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domingo, 3 de outubro de 2021

Menina que via filmes: Uma Linda Mulher 🎬revendo o clássico que marcou minha vida + curiosidades

 


⚠️⚠️⚠️ Vídeo com Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬(pode dar mais?) Título Original: Pretty Woman Título no Brasil: Uma linda mulher País; EUA Ano: 1990 Roteiro e Direção: Garry Marshall Elenco: Julia Roberts, Richard Gere gênero: romance
#347 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

sábado, 16 de março de 2019

Menina que via Filmes: O Retorno de Ben [Crítica]


Título Original: Ben is Back
Título no Brasil: O Retorno de Ben
Data de lançamento 21 de março de 2019 (1h 42min)
Direção: Peter Hedges
Elenco: Julia Roberts, Lucas Hedges, Courtney B. Vance mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA
#80
por Cecilia Mouta

Numa manhã de véspera de Natal, Ben (Lucas Hedge) resolve voltar para casa. Já podemos imaginar a surpresa de Holly (Julia Roberts), a mãe, ao ver o filho na porta. Mas ela foi a única a ter esse comportamento e logo percebemos que tem algo errado com Ben. Não é preciso muito tempo para descobrir que Ben é um viciado em drogas em recuperação e, aos poucos, a sua repentina aparição na casa da mãe começa a levantar questões do porquê ele está ali. As próximas 24 horas coloca a vida de todos da família do avesso. 

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Menina que via filmes: Uma Linda Mulher no Shell Open Air

Título Original: Pretty Woman
Título no Brasil: Uma Linda Mulher
Data de lançamento 27 de julho de 1990 (1h 59min)
Direção: Garry Marshall
Elenco: Richard Gere, Julia Roberts, Ralph Bellamy mais
Gêneros Comédia , Romance

Nacionalidade EUA
#75





por Raffa Fustagno

Assisti a esse filme no cinema em 1990, sim, eu era criança e meus pais me levaram, eu era completamente viciada nele, nas músicas e Julia Roberts se transformou em minha atriz favorita. Assisti desde então todos os filmes que ela fez. Richard Gere já era o crush da minha mãe quando esse nome nem sequer existia ou era utilizado aqui no Brasil.
Quando comprei entradas para ir ao Shell Open Air pela primeira vez, outra coisa que parece incrível para muita gente, já que sou viciada em cinema, como nunca fui ao Shell Open Air?
A verdade é que os ingressos esgotam rapidamente mas dessa vez nem pensei duas vezes, comprei as entradas para vermos um de meus filmes favoritos da vida.
Sobre o Shell Open Air eu conto mais detalhes logo abaixo, vamos à crítica.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: Extraordinário [Crítica]

Título Original: Wonder
Título no Brasil: Extraordinário
Baseado na obra de RJ Palacio
Direção: Stephen Chbosky
Elenco: Jacob Tremblay, Julia Roberts, Owen Wilson, Sônia Braga
Ano: 2017
País: EUA
Gênero: Drama
#110assistido
#111criticado









por Reinaldo Barros
Olhares constrangedores por onde quer que fosse, espanto e ofensas, se até para um adulto é difícil, imagine para uma criança da quinta série suportar isso diariamente. Na terra do bullying e das chacinas universitárias não é nada fácil ser adolescente e estudante, ainda mais se não for igual aos colegas. Emocionante do início ao fim Extraordinário conta o drama de Auggie Pullman e de outros personagens ao seu redor.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Menina que via Filmes: Jogo do Dinheiro [Crítica]

Título Original: Money Monster
Título no Brasil: Jogo do Dinheiro
Data de lançamento 26 de maio de 2016 (1h 39min)
Direção: Jodie Foster
Elenco: George Clooney, Julia Roberts, Jack O'Connell mais
Gênero Suspense

