Mostrando postagens com marcador Matthew McConaughey. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matthew McConaughey. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Menina que via filmes: Magnatas do Crime

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬 Título Original: The Gentlemen Título no Brasil: Magnatas do Crime País: Reino Unido / EUA Ano: 2019 Formato visto: Telecine Play Diretor: Guy Ritchie Roteiro: Guy Ritchie , Ivan Atkinson Elenco: Matthew McConaughey, Charlie Hunnam, Michelle Dockery
#29 de filmes vistos em 2021 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Menina que via Filmes: Calmaria [Crítica]


🎬 Título Original: Serenity Título no Brasil: Calmaria Data de lançamento 28 de fevereiro de 2019 (1h 47min) Direção: Steven Knight Elenco: Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Jason Clarke mais Gêneros Drama, Suspense Nacionalidade EUA
#62

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Menina que via Filmes: A Torre Negra [Crítica]

Título Original: Dark Tower
Título no Brasil: A Torre Negra
Baseado na obra de Stephen King
Data de lançamento 24 de agosto de 2017 (1h 35min)
Direção: Nikolaj Arcel
Elenco: Idris Elba, Matthew McConaughey, Tom Taylor (IV)
Gêneros Fantasia, Aventura
Nacionalidade EUA
#89assistido

#90criticado

Sim, ao contrário dos críticos especializados eu amei esse filme. Pode ser sim, porque não li a série, na verdade li somente o primeiro livro quando foi lançado no Brasil e não lembrava de muita coisa. Por essa razão em especial foquei mais na história e nas atuações, não tive como fazer um comparativo.
Jake Chambers ( Tom Taylor IV) é um pré adolescente que perdeu o pai, vive com a mãe e o padrasto que é louco para se ver livre dele, portanto, os sonhos do menino viram um prato cheio quando ele passa a contar na vã tentativa de que sua mãe acredite que seus desenhos são reflexo da realidade que vive quando dorme.
 

sábado, 31 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Sing - Quem Canta seus Males Espanta [Crítica]

Título Original: Sing 
Título no Brasil: Sing- Quem canta seus males espanta
Data de lançamento 22 de dezembro de 2016 (1h 48min)
Direção: Garth Jennings
Elenco: ( Versão Dublada)Mariana Ximenes, Wanessa Camargo, Fiuk 
Legendada:
Matthew McConaughey, Reese Whiterspoon, Tori Kelly, Seth MacFarlane, Scarllet Johansson
Gêneros Animação, Comédia , Família

Nacionalidade EUA

Devo informar que vi o filme legendado, por essa razão, pela primeira ver lamentei não ter visto dublado já que trocaria fácil a Sandy e a Wanessa ( que já foi Camargo) pela Reese Whiterspoon. 
Mas vamos lá... Sing conta a história de um coala chamada Sr. Moon ( Matthew McConaughey), seu pai lhe deixou um teatro maravilhoso de herança onde ele costumava assistir a cantora mais famosa da época Nana ( Jennifer Hudson).
Acontece que o teatro está à beira da falência, mesmo sendo imenso ele tem somente uma funcionária de 200 anos chamada  Miss Crawly ( na voz de Garth Jennings) que volta  e meia perde os olhos e demora muito para se mover. É exatamente essa funcionária que na hora de ajudar o Sr. Moon vai fazer a maior confusão, ele tem a brilhante ideia de fazer um concurso de talentos no teatro para que com o show ganhe fundos para pagar as contas do banco que ligam a todo instante. Mas ao ver suas economias e pedir dinheiro ao seu amigo carneiro Eddie ( John C. Reilly) e ter o pedido negado, ele pede que ela divulgue que o prêmio do vencedor será de mil dólares. 
Mas a secretária comete um erro e divulga 100 mil dólares, o que obviamente faz a fila triplicar de tamanho. 
Somos então apresentados aos demais personagens que claro uns são mais encantadores que outros. Rosita ( Reese) é uma mãe porquinha, com 25 filhos e um marido que sai cedo para trabalhar  e mal tem tempo de olhar para família. Enquanto ela arruma  a casa canta Katy Perry e vai resolver participar do concurso para realizar seu sonho, já que antes de ser mãe ela cantava.
Temos Mike ( Seth MacFarlane), talvez o personagem que menos curti porque ele é o típico vigarista, vive de aplicar golpes e fazer apostas que não tem grana para pagar. Não me simpatizei com o ratinho que canta como Frank Sinatra e que só coloca tudo e todos em apuros.
O gorila Johnny ( Taron Egerton) não tem coragem de dizer a seu pai que não quer ser ladrão profissional como ele, enquanto não diz ele ajuda o pai e os amigos ladrões avisando quando a polícia se aproxima, e ninguém imagina que ele cante e toque piano tão bem, quase um John Legend.
Ash ( na voz de ninguém menos que Scarlett Johansson) é uma porco espinho roqueira, com uma voz linda que sonha fazer sucesso, ela se apresenta ao lado do namorado que não tem a mesma graça que ela e vai sofrer por amor no filme trazendo momentos bem identificadores aos humanos.
















