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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Menina que via Filmes: Jogo do Dinheiro [Crítica]

Título Original: Money Monster
Título no Brasil: Jogo do Dinheiro
Data de lançamento 26 de maio de 2016 (1h 39min)
Direção: Jodie Foster
Elenco: George Clooney, Julia Roberts, Jack O'Connell mais
Gênero Suspense

Nacionalidade EUA
ANO : 2016









Só pelo trailer já tive vontade de assistir o filme. Dois dos atores que adoro e com uma diretora que é uma de minhas atrizes favoritas: Jodie Foster. 
Talvez soe confuso para quem não entende nada de bolsa de valores - o meu caso - mas nem de longe o filme é algo como A Grande Aposta que fica maçante para quem não entende o mercado financeiro. Lee Gates ( Clooney no papel e maravilhoso como tal) é um apresentador de tv de um programa chamado Money Monster, ele faz coreografias ridículas com garotas semi nuas para chamar a atenção dos espectadores e fazer com que eles comprem ações das empresa que anunciam com ele. Sua diretora é Patty ( Julia Roberts), uma mulher que leva o programa  e o ego de Lee nas costas e já planejou ir para outro canal mas ainda não avisou a ele. 
Nesse ritmo de emissora de tv a diretora nos mostra o como ali toda a equipe é tratada em segundo plano por causa do nada legal Lee, que manda e desmanda e se acha a última cocada. 
Acontece que no meio de um dos programas um homem desconhecido entra com uma arma, é visível o como ele odeia Lee e o faz ao vivo vestir um colete com granadas ameaçando explodir todos do estúdio. Começa aí o verdadeiro motivo de existir o filme. 
Lee é rico  e claro que nunca parou para pensar como faz as pessoas se ferrarem já que para ele o que ganha é o que importa, ele chega a fazer piada de que o rapaz está ali com raiva por causa de míseros 60 mil dólares...

Só que a história nos traz reviravoltas bem mais legais do que eu poderia imaginar, não se trata de um filmaço, mas de uma diversão pura sobre um mercado que as pessoas perdem milhões e que movimenta muita grana.
Foster acerta com o elenco e com o final, por mais que a crítica especializada não tenha curtido tanto eu saí do cinema satisfeita com o que vi.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Menina que via Filmes : Invencível [Crítica]

Título Original: Unbroken
Título no Brasil: Invencível
Dirigido por Angelina Jolie
Com Jack O'Connell, Domhnall Gleeson, Garrett Hedlund mais
Gênero Guerra , Biografia , Drama

Nacionalidade EUA













O drama retrata a história real do atleta olímpico Louis Zamperini (Jack O'Connell), que sofre um acidente de avião e cai em pleno mar. Ele luta durante 47 dias para reencontrar a terra firme e quando consegue é capturado pelos japoneses em plena Segunda Guerra Mundial.




Apesar da crítica especializada ter detestado o filme e debochado muito dele, eu gostei. Claro que concordei com algumas coisas ditas mas no geral é um filme muito bom que diante de alguns filmes fracos do ano passado merecia sim algumas indicações ao Oscar. 
Baseado no livro que conta a história do medalhista olímpico Luis Zamperini, um descendente de italianos que esteve na guerra e sofreu muito. Desde os tempos de infância nos Estados Unidos, sua família imigrante era hostilizada, e ele também não ajudava muito fazendo tudo que poderia de errado. Foi com o apoio de seu irmão mais velho que descobriu que tinha o dom de correr e passou a fazê-lo profissionalmente. Com o sonho de um dia correr nas Olimpíadas de Tóquio, só foi para lá durante a segunda guerra como combatente, mas refém dos japoneses.
ANGELINA E LOUIS NA VIDA REAL
Durante as mais de 2 horas de filme vemos Louis ( interpretado por Jack O Connell) ser massacrado de diversas formas, e chega a dar nervoso. Primeiro porque ele ficou mais de um mês no meio do mar com outros dois companheiros e literalmente comeu o pão que o diabo amassou enfrentando ondas e tubarões, depois capturado com seu amigo Phil ele vai parar em uma prisão japonesa onde tendo que obedecer o vilão japonês que implica com ele o tempo inteiro rende muitos olhos fechados e nervoso de um cinema lotado.
Leia-se muitas torturas. Para se ter ideia eu não faço ideia de como esse rapaz sobreviveu, porque ele apanhou muito. O ator que faz Ava ( o vilão japonês) trabalha bem mal, faz caras e bocas e tem um jeito afeminado demais para o papel. Não me convenceu nem um pouco, a não ser que no fundo ele maltratasse Louis por ser apaixonado por ele, só isso justifica, porque ele fazia muita maldade.
Com músicas de fundo o tempo todo e um final bem americano de " ninguém vence um americano" o filme é bom sim, mas o vilão irrita literalmente.