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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Mate ou Morra 🎬ter Mel Gibson em um filme já vale para assisti-lo

 


🎬🎬🎬 Título Original: Boss Level Título no Brasil: Mate ou Morra Direção: Joe Carnahan; Roteiro: Joe Carnahan, Chris Borey e Eddie Borey; Produção: Joe Carnahan, Randall Emmett e George Furla; Elenco: Frank Grillo, Mel Gibson, Naomi Watts, Will Sasso, Annabelle Wallis; Direção de Fotografia: Juan Miguel Azpiroz; Desenho de Produção: Jon Billington; Trilha Sonora: Clinton Shorter; Montagem: Kevin Hale; Gênero: Ação; País: Estados Unidos; Ano: 2021; Duração: 94 min. Estreia em 16 de setembro de 2021 nos cinemas brasileiros
#292 ▶️Filme assistido na cabine de imprensa à convite da Assessoria e de Imagem Filmes 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Menina que via Filmes: Refém do Medo [Crítica]

🎬🎬🎬 Título Original: Shut In Título no Brasil: Refém do Medo Ano: 2016 Direção: Farren Blackburn Elenco: Naomi Watts, Oliver Platt, Charlie Heaton Gêneros Suspense, Fantasia Nacionalidades França, Canadá
#93

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Menina que via Filmes: O Chamado 2 #MaratonaOChamado

Título original: The Ring 2
Título no Brasil: O Chamado 2
 Direção: Hideo Nakata
Elenco: Naomi Watts, Simon Baker, David Dorfman mais
Gêneros Terror, Fantasia
Nacionalidade EUA

#25assistido
#26criticado







Ver um filme atrás do outro foi a melhor coisa que fiz para entender o como do primeiro para o segundo o ator mirim David Dorfman - nesse figura ainda mais principal como Aidan - evoluiu. Dessa vez mãe e filho acreditam que já estão livres de Samara, mas claro que estão enganados.
O filme já começa com um jovem querendo que sua amiga da escola assista a fita VHS, para os que não lembram a premissa de ter se livrado da maldição do primeiro filme, aqui eu explico: Rachel ( Naomi Watts) descobre que fazendo uma cópia da fota e fazendo outra pessoa assistir, a maldição dos sete dias zera e é a oura pessoa quem morre. 

Menina que via Filmes: O Chamado #MaratonaOChamado [Crítica]

Título Original: The Ring
Título no Brasil: O Chamado
Data de lançamento 31 de janeiro de 2003 (1h 50min)
Direção: Gore Verbinski
Elenco: Naomi Watts, Brian Cox, Martin Henderson mais
Gênero Terror
Nacionalidades Eua, Japão

#24assistido
#25criticado
Ano: 2002



Em 2002 quando o filme foi lançado nem todas as casas tinham se livrado de vídeos cassete. Ainda não tínhamos uma internet tão poderosa e a máquina digital só chegou mais acessível aos bolsos brasileiros em meados de 2004. Por isso para aquela época, exatos 15 anos atrás não estranhávamos encontrar uma fita VHS para assistir, eu mesma mantinha as minhas mas já tinha muitos dvds.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Menina que via Filmes: Convergente [Crítica]

Título Original: The Divergent Series - Allegiant
Título no Brasil: Convergente
Data de lançamento 10 de março de 2016 (2h 00min)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels mais
Gêneros Ficção científica, Aventura, Ação

