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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Menina que via Filmes: Godzilla II: Rei dos Monstros [Crítica]



















Título original: Godzilla: King of the Monsters
Título no Brasil: Godzilla ll: Rei dos Monstros
Data de lançamento: 30 de Maio de 2019 (2h 11min)
Direção: Michael Dougherty
Elenco: Kyle Chandler, Vera Farmiga, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Ken Watanabe e outros.
Gênero: Ficção Científica/Aventura
Nacionalidade: EUA
por Bernardo Freitas

Na sequência de Godzilla (2014) e Kong: A Ilha da Caveira (2017), Godzilla ll: Rei dos Monstros continua a impressionar com um roteiro bem fechado, sequências eletrizantes e uma trilha sonora impressionante. A trama apresenta os esforços heróicos dos membros da agência criptozoológica Monarch, enquanto lutam para sobreviver durante o ressurgimento de monstros gigantes, incluindo o todo poderoso Godzilla, que se junta a Mothra, Rodan, e seu maior inimigo de três cabeças, King Godorrah. Quando essas antigas super-espécies ressurgem, todas elas competem por supremacia, deixando o destino da humanidade em perigo.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

A NOITE DO JOGO I CRÍTICA


Título Original: Game Night
Título no Brasil: A Noite do Jogo
Data de lançamento 10 de maio de 2018 (1h 39min)
Direção: Jonathan Goldstein (XII), John Francis Daley
Elenco: Jason Bateman, Rachel McAdams, Kyle Chandler mais
Gêneros Comédia , Ação
Nacionalidade EUA
#63
por Raffa Fustagno

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Manchester à Beira-Mar [Crítica]

Título Original: Manchester by the Sea
Título no Brasil: Manchester à Beira-Mar
 Data de lançamento 19 de janeiro de 2017 (2h 18min)
Direção: Kenneth Lonergan
Elenco: Casey Affleck, Michelle Williams, Kyle Chandler mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA

#15 assistido
#16 criticado





 Lee Chandler ( Casey Affleck) é um homem morto por dentro, mas isso o espectador só terá certeza quando a trama chegar ao fim.  E não é um spoiler, mas sim uma constatação e um mérito para o ator conseguir fazer tão bem alguém tão cheio de raiva do mundo, com zero de pena dos outros  e por muitas vezes agressivo. 
Logo de início sabemos que ele trabalha como zelador em um condomínio, nos Estados Unidos quer dizer que ele não é porteiro, ele tem um pequeno quarto onde mora e passa os dias ouvindo reclamações dos moradores com problemas para encanadores.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Menina que via Filmes : Carol [Crítica]

Título Original : Carol
Título no Brasil : Carol
Lançamento 14 de janeiro de 2016 (1h58min) 
Dirigido por Todd Haynes
Com Cate Blanchett, Rooney Mara, Kyle Chandler mais
Gênero Drama , Romance

Nacionalidade Reino Unido , EUA










Quando soube da indicação de Cate Blanchett por esse filme, quis logo assistir, então fui na semana de estreia ( Rooney Mara também concorre ao Oscar desse ano pela categoria de coadjuvante) . 
Carol Aird ( Cate Blanchett) é uma mulher chique, que tem uma filha pequena e está em processo de separação. Seu ex não aceita nada bem a situação e acha que ela não o quer mais por causa de Abby ( Sarah Paulson, de American Horror Story) , sua ex namorada. 
Mal sabe ele que a princípio Carol não lhe quer mesmo, mas ainda não está apaixonada , o que vem a ficar quando conhece em uma loja de departamentos a jovem Therese ( Rooney Mara) . Ela lhe ajuda a escolher um brinquedo para a filha de Carol e os olhares trocados já demonstram o que virá a seguir, tudo trabalhado com muito sutileza, não se há pressa em demonstrar os sentimentos ou em ter cenas mais quentes, talvez isso tenha me cansado um pouco , já que esperava algo como o maravilhoso Azul é a cor Mais Quente . 
Há alguns pontos a serem observados em Therese, ela olha muito intensamente para Carol, ela prefere trens a bonecas na infância, ela não suporta ter o namorado lhe beijando, inclusive nunca dormiu com ele. Sinais? Sim, para o que o espectador já sabe mas ela vai descobrindo aos poucos. 
Carol é a devoradora, usa seu charme como quem não quer nada e sabe que Therese se interessa por ela de outra forma que ainda não descobriu, um toque de mãos, um andar mais caprichado...e pronto : basta isso para que saibamos sem ler  a sinopse que as duas se envolverão. 
Seria só mais um filme com um casal de protagonistas lésbicas se não fossem muitos acertos : Cate é uma gigante em cena, o diretor nos deixa a vontade para aguardamos o momento do beijo entre as duas, além de existir toda uma atmosfera complicada para que elas se assumam, é a década de 50, lésbicas são tratadas como doentes . Chega ser risível ver que ela faz um tratamento para se curar de gostar de mulheres. Tão  " oi?!" hoje em dia , que assusta. 
O fator drama vem quando o ex marido pede a guarda integral da filha e revela para quem quiser ouvir das preferências de sua ex esposa. Carol se vê dividida entre viver o grande amor ou lutar pela guarda da filha.
O momento que todos esperam chega, e quando acontece as duas atrizes estão em perfeita sintonia e a cena tem tudo que merece, ali em poucos segundos são duas mulheres intensamente felizes em colocarem seus desejos para fora,  palmas para o diretor. 
Por querer mais ação, eu esperava mais durante boa parte do filme , talvez  que o envolvimento acontecesse antes, e isso pode ter me decepcionado um pouco, o filme tem ritmo lento mas os últimos 40 minutos valem a ida ao cinema. E sinceramente, depois deles, já nem lembrava que tinha achado o  filme um pouco parado, entendi que precisava se trabalhar todo uma aproximação entre as duas, tudo era tabu e Therese ainda estava descobrindo do que gostava de verdade, tanto que até então tinha um noivo. 

Cate como sempre arrasa e merece todas as indicações do mundo, será que leva novamente a estatueta? Rooney acho que não tem chances, faz bem seu papel mas é engolida em cena pela veterana.
Assistam e me contem o que acharam.