Nacionalidade EUA
ANO : 2016









Só pelo trailer já tive vontade de assistir o filme. Dois dos atores que adoro e com uma diretora que é uma de minhas atrizes favoritas: Jodie Foster. 
Talvez soe confuso para quem não entende nada de bolsa de valores - o meu caso - mas nem de longe o filme é algo como A Grande Aposta que fica maçante para quem não entende o mercado financeiro. Lee Gates ( Clooney no papel e maravilhoso como tal) é um apresentador de tv de um programa chamado Money Monster, ele faz coreografias ridículas com garotas semi nuas para chamar a atenção dos espectadores e fazer com que eles comprem ações das empresa que anunciam com ele. Sua diretora é Patty ( Julia Roberts), uma mulher que leva o programa  e o ego de Lee nas costas e já planejou ir para outro canal mas ainda não avisou a ele. 
Nesse ritmo de emissora de tv a diretora nos mostra o como ali toda a equipe é tratada em segundo plano por causa do nada legal Lee, que manda e desmanda e se acha a última cocada. 
Acontece que no meio de um dos programas um homem desconhecido entra com uma arma, é visível o como ele odeia Lee e o faz ao vivo vestir um colete com granadas ameaçando explodir todos do estúdio. Começa aí o verdadeiro motivo de existir o filme. 
Lee é rico  e claro que nunca parou para pensar como faz as pessoas se ferrarem já que para ele o que ganha é o que importa, ele chega a fazer piada de que o rapaz está ali com raiva por causa de míseros 60 mil dólares...

Só que a história nos traz reviravoltas bem mais legais do que eu poderia imaginar, não se trata de um filmaço, mas de uma diversão pura sobre um mercado que as pessoas perdem milhões e que movimenta muita grana.
Foster acerta com o elenco e com o final, por mais que a crítica especializada não tenha curtido tanto eu saí do cinema satisfeita com o que vi.

domingo, 8 de maio de 2016

Menina que via filmes : O Maior Amor do Mundo [Crítica]






















Título Original: Mother´s Day
Título no Brasil: O Maior Amor do Mundo
Data de lançamento 5 de maio de 2016 (1h 58min)
Direção: Garry Marshall
Elenco: Jennifer Aniston, Julia Roberts, Kate Hudson mais
Gêneros Romance, Comédia , Drama

Nacionalidade Eua

Não tente levar a sério o filme, ele é uma deliciosa história de sessão da tarde e ponto. Os críticos deram notas baixas mas eu confesso que saí da sala com meus pais e marido feliz da vida por ter visto um filme descompromissado e na mesma linha dos outros da série - Uma Noite de Ano Novo ( 2011) e Idas e Vindas do Amor (2010) - que amo.
Não gostei muito de terem mudado o título, ainda mais porque foi lançado juntamente com os Estados Unidos onde o Dia das Mães também foi hoje. 
São várias histórias que se unem de alguma forma, mas todas envolvendo diferentes tipos de amor maternal. Sandy ( papel da maravilhosa Jennifer Aniston) é uma mulher divorciada, que tem uma relação tão boa com seu ex marido que nem liga de o recebe-lo somente de toalha. Tendo que cuidar da carreira como decoradora e arquiteta e dos 2 filhos pequenos, ela tenta manter o bom humor mas ainda tem esperanças de voltar com Henry ( Timothy Oliphant). Nesse núcleo talvez se concentre boa parte das duas horas de filme, a mãe linda e descolada que leva um fora do ex marido que se casou com uma moça 10 anos - no mínimo - mais jovem que ela, dá pano para muitas piadas, eu particularmente amei as cenas da mãe complicada e desesperada em não perder seus filhos para nova madrasta. 

Em outra casa há um pai viúvo, Bradley ( Jason Sudeikis) não se conforma de sua esposa ter morrido - Jennifer Garner aparece em gravações como sendo a  falecida - e não está se dando muito bem em criar suas filhas adolescentes.
Talvez a história que eu menos tenha gostado seja de Kristin ( Britt Robertson), ela tem uma filha fofa com um cara que a ama, mas não aceita casar de jeito algum porque não sabe quem ela é de verdade...oi??? Fica ainda mais surreal quando ela solta a pérola de que ser mãe está ok, mas casar é um passo gigante para ela.
E o que dizer as confusões da personagem de Kate Hudson? Jesse andou escondendo de seus pais que se casou com um indiano e que teve um filho com ele. Agora os pais aparecem em sua casa, como ela irá lidar com isso? Ah sim, os pais conservadores ainda terão que entender como sua filha mais velha, a irmão de Jesse, se casou com uma mulher!

