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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Menina que via filmes: Aliados [Crítica]

Título Original: Allied
Título no Brasil: Aliados
Data de lançamento 16 de fevereiro de 2017 (2h 05min)
Direção: Robert Zemeckis
Elenco: Brad Pitt, Marion Cotillard, Jared Harris mais
Gêneros Suspense, Romance, Histórico
Nacionalidade EUA
#37assistido

#38criticado






 Max ( Brad Pitt) é um espião que nunca viu sua esposa Marianne ( Marion Cotillard). Isso em 1942 em Casablanca no Marrocos, onde os dois tem uma missão: exterminar um embaixador nazista. Apesar da crítica especializada ter metido o pau no filme, eu vi muitas qualidade.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

[Evento] Premiere O Agente U.N.C.L.E e Crítica do Filme

Ingressos para uma Premiere em plena terça-feira à tarde. Era esse o convite do Fã Clube Crazy For Henry Cavill BR . Topei na hora, mandei meus dados e soube que seria no Copacabana Palace com a presença dos atores. O email era claro  : devíamos fazer uma camiseta com a logo do Fã Clube/ Filme e levarmos balões para comemorarmos o aniversário de Armie Hammer, que seria no dia 28 de agosto. 
Pois bem, alguns dias antes outro email informa que o local foi alterado e que a presença dos atores não era confirmada. Eles estariam no Brasil mas somente iriam na sessão no Odeon que foi um dia antes. De qualquer forma, eu me animei em ver o filme, e quanto à ida ao hotel para tirar foto com os dois, eu acabei não indo - e me arrependendo depois por causa do Armie que foi um fofo com todos - porque duas amigas minhas tinham ido atrás de Cavill e ele não as atendeu, o mau humor do moço também ficou conhecido nos corredores do hotel que se hospedou. Mas ok, depois eles até atenderam algumas pessoas.
Chegado o dia do filme, encontrei o Roxy fechado e uma imensa fila.




















Como podem ver , a maioria eram mulheres. Algumas com as camisetas com a logo do filme, muitas fugindo do trabalho ...A sessão que estava marcada para começar às 14 h somente teve início às 15:30h! Eles tinham pedido para levarmos o RG porque teria uma lista mas na hora nenhuma identificação foi pedida, fizemos fila, pegamos nossas pipocas e uma entrada com umas recepcionistas que estavam com a mesma roupa da atriz do filme e ao entrarmos na sala já tinham refrigerantes em todos os descansos de copos.
 Na fila encontrei com a Carol que estava com uma amiga que tinha ganho a promo do Hugo Gloss, essa era outra forma de estar por lá : pelo fã clube ou pelo blogueiro que deu 100 entradas!





















Todos na sala, meninas em polvorosa e o Hugo Gloss entra fazendo snapchat. Muitas delas afirmavam que os atores viriam, eu imaginei que não, porque como já tinham ido na outra sessão no Odeon, fui ingênua em achar que não dariam uma passada por lá.
Pois bem, luzes apagadas o tempo todo, eu peço para ir ao banheiro, ouço da moça:
- Não pode agora, os atores estão chegando!
Eu nessa hora me perguntei : " Oi?!"





















Na foto acima o blogueiro Hugo Gloss. Ele entra, as meninas param de gritar um pouco e ele avisa que tem surpresa. Uma surpresa que durou exatos 4 minutos mas que levou as cerca de 300 mulheres ao delírio.
De luzes ainda apagadas, os dois atores entram na sala. Muita gritaria, tudo escuro e uma certeza : não suporto gente que grita.
















Segue o vídeo :





Foi isso, vi o filme, a crítica segue abaixo! E não consegui minha filme divônica ( #chora)  . Mas ok, tenho certeza que Deus está guardando toda a minha sorte para o Johnny Depp mês que vem ;)




Menina que via Filmes  : O Agente da U.N.C.L.E [Crítica] 

Título Original : The Man from the U.N.C.L.E
Título no Brasil : O Agente da U.N.C.L.E
Dirigido por Guy Ritchie
Com Henry Cavill, Armie Hammer, Alicia Vikander mais
Gênero Espionagem , Ação , Comédia
Nacionalidade EUA
Ano : 2015






















Esperava tão pouco desse filme que só posso dizer que me diverti muito o assistindo. Vamos deletar da mente os gritos de algumas pessoas loucas toda vez que Cavill aparecia e focar no que interessa.
Passado na década de 60, Napoleon Solo ( Henry Cavill) é um agente americano que tem como um de seus inimigos o russo da KGB Illya ( Armie Hammer). Uma improvável dupla será formada pelos dois a fim de destruir um grupo que era ligado aos nazistas e que está instalado na Itália. 