Gunter ( Nick Kroll) é o porquinho acima do peso, super simpático que aparece no trailer cantando Lady Gaga, não aparece para o espectador a vida dele fora do palco, e sim a partir da audiência para ser escolhido no musical. Ele fará par com Rosita em um número muito especial.

O personagem mais encantador talvez seja Meena ( Tori Kelly), definitivamente minha favorita, a elefanta tímida que tem uma família fofa e apoiadora e que adora ouvir música, passa hora cantando em sua casa mas morre de vergonha de cantar no palco. Inclusive é com ela uma cenas que odiei do ratinho metido acima ( Mike) e que fiquei torcendo para ela dar a volta por cima. 
Com músicas que amamos, o filme pode ser que agrade mais os pais do que os filhos, eu cantava as músicas a todo instante - claro que em voz baixa- e apesar de não gostar muito do meio da história onde há uma destruição exagerada e o Sr. Moon provar que gosta d emeios ilícitos de conseguir as coisas, eu amei o final, como não sair cantando do cinema após ouvir Meena cantar Don´t Worry about a thing do maravilhoso Stevie Wonder?
Com certeza um filme para ver mais de uma vez ( principalmente os números musicais!).
Ah, e para quem não viu, saiu essa semana - no dia 28!- a coleção de bonecos no Mc Donald´s, confiram abaixo, comprei quase todos, eles cantam quando batemos palmas :) 


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Menina que via filmes : Interestelar [Crítica]

Título Original : Interstellar
Título no Brasil : Interestelar
Dirigido por Christopher Nolan
Com Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Michael Caine mais
Gênero Ficção científica , Drama

Nacionalidade EUA
Duração : 2h 49 min
Censura : 10 anos









Após ver a Terra consumindo boa parte de suas reservas naturais, um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper (Matthew McConaughey) é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), ele seguirá em busca de uma nova casa. Com o passar dos anos, sua filha Murph (Mackenzie Foy e Jessica Chastain) investirá numa própria jornada para também tentar salvar a população do planeta.



Fui ao cinema totalmente traumatizada pelo tenebroso Gravidade. Imaginei logo de cara que seria algo parecido, mas para o meu bem o filme era maravilhoso. 
Ok, o fator Matthew Mc Conaughey influenciou muito, ótimo ator e cada vez mais superando na arte dessa vez ele é Cooper , um viúvo que é ex piloto da NASA e que por causa das desconfianças da filha mais nova Murph ( Mackenzie Foy de Amanhecer - parte 2 quando criança e a maravilhosa Jessica Chastain de Mama e A Hora mais escura) descobre um segredo mantido a sete chaves pela organização que trabalhou. Já desconfiado porque estava notando em sua fazenda que nem tudo estava como era, a natureza estava agindo de forma, digamos assim, estranha, ele agora tem certeza de que a Terra não será mais um lugar habitável por muito tempo e de que a organização chefiada pelo professor Brand ( o sempre sensacional Michael Caine) não terá muito tempo para encontrar outro lugar para a os moradores da Terra habitarem.
Por amor aos filhos, Cooper aceita e missão , ele vai juntamente com outros cientistas para a busca de outro Planeta, sua filha claro, sofre muito, mas ele diz que por amor aos dois faz qualquer coisa.
Cabe então ao avô Donald ( John Lithgow, muito bom vê-lo atuando , andava sumido) cuidar dos netos.

