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quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Menina que via filmes: Um Desastre de Artista 🎬 Jeff Daniels em um de seus melhores papéis

 


🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Guest Artist Título no Brasil: Um Desastre de Artista País: EUA Ano : 2019 Lançamento no Brasil no Cinema Virtual em 11 de novembro de 2021 Direção: Timothy Busfield Roteiro: Jeff Daniels Elenco: Jeff Daniels, Thomas Macias, Richard McWilliams
#437 ▶️Cabine on-line à convite da assessoria ▶️Para assistir, o público pode acessar a plataforma pelo NOW ou escolher a sala de exibição preferida em www.cinemavirtual.com.br e realizar a compra do ingresso. O filme fica disponível durante 72 horas para até três dispositivos.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Menina que via Filmes: A Rosa Púrpura do Cairo {Crítica]

Título Original: The Purple Rose of Cairo
Título no Brasil: A Rosa Púrpura do Cairo
duração:1h 25min
Direção: Woody Allen
Elenco: Mia Farrow, Jeff Daniels, Danny Aiello mais
Gênero Comédia
Nacionalidade EUA

Formato visto: DVD

#29visto #30criticado


  Revi esse filme outro dia, por razões que vocês em breve saberão, mas depois de ver um filme pelo menos 5 vezes você tem uma percepção diferente, já que mudamos nem que seja um pouco com o tempo, certo? 
 Continuo achando o filme um dos melhores de Woody Allen, quando ele estreou nos cinemas eu tinha apenas 5 para 6 anos e claro que não fui no cinema assistir, mais tarde acho que com uns 10 anos meu pai me apresentou à Cecilia ( Mia Farrow), uma mulher sonhadora que é casada com um homem vagabundo ( Danny Aiello) que além de tirar o dinheiro dela ainda bate na moça. 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Menina que via Filmes: Convergente [Crítica]

Título Original: The Divergent Series - Allegiant
Título no Brasil: Convergente
Data de lançamento 10 de março de 2016 (2h 00min)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels mais
Gêneros Ficção científica, Aventura, Ação

Nacionalidade Eua
Baseado na obra de Veronica Roth




Engraçado perceber que uma série que não amei os dois primeiros filmes e somente li o primeiro livro me ganhou no terceiro filme. 
Dessa vez encabeçados por um elenco de primeira com os ótimos Shailene Woodley ( como Beatrice, a protagonista), Theo James ( como Quatro, o galã) , Jeff Daniels ( David, o malvado ) e Milles Teller ( como o projeto de malvado) os atores estão ainda mais afinados e conseguem retratar exatamente o que se espera de um filme do gênero : ação, reviravoltas e uma pitada de romance.
O filme começa exatamente da onde o Insurgente parou, após a morte de Jeanine, Evelyn ( Naomi Watts) assume o papel de descontrolada à frente de rapazes mais ensandecidos ainda, parece só voltar a si quando algo envolve seu filho Quatro. E na verdade a impressão que temos é de que nada mudou e Evelyn comete os mesmos erros. O que agora o grupo formado por eles quer é saber de verdade o que há fora de Chicago já que recebem uma mensagem, com algumas mortes  e muita ação o que o diretor nos presenteia são cenas recheadas de emoção até que eles finalmente consigam chegar aonde querem, mas claro que o que esperam não é exatamente o que eles terão. David ( Daniels) parece controlar tudo e todos de uma forma que pode parecer a certa mas que logo se mostra como algo que não deveria estar acontecendo, e claro que não estragarei o que de fato está acontecendo para quem não viu o filme ainda. 
Beatrice como sempre é a diferentona, ou melhor, a Pura, que é tratada melhor por todos e que demora um pouco para sair do mundo de Alice que vive quando chega a essa nova vida. 
O que posso afirmar para as meninas é que Theo James está ainda mais bonito e em sintonia com seu personagem Quatro, e lógico que não faltam beijos e juras de amor eterno para nosso casal favorito.

Um soro que apaga a memória, pessoas sendo pessoas e querendo passar a perna nos outros e algo de realmente podre no ar fazem com que o longa ganhe ritmo e apesar dos críticos terem gostado bem pouco desse filme, eu adorei, e foi o único da série que gostei de verdade.
Vale a pena ser conferido.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Menina que via Filmes : Perdido em Marte [Crítica]

Título Original : The Martian
Título no Brasil : Perdido em Marte
Dirigido por Ridley Scott
Com Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig , Jeff Daniels, Chiwetel Ejiofor, Kate Mara, Sean Bean, Michael Peña
Gênero Ficção científica