Nacionalidade Eua
Baseado na obra de Veronica Roth




Engraçado perceber que uma série que não amei os dois primeiros filmes e somente li o primeiro livro me ganhou no terceiro filme. 
Dessa vez encabeçados por um elenco de primeira com os ótimos Shailene Woodley ( como Beatrice, a protagonista), Theo James ( como Quatro, o galã) , Jeff Daniels ( David, o malvado ) e Milles Teller ( como o projeto de malvado) os atores estão ainda mais afinados e conseguem retratar exatamente o que se espera de um filme do gênero : ação, reviravoltas e uma pitada de romance.
O filme começa exatamente da onde o Insurgente parou, após a morte de Jeanine, Evelyn ( Naomi Watts) assume o papel de descontrolada à frente de rapazes mais ensandecidos ainda, parece só voltar a si quando algo envolve seu filho Quatro. E na verdade a impressão que temos é de que nada mudou e Evelyn comete os mesmos erros. O que agora o grupo formado por eles quer é saber de verdade o que há fora de Chicago já que recebem uma mensagem, com algumas mortes  e muita ação o que o diretor nos presenteia são cenas recheadas de emoção até que eles finalmente consigam chegar aonde querem, mas claro que o que esperam não é exatamente o que eles terão. David ( Daniels) parece controlar tudo e todos de uma forma que pode parecer a certa mas que logo se mostra como algo que não deveria estar acontecendo, e claro que não estragarei o que de fato está acontecendo para quem não viu o filme ainda. 
Beatrice como sempre é a diferentona, ou melhor, a Pura, que é tratada melhor por todos e que demora um pouco para sair do mundo de Alice que vive quando chega a essa nova vida. 
O que posso afirmar para as meninas é que Theo James está ainda mais bonito e em sintonia com seu personagem Quatro, e lógico que não faltam beijos e juras de amor eterno para nosso casal favorito.

Um soro que apaga a memória, pessoas sendo pessoas e querendo passar a perna nos outros e algo de realmente podre no ar fazem com que o longa ganhe ritmo e apesar dos críticos terem gostado bem pouco desse filme, eu adorei, e foi o único da série que gostei de verdade.
Vale a pena ser conferido.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Menina que via Filmes : Para Maiores [Crítica]

Título Original : Movie 43
Título no Brasil : Para Maiores
Dirigido por Steven Brill, Peter Farrelly, Steve Carr mais
Com Elizabeth Banks, Kristen Bell, Halle Berry mais
Gênero Comédia

Nacionalidade EUA
Formato visto : Netflix
Ano  : 2013






















Quando esse filme acabou a primeira coisa que me veio a mente foi: como tantos atores consagrados aceitaram fazer um filme desses? A resposta só pode ser : de brincadeira. Não é possível que astros como Hugh Jackman e Richard Gere tenham achado algo diferente de " vamos sacanear nós mesmos" ao fazerem essa coisa ( que prefiro não chamar de filme).
No original em inglês , Movie 43 são 14 curta metragens onde os astros citados o cartaz demonstram que estão tirando sarro de si mesmos em papéis ridículos. A história dessa coisa que perdi 2 horas vendo são 2 adolescentes bem bobos que resolvem pregar uma peça no irmão de um deles, o menino aparenta ter uns 11 anos, ao pedirem para ele procurar algo na internet ele descobre essa histórias e é uma mais bizarra que a outra.
Hugh Jackman por exemplo é um executivo chamado Davis que tem um encontro às escuras com Kate Winslet. Seria tudo normal se não fosse por um pequeno detalhe que acho difícil alguém achar graça : Davis tem dois testículos grudados em seu pescoço! Imaginem as cenas bizarras que vem a seguir?
Acharam estranho? Então aguardem que tem coisa pior. Anna Faris ( Vanessa) faz um papel de uma namorada que quer uma prova de amor de seu noivo que ele faça cocô nela! Sim, vocês não leram errado! O que é pior? Que ela faz as cenas com seu marido na vida real o ator Chis Patt. 
Na outra cena Naomi Watts também atua com seu marido de verdade Liev Schreiber. Os dois criam o filho único em casa e acreditam que assim ele aprenderá mais do que na escola. As cenas não tem graça, basta dizer que a mãe beija o filho na boca para ele ter essas e outras experiências .



















Uma das poucas histórias que achei graça é da foto acima. O irmão mais novo de Macaulay Culkin ( Kieran Culkin) contracena com Emma Stone, ele é caixa de um mercado e resolve dizer poucas e boas - e obscenas coisas - para ex namorada. O final é bacana e a ideia da cena é bem crível.
Richard Gere é que paga o maior mico em uma das histórias mais sem pé nem cabeça do filme - se é que tem alguma que seja para ser levada a sério - ele é um executivo que vende bonecas nuas onde lá na perseguida dão choques, mas são vendidas como algo para ouvirem música. É tudo tão sem graça que fica difícil acreditar que ele tenha aceitado fazer algo tão baixo nível.
Sobra piadas sem graça para a talentosa Chloe Grace Moretz, ela é uma adolescente que tem sua primeira menstruação ao lado de um cara mais idiota ainda que grita que ela está morrendo por sangrar. Me perguntei o tempo todo se em pleno ano de 2013 - quando o filme foi filmado - alguém achou graça ou pensou que alguém acharia em uma coisa tão babaca?