No espaço Cooper começa a ver que nem tudo que achava que estava lidando de verdade era o que parecia, ao lado de Brand ( Anne Hathaway sendo engolida pelo Matthew nesse filme) eles tentam solucionar e salvar  a todos, mas o tempo do espaço não é o mesmo da Terra e eles vem seus entes queridos morrerem e envelhecerem enquanto lutam para que essa não seja  a última geração na Terra.
O que impressiona no filme é não somente o fato de Christopher Nolan ter feito mais um longa ótimo que prende a atenção do espectador em quase 3 horas de filme, mas que nos faz pensar no como não cuidamos do que é nosso. Claro que o fator família onde Murph e o amor pelo pai nos deixa usar o Kleenex em algumas cenas, conta e muito para que homens e mulheres vejam no filme uma excelente ficção que vale a pena a ser vista.
Não se engane nem compare ele com o filme de Sandra Bullock, Interestelar está muito acima dele em todos os quesitos. 
E a explicação é muito mais densa do que em minha vã filosofia eu poderia tentar passar.

Deixo a vocês a dica de ver um filme de qualidade que vale cada segundo dentro da sala de exibição .
E como já citei acima, Matthew se supera, um ator que literalmente veste a camisa do personagem , e o faz com louvor. 

Confiram o trailer:



terça-feira, 4 de março de 2014

Oscar 2014 - O que curti e o que não curti ...

Oscar para mim é aquele momento único onde os deuses da sétima arte dizem para nós : "Hey, você mereceu muito , trabalhou bem demais, toma aqui um boneco pelado para colocar na sua sala" ! Bom, brincadeiras a parte o tal boneco dourado vale muito, vale a ascensão de um artista ou a praga de outros, dizem que muitos dos atores que ganham não fazem mais sucesso. Será mesmo? Muitso foram injustiçados e nunca ganharam o Oscar merecido!
 Caso de Leonardo Di Caprio que até hoje não faturou o boneco!
No Oscar desse ano fiz questão de ver todos os filmes, como sempre tento, não consegui ver todos os estrangeiros indicados mas tinha minha torcida  claro!
Mesmo estando do Curitiba, fiquei ligada na TNT e peço desculpas pelo post um pouco atrasado mas para mim foi maravilhoso estar em um local mais fresco e também ver o Oscar sem ter que acordar no dia seguinte cedo e fazendo cosplay de The Walking dead.
Então vamos a tudo que eu curti nesse Oscar...

A apresentadora Elen Degeneres foi uma grata surpresa, sempre simpática e brincalhona ela alegrou a plateia pedindo pizza e tirando selfie pictures com os famosos atores e diretores! Um show a parte. Ela postou em seu twitter e no instagram fotos da cerimônia , e eu morrendo de inveja , quem não faria isso? hahah
Na hora dos Oscar tivemos algumas surpresas: Vamos a elas? 








Concorrendo ao Oscar de melhor ator coadjuvante tínhamos 5 atores, vi todos os filmes e apesar de ter amado a atuação de todos, eu fiquei dividida entre  o maravilhoso Michael Fassbender em 12 anos de Escravidão  e Jared Leto em Clube Compra Dallas.  Ganhou Jared Leto, merecido! Palmas para esse lindo! Que ainda fez um discurso super bacana falando da Ucrânia e da Venezuela!
Para mim ele sempre será o ator de My so called life  seriado teen que passou quando eu tinha uns 15 anos com Claire Danes no papel principal. Agora um ator de talento com o Oscar em casa e ainda líder da banda 30 Seconds to Mars, o moço arrasa.

Também tivemos a melhor atriz coadjuvante :
Também vi todos os filmes e sinceramente daria o Oscar a Julia Roberts por Álbum de família .  A linda mulher está fantástica na pele de uma mãe que sofre com a traição do marido, a filha chata e uma mãe que é uma víbora. A cena em que ela avança em Meryl Streep é maravilhosa, é para bater palmas de pé. 
June também está divina no papel da esposa de Bruce Dern em Nebraska  , se o Oscar fosse para ela eu também amaria, uma senhora de 85 anos que fez seu primeiro filme e as falas melhores são dela , só vendo para ver o quão bacana foi.
O Oscar acabou indo para Lupita, ela é ótima sim, uma atriz com talento e que a cena na qual acredito que tenha ganho o Oscar em 12 anos de escravidão foi sensacional. Mas muita gente estranhou porque ela só teve essa cena e ganhou o prêmio. Eu preferia outras, mas torço pra que o Oscar impulsione ainda mais esse novo talento em produções boas.

