok, mas casar é um passo gigante para ela.
E o que dizer as confusões da personagem de Kate Hudson? Jesse andou escondendo de seus pais que se casou com um indiano e que teve um filho com ele. Agora os pais aparecem em sua casa, como ela irá lidar com isso? Ah sim, os pais conservadores ainda terão que entender como sua filha mais velha, a irmão de Jesse, se casou com uma mulher!
E se vocês acham que acabou por aqui...não, há Julia Roberts, linda como sempre, no papel de Miranda, uma apresentadora poderosa que irá revelar seu passado a todos caso ache a filha que um dia entregou à adoção. Muitos falaram que Julia faz uma ponta de luxo, até concordo, ela é muito amiga do diretor que a lançou em Uma Linda Mulher, e sempre aceita fazer filmes dele. Melhor para nós que em um filme só vemos Julia, Jennifer e Kate. Senti falta de Sandra Bullock, acho que ela ficaria perfeita no filme.
Voltando aos pontos positivos, o filme pode até se perder nos estereótipos mas diz ao que veio no final.
Achei fofo e um ótimo programa para quem quiser levar a família :)
Título original : Secret in Their Eyes Título no Brasil : Olhos da Justiça Lançamento10 de dezembro de 2015 (1h51min) Dirigido porBilly Ray ComJulia Roberts, Nicole Kidman, Chiwetel Ejiofor mais GêneroSuspense NacionalidadeEUA
Confesso que olhei com péssimos olhos esse filme. Lançado em 2009, O Segredo dos Seus Olhos - filme baseado no livro - é uma filme ganhador do Oscar de Melhor filme estrangeiro daquele ano, uma co-produção Argentina/ Espanha com o astro Ricardo Darín e grande elenco. Não vi necessidade alguma de " americanizarem" e fazerem esse remake.
Portanto, mesmo com diversas alterações, o filme não perdeu a essência e a mensagem principal. Mas aqui nessa crítica farei comparações obviamente.
O investigador do FBI Ray ( Chiwetel) é muito amigo de Jess ( Julia Roberts, maravilhosa no papel) e arrasta uma asa para Claire ( Nicole Kidman) , todos trabalham juntos em uma divisão pós 11 de setembro que está focada na caça aos terroristas. Em uma dessas caçadas eles descobrem um corpo, que é da filha de Jess e começa aí a trama na qual o filme se desenvolve. Para quem não viu nenhum dos dois filmes não faz diferença....mas para você que viu e se pergunta aonde que esse filme lembra o original, eu ajudo: ao invés de Argentina pós ditadura temos um EUA pós atentado. Chiwetel faz o papel de Darín, sendo que tem cargos diferentes, claro. Jess não existe no original, mas Darín tem um melhor amigo que o ajuda nas investigações - papel do maravilhoso ator Guillermo Francella , do recente O Clã - , no papel de Kidman é Soledad Villamil, a mulher que ele sempre amou e que nunca pode ter, a tal vítima que fica sendo filha de um dos agentes é uma esposa na versão argentina que tem um marido destroçado pelo crime.
Pronto, encaixada as peças, vamos ao filme em questão. O elenco ajuda e muito que o longa funcione. Ver Julia Roberts despida de vaidade, sem maquiagem e sofrendo como a mãe que perdeu o amor de sua vida, é para bater palmas. Chiwetel também cumpre bem seu papel, seu personagem é atormentado por um detalhe que deixo para vocês descobrirem porque ele se sente tão culpado pela morte da filha da melhor amiga. Kidman como a linda moça que com os anos se torna chefe funciona mas não comove...ela parece um pouco um boneco de cera , não sei se devido as inúmeras plásticas que se submeteu .
O filme se passa quando o crime acontece e 13 anos depois , quando ele retorna e acredita que pode finalmente prender o assassino. De início não temos certeza de nada, o principal suspeito pode não ter feito nada , mas Ray acredita que já tem o culpado e luta por isso como se a filha fosse dele.
Jess se decompõe em cena, a linda mulher vira um ser traumatizado que não vê alegria alguma em continuar vivendo. Mas que ao mesmo tempo parece inerte a tudo que Ray faz para achar o culpado.