Olha, não costumo dar notas para filmes, mas esse certamente devia ter ganho o Framboesa de ouro, um dos filmes mais ridículos que já vi. Se tiverem curiosidade vejam. 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Menina que via filmes: Insurgente [Crítica]

Título Original : Insurgent
Título no Brasil : Insurgente
Baseado no livro de Veronica Roth ( série Divergente)
Dirigido por Robert Schwentke
Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer mais
Gênero Ficção científica , Ação

Nacionalidade EUA
Ano : 2014



















O que eu pensei que seria impossível ocorrer, aconteceu. O segundo filme é ainda mais sem graça que o primeiro. Antes que apareçam haters porque não gosto da série, devo informar que li sim  o primeiro livro, vi sim o primeiro filme. E achei mediano, beirando a chatice.
Nesse segundo volume - não li o livro, fui direto para o filme mesmo - uma das coisas boas do primeiro não temos : uma boa atuação da protagonista Shailene Woodley, como Tris.

Não sei o que houve com a atriz que parece sempre com cara de sofredora, me lembrou muito o filme que também a tem como protagonista A Culpa é das estrelas, com aquele ar de paciente terminal que não sabe até quando estará viva. Faltou a garra que vemos em uma Jennifer Lawrence como Katniss de Jogos Vorazes e isso fez uma diferença absurda.
Trabalhando apagada assim mesmo estando em todas as cenas, ficou fácil para Quatro ( Theo James) aparecer nesse filme trabalhando muito melhor do que ela e não vou nem compará-la a Kate Winslet com sua vilã Jeannine Matthews, pois só no olhar já assusta e olha que ela está com um vestido tubinho azul e mal se mexe em cena, quando a atriz sabe trabalhar não precisa de muito.
O filme já começa com Tris tendo os habituais pesadelos lembrando da mãe ( Ashley Judd) que morreu. Ela e Quatro seu namorado gato tem que fugir de Jeannine que sabe que Tris é uma divergente e quer testá-la para abrir uma caixa mágica com uma mensagem mas que precisa que a pessoa passe por todas as facções ( abnegação, franqueza, amizade, erudição e audácia) , somente um divergente pode fazê-lo.

Temos participações especiais de luxo como de Octavia Spencer e Naomi Watts com os cabelo escuros, o que nem dá para vibrar muito com elas em cena pois é tudo muito rápido.
Assim como também o é a explicação que esqueceram para que o único irmão de Tris interpretado por Ansel Egort ( seu par em ACEDE) vire a casaca tão facilmente.
Quem não leu o livro parece se perder no meio de tantas informações jogadas assim na telona. Se você não leu nenhum livro e não viu o primeiro filme , nem tente ver esse. Impossível saber do que se trata.
Tris também muda de estilo, corta o cabelo joãozinho, parece mais o Sniper Americano e tem uma expressão de sofrida o filme todo. Não sei se mandaram, mas a atriz não parece feliz nem mesmo quando se agarra com Theo James , a cena deles indo para cama é tão empolgante quanto o filme do Pelé.
Milles Teller como Peter está bem melhor nesse filme, mas depois que fez Whiplash esse rapaz me ganhou.
Quanto ao filme, se tivesse que dar alguma nota seria 6, não chega a ser horrível mas está longe de ser um filme que me anime e conte os dias para o próximo ir pro cinema.
Falta emoção na protagonista, falta história que sustente o que acontece, é tudo muito Matrix misturado com Jogo Vorazes e Maze Runner  e chega ao nada e a lugar nenhum. 
A tal mensagem da caixa que a gente espera tanto para ver é risível , como as pessoas gostam tanto dessa história? Não consigo gostar de quase nada, e enxergo defeitos em quase tudo que já vi sobre ela. Faltou Nicolas Cage aparecendo no final para completar a bizarrice , e olha que adoro ele. 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : BirdMan ou A Inesperada Virtude da Ignorância

Título Original : Birdman 
Título no Brasil : Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância
Dirigido por Alejandro González Iñárritu
Com Michael Keaton, Zach Galifianakis, Edward Norton mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade EUA
Censura : 16 anos
Duração  : 1h 49 min






No passado, Riggan Thomson (Michael Keaton) fez muito sucesso interpretando o Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.