Como melhor atriz a briga estava feia, tínhamos divas do cinema como Meryl Streep ( eu daria um Oscar a ela todo ano!) e Judi Dench! Como julgar o que é perfeito? Nunca assisti nenhum filme delas onde achasse que elas atuassem menos que divinamente!
E aí na corrida, tínhamos Cate Blanchett que já havia ganho um Oscar de coadjuvante, também tínhamos uma Sandra Bullock que merecia um Oscar por ter aceitado filmar algo tão insosso quanto Gravidade. Não consegui gostar de nada desse filme, desculpem os que viram algo de bom nele, eu só via a beleza do Clooney de válido em ter pago o ingresso do cinema. 
Amy Adams apesar de fofinha eu não consigo ter visto nada demais na indicação dela, para mim foi engolida por Lawrence em cena assim como por Christian Bale.
Na hora que anunciaram o vencedor eu torci para qualquer uma, para Meryl ( minha favorita!), para Judi ( minha segunda favorita) e para Blanchett. Amy eu até não ficaria tão revoltada, adoro Sandra mas não gostei de Gravidade mesmo acho que isso vocês já sabem!
Cate Blanchett em "Blue Jasmine"mostrou o que uma mulher neurótica é capaz , e foi ela a grande vencedora. Com um roteiro magnífico de Woody Allen a atuação dela foi muito beneficiada!
Linda como sempre, Blanchett recebeu seu segundo Oscar emocionada, agradeceu a todos, com seus vestido nude, um escândalo e aquela classe típica dela!
Meryl aplaudiu, Judi aplaudiu...e claro que pelo conjunto da obra aplaudimos, mas eu continuo achando que perto de Meryl e Judi todas as demais viram atrizes de Malhação.





Voltamos para nosso Oscar DIVO, o melhor ator não podia ser ninguém menos que... Matthew McConaughey! No papel de um machão que ama  sexo, drogas e rodeios ele contrai o vírus da AIDS , o ator perdeu mais de 20 kg para interpretar o personagem.
Se ele merecia? Vi também todos os filmes, difícil falar de atores como Bruce Dern, um dinossauro da sétima arte com uma atuação esplendorosa e na medida no maravilhoso Nebraska. Também tivemos um Chiwetel ótimo no papel de Solomon que me emocionou demais em 12 anos de escravidão! 
Leonardo Di Caprio é como sempre o injustiçado, seu papel em O lobo de Wall Street  é divino , há tempos o ator merece ganhar o prêmio, cresceu atuando na frente de todos nós e nesse filme ele parece possuído pelo espírito do Oscar! Não foi dessa vez , mas Mathew realmente arrasou no papel, mereceu o prêmio e seu discurso emocionado e apontando para sua linda esposa brasileira Camila Alves e para sua mãe na plateia foi digno de um ator fofo que sabe o quanto lutou para se fazer reconhecido.

Eu torcia muito para meu ídolo Martin Scorsese , por O lobo de Wall Street como melhor diretor.
Também queria que Steve McQueen ganhasse pelo ótimo filme
12 anos de escravidão mas o vencedor da noite foi o mexicano Alfonso Guarón pelo chatonildo Gravidade.
David O. Russel também é maravilhoso, mas não curti tanto seu Trapaça.
Celebrado por toda a Academia Gravidade ganhou 9 Oscars, a maioria técnicos.

Como melhor filme tínhamos Gravidade, O lobo de Wall Street , Philomena, Trapaça, Nebraska, Clube de Compras Dallas e 12 anos de escravidão. 
Quando o astro Will Smith anunciou que o vencedor da noite era 12 anos de escravidão um empolgado e saltitante Steve McQueen subiu ao palco ao lado do astro Brad Pitt que além de ter atuado no filme também foi um dos atores em cena.
Achei merecido, diante de Gravidade, mas acho que daria a Clube de Compras Dallas ou Nebraska que foram filmes emocionantes e que me fizeram pensar muito ao sair do cinema. De qualquer forma todos os filmes eram merecedores , menos claro Gravidade ! 