O final choca como no original, e para quem não levava muita fé na versão americana, podem rever os conceitos, o filme é sensacional, só continuo ficando com o original na preferência, mas nada que não me faça colocar essa versão na lista de melhores filmes desse ano.
Já era de se esperar que eu amasse o Oscar, sou completamente apaixonada por cinema. Para mim Oscar é como final de campeonato brasileiro, ou final de Copa do Mundo: eu torço, eu grito, não vou dormir enquanto não termina a cerimônia! Esse ano o Oscar será em 2 de março, bem no meio do Carnaval ! Domingo como sempre! Estaremos juntinhos acompanhando, mas como estarei viajando, se não conseguir postar, me desculpem! Assim que voltar faço um post completinho!
Mas vamos aos indicados desse ano e para quem eu vou torcer ;)
MELHOR FILME
Trapaça, de David O. Russel Capitão Phillips, de Alexander Payne Nebraska, de Alexander Payne Clube de Compras Dallas, de Jean-Marc Vallée Gravidade, de Alfonso Cuarón Ela, de Spike Jonze Philomena, de Stephen Frears Doze Anos de Escravidão, de Steve McQueen O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese
De todos os filmes acima, somente assisti "Gravidade" filme chato demais, como alguém pode ter gostado? e Capitão Phillips que é realmente maravilhoso!
TRAPAÇA TEM MUITAS INDICAÇÕES AO OSCAR 2014
MELHOR ATOR Christian Bale, por Trapaça Bruce Dern, por Nebraska Leonardo DiCaprio, por O Lobo de Wall Street Chiwetel Ejiofor, por 12 Anos de Escravidão Matthew McConaughey, por Clube de Compras Dallas
Ainda não vi nenhum dos filmes, mas precisa dizer que há anos que torço para Di Caprio? O rapaz merece!
NEM O LEO ENTENDE PORQUE ATÉ HOJE NÀO GANHOU O OSCAR!
MELHOR ATRIZ Amy Adams, por Trapaça Cate Blanchett, por Blue Jasmine Sandra Bullock, por Gravidade Judi Dench, por Philomena Meryl Streep, por Álbum de Família
Meryl tem sua 18 º indicação ao Oscar! Cate Blanchett arrasou mesmo no filme de Allen. Mas Bullock apesar de te adorar, Gravidade é muito ruim amiga! Se você ganhar choro junto contigo, mas é de infelicidade!
MELHOR ATOR COADJUVANTE Berkhad Abdi, por Capitão Phillips Bradley Cooper, por Trapaça Michael Fassbender, 12 Anos de Escravidão Jonah Hill, O Lobo de Wall Street Jared Leto, por Clube de Compras Dallas
Só no quesito beleza temos Bradley Cooper, Fassbander e Jared Leto <3! Mas nosso amigo da Etiópia Abdi realmente fez um ótimo trabalho!Minha torcida ainda não foi definida
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Sally Hawkins, por Blue Jasmine Jennifer Lawrence, por Trapaça Lupita Nyong'o, por 12 Anos de Escravidão Julia Roberts, por Álbum de Família June Squibb, por Nebraska
Amo Lawrence mas amo mais Julia Roberts, minha torcida é para ela <3!
DIRETORES David O. Russel, por Trapaça Alfonso Cuarón, por Gravidade Steve McQueen, por ?12 Anos de Escravidão, por 12 Anos de Escravidão Martin Scorsese, por O Lobo de Wall Street Alexander Payne, por Nebraska
Scorcese <3! <3!
