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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Menina que via Filmes: Mamma Mia 2 [-Lá Vamos Nós de Novo! Crítica]





















Título Original: Mamma Mia! Here we go again
Título no Brasil: Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!
Data de lançamento 2 de agosto de 2018 (1h 54min)
Direção: Ol Parker
Elenco: Lily James, Amanda Seyfried, Meryl Streep mais
Gênero Comédia Musical
Nacionalidade EUA
#136
por Raffa Fustagno

Certamente você viu o primeiro filme, se não assistiu, onde estava quando Meryl Streep fez o mundo dançar sendo disputada com 3 coroas bonitões?
Eu amei o primeiro filme e corri para os cinemas para assistir esse segundo que levou exatos 10 anos para ser filmado. Já peço desculpas porque assisti esse filme em agosto e somente agora consegui parar e publicar a crítica para vocês, quem não viu nos cinemas, provavelmente agora só verá em streaming muito em breve.

sábado, 4 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: Borg Vs McEnroe [Crítica]

Título Original: Borg vs McEnroe
Título no Brasil: Borg vs McEnroe
Data de lançamento 9 de novembro de 2017 (1h 48min)
Direção: Janus Metz Pedersen
Elenco: Shia LaBeouf, Sverrir Gudnason, Stellan Skarsgård mais
Gêneros Biografia, Drama

Nacionalidades Dinamarca, Suécia, Finlândia






por Reinaldo Barros
Não se trata apenas de uma grande partida de tênis, ou uma sequência delas, a maior parte da narrativa aborda os bastidores e a história por trás da final e dos atletas. Foi uma agradável surpresa para quem esperava cenas mal construídas e artificiais de uma partida de tênis. Sim, confesso que me surpreendi e até fiquei um pouco apreensivo para saber o resultado.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Menina que via Filmes ; Os Vingadores - A Era de Ultron [Crítica]

Título Original : The Avengers : Age of Ultron
Título no Brasil : Vingadores : A Era de Ultron
Dirigido por Joss Whedon
Com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo mais
Gênero Ação , Aventura , Ficção científica

Nacionalidade EUA






















Eu amo os Vingadores. Não mais do que a Liga da Justiça, mas amo. E minha crítica eu levarei em consideração que fui assistir sábado a noite, na última sessão, ou seja, já estava exausta e só aceitei porque afinal eram Os Vingadores!
Sala lotada, gente sentada no chão - sim, no chão! venderam ingressos para o mesmo assento e as pessoas queriam tanto ir que sentaram no chão! - e todas as sessões anteriores esgotadas. Efeito Vingadores.
Com um time de atores sensacional e com um texto que segura a continuação, eu gostei do filme sim, mas não amei. Estava cansada demais e achei o longo. Por favor, não me matem.
Dessa vez a história começa porque Tony Stark ( Robert Downey Jr) resolve criar um sistema artificial para manter a paz mundial, ou criá-la, sei lá. Só que o projeto vira o tal Ultron ( voz do divo James Spader) que mais parece o capiroto em forma de robô - ele é um sistema mas toma o corpo de um robô- e ele quer destruir os vingadores e ainda consegue a ajuda de dois gêmeos  : Mercúrio e Feiticeira Escarlate ( Olsen). Claro que os efeitos são sensacionais, que temos as falas de todos eles salvando uma cena inteira e muita, mas muita ação, mas não estava em um bom dia, não conseguia muito curtir todas as cenas e toda hora olhava o relógio. Tiraria meia hora de filme.

Destaco Hulk ( Mark Ruffalo) que nesse filme ganha mais destaque tanto como a pessoa que ajuda Stark a desvendar os mistérios de como combater esse Ultron, como ganhando o coração da Viúva Negra ( a linda Scarlett). As cenas dos dois foram fofas! ( ok, acho que estava mais em um dia para ver filmes românticos do que de heróis!).
Jeremy Renner ( O Gavião Arqueiro) também não pode reclamar dessa continuação onde seu personagem ganha destaque aparecendo até sua família. Confesso que o achei muito melhor nesse filme , parece que vestiu mais o papel!
Outro que rouba as cenas é Thor ( ou melhor, o ator Chris Hemsworth) , ele parece incorporar o personagem, suas descrições de porque consegue levantar o martelo são as melhores, assim como as caras e bocas e diálogos.
É diversão para família toda, os homens no cinema riam e vibravam, as mulheres idem. Certamente as crianças vão pedir os bonecos e uniformes, e Stan Lee ( que faz uma ponta animada no filme mais uma vez) agradece! E a gente agradece a ele, o filme é ótimo, mas eu estava exausta, Me cansei por eles! Assistam. 

domingo, 28 de dezembro de 2014

[Menina que Via Filmes ] Uma Longa Viagem [Crítica]

Título Original: The Railway Man
Título no Brasil : Uma Longa Viagem
Direção : Jonathan Teplikzy
Elenco : Colin Firth, Nicole Kidman, Stellan Skarsgard
Ano  : 2013
País : Inglaterra, Suíça, Austrália
Censura : 14 anos
Duração : 116 min