Quando soube que Birdman estava concorrendo em várias categorias do Oscar 2015 me animei muito. Sou fã de Michael Keaton, obviamente por causa do papel em Batman, e sofri junto com ele a cada filme médio que ele optou em fazer, como um Nicolas Cage menos famoso, Keaton apostou em filmes dramáticos como Minha Vida ao lado de Nicole Kidman e recentemente participou do péssimo remake de Robocop . Porque contei tudo isso? Porque tenho certeza que muitos verão em Birdman um filme se pé nem cabeça e nem ousarão entender o como ele é brilhantemente crítico . 
Riggan Thomson ( Keaton, fenomenal, valendo a indicação ao Oscar) é um ator que já fez muito sucesso em Hollywood interpretando Birdman, uma espécie de Batman já vivido pelo ator que o faz. 
No entanto, já se passaram 20 anos da última atuação como o homem pássaro e ele não conseguiu mais nenhum papel de destaque o que ganhou é de te vivido o personagem e no presente sofre quando as crianças nem sabem quem ele é, somente as mães.
Riggan é um astro em busca do seu reconhecimento, alguém que sente imensa falta do passado de glórias e que precisa ter novamente esse envolvimento com o público . Seria normal se o tal ator não ouvisse a si mesmo como um diabinho lhe dando ideias do que precisa fazer para voltar a ter sucesso, ou seja, o Birdman fica lhe falando o que fazer, em cenas que valem uma salva de palmas para Keaton.

Prestes a estrear uma peça que lhe valeu as últimas economias que possuía, ele ainda tem que lidar com um ator ótimo mas completamente doido ( Edward Norton, outro monstro atuando como sempre no papel de Mike) , uma atriz que sofre com o relacionamento com Mike ( Naomi Watts), e uma filha muito doida ( Emma Stone, que está tão magra e de olhos esbugalhados que achei que tinha vindo de Grandes Olhos) que luta contra o vício de drogas mas que clama por atenção paterna.
Nos bastidores sofremos com ele, é tanta gente louca que o espectador passa a ter pena do ex Birdman. 
Para completar também temos Zach Galifianakis ( de Se beber, não case) como o agente que só pensa em se dar bem em cima do ator que tenta ter mais momentos de glória.
De verdadeiro na vida de Riggan sobra somente sue ex esposa que mesmo traída inúmeras vezes é quem sempre está do seu lado quando tudo parece mal.
Os diálogos são interessantes, a maior preocupação do protagonista em um voo que quase caiu era saber que se o avião caísse a manchete do jornal do dia seguinte seria que George Clooney morreu e não ele, é exatamente uma crítica ao mundo de celebridades e busca da fama que temos inclusive em nosso país, onde deixar de ser notícia é sofrido para alguns.
Michael Keaton talvez tenha feito tão bem o papel porque se identificou, em um mundo de aparências onde quando se está lá no alto faturando somos rodeados de falsos amigos e quando não fazemos mais sucesso todos somem, o ator parece entender bem do que se trata o filme e até as ilusões dele parecem reais para gente.
A cena em que ele ganha muita fama e os ingressos da peça se esgotam porque ele sem querer ficou de cueca em plena Times Square é sensacional, como não viralizar  um vídeo do You Tube? 
Sua filha vibra com as milhões de curtidas e compartilhamentos, e ele agora tem twitter com milhares de seguidores em um dia! Isso é ser atual. 

Fica difícil não ter raiva da crítica de teatro que destrói montagens de peça em um único dia e sente prazer nisso, e claro que ele se pergunta o que faz mesmo alguém virar um crítico? A frustração de não ter virado ator ou diretor? O poder de ter influência sobre o que será sucesso ou não?
A cena é sensacional, assim como todo o filme e o final inesperado. Keaton merece cada indicação, está soberbo, e que venham mais filmes com o eterno Batman, aos 63 anos ele tem gás para muito filme bom!