FILME ESTRANGEIRO A Grande Beleza (Itália) Alabama Monroe (Bélgica) A Caça (Dinamarca) The Missing Picture (Camboja) Omar (Palestina)
MELHOR ANIMAÇÃO
OI, QUERO ABRAÇOS QUENTINHOS E UM OSCAR ;)
Frozen Meu Malvado Favorito 2 Ernest&Celestine Vidas ao Vento Os Croods
MELHOR CANÇÃO Original Ordinary Love (Mandela) The Moon Song (Ela) Let It Go (Frozen) Happy (Meu Malvado Favorito 2) Alone Yet Not Alone (Alone Yet Not Alone)
MELHOR MAQUIAGEM Clube de Compras Dallas Jackass Apresenta Vovô sem Vergonha O Cavaleiro Solitário
MELHOR TRILHA SONORA A menina que roubava livros, por John Williams Gravidade, por Steven Price Ela, por William Butler e Owen Pallett Philomena, por Alexandre Desplat Walt nos bastidores de Mary Poppins, por Thomas Newman
CURTA ANIMAÇÃO Feral Get a Horse! Mr. Hublot Possessions Room on the broom
DIREÇÃO DE ARTE Trapaça Gravidade O Grande Gatsby Ela 12 anos de escravidão
MELHOR EDIÇÃO Trapaça Capitão Phillips Clube de compras de Dallas Gravidade 12 anos de escravidão
MELHOR DOCUMENTÁRIO O Ato de Matar Cutie and the Boxer Guerras Sujas Al Midan A um passo do estrelato
MELHOR DOCUMENTÁRIO CURTA Cave Digger Facing Fear Karama hás no Walls The Lady in number 6: music saved my life Prision Terminal: The last days of private Jack Hall
MELHOR FIGURINO Trapaça O Grande Mestre O Grande Gatsby The Invisible Woman 12 anos de escravidão
WOODY concorre por Blue Jasmine
Roteiro Adaptado Antes da Meia-Noite Capitão Phillips Philomena 12 Anos de Escravidão O Lobo de Wall Street
Roteiro Original Trapaça Blue Jasmine Clube de Compras Dallas Ela Nebraska
Título original: August ; Osange County Título no Brasil : Álbum de família Direção : John Wells Elenco: Meryl Streep, Julia Roberts, Chris Cooper, Juliette Lewis, Abigail Breslin, Ewan Mcgregor, Sam Shepard Ano : 2013 Gênero : Drama País : EUA Idioma : Inglês Censura : 12 anos Duração: 1h 59 min
Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette
Lewis) são três irmãs que são obrigadas a voltar para casa e cuidar da
mãe viciada em medicamentos e com câncer (Meryl Streep), após o
desaparecimento do pai delas (Sam Shepard). O encontro provoca diversos
conflitos e mostra que nenhum segredo estará protegido. Enquanto tenta
lidar com a mãe, Barbara ainda terá que conviver com os problemas
pessoais, com difíceis relações com o ex-marido (Ewan McGregor) e com a
filha adolescente (Abigail Breslin).
Amo início de ano, porque perto do Oscar eles começam a lançar esses filmes sensacionais! Vi algumas pessoas falando que não gostaram de " Álbum de família" e claro que respeito essa opinião, mas para quem ama cinema como eu ver em cena um monstro sagrado como Meryl Streep atuando como nunca e duelando com uma possuída pelo espírito do Oscar Julia Roberts, me fizerem achar esse filme maravilhoso.
Por mais que a história seja triste, o que vemos na telona é nada mais do que uma família esmiuçada na nossa frente, ali não se tem papas na língua, se fala o que pensa e é logo no início que vemos que Violet ( Meryl Streep) é uma víbora, mas daquelas que sem ela o filme não teria a menor graça!
São delas os melhores bordões, é com ela que presenciamos que mesmo uma pessoa a beira da morte pode continuar agindo como sempre agiu e se esquecer que o câncer a toma a cada dia. Nem ela tem pena dela, apesar de ter um câncer de boca ela fuma muitos maços nas quase duas horas de filme. E não há quem a faça parar.
Morando com o marido que é alcoólatra ( Sam Shepard) , um dia ele desaparece e então ela convoca os filhos e uma irmã que parece ser tão má quanto ela.
Barbara ( Julia Roberts) está infeliz no casamento com Bill ( Ewan Mcgregor em um papel apagadinho), tem uma filha na aborrescência ( a eterna Miss Sunshine Abigail Breslin) e pelo jeito mal tem tempo de pintar os cabelos. Para os fãs é a primeira vez que vemos Julia sem maquiagem - e mesmo assim ainda uma linda mulher - e com os cabelos precisando pintar a raiz.