Como melhor animação ganhou o merecidíssimo Frozen.  Quase dormi em The Croods  e não achei melhor que Frozen a animação Meu malvado Favorito 2.
Senti falta de Olaf no palco, os 3 sem sal que subiram no palco esqueceram que ganharam por animação...chatinhos...

Frozen também faturou a melhor música, o desenho é todo lindo e realmente foi uma grata surpresa no ano que passou para todas as idades! Mereceu cada Oscar ganho!
Olaf, nós te amamos <3!



O Oscar de melhor roteiro adaptado foi para 12 anos de escravidão merecido , o filme é lindo mesmo mas ainda não tive tempo de ler o livro original. Para receber o Oscar o roteirista John Ridley subiu no palco para ser aplaudido!
Como roteiro original o belo e inteligente Ela  foi o vencedor, o filme é muito bom mesmo, e ainda essa semana tem crítica deles aqui no blog para vocês!

Spike Jonze subiu ao palco para receber o prêmio, amigo de Alfonso Guarón ele tirou fotos ao lado do diretor campeão.


Como melhor filme estrangeiro tivemos um jejum da Itália quebrado depois de 15 anos sem ganhar o prêmio, não vi o filme que venceu "A grande beleza" foi muito bem falado pela crítica mas meu favorito era "A caça"um filme intenso, verdadeiro e mesmo sem ver o outro continua sendo meu favorito, ainda pretendo ver os outros!
Em uma festa com tantas beldades, justiças e injustiças o Oscar continua sendo uma festa linda, um sonho para quem curte Cinema como eu!
Não consigo não vibrar quando alguém que estava torcendo muito ganha! 
E lamentar quando casos como o de filmes que não mereciam ganham, esse ano estava quase acreditando que Gravidade levaria todos os prêmios, mas ainda bem que os Deuses da Academia resolveram fazer algumas justiças.
Para finalizar, a imagem mais celebradas nas redes, uma selfie no celular de Elen com beldades, e a gente morrendo de vontade de estar ali no meio ;) 



sábado, 1 de março de 2014

Menina que via filmes : Clube de Compras Dallas

Título Original : Dallas Buyers Club
Título no Brasil : Clube de Compras Dallas
Direção  : Jean-Marc Vallé
Elenco : Matthew McConaughey, Jared Leto, Jennifer Garner
Ano : 2014
País : EUA 
Censura : 16 anos
Duração : 1h 57 min



Em 1986, o eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com AIDS e logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica. Procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México...

Alguns filmes são tão fortes que a gente não quer lembrar que são reais, ou que já foram.
Peguei a época em que a AIDS era um imenso ponto de interrogação, lembro mesmo sendo muito pequena que as pessoas não tinham muita certeza como se pegava a doença e sempre era creditada a homossexuais.

Quando me deparei com esse filme, não sabia quase nada da história, mas aos poucos fui reconhecendo ali coisas que li ou lembro da época.
O ano era 1986, só se falava na doença e o cowboy Ron ( Matthew McConaughey que deve levar o Oscar com louvor! ) leva uma vida sem regras, ele é eletricista mas curte na horas vagas apostar em rodeios, e participar até mesmo de alguns deles, onde cheira todas, dorme com muitas e bebe mais ainda.
Sem nada que lhe prenda e sempre devendo grana a alguém, ele acaba indo parar no hospital onde lhe informam que ele tem o vírus da Aids.
Sem acreditar e com a graciosidade de um elefante ele xinga a todos e diz que não é gay para ter a doença.
A médica interpretada por Jennifer Garner tenta acalmar o moço mas de nada consegue, ele sai chutando tudo e diz que não vai voltar que estão errados.


Começa aí o drama do personagem - lembrando mais uma vez que trata-se de uma história verídica! - na luta pela vida ele vai tentar de tudo, até contrabandear a droga AZT que era a única conhecida na época.

Do machão que não sentia amor pela vida ao homem que definha na nossa frente e luta para uma sobre vida, a atuação de Matthew é para glorificar de pé.

