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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Menina que via Filmes: Rocketman [Crítica]


Título original: Rocketman
Título no Brasil: Rocketman
Data de lançamento 30 de maio de 2019 (2h 01min)
Direção: Dexter Fletcher
Elenco: Taron Egerton, Jamie Bell, Richard Madden mais
Gêneros Biografia, Comédia Musical
Nacionalidade Reino Unido
#145
por Cecilia Mouta

Rocketman é um filme que veio para impactar o espectador, assim como seu artista biografado Elton John, chocou uma época. Se Elton é exuberante e extravagante, o filme também o é. Se Elton não tem papas na língua, o filme também não tem. Se em alguma coisa o filme foi fiel à figura de Sir Elton John, foi na forma como escolheu contar a história.
Enquanto Bohemian Rhapsody manteve sua narrativa distante da personalidade de Mercury, talvez por abarcar também a banda, a direção de Dexter Fletcher para Rocketman é Elton John puro: uma narrativa muito lúdica, muitas vezes de caráter onírico, delusional; um musical que busca raízes nos musicais da Broadway, com cenas de danças ao longo da música e, ao contrário da sexualidade de Mercury ter passado por debaixo dos panos, Rocketman não temeu em abordar o assunto de forma direta e clara. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Romeu e Julieta -Theatre Company Live [Crítica]























Título Original: Romeo and Juliet 
Título no Brasil: Romeu e Julieta
Elenco: Lily James, Richard Madden E Derek Jacobi. 
Direção: Kenneth Branagh, Rob Ashford 
País: Inglaterra
Gênero: Drama, Romance
Duração 100 min.


Sinopse

A temporada de cinema da Kenneth Branagh Theater Company continua com uma nova visão do emocionante conto de amor proibido de Shakespeare. Branagh e sua equipe criativa apresentam uma versão moderna e apaixonada da tragédia clássica. Uma disputa de longa data entre as famílias Montague e Capulet (Montecchio e Capuleto) de Verona traz consequências devastadoras para dois jovens amantes no meio do conflito. Kenneth Branagh codirige com Rob Ashford, reunindo-se com as estrelas de seu célebre filme Cinderella (Cinderela), Richard Madden e Lily James, como Romeo e Juliet (Romeu e Julieta). Também estão no elenco Sir Derek Jacobi como Mercutio (Mercúcio) e Meera Syal como The Nurse (A Ama). Romeu e Julieta será exibido em alta definição, em preto e branco. 
















Vamos por partes? Quando me avisaram da cabine me animei muito e achei que seria inesquecível, afinal era Romeu e Julieta, era do Kenneth Branagh e tinha no elenco um casal que já me encantou em Cinderella que era Richard Madden e Lily James. Mas logo de início não curti as comparações. Em tom de documentário vários jovens falam como é o amor hoje em dia de casais com 15 anos ou menos ou um pouco mais e o que pensam da história de Romeu e Julieta. Isso para mim já quebrou a magia, sabemos que a vida mudou e perdeu muito da essência do que Shakespeare escreveu, mas se quisesse ver algo novo certamente não procuraria por Romeu e Julieta, porque é vintage da história que me agrada. Depois  o longa que é formato de teatro e todo em preto e branco mostra o diretor apresentando a peça, temos então um ensaio inusitado, não é o Romeu e Julieta que conhecemos, é algo que quer ser engraçado mas nem sempre consegue, as  roupas parecem dos gangster da década de 40, e isso também não me alegrou. 
Para completar uma Julieta moderna que bebe todas na sacada do seu quarto pede a Romeu que a ame, oi? Ficou estranho, não é a minha Julieta e tá, eu confesso e vocês já devem ter percebido que tenho pavor a tanta invenção de moda, e nem sei porque amo aquele filme com Claire Danes e Leonardo Di Caprio, mas aquele eu aceitei bem.
Para mim foi tão chatinho que me deu sono, e  aqui vai outro momento sinceridade, não fiquei até o final para assistir o debate, para mim já tinha dado, estava de bom tamanho e eu estava louca para voltar para minha casa,


* Filme assistido no Cinemark Botafogo em novembro, agradecimento à Aliança de Blogueiros RJ. 

sábado, 28 de março de 2015

Menina que via Filmes : Cinderela [Crítica}

Título Original : Cinderella
Título no Brasil : Cinderela
Dirigido por Kenneth Branagh
Com Lily James, Cate Blanchett, Richard Madden mais
Gênero Fantasia , Romance , Família

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
Duração : 1h 44min











Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino...

Se você acha que a história de Cinderela não tem mais nada a ser criado, é porque certamente não viu esse filme. Ella ( Lily James, muito bem no papel) é uma menina adorável que vive em uma imensa casa com seus pais. O pai trabalha viajando por longos meses e quando volta tem sempre uma surpresa para filha, mas coisas simples que tem um significado imenso para ela. Sim , já sabemos que a mãe de Ella irá morrer e o pai se sentindo só , se casa com a Madrasta Má ( Cate Blanchett , divina como sempre). No filme a madrasta se chama Lady Tremaine e vai morar com a família levando junto suas filhas insuportáveis : Anastasia e Drisella.
Ao chegarem na nova casa elas já notam que a beleza de Ella é grande e isso causa desconforto ( apesar de Cate Blanchett ser linda, suas filhas no filme não tem a beleza e a esperteza da mãe).
Bom, o pai vai morrer, a madrasta vai fazer Ella de criada, ou melhor, de escrava! E o que eu sempre me perguntava era porque ela não tinha ido embora com os empregados quando esses foram dispensados? Porque ela aguentava tudo aquilo parada? Nesse filme pelo menos explicam que ela havia prometido aos pais cuidar sempre da casa que já era da família há 200 anos. 
Pois bem,  vamos voltar a história, maltratada pelas três ela ainda ganha o apelido de Cinderela, a data borralheira. 

O que no filme ficou  nojentinho é a conversa dela com os ratinhos, só acho graça em ratos quando estão em desenho. Mas ela continua conversando com os animais e fazendo todas as tarefas da imensa casa para as três.
Um belo dia , Cinderela se revolta e sai cavalgando pela floresta, se depara com o príncipe Kit ( Richard Madden) que ela não sabe quem é de verdade - não tinha internet, pessoal!! - e os dois trocam olhares e ele se encanta com ela. Cinderela volta para casa suspirando e fica sabendo mais tarde do baile onde o príncipe vai escolher sua futura esposa.
Seria mais do mesmo se não fosse a perfeita direção de Kenneth Branagh, a atuação convincente dos 3 principais : Cinderela, Príncipe e Madrasta. Mas o filme é ótimo, as maldades não param, o filme não é sonolento e a gente se sente totalmente dentro da história.
É uma verdade que as vilãs tem roubado a cena, com atrizes do porte de Julia Roberts, Charlize Theron e Angelina Jolie, fica difícil as cenas serem ruins. Mas nesse em especial a mocinha não fica devendo, seu ar de bondade é visível, e ela não precisa de caras e bocas forçadas .

Como mérito também, está a atuação de Helena Bonham Carter como fada madrinha, a atriz que é ex esposa do diretor dá uma nova roupagem a personagem, que ao invés de 3 temos uma. Mas que fez muito bem feito, vale a cena do filme , por mais que os cinéfilos estranhem ela de roupas claras o resultado final é bom .
Fica no filme aquele ar de " Felizes para sempre" que amamos, um modo Disney de dizer que no final seus sonhos se tornam realidade e que o bem sempre vence o mal. Lindo, lindo <3!