O que se quer mostrar é que ela após ser trocada por alguém com metade da sua idade, não tem mais vaidade mas não perde tempo quando é para atacar sua mãe.
As outras irmãs de Barbara são Ivy ( Julianne Nicholson) e Karen ( Juliette Lewis, que está acabadinha...nem a maquiagem salvou). Mesmo se esforçando as duas não chegam aos pés da atuação de Julia, a voz chata de Juliette e o jeito meio esquisito de Julianne não conseguem muito gerar boas cenas que não tenham uma das duas - Meryl ou Julia - presentes.
Karen ainda tem um noivo ( Delmot Muhoney, para mim ele é o eterno cara de Twin Peaks!) que só quer pegar a sobrinha dela, e os dois nem ligam quando o pai dela morre. Fofos só que não!
Para completar a tia mala e gorducha que é casada com Chris Cooper maltrata o lindinho do filho Little Charles,para quem gosta da série Sherlock vai odiar mais ainda ela, porque o personagem é interpretado por Benedict Cumberbatch.
UFC no cinema...ou melhor Julia e Meryl rumo ao Oscar?
Se nos acostumamos a ver filmes felizes onde no final quem fez o mal leva a pior, nesse é um pouco diferente e isso que amei, ele parece muito real, porque família tem sempre podres, tem sempre aquele filho que se sente menos amado, aquele pai ou mãe que dizem coisas erradas nos momentos mais impróprios e esse filme é cheio de cenas que já vivemos.
A dor de Violet não nos faz esquecer que ela maltrata tudo e todos, que ela é viciada em remédios e não sente pena dos filhos, pelo contrário ela sente prazer em vê-los mal.
Se fosse outra atriz poderia comprometer o filme, mas rodeada de bons atores, Meryl brilha em um palco que já conhece muito bem, o de fazer de um filme melhor ainda quando ela aparece.
Dizem as apostas e a crítica que ela concorrerá ao Oscar e ao Globo de Ouro . Sinceramente já acho barbada, Meryl é para mim como Jack Nicholson , não há um filme que veja com ela que não ache que ela mereça todos os prêmios.
E Julia também não fica para trás nesse filme , a vontade que eu tinha era de levantar no meio do cinema e bater palmas de pé.
Chris Cooper também tem o tom certo do personagem, um homem infeliz no amor mas que ama demais seu único filho.
COOPER CONSOLANDO BENEDICT
Para completar - desculpe se acharem spoiler - mas PRECISO citar algumas pérolas de Meryl no filme, vejam abaixo:
" Não existe mulher que não precise de maquiagem. A única mulher que não precisava de maquiagem era Elizabeth Taylor, e mesmo assim ela se pintava muito!"
"Todo mundo tem seu filho predileto, você diz que não tem porque seu filho é único"
"Minha filha, a verdade na vida é que não se pode competir com mulheres mais novas, elas sempre ganham, aceite "
"Ninguém velho fica mais bonito , veja você ( apontando para a filha Karen) é a prova concreta disso!"
Título Original : Mirror Mirror Título no Brasil : Espelho, espelho meu Direção : Tarsem Singh Elenco : Julia Roberts, Lilly Collins, Armie Hammer Gênero : Fantasia, Comédia Ano : 2012 País : EUA Idioma : Inglês Censura : Livre Duração : 1h 46 m
Após a morte do rei (Sean Bean), sua esposa (Julia Roberts) assume o
comando do reino. Extremamente vaidosa, ela passa a cobrar cada vez mais
impostos para sustentar uma vida de opulência. Ao mesmo tempo mantém
presa em seu quarto a enteada, Branca de Neve (Lily Collins). Ao
completar 18 anos, Branca de Neve resolve sair do castelo e conhecer a
realidade do reino. Horrorizada com a situação de fome e miséria do
povo, ela retorna decidida a derrubar a rainha.
Sou
antiga, não baixo filmes, gasto mais do que posso indo ao cinema e
comprando filmes originais mas assumo que é no escurinho de uma sala de
exibição que volto a ser criança. Por este motivo não me lembro de uma semana de minha vida que não tenha ido pelo menos uma vez no cinema.
