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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Menina que via filmes: Cruella

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Cruella Título no Brasil: Cruella País: EUA Ano: 2021 Formato visto: Disney + Direção: Craig Gillespie elenco: Emma Stone, Joel Fry, Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Mark Strong
#166

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Menina que via Filmes: Shazam! [Crítica]



Título original: Shazam!
Título no Brasil: Shazam!
Data de lançamento 4 de abril de 2019 (2h 12min)
Direção: David F. Sandberg
Elenco: Zachary Levi, Asher Angel, Mark Strong mais
Gêneros Ação, Fantasia
Nacionalidade EUA
#88
por Bernardo Freitas
Deixando para trás a estética sombria e dramática imposta por Zack Snyder ao Universo Estendido da DC, David F. Sandberg acerta em cheio com a adaptação de Shazam!. Com um roteiro humorístico, leve e colorido, o longa consegue captar o verdadeiro significado de ser um super-herói, e faz uma análise intimista e real sobre o verdadeiro significado de família. 
O longa apresenta Billy Batson (Asher Angel), um adolescente que se perdeu de sua mãe em um parque de diversões quando criança, e que desde então, busca incessantemente por ela. Ele é colocado em diversos lares adotivos, mas foge de todos. Eventualmente, ele é colocado em um lar novamente, com a família Vasques. Ele passa a conviver com mais cinco crianças, tendo sua primeira experiência de como é ter irmãos.  Em outro núcleo da trama, temos Thaddeus Sivana (Mark Strong), uma criança que viria a crescer rejeitado por seu pai e seu irmão. A constante rejeição familiar o torna em um homem com mágoas retraídas e um desejo de vingança. 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : O Jogo da Imitação [Crítica]

Título Original: The Imitation Game
Título no Brasil: O Jogo da Imitação
Dirigido por Morten Tyldum
Com Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode mais
Gênero Biografia , Drama

Nacionalidade EUA , Reino Unido
Duração : 1h 55 min
Censura: 12 anos








Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.








Biografias me encantam. Se tratam de temas como Segunda Guerra então, melhor ainda. Alan Turing ( Benedict Cumberbatch, estupendo no papel!) sempre foi diferente dos outros, na escola era zoado por seus colegas e os professores sabiam da genialidade dele. Adulto, formado em Matemática, ele se candidata a equipe militar britânica para desvendar a "enigma", aparelho que os alemães utilizavam para se comunicar e dar coordenadas aos submarinos  durante a Segunda Guerra. Extremamente pedante e com cara de poucos amigos, Turing fez mais desafetos do que amigos, inclusive o Comandante Denninston ( Charles Dance) que o contrata mas depois não aguenta o jeito sem limites dele. 

No meio da equipe montada Turing também cria inimigos, ele quer trabalhar sozinho, acha que ninguém está a sua altura e somente se encanta com Joan Clarke ( Keira Knightley, linda e atuando bem como sempre). A moça que se apaixona por ele e que é muito inteligente logo vira sua melhor amiga, ela quer mais do que isso, ele se assume homossexual para ela, mas como era crime na época ninguém podia saber da verdade.
Entre decifrar código e relembrar um passado de bullying na escola, o espectador não vê muitos bombardeios e nem sequer há cenas de guerra , esse não é o foco. O principal ali é mostrar que uma pessoa que pelo menos diminuiu em 2 anos a guerra de Hitler foi esquecida e se matou por ser homossexual, ou seja, ele mesmo foi vítima do preconceito de uma guerra que nasceu disso, contra o povo judeu. 

Com atuações que se completam ( o time todo é bom, mas temos destaque para Mark Strong como Stewart Menzies e Matthew Good como Hugh) e relatos que nos impressionam sobre a genialidade do matemático britânico e tudo que ele ajudou a descobrir sobre a Enigma!
O roteiro é acertado e não deixa falhas , a direção é uma perfeição que mesmo quem não saiba percebe que esse filme é daqueles dignos de estatueta. Se vai ganhar, não sabemos, mas será uma injustiça se sair sem nenhuma do evento desse ano.
Benedict e Keira duelam em cena, e juntos fazem desse filme um dos melhores do gênero. Para ver mais de uma vez.