Se só o elenco já impressiona a história é ainda melhor. Baseado no livro autobiográfico de Lomax ( lançado aqui no Brasil pela Editora Planeta) o filme é forte e emocionante.
Lomaz ( Firth, sensacional como sempre) é um homem atormentado pelo passado, ele serviu na Segunda Guerra Mundial e acabou sendo prisioneiro de japoneses , um deles em especial marcou sua mente pois ele foi muito torturado, nunca refeito do trauma ele continua delirando encontros com seus algozes.
Um belo dia o solitário Eric Lomax pega um trem errado e conhece a linda Patti ( Kidman). É paixão a primeira vista e ele conta a seu companheiro de tortura e amigo de anos vivido por Stellan Skarsgard que está apaixonado. O casal logo se casa e juntos passam a dividir e a viver os traumas de Lomax.

Se as imagens de tortura relembradas podem pegar os mais sensíveis de jeito, as atuações de Kidman e Firth são exatamente o que esperamos deles : estupendas.
Quando sabemos que tudo ali foi real ganham mais pontos nos levando as memórias de uma guerra que nunca deixa de ter histórias chocantes para serem mostradas ao mundo e dessa vez não trata-se de judeus e nazistas mas sim de um britânico que ao tentar voltar para sua terra quando sua base é desfeita é preso por japoneses cruéis que parecem querer inventar motivos para fazê-los sofrer. Por mais que Lomax jure inocência eles o torturam e o espectador fica com tanta raiva que não entende o porquê de Lomax ter passado por cima de seus traumas e não ter assassinado o japonês vilão quando tem a chance, e isso tudo o filme mostra. 
Como o Papa João Paulo perdoando o turco que tentou matá-lo, Lomax perdoa o vilão e ficamos sem entender nada, ou melhor, entendemos que para ele era necessário o reencontro para cicatrizar as feridas.

Na tela fica a certeza de que uma guerra nunca é esquecida facilmente e de que o amor de Patti pelo marido era imenso.
Filme lindo com um final surpreendente e atuações dignas da academia. Recomendo. 

domingo, 16 de março de 2014

Menina que via filmes : Ninfomaníaca - Volume 2 [Crítica]

Título Original : Nymphomaniac - Volume II
Título no Brasil : Ninfomaníaca volume 2 
Direção : Lars Von Trier
Elenco : Shia Labeouf, Stellan Skarsgard, Charlotte Gainsbouorg, William Dafoe
País : Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Reino Unido e França
Ano : 2013
Idioma : Inglês
censura : 18 anos
Duração : 2 h 4 min





Segunda parte das aventuras sexuais de Joe (Charlotte Gainsbourg), uma mulher de 50 anos que decide contar a um homem mais velho (Stellan Skarsgard) sua história pessoal.


Quando assisti Ninfomaníaca Volume 1 estava pronta para odiar o filme, achei que Von Trier com toda sua excentricidade tinha feito mais um filme sem pé nem cabeça, e eu ainda tinha um certo trauma do filme Anti Cristo  com a mesma protagonista Charlotte Gainsbourg. Acontece que para minha surpresa o filme era muito bom, entendi aonde o diretor quis chegar e achei os atores ótimos em cena. Saí com uma imagem positiva do filme e fiquei ansiosa para ver a continuação.
Infelizmente a continuação foi uma grande decepção. Tudo de ruim que esperei no primeiro filme, colocaram no segundo. Não sou puritana, muito menos fui ao cinema querendo ver algo comercial , pois conheço a carreira de Lars Von Trier e muitos filmes dele acho fantásticos. O problema nessa segunda parte foi querer mostrar todos os podres do mundo que envolvem o sexo em cenas que muitas vezes ficaram não chocantes, mas grotescas e de embrulhar o estômago.
Sem ter visto o primeiro filme fica impossível ver o segundo e entender algo. 
Se bem que tentei entender porque Lars estragou a segunda parte dessa maneira. Temos a protagonista ninfo ( interpretada por Charlotte) continuando a contar sua vida sexual  para Stellan Skarsgard, acontece que desde o início do filme já pula para coisas místicas e visões que para mim nem fazem sentido aparecer.
Para continuar com o fantástico mundo do diretor, temos o casal Joe e Jêrome ( Labeouf) passando por uma crise porque ela quer sexo o tempo todo e o pobre do homem não aguenta.  Nessa segunda parte tudo que você imaginar aparece, vejamos:
  • Sexo a três ( acontece com dois negros desconhecidos, na cena que foi amplamente divulgada e que  a gente vê todos como vieram ao mundo!
  • Pedofilia - sim, mesmo que não tenha a cena em si, o que aparece choca, impressiona  e se o motivo era fazer sentir nojo, pontos para Von Trier
  • Violência - essa me fez quase levantar do cinema e ir embora, e olha que já vi inúmeros filmes com tortura,mas essa me incomodou demais
  • Lesbianismo - não gostei não por se tratarem de duas mulheres, mas porque não espera o envolvimento delas ( não posso contar!)


