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sábado, 17 de abril de 2021

Menina que via filmes: Esquadrão Trovão

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬 Título Original: Thunder Force Título no Brasil: Esquadrão Trovão País: EUA Ano: 2021 Diretor: Ben Falcone Roteiro: Ben Falcone Elenco: Melissa McCarthy, Octavia Spencer, Jason Bateman Original da Netflix
#118 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Menina que via Filmes: A Forma da Água [Crítica]

Título Original: The Shape of Water
Título no Brasil: A Forma da Água
Data de lançamento 1 de fevereiro de 2018 (2h 03min)
Direção: Guillermo del Toro
Elenco: Sally Hawkins, Michael Shannon, Richard Jenkins 
Gêneros Fantasia, Drama, Romance
Nacionalidade EUA
#07








por Bianca Silveira
O filme se passa nos anos 60, bem no auge da guerra fria. Elisa Esposito (Sally Hawkins) é uma moça surda que trabalha como faxineira em um centro de pesquisa aeroespacial do governo dos Estados Unidos com sua amiga Zelda (Octavia Spencer) que é, digamos, sua porta voz, ela entende a linguagem de sinais de Elisa e traduz para quem não entende. Um dia, em seu posto de trabalho, uma sala de experimentos, chega uma criatura humanóide que vive na água, bem no estilo do Monstro da lagoa negra. Muito agressiva, a criatura machuca quem chegar perto. Elisa, sem ninguém ver, vai se aproximando e com o tempo cria um vínculo com a criatura e claro se apaixona.

domingo, 16 de abril de 2017

Menina que via Filmes: A Cabana [Crítica]

Título Original: The Shack
Título no Brasil: A Cabana
Baseado na obra de William P Young
Data de lançamento 6 de abril de 2017 (2h 13min)
Direção: Stuart Hazeldine
Elenco: Sam Worthington, Octavia Spencer, Tim McGraw mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA

#57assistido

#58criticado



Para quem assim como eu já leu o livro de William P Young, falar de A Cabana e ver o filme não são grandes novidades. O diferencial de verdade é ver que nas telonas os atores escolhidos convencem no papel e isso ajuda muito, por mais que nos cinemas pareça um filme evangélico, quando na verdade é para qualquer religião cristã.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Estrelas Além do Tempo [Crítica]

Título Original: Hidden Figures
Título no Brasil: Estrelas Além do Tempo
Baseado no livro de Margot Lee Shetterly
Data de lançamento 2 de fevereiro de 2017 (2h 07min)
Direção: Theodore Melfi
Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe mais
Gêneros Drama, Biografia