A primeira pessoa que Solo procura para lhe ajudar no plano é a filha de um ex colaborador da guerra, Gaby Teller ( Alicia Vikander) , a moça que trabalha em uma oficina mecânica não vê o pai há 18 anos mas é convencida de que ele ainda pode estar vivo e ajudando o pessoal da T.R.U.S.H a desenvolver armas nucleares. 
O filme parece aqueles da sessão da tarde, há muita ação mas as piadas estão sempre ali, fazendo o público gargalhar. 
Comandados por Waverly ( Hugh Grant) eles vão até a Itália atrás do tal grupo e as cenas lá são ainda melhores. A animosidade dos dois é visível, em momentos como quando  o russo está lutando com muitos caras enquanto Solo saboreia um sanduíche sem se importar com o " amigo" quase morrendo.
Unir Illya a Gaby também é uma ideia que pode no início desagradar principalmente a moça mas que depois vai animar o pessoal que curte uma pitada de romance no ar. 
Há explosões, carros voando, conversas em uma pista de automobilismo - estamos na Itália, certo? - e uma vilã interpretada por Elizabeth Debecki que deixa a Malévola no chinelo. 
Tudo feito sob medida para agradar os fãs de filmes do gênero e as mulheres que querem ver Cavill com seu charme se deitando com todo o elenco feminino. Os suspiros eram ouvidos a todo momento na sala de exibição.

Os atores convencem, o final também, vi poucos filmes de Guy Ritchei, mas esse foi aprovado com louvor. Diversão garantida!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Menina que via filmes : Do Além [ Crítica]

Título Original: From Within
Título no Brasil : Do Além
Direção : Phedon Papamichael
Elenco : Thomas Dekker, Rumer Willis, Adam Goldberg, Elizabeth Rice, Jared Harris, Britt Robertson, 
Gênero : terror
Formato visto : Netflix
Duração : 1:35 min
Ano  : 2008





















O que esperar de um filme onde a atriz mais famosa morre em poucos minutos de exibição? Se vocês acham que não gostei de Do Além, se enganam . Apesar de falhas bobas nas atuações, e mais do mesmo em muitas cenas, gostei dos sustos que levei com a história.
Natalie ( Rumer Willis, a cara do pai Bruce!) está toda apaixonada com o namorado  quando ele se mata na sua frente. Ela não somente sai correndo com medo do que viu como também na mesma hora passa a ver uma mulher parecida com ela lhe perseguindo. Não sabemos muito o que esperar, mas é como se o diretor tivesse gritado para os Jogos Mortais começarem, um a um vai se matando após se ver, o que pode ser ou não um jogo de ilusão, é ainda mais assustador quando envolve uma espécie de maldição, aquele que se matou vai passar sua desgraça para o primeiro que o ver morto. Claro que Natalie será a próxima vítima , e assim seu pai ( Jared Harris) e todos que forem sendo os últimos a verem as vítimas mortas. 
Lindsay ( Elizabeth Rice) é a mocinha da história que vivendo com uma irmã tenta levar sua vida sem os pais namorando o filho do pastor da igreja Dylan. Ele de bonzinho não tem nada e vai tocar o terror achando que pode encontrar os culpados pelo que está acontecendo na cidade que ele enche a boca para falar que é dele.
Um outro personagem , Aidan, vai formar o triângulo amoroso esperado, irmão do rapaz que se matou primeiro ele é visto como vindo de uma família amaldiçoado e Dylan faz de sua vida um inferno.

Depois de tantos filmes com mortes bobas, talvez o que tenha me chamado atenção nesse é o fato de quando a pessoa está amaldiçoada enxergar a si própria com cara de defunto coordenando sua própria morte. Por isso todos acreditam que as pessoas estão se matando. 
Brit Robertson em início de carreira faz a melhor amiga de Lindsay que a princípio não leva muita fé nas mortes...
Se falta inovação, pelo menos os fantasmas assustam, os sustos são muitos e valem o filme todo.
O final é daqueles de " tem tudo para continuar", mas nem acho que farão, já tem muitos anos que foi lançado, e vocês acham fácil no NetFlix. 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Menina que via Filmes : Poltergeist [Crítica]

Título Original : Poltergeist
Título no Brasil : Poltergeist - o fenômeno
Dirigido por Gil Kenan
Com Sam Rockwell, Rosemarie DeWitt, Saxon Sharbino mais
Gênero Terror
Ano : 2015
Nacionalidade EUA
Censura : 12 anos
Duração : 1h 34 min






















Na década de 80 um filme fez todo mundo ter horror de televisões com chiados, aquelas que não sintonizam nenhum canal. Uma menina loura na frente dela e fantasmas fazendo contato. Parecia bobo, mas não era, um direção acertada, atuações bacanas e pronto, um filme que marcava uma geração. Para piorar o medo a protagonista de apenas 6 anos morreria ainda criança e todos acharam que era coisa do capiroto.
Fazer um remake é algo arriscado, sempre há a chance de não se chegar aos pés do original e é o que acontece com esse filme.
Primeiro porque o mundo mudou, os fantasmas agora são muito piores, as mortes são comuns...talvez por isso a censura tenha sido 12 anos. 