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
























* O convite para essa pré estreia foi uma cortesia do site Nível Épico


Segunda à noite, eu , traumatizada depois de Gravidade mas resolvi me arriscar e agradecida pelo convite do Nível Épico fomos eu , Gabriel e um grupo de amigos na pré estreia no Cinemark Botafogo. 
Não li o livro, então não poderei fazer comparações, mas certamente o que vi na tela foi um dos melhores filmes do ano. Em um missão em Marte um grupo de astronautas pega uma forte tempestade, somente um não consegue se salvar e é dado como morto, Mark Watney ( o sensacional Matt Damon) . Os demais seguem na missão enquanto se comunicam com um diretor da NASA sem muito coração Teddy Sanders ( Jeff Daniels) .
Acontece que Mark não morreu e com muitas aulas de botânica e cálculos ele conta através de sóis quanto tempo poderá sobreviver no local se for esperto . Imaginem vocês que para outra tripulação chegar demorará 5 anos! Para ele uma batata vira artigo de luxo e é comida com muito prazer. O que também lhe ajuda é que os mantimentos da nave tinham capacidade para 6 astronautas e somente agora ele está por lá.
Na Terra após fazerem um velório fictício, uma das funcionárias vê pelos satélites que pedaços da nave estão mudando de local, o que obviamente prova que alguém está vivo e mexendo nelas.
O ponto alto para que o filme não se torne chato é Matt Damon e sua gracinhas em Marte, ele dança e reclama das músicas da capitã Lewis ( Jessica Chastain) , ele se sente dono do lugar porque consegue plantar algo e não perde o humor nem mesmo quando tudo dá errado, as gargalhadas na sala são em sequência quando ele aparece.

Fora isso há diálogos que divertem entre os poderosos da NASA e os que estão na outra nave. Os personagens de Sean Bean e Chiwetel Ejiofor (o ótimo ator de 12 Anos de Escravidão)são os do lado do bem que pensam primeiro nos astronautas e depois no que o mundo irá pensar.
Afinal ter esquecido um deles vivo e rezar para que ele se mantenha assim por tanto tempo é no mínimo um escândalo.
Seria só mais um filme se não fosse pelo roteiro acertado , enquanto Mark está tentando viver seus sóis até que o resgate chegue ele narra seu dia a dia para uma câmera, ou seja, para nós, e isso é pura interação. Também temos ideia do que está acontecendo na nave da Capitã Lewis onde o espírito de equipe acontece a todo instante , inclusive em uma das cenas mais emocionantes do filme.
Perdido em Marte não é nem de longe um filme chato de ficção, é a história de um astronauta que mesmo após ser dado como morto acreditou no seu espírito de sobrevivência e não desistiu um minuto sequer, Matt Damon emagrece muito durante as mais de 2 horas de filme ( cheguei a brincar que queria ir à Marte perder uns quilinhos!). Chego o a comparar a bons filmes com o tema como Naúfrago onde Tom Hanks dá um show. 

Não é chato como Gravidade muito menos tão pensante quanto Interstelar , é filme para família toda e diverte muito. Assistam. 





Nota da Menina :
O blog tinha sido convidado para a pré estreia com a Editora Arqueiro mas infelizmente no dia eu me senti mal e não pude ir. 
Ficam aqui meus agradecimentos à editora e a capa do livro que foi lançado por eles e que já tem nova edição em todas as livrarias com a capa do filme ( com o Matt Damon tudo fica mais lindo :) 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Menina que via filmes : A Rosa Púrpura do Cairo [Crítica]

Título Original: The purple rose of Cairo
Título no Brasil : A rosa púrpura do Cairo
Direção : Woody Allen
Elenco: Mia Farrow, Danny Aielo, Jeff Daniels, Dianne Wiest
Ano : 1985
País : EUA
idioma : Inglês
Censura : 10 anos





Em área pobre de Nova Jersey, durante a Depressão, uma garçonete (Mia Farrow) que sustenta o marido bêbado e desempregado, que só sabe ser violento e grosseiro, foge da sua triste realidade assistindo filmes. Mas ao ver pela quinta vez "A Rosa Púrpura do Cairo" acontece o impossível! Quando o herói da fita sai da tela para declarar seu amor por ela, isto provoca um tumulto nos outros atores do filme e logo o ator que encarna o herói viaja para lá, tentando contornar a situação. Assim, ela se divide entre o ator e o personagem.   


 Quando Mia Farrow era esposa de Woody Allen,ela era a musa de todos os seus filmes, esse é mais um que Farrow é a protagonista e é um filmes que mais amo dele. 
Nesse, ela é uma garçonete muito humilde chamada Cecilia, ela tem um marido que abusa dela em todos os sentidos, a bate, é um vagabundo e ainda tira todo o dinheiro dela. Monk é interpretado pelo excelente Danny Aielo.
Para piorar Cecilia perde o emprego, com mania de cinema, ela vai quase todos os dias no mesmo local e cisma com o filme " A rosa púrpura do Cairo".
Imaginem você amar um filme e do nada o ator principal ( Jeff Daniels, tão jovem que demorei para reconhecer!) sair da tela e querer sair com você?
Já havia visto o filme há muitos anos mas dessa vez foi diferente, foi ótimo ver os atores mais jovens em um filme que não tem validade , é sonho até hoje de qualquer cinéfila se refugiar no cinema e sonhar com uma vida ao lado do galã , quem nunca?
WOODY ALLEN COM MIA NAS FILMAGENS
 O filme tem um quê de drama sem apelar, mas foca mais no sonho que temos em passar da telona para vida real aquilo que vemos e até onde mesmo acreditamos naquilo?
O papel de Jeff Daniels é duplo, ele é o personagem que sai da tela mas também o  ator que interpreta, para entender melhor só vendo, Allen que também é roteirista arrasa mais uma vez com um roteiro bem amarrado ao tema.

 Para terem ideia, por diversas vezes Allen citou esse filme como o favorito dos que já fez até hoje.
Outra curiosidade é que Jeff Daniels não era a primeira opção de Allen, o ator Michael Keaton chegou a filmar várias cenas mas foi dispensado depois que o resultado não agradou Woody.