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domingo, 26 de setembro de 2021

Menina que via filmes: BEST SELLERS 🎬 autor recluso e editora desesperada precisam conviver juntos

 


🎬🎬🎬 Título Original: Best Sellers País: Reino Unido Diretora: Lina Roessler Ano: 2021 (ainda não estreou oficialmente no Brasil) Elenco: Michael Caine, Aubrey Plaza, Ellen Wong Gênero: Drama, Comédia #332

terça-feira, 18 de abril de 2017

Menina que via Filmes: Despedida em Grande Estilo [Crítica]























Título Original: Going In Style
Título no Brasil: Despedida em Grande Estilo
Data de lançamento 6 de abril de 2017 (1h 36min)
Direção: Zach Braff
Elenco: Morgan Freeman, Michael Caine, Alan Arkin , Matt Dillon, Christopher Lloyd
Gêneros Comédia , Policial
Nacionalidade EUA
#58 assistido #59criticado

Filmes sobre a terceira idade tem volta e meia feito parte sejam do cinema hollywoodiano ou do francês. Se não é fácil para os anônimos envelhecer, para os famosos é ainda pior, ele que vivem da imagem e que reclamam de serem cada vez menos chamados para atuarem, isso principalmente com as mulheres.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Menina que via Filmes: Truque de Mestre : 2 º Ato [Crítica]

Título Original: Now You See Me 2
Título no Brasil: Truque de Mestre - 2º Ato
ata de lançamento 9 de junho de 2016 (1h 55min)
Direção: Jon M. Chu
Elenco: Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg, Woody Harrelson mais
Gêneros Suspense, Ação, Comédia

Nacionalidade EUA
Ano: 2016









Tido como um dos filmes mais animadores de 2013, Truque de Mestre trouxe uma proposta bacanérrima, onde especialistas em ilusão, ou o que chamamos de mágicos, conseguiam invadir um banco e rouba-lo. O final surpreendente e o time de atores maravilhoso fez com que esse filme fosse um sucesso de bilheteria. Agora, 3 anos depois, sem Isla Fisher no papel de mocinha  - ou seroa vilã? - do filme, os cavaleiros como são chamados voltam Daniel ( Jesse Eisenberg) , Merritt ( Harrelson) e Jack ( Dave Franco) estão sumidos, enquanto isso Dylan ( Ruffalo) tenta encontrar uma forma de impedir o FBI de acha-los.
Com o apoio do público que os ama, afinal eles jogam dinheiro roubado para eles, um inimigo aparece com o intuito de desmascara-los para as autoridades que não veem a hora de prende-los. E claro que quando o personagem de Daniel Radcliffe entra em cena ouvimos gritinhos na plateia, efeito Harry Potter, claro.
A nova mulher do grupo não tem o carisma de Isla, mas Lizzy Kaplan não compromete o filme. Destaque para Woody Harrelson sempre perfeito interpretando um irmão gêmeo de Merritt.

Morgan Freeman aparece para encantar ainda mais as cenas misteriosas, como Taddheus ele faz toda a diferença no longa.
Elenco de primeira, roteiro que seguram a curiosidade do espectador e um final não tão especial quanto o primeiro mas aidna assim muito bom. Se falar mais estrago. Confiram nos cinemas.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Menina que via Filmes : A Juventude [Crítica]

Título Original: La Giovinezza
Título no Brasil: A Juventude
Data de lançamento 31 de março de 2016 (2h 04min)
Direção: Paolo Sorrentino
Elenco: Michael Caine, Harvey Keitel, Rachel Weisz mais
Gêneros Drama, Comédia