E se vocês acham que acabou por aqui...não, há Julia Roberts, linda como sempre, no papel de Miranda, uma apresentadora poderosa que irá revelar seu passado a todos caso ache a filha que um dia entregou à adoção. Muitos falaram que Julia faz uma ponta de luxo, até concordo, ela é muito amiga do diretor que a lançou em Uma Linda Mulher, e sempre aceita fazer filmes dele. Melhor para nós que em um filme só vemos Julia, Jennifer e Kate. Senti falta de Sandra Bullock, acho que ela ficaria perfeita no filme.
Voltando aos pontos positivos, o filme pode até se perder nos estereótipos mas diz ao que veio no final. 
Achei fofo e um ótimo programa para quem quiser levar a família :) 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes: Olhos da Justiça [Crítica]

Título original : Secret in Their Eyes
Título no Brasil : Olhos da Justiça
Lançamento 10 de dezembro de 2015 (1h51min) 
Dirigido por Billy Ray
Com Julia Roberts, Nicole Kidman, Chiwetel Ejiofor mais
Gênero Suspense

Nacionalidade EUA













Confesso que olhei com péssimos olhos esse filme. Lançado em 2009, O Segredo dos Seus Olhos - filme baseado no livro - é uma filme ganhador do Oscar de Melhor filme estrangeiro daquele ano, uma co-produção Argentina/ Espanha com o astro Ricardo Darín e grande elenco. Não vi necessidade alguma de " americanizarem" e fazerem esse remake.
Portanto, mesmo com diversas alterações, o filme não perdeu a essência  e a mensagem principal. Mas aqui nessa crítica farei comparações obviamente.
O investigador do FBI Ray ( Chiwetel) é muito amigo de Jess ( Julia Roberts, maravilhosa no papel) e arrasta uma asa para Claire ( Nicole Kidman) , todos trabalham juntos em uma divisão pós 11 de setembro que está focada na caça aos terroristas. Em uma dessas caçadas eles descobrem um corpo, que é da filha de Jess e começa aí a trama na qual o filme se desenvolve. Para quem não viu nenhum dos dois filmes não faz diferença....mas para você que viu e se pergunta aonde que esse filme lembra o original, eu ajudo: ao invés de Argentina pós ditadura temos um EUA pós atentado. Chiwetel faz o papel de Darín, sendo que tem cargos diferentes, claro. Jess não existe no original, mas Darín tem um melhor amigo que o ajuda nas investigações - papel do maravilhoso ator Guillermo Francella , do recente O Clã - , no papel de Kidman é Soledad Villamil, a mulher que ele sempre amou e que nunca pode ter, a tal vítima que fica sendo filha de um dos agentes é uma esposa na versão argentina que tem um marido destroçado pelo crime.

Pronto, encaixada as peças, vamos ao filme em questão. O elenco ajuda e muito que o longa funcione. Ver Julia Roberts despida de vaidade, sem maquiagem e sofrendo como a mãe que perdeu o amor de sua vida, é para bater palmas. Chiwetel também cumpre bem seu papel, seu personagem é atormentado por um detalhe que deixo para vocês descobrirem porque ele se sente tão culpado pela morte da filha da melhor amiga. Kidman como a linda moça que com os anos se torna chefe funciona mas não comove...ela parece um pouco um boneco de cera , não sei se devido as inúmeras plásticas que se submeteu . 
O filme se passa quando o crime acontece e 13 anos depois , quando ele retorna e acredita que pode finalmente prender o assassino. De início não temos certeza de nada, o principal suspeito pode não ter feito nada , mas Ray acredita que já tem o culpado e luta por isso como se a filha fosse dele.
Jess se decompõe em cena, a linda mulher vira um ser traumatizado que não vê alegria alguma em continuar vivendo. Mas que ao mesmo tempo parece inerte a tudo que Ray faz para achar o culpado.
O final choca como no original, e para quem não levava muita fé na versão americana, podem rever os conceitos, o filme é sensacional, só continuo ficando com o original na preferência, mas nada que não me faça colocar essa versão na lista de melhores filmes desse ano.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Oscar 2014 - Lista de indicados