Um pai desempregado ( o excelente Sam Rockwell de A Espera de um Milagre no papel de Eric) que se muda com os três filhos e a esposa para uma casa com o valor do aluguel bem menor - porque será se é linda? - logo no primeiro dia o filho do meio Griffin ( Kyle Catlett se saindo muito bem) nota que a irmã mais nova Mandy de apenas 6 anos está conversando com algo que não existe. Ele estranha, pergunta a irmã com quem ela fala e ela responde que " com eles". 
Com o tempo há os problemas de sempre de uma casa : a mãe quer voltar ao mercado de trabalho porque  o pai não arruma emprego, os filhos não entendem que os pais não tem dinheiro ....o bizarro é o que vem acontecendo mas somente Griffin e Mady parecem perceber. Objetos que se mexem, a tv que faz contato com Mady, tudo isso passa despercebido por uma mãe que fica em casa.
Com a saída do casal para um jantar deixando a mais velha cuidando dos menores os fantasmas vão querer se divertir.

Entram no celular da menina, raptam a menor e machucam o do meio. Pronto : agora os pais desatentos vão ver que ali tem algo errado e vão chamar uma equipe especializada em pegar fantasmas para devolverem a menina macabrinha que achava legal falar com defuntos há bem pouco tempo.
Faltam bons sustos e algumas atuações - da equipe - são risíveis . Mas um ator que entra para dar uma animada é Jared Harris como Carrigan Burke, um caçador de criaturas que morreram e que como sempre arrasa no papel, adoro quando ele fala " essa casa não está limpa!".
De resto o poster do palhaço assusta mais do que as cenas que vemos. Fraquinho demais. E os óculos 3D foi só desculpa para cobrarem mais caro, não vi absolutamente nenhuma cena que fizesse a diferença usando aquilo.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : A Marca do Medo [Crítica]

Título Original : The Quiet Ones
Título no Brasil : A Marca do Medo
Dirigido por John Pogue
Com Jared Harris, Sam Claflin, Olivia Cooke (II) mais
Gênero Terror , Suspense

Nacionalidade EUA , Reino Unido
Ano : 2014
Duração : 1h 42 minutos
Formato Visto : Netflix

Durante uma aula na universidade, um professor (Jared Harris) pergunta a seus alunos o que são fenômenos sobrenaturais e se é possível provar que eles existem. Como ninguém consegue responder, ele decide formar uma equipe com três alunos para investigar o estranho caso de Jane Harper (Olivia Cooke), garota aparentemente possuída por demônios. O experimento consiste em isolar Jane dentro de um casarão e fazer uma série de testes, na esperança que os poderes paranormais na garota se manifestem diante das câmeras.


Sábado a noite é meu dia de procurar filmes de terror que ainda não tenha visto com meu noivo. Como sempre digo, o gênero se tornou artigo de luxo nos cinemas cariocas, quando algum filme estreia normalmente passa em pouquíssimos cinemas e a gente acaba vendo somente quando tem no Netflix ou Telecineplay.
No caso de A Marca do Medo nem me lembro de ter passado nos cinemas, mas o filme apesar de não ser nota dez fica mais para uma nota oito do que para menos. Muito se deve a atuação de Olivia Cooke que já fez outro filme de terror criticado no blog ,o recente Ouija.
Um professor ( Jared Harris) dá aula para seus alunos quando resolve tocar no assunto da paranormalidade, cada um tem uma visão da coisa e muitos se mostram céticos. Interessado na verdade em instigá-los para fazerem parte de uma equipe que vai estudar os fenômenos ele escolhe 3 deles para dentro de uma casa ficarem observando Jane Harper ( Olivia Cooke), uma moça que tem apresentado possessões demoníacas mas que o professor acha que consegue provar que muito vem da cabeça dela...ou não. O problema do filme está nas inconsistências, e não que eu ache que filmes do gênero tenham que ter isso o tempo todo, mas o que explica que a moça fique presa por ser perigosa e do nada ela esteja desamarrada ao lado deles batendo papo? Parece que o roteirista esqueceu o que acabou de nos contar.

Jane não perde para as outras mocinhas possuídas, fala coisas insanas, voa pelo quarto, fecha portas sem nem encostar e tem uma força surreal quando está nesse estado, só não teve a cena dela descendo que nem um aranha a escada da casa.
Enquanto isso o professor garanhão mesmo sendo um senhor joga charme para piriguete do filme e claro que consegue o que quer - tem sempre alguém para fazer a mocinha de peito de fora - enquanto um dos rapazes Bryan ( Sam Clafin) se apaixona cada vez mais pela garota, mesmo ela demonstrando estar com o capiroto no corpitcho!
Para nos deixar com medo eles colocam aquelas filmagens antigas onde crianças estranhas olham para câmera parecendo que vão nos devorar a qualquer minuto, se você for ver o filme, olho nisso, porque a história se é revelada nessa parte, ou melhor o quebra-cabeça se fecha por ali.
Nada do que já não vimos em filmes anteriores, mas a possuída trabalha bem e no final o filme nos apresenta um desfecho - ok, vamos lá - um pouco diferente. 
Recomendo assistirem.