Nacionalidades Itália, França, Suiça, Reino unido





Que dia melhor para assistir a um filme que fala sobre envelhecer do que seu aniversário?
Pois é, foi essa minha escolha e fui feliz nela de certa forma. O diretor e ganhador de Oscar de Melhor filme estrangeiro por A Grande Beleza, volta agora trazendo a história de dois amigos, Fred ( Michael Caine) e Mick ( Keitel) que se hospedam em um hotel nada comum para reviverem os tempos de amizade . O filme não é em italiano, ele foi todo rodado em inglês e talvez isso faça com que perca um pouco a magia.
Mas a história mesmo que se portando como louca em alguns minutos, é tão real que nos faz ficarmos atentos. Beirando os 80 anos, Fred é um maestro que está fora da atividade há um tempo, sua filha está hospedada no mesmo hotel - interpretada por Rachel Weisz - , ele é chamado para tocar novamente mas não tem muita vontade depois que sua esposa foi internada e não se lembra de nada. Já Mick é um senhor em plena atividade que ainda tem que se preocupar com seus atores, como diretor ele não somente lida com egos como com cenas que já o fizeram ter o nome que tem hoje e quer repeti-las.
Seria tudo ok, mas há cenas um pouco fora do contexto, digamos. Vejamos bem: uma moça que é Miss e que aparece nua na frente dos dois. Ou quando em um quarto do hotel um senhor aparece completamente nu. Também há um casal que não se fala, mas que costuma " se amar" no bosque mais próximo.
É comum que o cineasta utilize de sua percepção para nos mostrar as dores e delícias de cada personagem. 

Há uma sintonia bacana em cena dos dois atores - dois monstros do cinema - que faz com que o filme valha ainda mais a pena ser visto.
Trata-se não somente do envelhecer, mas o de tudo que isso acarreta na vida de cada um, é como se os atores em cena abrissem suas recordações e se espantassem em como o mundo mudou desde que se conheceram. Belíssimo. 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Menina que via filmes : Interestelar [Crítica]

Título Original : Interstellar
Título no Brasil : Interestelar
Dirigido por Christopher Nolan
Com Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Michael Caine mais
Gênero Ficção científica , Drama

Nacionalidade EUA
Duração : 2h 49 min
Censura : 10 anos









Após ver a Terra consumindo boa parte de suas reservas naturais, um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper (Matthew McConaughey) é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), ele seguirá em busca de uma nova casa. Com o passar dos anos, sua filha Murph (Mackenzie Foy e Jessica Chastain) investirá numa própria jornada para também tentar salvar a população do planeta.



Fui ao cinema totalmente traumatizada pelo tenebroso Gravidade. Imaginei logo de cara que seria algo parecido, mas para o meu bem o filme era maravilhoso. 
Ok, o fator Matthew Mc Conaughey influenciou muito, ótimo ator e cada vez mais superando na arte dessa vez ele é Cooper , um viúvo que é ex piloto da NASA e que por causa das desconfianças da filha mais nova Murph ( Mackenzie Foy de Amanhecer - parte 2 quando criança e a maravilhosa Jessica Chastain de Mama e A Hora mais escura) descobre um segredo mantido a sete chaves pela organização que trabalhou. Já desconfiado porque estava notando em sua fazenda que nem tudo estava como era, a natureza estava agindo de forma, digamos assim, estranha, ele agora tem certeza de que a Terra não será mais um lugar habitável por muito tempo e de que a organização chefiada pelo professor Brand ( o sempre sensacional Michael Caine) não terá muito tempo para encontrar outro lugar para a os moradores da Terra habitarem.
Por amor aos filhos, Cooper aceita e missão , ele vai juntamente com outros cientistas para a busca de outro Planeta, sua filha claro, sofre muito, mas ele diz que por amor aos dois faz qualquer coisa.
Cabe então ao avô Donald ( John Lithgow, muito bom vê-lo atuando , andava sumido) cuidar dos netos.

No espaço Cooper começa a ver que nem tudo que achava que estava lidando de verdade era o que parecia, ao lado de Brand ( Anne Hathaway sendo engolida pelo Matthew nesse filme) eles tentam solucionar e salvar  a todos, mas o tempo do espaço não é o mesmo da Terra e eles vem seus entes queridos morrerem e envelhecerem enquanto lutam para que essa não seja  a última geração na Terra.
O que impressiona no filme é não somente o fato de Christopher Nolan ter feito mais um longa ótimo que prende a atenção do espectador em quase 3 horas de filme, mas que nos faz pensar no como não cuidamos do que é nosso. Claro que o fator família onde Murph e o amor pelo pai nos deixa usar o Kleenex em algumas cenas, conta e muito para que homens e mulheres vejam no filme uma excelente ficção que vale a pena a ser vista.
Não se engane nem compare ele com o filme de Sandra Bullock, Interestelar está muito acima dele em todos os quesitos. 
E a explicação é muito mais densa do que em minha vã filosofia eu poderia tentar passar.

