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quarta-feira, 28 de março de 2018

Menina que via Filmes: Jogador Nº 1 [Crítica]




Título Original: Ready player One
Título no Brasil: Jogador Nº 1
Data de lançamento 29 de março de 2018 (2h 20min) 
Direção: Steven Spielberg 
Elenco: Tye Sheridan, Olivia Cooke, Ben Mendelsohn  
Gêneros Ficção científica, Ação, Aventura
Nacionalidade EUA
#31

por Reinaldo Barros


Nesse novo longa de Steven Spielberg embarcaremos mais uma vez para o futuro, dessa vez para uma sociedade distópica e atual. A princípio pode parecer confuso por conta do login e logout do protagonista, mas logo você se acostuma com essa alternância entre real e virtual.
O filme se baseia no livro homônimo de Ernest Cline, escritor e amante da cultura pop, e traz inúmeras referências do universo nerd durante todo o filme. Não é necessário um estudo prévio antes de assistir, a adaptação foi muito bem-feita e não exclui ninguém! As referências estão presentes nos detalhes para serem apreciadas sem prejuízo ao conteúdo principal.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : A Marca do Medo [Crítica]

Título Original : The Quiet Ones
Título no Brasil : A Marca do Medo
Dirigido por John Pogue
Com Jared Harris, Sam Claflin, Olivia Cooke (II) mais
Gênero Terror , Suspense

Nacionalidade EUA , Reino Unido
Ano : 2014
Duração : 1h 42 minutos
Formato Visto : Netflix

Durante uma aula na universidade, um professor (Jared Harris) pergunta a seus alunos o que são fenômenos sobrenaturais e se é possível provar que eles existem. Como ninguém consegue responder, ele decide formar uma equipe com três alunos para investigar o estranho caso de Jane Harper (Olivia Cooke), garota aparentemente possuída por demônios. O experimento consiste em isolar Jane dentro de um casarão e fazer uma série de testes, na esperança que os poderes paranormais na garota se manifestem diante das câmeras.


Sábado a noite é meu dia de procurar filmes de terror que ainda não tenha visto com meu noivo. Como sempre digo, o gênero se tornou artigo de luxo nos cinemas cariocas, quando algum filme estreia normalmente passa em pouquíssimos cinemas e a gente acaba vendo somente quando tem no Netflix ou Telecineplay.
No caso de A Marca do Medo nem me lembro de ter passado nos cinemas, mas o filme apesar de não ser nota dez fica mais para uma nota oito do que para menos. Muito se deve a atuação de Olivia Cooke que já fez outro filme de terror criticado no blog ,o recente Ouija.
Um professor ( Jared Harris) dá aula para seus alunos quando resolve tocar no assunto da paranormalidade, cada um tem uma visão da coisa e muitos se mostram céticos. Interessado na verdade em instigá-los para fazerem parte de uma equipe que vai estudar os fenômenos ele escolhe 3 deles para dentro de uma casa ficarem observando Jane Harper ( Olivia Cooke), uma moça que tem apresentado possessões demoníacas mas que o professor acha que consegue provar que muito vem da cabeça dela...ou não. O problema do filme está nas inconsistências, e não que eu ache que filmes do gênero tenham que ter isso o tempo todo, mas o que explica que a moça fique presa por ser perigosa e do nada ela esteja desamarrada ao lado deles batendo papo? Parece que o roteirista esqueceu o que acabou de nos contar.

Jane não perde para as outras mocinhas possuídas, fala coisas insanas, voa pelo quarto, fecha portas sem nem encostar e tem uma força surreal quando está nesse estado, só não teve a cena dela descendo que nem um aranha a escada da casa.
Enquanto isso o professor garanhão mesmo sendo um senhor joga charme para piriguete do filme e claro que consegue o que quer - tem sempre alguém para fazer a mocinha de peito de fora - enquanto um dos rapazes Bryan ( Sam Clafin) se apaixona cada vez mais pela garota, mesmo ela demonstrando estar com o capiroto no corpitcho!
Para nos deixar com medo eles colocam aquelas filmagens antigas onde crianças estranhas olham para câmera parecendo que vão nos devorar a qualquer minuto, se você for ver o filme, olho nisso, porque a história se é revelada nessa parte, ou melhor o quebra-cabeça se fecha por ali.
Nada do que já não vimos em filmes anteriores, mas a possuída trabalha bem e no final o filme nos apresenta um desfecho - ok, vamos lá - um pouco diferente. 
Recomendo assistirem. 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Menina que via filmes : Ouija [ Crítica]

Título Original : Ouija
Título no Brasil : Ouija - o jogo dos espíritos
Dirigido por Stiles White
Com Olivia Cooke (II), Daren Kagasoff, Douglas Smith mais
Gênero Terror , Suspense

Nacionalidade EUA










Filme baseado no jogo de mesmo nome, utilizado para estabelecer comunicação com espíritos. De acordo com as regras do jogo, os espíritos fazem uma pedra se mover sobre letras em um tabuleiro, compondo frases destinadas aos jogadores. Na trama, uma adolescente deve lidar com a morte da irmã, e usa Ouija para falar com ela.


Louca para ver um filme de terror , e tendo visto o pôster desse filme diversas vezes, fui ao único cinema próximo da minha casa que estava passando ele. Comprei as pressas a entrada e entrei no trailer, quando o filme começou a primeira decepção : dublado!
Odeio filmes dublados, mas era isso ou nada, e nem podia reclamar porque nem verifiquei antes. 
Filme começado aquela luta entre ver os lábios ainda se mexendo e o locutor ainda falando além de respirar fundo para não gritar com as adolescentes malinhas que não paravam de tagarelar e mexerem no celular com aquela luz agradável no meu rosto.
A história de Ouija é simples, duas crianças brincam com o tabuleiro do jogo que aqui no Brasil nunca vi para vender em lojas e na infância fazia com um copo , corta para elas adulta. Uma delas, Debbie, está aterrorizada com o tabuleiro , foi brincar sozinha e começou a ver coisas. Mas não se sente pronta para contar a sua melhor amiga Laine ( Olivia Cooke). Não dá para falar muito das atuações delas porque vi dublado mas me pareceu filme bobo de sessão da tarde, levei poucos sustos e entendi porque estava passando em somente um cinema.

Parecendo muito o ótimo Premonição , esse é só mais um filme bobo, já que Debbie é encontrada morta, ela teria se matado com luzinhas de Natal dentro de sua própria casa. Começa aí  o terror do filme já que a melhor amiga não aceita e propõe ao namorado de Debbie, ao seu próprio namorado, a sua irmã e uma amiga irem até  a casa da falecida jogarem o Ouija para se comunicarem com ela e saberem o que aconteceu.
Mas muitas coisas não são explicadas - ou a dublagem esqueceu - como eles conseguem toda hora entrar na casa - tirando o namorado que tem a chave - e onde está a mãe da Debbie que nunca está em casa?
A mala da amiga Laine coloca todo mundo frente a frente com os espíritos ruins e é a que menos sofre, ódio da personagem.
Algumas tiradas até são bem pensadas, quando por exemplo quando Laine vai visitar a irmã da assombração no asilo. 
De resto as cenas são cópias mal feitas de Premonição e não valem um ingresso de cinema, pela primeira vez um filme de terror me deu muito sono.