Vale o ingresso? Não gostei do filme, esperei muita coisa e ela não veio, ou melhor veio em excesso, um sexo doentio e exagerado que beirou o ridículo em muitas cenas.
A personagem que no primeiro filme até chega a cativar o espectador, nos faz sentir raiva nesse .
Por mais que Stellan esteja espetacular - mas continuo achando a cena final com ele totalmente desnecessária! - e que Charlotte funcione bem como a mulher atormentada pela sede de sexo, o resultado deixa a desejar!


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Menina que via filmes: Ninf( )maníaca - Volume 1 [Crítica]

Título Original: Nymphomaniac - Volume 1
Título em português : Ninfomaníaca - Volume 1
Direção : Lars Von Trier
Elenco : Charlotte Rainsbourg, Stellan Skarsgard, Uma Thurman, Shia Labeouf
Ano : 2013
gênero: Erótico, Drama
Censura : 18 anos
País : Dinamarca, Alemanha, França, Bélgica
Idioma : Inglês
Duração : 1h 58 min





Bastante machucada e largada em um beco, Joe (Charlotte Gainsbourg) é encontrada por um homem mais velho, Seligman (Stellan Skarsgard), que lhe oferece ajuda. Ele a leva para sua casa, onde possa descansar e se recuperar. Ao despertar, Joe começa a contar detalhes de sua vida para Seligman. Assumindo ser uma ninfomaníaca e que não é, de forma alguma, uma pessoa boa, ela narra algumas das aventuras sexuais que vivenciou para justificar o porquê de sua auto avaliação.


Fiquei muito em dúvida se veria esse filme ou não, mas fui vencida pela curiosidade. Lars Von Trier tem um currículo ótimo de filmes que a crítica ama e alguns espectadores idem. Eu, particularmente só havia visto Anti Cristo (2007), filme que detestei tanto que quase fui embora do cinema e o maravilhoso O amante da rainha (2013). Resolvi me render a outro filme dele e o resultado foi positivo, mas já aviso que não é filme para ir com amiga puritana ou levar os pais ao cinema.
Ninfomaníaca por mais incrível que pareça tem história, o papel que seria da linda Nicole Kidman ficou com a pouco conhecida Charlotte Rainsbourg que interpreta a protagonista Joe. Ela logo no início do filme é encontrada por um senhor Seligman ( o espetacular ator Stellan Skarsgard) que a ajuda pois a mesma está toda machucada, ao ser socorrida ela avisa que não é digna de pena que pecou a vida toda e na casa do homem ela conta sua vida.
Desde pequena ela tinha tara por masturbação e perdeu a virgindade de um jeito duvidoso com o personagem de Shia Labeouf ( Jerome). Seu pai no filme é um ator que um dia já foi galã chamado Christian Slater mas que hoje duvido que os mais novos lembrem dele com os cabelos já ficando grisalhos. 
Se a cada relato nos impressionamos com a necessidade dela de ter sexo sem nenhum envolvimento, ainda poed chocar os mais sensíveis a quantidade de orgãos sexuais que aparecem no filme. 
Não é nem de longe um filme comum, a intenção de Lars é clara, é chocar e pode ser até que consiga mas eu sinceramente já vi filmes europeus que me chocaram bem mais.
Imaginei que não tivesse muita história mas a tara de Joe em pênis é tão grande que algumas cenas geram risos na sala de exibição.
O pior é ainda ter amigas que sejam da mesma forma que ela, e em nunca pensar no amor ela destrói famílias e sentimentos em homens que mal lembra o nome e tem encontros semanais em sua casa.
Uma das melhores partes do filme é quando aparece Uma Thurman no papel da esposa traída e que leva os filhos para conhecerem a amante do pai. Não tem como não bater palmas para a interpretação dramática mas ao mesmo tempo cômica de Uma! 
O as vezes sem sal Shia Labeouf também está ótimo como Jerome o primeiro amor de Joe , as cenas de bad boy com ele e a atriz Stacy Martin ( Joe, quando jovem) são muito boas.
O filme passa rapidamente, não é chato e diferente de Anti Cristo não olhei para o relógio nenhuma vez, a sala lotada de idosos me espantou mas reparei que todos saíram falando bem do filme mas alguns chocados com tanta nudez.
Nesse caso, com esse roteiro, todas as cenas se fazem necessárias e não acho que tenhamos nenhum exagero do diretor que conseguiu reunir um time de primeira no filme.
O cartaz com todos do filme 1 e 2 tendo orgasmos foi proibido em alguns países. No Brasil ele ganhou 2 versões que aparecem nessa postagem acima.
 Roteiro bacana, cenas intensas e claro muito sexo, fazem desse filme o que já esperamos de uma ninfo, um exagero daquilo que a consome mas sem prejudicar o resultado final. Bem, não tão final assim, já que o filme foi dividido em 2 e ainda esse ano estreia a segunda parte nos cinemas, como fã de William Dafoe, não vejo a hora de ver a parte 2!