Nacionalidade EUA
#9assistido
#10criticado





Infelizmente por um lado e felizmente por outro a história contada em Estrelas Além do Tempo é verídica. No auge da Guerra Fria, os Estados Unidos e a antiga União Soviética lutavam pelo posto de terem o primeiro astronauta a pisar na lua. Nesse cenário na terra de Obama - e agora de Donald Trump- existia uma grande segregação racial, uma das piores já vistas, onde negros em plena década de 60 tinham locais exclusivos para não se misturarem com os brancos. Parece algo tão surreal saído de uma distopia ou de um filme de terror mas acontecia, e esse longa retrata exatamente o que 3 mulheres empoderadas e negras fizeram para que seus sonhos se tornassem realidade.
Katherine Johnson ( Taraji P. Henson) sempre foi uma prodígio, ganhou bolsas de estudo e foi a primeira da sua sala a se formar, uma verdadeira calculadora quando lhe entregavam um papel e um lápis. Mas sua carreira demorou para deslanchar porque era negra, então ter conseguido ao lado de suas amigas com histórias bem parecidas como Dorothy Vaugh ( a ótima Octavia Spencer) e Mary Jackson ( a agora atriz mas antes cantora Janelle Monàe) um emprego na NASA, era um grande orgulho para suas famílias. Todas elas ainda conseguiram conciliar a carreira com ser mãe de mais de 2 filhos cada uma. Do grupo apenas Katherine era viúva, então fora darem um duro diário nos empregos, enfrentarem preconceitos absurdos pelo caminho elas ainda eram mães. Entreguem logo um Nobel e um Oscar para cada uma, mundo!
Nesse ambiente hostil da NASA onde as salas eram separadas de seus colegas de trabalho brancos, seus banheiros eram em prédios muito distantes e o café tinha que ser tomado em garrafas diferentes, elas passaram por cima de tudo, engoliram o choro e fizeram seus nomes no famoso centro espacial.
Tão cheias de garra quanto inteligentes, a capacidade de cada uma ajudou e muito a provar para os brancos que desacreditavam nelas pela cor da pele e ainda por serem mulheres de que não eram capazes de ajudar muito no que tinham dúvidas. A cada cena onde provavam que eram ainda mais espertas e capazes do que colegas e chefes como Al Harrison ( Kevins Costner), Vivian Michael ( Kirsten Dunst) dentre outros, a vontade do espectador é levantar no meio da sala de exibição e bater palmas. 
Com diálogos tão impactantes quanto necessários, o filme é um aprendizado sobre uma época onde ser negro era quase um crime e apesar de mutos brancos não concordarem com as separações, nada faziam, por isso que há uma cena onde o chefe vivido por Kevin Costner me representa, ele é exatamente o que eu gostaria de ter feito se vivesse naquele tempo e/ou naquele país. O Brasil apesar de ainda ter preconceitos ridículos, não viveu uma segregação tão forte. 
O filme é muito mais do que mulheres negras provando do que são capazes, é um filme sobre reflexão de porque depois da evolução temos regredido tanto? São inúmeros episódios racistas registrados, isso já não era para ter saído de moda?
Eu por mim premiava esse filme com muitas estatuetas, não sei se entrará na disputa, mas todas as 3 atrizes estão desconcertantes atuando. Que filme, que história!

* Esse filme foi visto na cabine de imprensa no dia 10 de janeiro no Cinemark Praia Shopping a convite da Fox Film Brasil. Agradecimentos à Aliança de Blogueiros RJ pela oportunidade. 



quarta-feira, 13 de abril de 2016

Menina que via Filmes: Convergente [Crítica]

Título Original: The Divergent Series - Allegiant
Título no Brasil: Convergente
Data de lançamento 10 de março de 2016 (2h 00min)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels mais
Gêneros Ficção científica, Aventura, Ação

Nacionalidade Eua
Baseado na obra de Veronica Roth




Engraçado perceber que uma série que não amei os dois primeiros filmes e somente li o primeiro livro me ganhou no terceiro filme. 
Dessa vez encabeçados por um elenco de primeira com os ótimos Shailene Woodley ( como Beatrice, a protagonista), Theo James ( como Quatro, o galã) , Jeff Daniels ( David, o malvado ) e Milles Teller ( como o projeto de malvado) os atores estão ainda mais afinados e conseguem retratar exatamente o que se espera de um filme do gênero : ação, reviravoltas e uma pitada de romance.
O filme começa exatamente da onde o Insurgente parou, após a morte de Jeanine, Evelyn ( Naomi Watts) assume o papel de descontrolada à frente de rapazes mais ensandecidos ainda, parece só voltar a si quando algo envolve seu filho Quatro. E na verdade a impressão que temos é de que nada mudou e Evelyn comete os mesmos erros. O que agora o grupo formado por eles quer é saber de verdade o que há fora de Chicago já que recebem uma mensagem, com algumas mortes  e muita ação o que o diretor nos presenteia são cenas recheadas de emoção até que eles finalmente consigam chegar aonde querem, mas claro que o que esperam não é exatamente o que eles terão. David ( Daniels) parece controlar tudo e todos de uma forma que pode parecer a certa mas que logo se mostra como algo que não deveria estar acontecendo, e claro que não estragarei o que de fato está acontecendo para quem não viu o filme ainda. 
Beatrice como sempre é a diferentona, ou melhor, a Pura, que é tratada melhor por todos e que demora um pouco para sair do mundo de Alice que vive quando chega a essa nova vida. 
O que posso afirmar para as meninas é que Theo James está ainda mais bonito e em sintonia com seu personagem Quatro, e lógico que não faltam beijos e juras de amor eterno para nosso casal favorito.