Fico impressionada como esse ator que só fazia papéis bobos se transformou nesse ator espetacular de hoje em dia.

Voltando ao filme, que fica ainda mais ágil quando ele conhece Rayon ( Jared Leto) um travesti que tem também o vírus e que se junta a ele para sobreviverem.
Na busca pela cura, Ron vai a vários países, mas ´´e no México que encontra drogas que o fazem ter a brilhante ideia de fundar o Clube de Compras Dallas onde pessoas que tenham o vírus podem comprar o remédio.


Infelizmente o que acontece daí para frente vai nos fazer sentir raiva do governo americano e da indústrias de remédios.
Um relato emocionante sobre dois caras que tentaram vencer a doença.
Leto deve ganhar o Oscar de coadjuvante, merece!


sábado, 25 de janeiro de 2014

Menina que via filmes : O lobo de Wall Street [Crítica]

Título Original : The Wolf of Wall Street
Título no Brasil : O lobo de Wall Street
Baseado no livro de Jordan Belfort
Direção : Martin Scorcese
Elenco : Leonardo Di Caprio, Jonah Hill, Margot Robie, Matthew McConaughey, Jean Dujardin
Gênero : Biografia
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 16 anos
Ano : 2014
Duração : 2h59 min




 O filme é adaptação do livro de memórias de Jordan Belfort, que no Brasil ganhou o nome de "O Lobo de Wall Street". Belfort foi um corretor de títulos da bolsa norte-americana que entrou em decadência nos anos 90. Sua história envolve o uso de drogas e crimes do colarinho branco.



Para início de crítica sei que vai ter gente dizendo que odiou esse filme, outros vão entender que se trata de uma biografia e que Martin Scorcese retrata adaptações de livros do gênero ao pé da letra, ele não esconde momentos , ele os mostra a perfeição e por isso mesmo faz de filmes como Cassino e esse uma obra prima!
O ano está no primeiro mês e com certeza já é um dos melhores filmes de 2014. Primeiro porque em 3 horas de um longo filme de uma sala lotada vi os espectadores - inclusive eu e quem me acompanhava - não olharem o relógio em nenhum momento. Vi também baterem palmas ao final da sessão, por mais que tivesse vontade de perguntar se as palmas eram para o filme ou para a maravilhosa atuação de Leonardo Di Caprio, eu bati palmas para os dois.
No papel de Jordan Belfort um Leonardo possuído pelo espírito do Oscar , o corretor da bolsa de valores que começou a vida tentando vender ações mas se deu muito mal em Wall Street, Jordan sempre teve ambição e não aceitava pegar ônibus enquanto os ricaços chegavam de carrão.
Leonardo sendo dirigido por Martin
Jordan começa ingênuo sem imaginar tudo que rola entre os ricos de Wall Street mas é um Matthew McConaughey em uma atuação espetacular que lhe apresenta a vida como ela é, com muita bebida e cocaína para o sucesso nessa carreira.
Encantado com esse mundo, mesmo não dando sorte no início, Jordan que é casado com uma cabeleireira tenta de todo jeito entrar no mundo de ações e se dar bem.
E é fora dos padrões que ele encontra a galinha dos ovos de ouro e consegue unir um time muito fora do padrão Wall Street mas que animados com a possibilidade de ganharem dinheiro com ele entram no esquema.
Sem querer dar spoiler sobre como ganham dinheiro, Jordan consegue tudo que queria e mais um pouco.
LEONARDO, SCORCESE E DUJARDIN
  O que vemos e claro espanta é que quanto mais ganham dinheiro mais orgias acontecem: são tardes regadas a drogas e sexo e tudo isso dentro do escritório com a presença de mulheres que trabalham no local.
O filme é muito bom, mas é forte. O sócio e melhor amigo é interpretado por Johah Hill ( Donnie) , tão doido quanto Jordan ele não respeita regras, trai a mulher o tempo inteiro e acha graça das autoridades.
Se não fosse verídico poderíamos duvidar da autenticidade das cenas e achar que fossem exagero do diretor, mas não são, eles viveram tudo aquilo até que o FBI foi atrás da empresa.
Jordan no decorrer do filme experimenta todas as drogas possíveis e é com elas que temos as cenas de humor no filme, entendam, não que usar drogas seja bacana e gere risadas mas a atuação de Di Caprio deixa tudo parecer comédia nessas horas.
 Jordan também troca a esposa por uma garota de programa e acaba se casando com ela, mesmo assim continua a traindo. O que o filme mostra é que não havia limites para eles, e a gente por mais que torça para os vilões as vezes também fica com raiva a cada traição.
 Para mim uma das melhores partes é quando meu ídolo Jean Dujardin aparece como um banqueiro suíço, lindo de viver e trabalhando bem como sempre, ele dá ares de graça ao filme também na participação especial que faz.
O filme concorre ao Oscar desse ano em muitas categorias e torço de verdade para que Di Caprio ganhe esse ano.
O rapaz está cada dia mais bonito e atuando melhor, ele merece! 
 Vejam o trailer:
 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Menina que via filmes : Amor bandido [ Crítica]