Já era de se esperar que eu amasse o Oscar, sou completamente apaixonada por cinema. Para mim Oscar é como final de campeonato brasileiro, ou final de Copa do Mundo: eu torço, eu grito, não vou dormir enquanto não termina a cerimônia! Esse ano o Oscar será em 2 de março, bem no meio do Carnaval ! Domingo como sempre! Estaremos juntinhos acompanhando, mas como estarei viajando, se não conseguir postar, me desculpem! Assim que voltar faço um post completinho!
Mas vamos aos indicados desse ano e para quem eu vou torcer ;) 

 MELHOR FILME 
Trapaça, de David O. Russel
Capitão Phillips, de Alexander Payne 
Nebraska, de Alexander Payne 
Clube de Compras Dallas, de Jean-Marc Vallée 
Gravidade, de Alfonso Cuarón 
Ela, de Spike Jonze 
Philomena, de Stephen Frears 
Doze Anos de Escravidão, de Steve McQueen 
O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese 

De todos os filmes acima, somente assisti "Gravidade" filme chato demais, como alguém pode ter gostado?  e Capitão Phillips que é realmente maravilhoso!


TRAPAÇA TEM MUITAS INDICAÇÕES AO OSCAR 2014
MELHOR ATOR 
Christian Bale, por Trapaça 
Bruce Dern, por Nebraska 
Leonardo DiCaprio, por O Lobo de Wall Street 
Chiwetel Ejiofor, por 12 Anos de Escravidão 
Matthew McConaughey, por Clube de Compras Dallas 

Ainda não vi nenhum dos filmes, mas precisa dizer que há anos que torço para Di Caprio? O rapaz merece!

NEM O LEO ENTENDE PORQUE ATÉ HOJE NÀO GANHOU O OSCAR!
MELHOR ATRIZ 
Amy Adams, por Trapaça 
Cate Blanchett, por Blue Jasmine 
Sandra Bullock, por Gravidade 
Judi Dench, por Philomena 
Meryl Streep, por Álbum de Família 

Meryl tem sua 18 º indicação ao Oscar! Cate Blanchett arrasou mesmo no filme de Allen. Mas Bullock apesar de te adorar, Gravidade é muito ruim amiga! Se você ganhar choro junto contigo, mas é de infelicidade!



MELHOR ATOR COADJUVANTE 
Berkhad Abdi, por Capitão Phillips 
Bradley Cooper, por Trapaça 
Michael Fassbender, 12 Anos de Escravidão 
Jonah Hill, O Lobo de Wall Street 
Jared Leto, por Clube de Compras Dallas 


Só no quesito beleza temos Bradley Cooper, Fassbander e Jared Leto <3! Mas nosso amigo da Etiópia Abdi realmente fez um ótimo trabalho!Minha torcida ainda não foi definida

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE 

Sally Hawkins, por Blue Jasmine 
Jennifer Lawrence, por Trapaça 
Lupita Nyong'o, por 12 Anos de Escravidão 
Julia Roberts, por Álbum de Família 
June Squibb, por Nebraska 

Amo Lawrence mas amo mais Julia Roberts, minha torcida é para ela <3!


DIRETORES 
David O. Russel, por Trapaça 
Alfonso Cuarón, por Gravidade 
Steve McQueen, por ?12 Anos de Escravidão, por 12 Anos de Escravidão 
Martin Scorsese, por O Lobo de Wall Street 
Alexander Payne, por Nebraska 

Scorcese <3! <3! 





FILME ESTRANGEIRO 
A Grande Beleza (Itália)
Alabama Monroe (Bélgica)
A Caça (Dinamarca)
The Missing Picture (Camboja) 
Omar (Palestina)

MELHOR ANIMAÇÃO
OI, QUERO ABRAÇOS QUENTINHOS E UM OSCAR ;) 

Frozen
Meu Malvado Favorito 2
Ernest&Celestine
Vidas ao Vento
Os Croods

MELHOR CANÇÃO
Original Ordinary Love (Mandela) 
The Moon Song (Ela) 
Let It Go (Frozen) 
Happy (Meu Malvado Favorito 2) 
Alone Yet Not Alone (Alone Yet Not Alone)