Um soro que apaga a memória, pessoas sendo pessoas e querendo passar a perna nos outros e algo de realmente podre no ar fazem com que o longa ganhe ritmo e apesar dos críticos terem gostado bem pouco desse filme, eu adorei, e foi o único da série que gostei de verdade.
Vale a pena ser conferido.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Menina que via filmes: Insurgente [Crítica]

Título Original : Insurgent
Título no Brasil : Insurgente
Baseado no livro de Veronica Roth ( série Divergente)
Dirigido por Robert Schwentke
Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer mais
Gênero Ficção científica , Ação

Nacionalidade EUA
Ano : 2014



















O que eu pensei que seria impossível ocorrer, aconteceu. O segundo filme é ainda mais sem graça que o primeiro. Antes que apareçam haters porque não gosto da série, devo informar que li sim  o primeiro livro, vi sim o primeiro filme. E achei mediano, beirando a chatice.
Nesse segundo volume - não li o livro, fui direto para o filme mesmo - uma das coisas boas do primeiro não temos : uma boa atuação da protagonista Shailene Woodley, como Tris.

Não sei o que houve com a atriz que parece sempre com cara de sofredora, me lembrou muito o filme que também a tem como protagonista A Culpa é das estrelas, com aquele ar de paciente terminal que não sabe até quando estará viva. Faltou a garra que vemos em uma Jennifer Lawrence como Katniss de Jogos Vorazes e isso fez uma diferença absurda.
Trabalhando apagada assim mesmo estando em todas as cenas, ficou fácil para Quatro ( Theo James) aparecer nesse filme trabalhando muito melhor do que ela e não vou nem compará-la a Kate Winslet com sua vilã Jeannine Matthews, pois só no olhar já assusta e olha que ela está com um vestido tubinho azul e mal se mexe em cena, quando a atriz sabe trabalhar não precisa de muito.
O filme já começa com Tris tendo os habituais pesadelos lembrando da mãe ( Ashley Judd) que morreu. Ela e Quatro seu namorado gato tem que fugir de Jeannine que sabe que Tris é uma divergente e quer testá-la para abrir uma caixa mágica com uma mensagem mas que precisa que a pessoa passe por todas as facções ( abnegação, franqueza, amizade, erudição e audácia) , somente um divergente pode fazê-lo.

Temos participações especiais de luxo como de Octavia Spencer e Naomi Watts com os cabelo escuros, o que nem dá para vibrar muito com elas em cena pois é tudo muito rápido.
Assim como também o é a explicação que esqueceram para que o único irmão de Tris interpretado por Ansel Egort ( seu par em ACEDE) vire a casaca tão facilmente.
Quem não leu o livro parece se perder no meio de tantas informações jogadas assim na telona. Se você não leu nenhum livro e não viu o primeiro filme , nem tente ver esse. Impossível saber do que se trata.
Tris também muda de estilo, corta o cabelo joãozinho, parece mais o Sniper Americano e tem uma expressão de sofrida o filme todo. Não sei se mandaram, mas a atriz não parece feliz nem mesmo quando se agarra com Theo James , a cena deles indo para cama é tão empolgante quanto o filme do Pelé.
Milles Teller como Peter está bem melhor nesse filme, mas depois que fez Whiplash esse rapaz me ganhou.
Quanto ao filme, se tivesse que dar alguma nota seria 6, não chega a ser horrível mas está longe de ser um filme que me anime e conte os dias para o próximo ir pro cinema.
Falta emoção na protagonista, falta história que sustente o que acontece, é tudo muito Matrix misturado com Jogo Vorazes e Maze Runner  e chega ao nada e a lugar nenhum. 
A tal mensagem da caixa que a gente espera tanto para ver é risível , como as pessoas gostam tanto dessa história? Não consigo gostar de quase nada, e enxergo defeitos em quase tudo que já vi sobre ela. Faltou Nicolas Cage aparecendo no final para completar a bizarrice , e olha que adoro ele.