Título Original : Mud
Título no Brasil : Amor bandido
Direção : jeff Nichols
Elenco : Matthew McConaughey, Reese Whiterspoon, Tye Sheridan, Jacob Lofland
Ano : 2012
Gênero : Suspense
País ; EUA
Idioma : Inglês
Censura : 14 anos
Duração : 2h 10 min




Ellis (Tye Sheridan) e Neckbone (Jacob Lofland) são grandes amigos que decidem desbravar uma ilha que fica no rio próximo às suas casas. Lá eles encontram Mud (Matthew McConaughey), um homem foragido que tem vivido em um barco preso nos galhos de uma árvore. Apesar da desconfiança inicial, os garotos resolvem ajudar Mud em seus planos ao saber que ele está à espera de Juniper (Reese Witherspoon), o grande amor de sua vida, que se envolveu com o homem errado.

Não sei se já aconteceu com vocês, mas talvez porque eu vá muito ao cinema, eu enjoo de trailers que passam muitas vezes e o filme nunca estreia.
Foi o caso desse filme, " Amor bandido" passou tantas vezes que eu sabia as falas, como sempre vou ao cinema com meus pais e/ ou namorado, a gente se olhava como quem diz " de novo?".
Finalmente passando nas salas aqui do Rio de Janeiro - apesar de poucas salas pelo número de vezes que o trailer passou - fomos na segunda semana de exibição. 
Adoro o ator Matthew McConaughey e odeio escrever esse sobrenome péssimo de decorar então mais uma vez foi um fator importante ele estar no elenco. Já sua companheira de filme Reese Whiterspoon é uma atriz que tomei horror leia-se porque tive o desprazer de vê-la a vivo e ela foi de uma doçura comovente, só que não  mas que como ela faz muitos filmes eu acabo tendo que engolir a presença dela e torcer para ela aparecer bem pouco.
O filme começa, e foi uma decepção só, dois garotos interpretados pelos ótimos Tye Sheridan e Jacob Lofland, decidem que vão conhecer melhor uma ilha que fica bem perto de onde moram, entre uma ida e outra ao local um estranho que pede para que seja chamado de Mud ( Matthew!) , aos poucos os meninos vão descobrindo que ele é foragido da polícia. Claro que eles escondem isso dos pais e volta e meia retornam a ilha com o intuito de ajudar aquele homem cheio de segredos. Não fica claro para o público se ele é inocente ou culpado, então muitas coisas acontecem que nos deixam ainda mais na dúvida.
 Bom, não posso mentir para vocês, fui acompanhada de minha mãe e meu namorado, e eu e ele demos uma boa cochilada de tão parado que é o filme. Minha mãe gostou, disse que o filme era parado mas muito bom e que gostou do final.
Eu acho que dormi uns 20 minutos de filme, e odeio dormir no cinema, isso só ocorre quando o filme está muito chato ou quando tomei remédio de alergia, nesse caso foi a primeira opção.
ISSO, ENFORCA QUE ELA É METIDA :)
 Quem viu, me diga o que achou, eu não recomendo, melhor esperar sair em dvd ou no Netflix, assim é menos dinheiro colocado fora!

sábado, 12 de outubro de 2013

Menina que via filmes: "Obsessão" [ Crítica]