Deixo a vocês a dica de ver um filme de qualidade que vale cada segundo dentro da sala de exibição .
E como já citei acima, Matthew se supera, um ator que literalmente veste a camisa do personagem , e o faz com louvor. 

Confiram o trailer:



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Menina que via filmes : O último amor de Mr. Morgan [Crítica]

Título Original : Mr. Morgan´s Lost Love
Título no Brasil : O último amor de Mr. Morgan
Direção : Sandra Nettelbeck
Elenco : Michael Caine, Justin Kirk, Clémency Poesy, Gillian Anderson
Ano : 2014
Gênero : Drama
País; França, Bélgica, Alemanha, EUA
Censura : 12 anos
Duração : 1h 56 min




Por mais que more em Paris há bastante tempo, Matthew Morgan (Michael Caine) não conhece a língua local. Muito graças à sua esposa, Joan (Jane Alexander), que sempre foi sua intérprete pelas ruas da capital francesa. Entretanto, Joan faleceu há três anos e, desde então, Matthew vive triste e solitário, ocupando seu tempo com aulas de inglês ocasionais. Um dia, ele é ajudado no ônibus por Pauline (Clémence Poésy), uma simpática professora de dança. Não demora muito para que eles se tornem amigos, já que ela lembra a esposa de Matthew e ele lembra o pai de Pauline. Entretanto, tudo muda quando a tristeza fala mais alto e Matthew tenta o suicídio.







Ao ver um astro como Michael Caine no cartaz eu sempre penso que já se trata de um filme que merece ser visto. E estava certa, por esse motivo depois de um dia estressante de trabalho onde nada deu certo ir com uma amiga ver o filme foi uma escolha acertada mas que me fez chorar ainda mais. Por um lado temos um filme de qualidade , onde as atuações, o roteiro e a direção são maravilhosos. Mas estejam avisados : o filme é para fazer chorar.
Matthew Morgan ( Michael Caine arrasando como sempre) é um viúvo americano, ele vive na romântica Paris sem falar quase nada de francês e como sabemos o pessoal lá não gosta nada disso. Dentro dele vive uma infelicidade constante, e sabemos o porquê. O filme já começa com ele perdendo a esposa e não aceitando que levem seu corpo para ser enterrado. As cenas seguintes são de uma depressão profunda onde ele não faz a barba e come sempre a mesma coisa ou as vezes nem come. 
Fica claro ao espectador que sem a esposa ele é realmente um homem sozinho cuja única companhia é a da faxineira que tenta animá-lo mas ele sempre arruma um jeito de se esquivar. 

Sabemos também que tem um filho, que mora nos Estados Unidos e um neto que está com saudades mas a conversa ao telefone já faz a gente entender que a relação entre os dois não é das melhores.
O Sr. Morgan vive um marasmo até se deparar em um ônibus com a bela e jovem Pauline ( Clémency Póesy)  e se equivoca quem imagina que os dois viverão um romance. O improvável casal de amigos começa ali a fazer parte um da vida do outro, ela dá aula de Cha Cha Cha, ele mostra a ela um pouco da vida que levou com a mulher que amou. Com o tempo a relação é quase de um pai e de uma filha que se admiram mas a ida de Morgan ao hospital trará os filhos insuportáveis a Paris. Karen ( Gillian Anderson de Arquivo X em uma participação especial) e Miles ( Justin Kirk) tem muita mágoa do pai, ele mais do que ela e querem correr logo com a visita pois tem mais a fazerem de suas vidas.

O que acontece dali para frente poderia se tornar um local comum de tantos filmes do gênero mas a atuação de Caine e o final patrocinado pela Kleenex fazem com que o espectador saia do cinema com a certeza de que realmente viu um excelente filme.