MELHOR MAQUIAGEM
Clube de Compras Dallas 
Jackass Apresenta Vovô sem Vergonha 
O Cavaleiro Solitário


MELHOR TRILHA SONORA
A menina que roubava livros, por John Williams
Gravidade, por Steven Price
Ela, por William Butler e Owen Pallett 
Philomena, por Alexandre Desplat
Walt nos bastidores de Mary Poppins, por Thomas Newman

CURTA ANIMAÇÃO
Feral Get a Horse!
Mr. Hublot
Possessions
Room on the broom


DIREÇÃO DE ARTE
Trapaça
Gravidade
O Grande Gatsby
Ela
12 anos de escravidão


MELHOR EDIÇÃO
Trapaça
Capitão Phillips
Clube de compras de Dallas
Gravidade 12 anos de escravidão


MELHOR DOCUMENTÁRIO
O Ato de Matar
Cutie and the Boxer
Guerras Sujas
Al Midan
A um passo do estrelato


MELHOR DOCUMENTÁRIO CURTA
Cave Digger
Facing Fear
Karama hás no Walls
The Lady in number 6: music saved my life
Prision Terminal: The last days of private Jack Hall


MELHOR FIGURINO
Trapaça
O Grande Mestre
O Grande Gatsby
The Invisible Woman
12 anos de escravidão


WOODY concorre por Blue Jasmine
Roteiro Adaptado
Antes da Meia-Noite
Capitão Phillips
Philomena
12 Anos de Escravidão
O Lobo de Wall Street


Roteiro Original
Trapaça
Blue Jasmine
Clube de Compras Dallas
Ela
Nebraska

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Menina que via filmes : Álbum de família [Crítica]

Título original: August ; Osange County
Título no Brasil : Álbum de família
Direção : John Wells
Elenco: Meryl Streep, Julia Roberts, Chris Cooper, Juliette Lewis, Abigail Breslin, Ewan Mcgregor, Sam Shepard
Ano : 2013
Gênero : Drama
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 12 anos
Duração: 1h 59 min




Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette Lewis) são três irmãs que são obrigadas a voltar para casa e cuidar da mãe viciada em medicamentos e com câncer (Meryl Streep), após o desaparecimento do pai delas (Sam Shepard). O encontro provoca diversos conflitos e mostra que nenhum segredo estará protegido. Enquanto tenta lidar com a mãe, Barbara ainda terá que conviver com os problemas pessoais, com difíceis relações com o ex-marido (Ewan McGregor) e com a filha adolescente (Abigail Breslin). 



