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sábado, 3 de abril de 2021

Menina que via filmes: Fuja

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬 Título Original: Run Título no Brasil: Fuja País: EUA Ano: 2020 Diretor: Aneesh Chaganty Roteiristas: Aneesh Chaganty, Sev Ohanian Elenco: Sarah Paulson, Kiera Allen, Sara Sohn Formato visto: Netflix
#104 #Fuja #SarahPaulson 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

sábado, 22 de dezembro de 2018

Menina que via Filmes: Bird Box { Crítica com Spoilers ]



Título Original: Bird Box Título no Brasil: Caixa de Pássaros/Bird Box
Baseado na obra de Josh Malerman Data de lançamento 21 de dezembro de 2018 na Netflix
(1h 57min) Direção: Susanne Bier Elenco: Sandra Bullock, Sarah Paulson, John Malkovich mais Gêneros Terror, Suspense Nacionalidade EUA
#242
por Raffa Fustagno

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Menina que via Filmes: Oito Mulheres e um Segredo [Crítica]
























Título Original: Ocean´s 8
Título no Brasil: Oito Mulheres e um segredo
Data de lançamento 7 de junho de 2018 (1h 50min)
Direção: Gary Ross
Elenco: Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway mais
Gêneros Comédia , Policial

Nacionalidade EUA
#96
por Raffa Fustagno

A saga dos homens e seu segredo foi um imenso sucesso de público que após o remake ainda rendeu outros filmes que traziam George Clooney à frente. Dessa vez, para entrar na onda do empoderamento - e aqui já registro que acho válido, obviamente - o filme tem como protagonista a irmã dele já que Danny Ocean faleceu, ou pelo menos é isso que contam nesse filme.
Sandra Bullock tem sua carreira marcada por filmes fortes e bons como o que lhe rendeu um Oscar, Um sonho possível, e por bombas do gênero comédia como Maluca Paixão. Dessa vez, ela está ótima e competente - além de linda como nunca - no papel de Debbie Ocean. Recém saída da cadeia onde passou 5 anos, ela só pensa em 2 coisas: ganhar uma bolada e colocar um plano perfeito em prática e se vingar do ex que a colocou atrás das grades.
Bem acompanhada com a maravilhosa Cate Blanchett ( como Lou Miller) as 2 começam a convocar outras mulheres para roubarem o colar mais valioso da Cartier, o plano é fazer com que uma famosa  e pedante atriz Daphne ( Anne Hathaway) use no baile do MET em Nova York e com ajuda de toda uma equipe de ladras elas saiam do baile levando 150 milhões de dólares, que é o que avaliaram o colar.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Menina que via Filmes : Carol [Crítica]

Título Original : Carol
Título no Brasil : Carol
Lançamento 14 de janeiro de 2016 (1h58min) 
Dirigido por Todd Haynes
Com Cate Blanchett, Rooney Mara, Kyle Chandler mais
Gênero Drama , Romance

Nacionalidade Reino Unido , EUA










Quando soube da indicação de Cate Blanchett por esse filme, quis logo assistir, então fui na semana de estreia ( Rooney Mara também concorre ao Oscar desse ano pela categoria de coadjuvante) . 
Carol Aird ( Cate Blanchett) é uma mulher chique, que tem uma filha pequena e está em processo de separação. Seu ex não aceita nada bem a situação e acha que ela não o quer mais por causa de Abby ( Sarah Paulson, de American Horror Story) , sua ex namorada. 
Mal sabe ele que a princípio Carol não lhe quer mesmo, mas ainda não está apaixonada , o que vem a ficar quando conhece em uma loja de departamentos a jovem Therese ( Rooney Mara) . Ela lhe ajuda a escolher um brinquedo para a filha de Carol e os olhares trocados já demonstram o que virá a seguir, tudo trabalhado com muito sutileza, não se há pressa em demonstrar os sentimentos ou em ter cenas mais quentes, talvez isso tenha me cansado um pouco , já que esperava algo como o maravilhoso Azul é a cor Mais Quente . 
Há alguns pontos a serem observados em Therese, ela olha muito intensamente para Carol, ela prefere trens a bonecas na infância, ela não suporta ter o namorado lhe beijando, inclusive nunca dormiu com ele. Sinais? Sim, para o que o espectador já sabe mas ela vai descobrindo aos poucos. 
Carol é a devoradora, usa seu charme como quem não quer nada e sabe que Therese se interessa por ela de outra forma que ainda não descobriu, um toque de mãos, um andar mais caprichado...e pronto : basta isso para que saibamos sem ler  a sinopse que as duas se envolverão. 
Seria só mais um filme com um casal de protagonistas lésbicas se não fossem muitos acertos : Cate é uma gigante em cena, o diretor nos deixa a vontade para aguardamos o momento do beijo entre as duas, além de existir toda uma atmosfera complicada para que elas se assumam, é a década de 50, lésbicas são tratadas como doentes . Chega ser risível ver que ela faz um tratamento para se curar de gostar de mulheres. Tão  " oi?!" hoje em dia , que assusta. 
O fator drama vem quando o ex marido pede a guarda integral da filha e revela para quem quiser ouvir das preferências de sua ex esposa. Carol se vê dividida entre viver o grande amor ou lutar pela guarda da filha.
O momento que todos esperam chega, e quando acontece as duas atrizes estão em perfeita sintonia e a cena tem tudo que merece, ali em poucos segundos são duas mulheres intensamente felizes em colocarem seus desejos para fora,  palmas para o diretor. 
Por querer mais ação, eu esperava mais durante boa parte do filme , talvez  que o envolvimento acontecesse antes, e isso pode ter me decepcionado um pouco, o filme tem ritmo lento mas os últimos 40 minutos valem a ida ao cinema. E sinceramente, depois deles, já nem lembrava que tinha achado o  filme um pouco parado, entendi que precisava se trabalhar todo uma aproximação entre as duas, tudo era tabu e Therese ainda estava descobrindo do que gostava de verdade, tanto que até então tinha um noivo. 

Cate como sempre arrasa e merece todas as indicações do mundo, será que leva novamente a estatueta? Rooney acho que não tem chances, faz bem seu papel mas é engolida em cena pela veterana.
Assistam e me contem o que acharam.