Título Original: The paperboy
Título no Brasil : Obsessão
Diretor: Lee Daniels
Baseado no livro The PaperBoy lançado no Brasil pela Novo Conceito
Elenco : Zac Efron, Nicole Kidman, John Cusack, Matthew Mcconaughey
Duração : 1h 51 min
Censura : 16 anos
País : EUA
Idioma : Inglês




Ward (Matthew McConaughey) é jornalista de um grande jornal e precisa retornar para sua pequena cidade para fazer a cobertura da prisão de Hillary Van Wetter (John Cusack), acusado e condenado à morte pelo assassinato do xerife local. Os problemas começam quando Jack (Zac Efron), seu irmão mais novo, começa a se envolver com Charlotte (Nicole Kidman), mulher misteriosa e mais velha, que mantinha contato com o prisioneiro
Se tinha um filme que eu esperava ansiosamente pela estreia esse ano, esse filme era Paperboy. Eu tinha lido o livro em poucos dias e amado a história, no entanto, fiquei bem decepcionada quando mudaram o nome no Brasil para "Obsessão", até porque já tem tantos filmes no Brasil com esse nome...
Mas isso não tirou o brilho desse filme nem a atuação magistral de todo o elenco!
Jack ( Zac Efron) é um rapaz que terminou o High School mas não foi a faculdade, ele trabalha como entregador dos jornais que seu pai é dono e que seu irmão mais velho Ward ( Matthew MacConaughey, enfeiado para o papel!) é repórter ao lado do antipático Yardley (David Oleywo).
A história da família é contada por Anita ( Macy Gray, sim, a famosa cantora provando que além de ser uma excelente cantora também é ótima atriz!). Como era empregada na casa da família em uma época em que muitos tinham preconceito com os negros, ela se sentia parte daquela casa por ser bem tratada por quase todos e é ela quem narra os fatos que levaram a , digamos assim, tragédia da família.
Desde o momento em que conhecem a fogosa garçonete Charlotte Bless ( Nicole Kidman, no auge da beleza e colocando muita garotinha de 20 no chinelo!) que tem a estranha tara de se corresponder com presidiários, a troca de cartas culmina na paixão e noivado com o condenado a morte Hilary Van Wetter ( John Cusack, preciso citar que magnífico no papel?) . Para livrá-lo da morte de um policial ela aceita dar entrevistas para Ward e sua equipe, só que ninguém contava que Jack fosse se apaixonar por Charlotte.


Diga-se de passagem as cenas em que Charlotte encontra Hilary na cadeia são de deixar Sharon Stone em Instinto Selvagem com inveja!
O cinema inteiro parou quando ele começa a dizer coisas - digamos assim - ousadas para ela! E sabe o que é pior? Na frente de todos!
O filme é forte, não vá acompanhado de mãe, pai ou alguém que você ache que vá se sentir com vergonha de ver certas cenas ao lado.
As atuações são tão perfeitas que não poderia ter imagino melhor quando li o livro! Os atores se encaixam de tal forma que beiram a perfeição nas cenas.
O problema do filme é que nos perguntamos como a personagem doida de Nicole pode querer algo com alguém tão doente quanto o personagem de Cusack?
Ele a trata como um objeto, fala coisas horríveis para ela e mesmo assim ela o quer.
Por outro lado a história louca serve de pano de fundo para que os demais personagens demonstrem um lado que não conhecemos , como o de Ward no quarto do hotel...mas não posso contar para não estragar a surpresa.


JOHN CUSACK E MATTHEW EM CENA
Por favor , não esperem finais de "e foram felizes para sempre"porque esse não é esse tipo de história. A meu ver é uma história sobre como o ser humano pode ser doentio e sem cura e como há pessoas que acham que pessoas assim são legais.
Me lembrou muito aquelas histórias das pessoas que vão presas e são assassinos confessos e tem gente querendo casar com eles, dizendo que são inocentes.
A tensão do filme é toda em cima de Charlotte querer loucamente o mais doido ainda do Hilary, em Jack querer loucamente Charlotte e em dois jornalistas entrarem em uma boa história para o jornal mas não imaginarem as consequências que isso terá em suas vidas.


Minha dica é : vale a pena conferir! Corram para o cinema ;)