 Amo início de ano, porque perto do Oscar eles começam a lançar esses filmes sensacionais! Vi algumas pessoas falando que não gostaram de " Álbum de família" e claro que respeito essa opinião, mas para quem ama cinema como eu ver em cena um monstro sagrado como Meryl Streep atuando como nunca e duelando com uma possuída pelo espírito do Oscar Julia Roberts, me fizerem achar esse filme maravilhoso.
Por mais que a história seja triste, o que vemos na telona é nada mais do que uma família esmiuçada na nossa frente, ali não se tem papas na língua, se fala o que pensa e é logo no início que vemos que Violet ( Meryl Streep) é uma víbora, mas daquelas que sem ela o filme não teria  a menor graça!
São delas os melhores bordões, é com ela que presenciamos que mesmo uma pessoa a beira da morte pode continuar agindo como sempre agiu e se esquecer que o câncer a toma a cada dia. Nem ela tem pena dela, apesar de ter um câncer de boca ela fuma muitos maços nas quase duas horas de filme. E não há quem a faça parar.
 Morando com o marido que é alcoólatra ( Sam Shepard) , um dia ele desaparece e então ela convoca os filhos e uma irmã que parece ser tão má quanto ela.
Barbara ( Julia Roberts) está infeliz no casamento com Bill ( Ewan Mcgregor em um papel apagadinho), tem uma filha na aborrescência ( a eterna Miss Sunshine Abigail Breslin) e pelo jeito mal tem tempo de pintar os cabelos. Para os fãs é a primeira vez que vemos Julia sem maquiagem - e mesmo assim ainda uma linda mulher - e com os cabelos precisando pintar a raiz. 
O que se quer mostrar é que ela após ser trocada por alguém com metade da sua idade, não tem mais vaidade mas não perde tempo quando é para atacar sua mãe.
As outras irmãs de Barbara  são  Ivy ( Julianne Nicholson) e Karen ( Juliette Lewis, que está acabadinha...nem a maquiagem salvou). Mesmo se esforçando as duas não chegam aos pés da atuação de Julia, a voz chata de Juliette e o jeito meio esquisito de Julianne não conseguem muito gerar boas cenas que não tenham uma das duas - Meryl ou Julia - presentes.
Karen ainda tem um noivo ( Delmot Muhoney, para mim ele é o eterno cara de Twin Peaks!) que só quer pegar a sobrinha dela, e os dois nem ligam quando o pai dela morre. Fofos só que não!
Para completar a tia mala e gorducha que é casada com Chris Cooper maltrata o lindinho do filho Little Charles,para quem gosta da série Sherlock vai odiar mais ainda ela, porque o personagem é interpretado por Benedict Cumberbatch.
UFC no cinema...ou melhor Julia e Meryl rumo ao Oscar?
  Se nos acostumamos a ver filmes felizes onde no final quem fez o mal leva a pior, nesse é um pouco diferente e isso que amei, ele parece muito real, porque família tem sempre podres, tem sempre aquele filho que se sente menos amado, aquele pai ou mãe que dizem coisas erradas nos momentos mais impróprios e esse filme é cheio de cenas que já vivemos.
A dor de Violet não nos faz esquecer que ela maltrata tudo e todos, que ela é viciada em remédios e não sente pena dos filhos, pelo contrário ela sente prazer em vê-los mal.
Se fosse outra atriz poderia comprometer o filme, mas rodeada de bons atores, Meryl brilha em um palco que já conhece muito bem, o de fazer de um filme melhor ainda quando ela aparece.
Dizem as apostas e a crítica que ela concorrerá ao Oscar e ao Globo de Ouro . Sinceramente já acho barbada, Meryl é para mim como Jack Nicholson , não há um filme que veja com ela que não ache que ela mereça todos os prêmios.
  E Julia também não fica para trás nesse filme , a vontade que eu tinha era de levantar no meio do cinema e bater palmas de pé. 
Chris Cooper também tem o tom certo do personagem, um homem infeliz no amor mas que ama demais seu único filho.
COOPER CONSOLANDO BENEDICT
 Para completar - desculpe se acharem spoiler - mas PRECISO citar algumas pérolas de Meryl no filme, vejam abaixo:

" Não existe mulher que não precise de maquiagem. A  única mulher que não precisava de maquiagem era Elizabeth Taylor, e mesmo assim ela se pintava muito!"

"Todo mundo tem seu filho predileto, você diz que não tem porque seu filho é único"

"Minha filha, a verdade na vida é que não se pode competir com mulheres mais novas, elas sempre ganham, aceite "

"Ninguém velho fica mais bonito , veja você ( apontando para a filha Karen) é a prova concreta disso!"


Trailer : 

domingo, 3 de novembro de 2013

Menina que via filme : Espelho, espelho meu [ Crítica]

Título Original : Mirror Mirror
Título no Brasil : Espelho, espelho meu
Direção : Tarsem Singh
Elenco : Julia Roberts, Lilly Collins, Armie Hammer 
Gênero : Fantasia, Comédia
Ano : 2012
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : Livre
Duração : 1h 46 m








  Após a morte do rei (Sean Bean), sua esposa (Julia Roberts) assume o comando do reino. Extremamente vaidosa, ela passa a cobrar cada vez mais impostos para sustentar uma vida de opulência. Ao mesmo tempo mantém presa em seu quarto a enteada, Branca de Neve (Lily Collins). Ao completar 18 anos, Branca de Neve resolve sair do castelo e conhecer a realidade do reino. Horrorizada com a situação de fome e miséria do povo, ela retorna decidida a derrubar a rainha. 