Se o filme é com ninguém menos que Julia Roberts, eu vejo mais de uma vez. Lógico que eu
estava no dia da estreia para conferir cada pedacinho desse filme de nossa eterna
linda mulher, claro que o comprei em dvd e a trilha sonora para colocar o repeat e ser feliz.
Sim, o mundo parou quando essa ruiva do sorriso
inigualável e risada deliciosa colocou uma bota de verniz e foi fazer
programa em Los Angeles....ou melhor, foi conquistar o coração de
ninguém menos que o tudo de bom Richard Gere - no auge da maturidade- e
com a música do Roy Orbison... virou filme preferido de 10 entre 10
mulheres.
Eu era pequena mas me
encantei com o filme, ninguém para mim era mais perfeita que Julia
Roberts, todos os filmes dela eu via na estreia, até os que não tinha
idade para entrar eu pedia para meus pais irem comigo e lá estava eu
liberada e vendo Julia. Odiei Kiefer Sutherland por anos, afinal, quem
ele pensa que é para trair Julia Roberts?
Ah...paixão
de fã! Foi assim, que na estreia uma sala lotada de crianças na primeira
sessão do dia do filme em Botafogo eu vi mais uma vez Julia ser Julia. E essa semana meu pai me deu o dvd que paquerava a um tempo, depois de ter viciado na trilha sonora e ter decorado a música do final!
Para minha sorte o filme " Espelho,
espelho meu" ( Mirror, mirror) é mais um filme maravilhoso de Julia. Primeiro porque o
enredo baseado na história da Branca de Neve é extremamente bem
aproveitado para uma paródia entrelaçada com os dias de hoje. Segundo
porque Julia de Rainha Má por si só já bastava para ter valido o valor
do ingresso e vale também comprar o dvd que está na promo nas Americanas fica a dica!
Ela rouba a cena, sua gargalhada inconfundível é malvada, mas ainda assim maravilhosamente malvada, se é que isso existe.
A
Branca de Neve de Lilly Collins ( aqui vai momento Contigo! ela é filha
do famoso cantor Phill Collins!) é fofa, mas é só isso, por mais que
tenham melhorado a sobrancelha de Malu Mader dela, que ela tenha uma
carinha de Audrey Hepburn em alguma cenas, ela é ofuscada pelo charme de
Julia. Nada que comprometa o filme, gostei muito e fui achando que
seria um Alice...onde só o que salva é o Johnny Depp.
Não posso esquecer de lembrar dos
figurinos, coisa mais linda, de uma riqueza e de um colorido que só
realçaram os traços delicados da Branca de Neve e toda loucura por ser
nova e linda da Rainha Má.
Destaco
também o final, o que podia ser fofinho foi maravilhosamente animado
por um estilo indiano de filmes ( sim, eles tem Bollywood!) obviamente
uma homenagem do diretor daquele país Tarsem Singh ( ele dirigiu " Os
Imortais" também!) ; você sai do cinema querendo dançar como eles, Lily
Collins ao lado dos anões dá um show! Em casa se solte, coloque seu lado " Caminho das ìndias" para fora e seja feliz!
Infelizmente
o final não tem Julia...mas ela se retira com bons motivos...em conto
de fadas que se preze...a rainha por mais boa atriz que seja tem que
ter seu final infeliz.
Em " Espelho, espelho meu" os anões são ladrões engraçadíssimos, vocês vão reconhecê-los de vários outros filmes!
Ponto
alto do filme também é Nathan Lane, um ator que sempre brilha em todos
os filmes e que nesse está divino. Bem, está todo mundo querendo saber
do príncipe né....ah...ele é bobo. Interpretado pelo ator Armie Hammer
achei que ele tem beleza de sobra e faltou talento, melhor mesmo que ele
fique com a Branca de Neve. Para terminar com Julia tem que ter muito
mais que beleza!
O filme fofo é
ótimo para ver com a melhor amiga, com os filhos ou com o maridão (ou
namorado) porque é para todas as idades. Eu optei por ver com minha mãe
que é quem também nutre essa admiração pela linda mulher. Em casa resolvi ver sozinha, afinal mico que é mico a gente treina sozinha! e eu amei dançar horrores o final