Sou antiga, não baixo filmes, gasto mais do que posso indo ao cinema e comprando filmes originais mas assumo que é no escurinho de uma sala de exibição que volto a ser criança. Por este motivo não me lembro de uma semana de minha vida que não tenha ido pelo menos uma vez no cinema.
Se o filme é  com ninguém menos que Julia Roberts, eu vejo mais de uma vez. Lógico que eu estava no dia da estreia para conferir   cada pedacinho desse  filme de nossa eterna linda mulher, claro que o comprei em dvd e a trilha sonora para colocar o repeat e ser feliz. 
Sim, o mundo parou quando essa ruiva do sorriso inigualável e risada deliciosa colocou uma bota de verniz e foi fazer programa em Los Angeles....ou melhor, foi conquistar o coração de ninguém menos que o tudo de bom Richard Gere - no auge da maturidade- e com a música do Roy Orbison... virou filme preferido de 10 entre 10 mulheres.
Eu era pequena mas me encantei com o filme, ninguém para mim era mais perfeita que Julia Roberts, todos os filmes dela eu via na estreia, até os que não tinha idade para entrar eu pedia para meus pais irem comigo e lá estava eu liberada e vendo Julia. Odiei Kiefer Sutherland por anos, afinal, quem ele pensa que é para trair Julia Roberts?
Ah...paixão de fã! Foi assim, que na estreia  uma sala lotada de crianças na primeira sessão do dia do filme em Botafogo eu vi mais uma vez Julia ser Julia. E essa semana meu pai me deu o dvd que paquerava a um tempo, depois de ter viciado na trilha sonora e ter decorado a música do final!


Para minha sorte o filme " Espelho, espelho meu" ( Mirror, mirror) é mais um filme maravilhoso de Julia. Primeiro porque o enredo baseado na história da Branca de Neve é extremamente bem aproveitado para uma paródia entrelaçada com os dias de hoje. Segundo porque Julia de Rainha Má por si só já bastava para ter valido o valor do ingresso e vale também comprar o dvd que está na promo nas Americanas fica a dica!
Ela rouba a cena, sua gargalhada inconfundível é malvada, mas ainda assim maravilhosamente malvada, se é que isso existe.
A Branca de Neve de Lilly Collins ( aqui vai momento Contigo! ela é filha do famoso cantor Phill Collins!) é fofa, mas é só isso, por mais que tenham melhorado a sobrancelha de Malu Mader dela, que ela tenha uma carinha de Audrey Hepburn em alguma cenas, ela é ofuscada pelo charme de Julia. Nada que comprometa o filme, gostei muito e fui achando que seria um Alice...onde só o que salva é o Johnny Depp.
Não posso esquecer de lembrar dos figurinos, coisa mais linda, de uma riqueza e de um colorido que só realçaram os traços delicados da Branca de Neve e  toda loucura por ser nova e linda  da Rainha Má.
Destaco também o final, o que podia ser fofinho foi maravilhosamente animado por um estilo indiano de filmes ( sim, eles tem Bollywood!) obviamente uma homenagem do diretor daquele país Tarsem Singh ( ele dirigiu " Os Imortais" também!) ; você sai do cinema querendo dançar como eles, Lily Collins ao lado dos anões dá um show! Em casa se solte, coloque seu lado " Caminho das ìndias" para fora e seja feliz!
Infelizmente o final não tem Julia...mas ela se retira com bons motivos...em conto de fadas que se preze...a rainha por mais boa atriz  que seja tem que ter seu final infeliz.

Em " Espelho, espelho meu" os anões são ladrões engraçadíssimos, vocês vão reconhecê-los de vários outros filmes!
Ponto alto do filme também é Nathan Lane, um ator que sempre brilha em todos os filmes e que nesse está divino. Bem, está todo mundo querendo saber do príncipe né....ah...ele é bobo. Interpretado pelo ator Armie Hammer achei que ele tem beleza de sobra e faltou talento, melhor mesmo que ele fique com a Branca de Neve. Para terminar com Julia tem que ter muito mais que beleza!
O filme fofo é ótimo para ver com a melhor amiga, com os filhos ou com o maridão (ou namorado) porque é para todas as idades. Eu optei por ver com minha mãe que é quem também nutre essa admiração pela linda mulher. Em casa resolvi ver sozinha, afinal mico que é mico a gente treina sozinha! e eu amei dançar horrores o final

Cena que amo, aperte o play <3!