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domingo, 25 de julho de 2021

A última carta de amor 💌Livro x Filme 📕🎬 tem muita diferença? (Spoilers!)

 


📕Para comprar A última carta de Amor na Amazon:https://amzn.to/2W7dP6q ⚠️⚠️⚠️ Vídeo com Spoilers ⚠️⚠️⚠️ Ficha Técnica Livro 📕Título Original: The Last letter from your Lover Título no Brasil: A última carta de amor Autora: Jojo Moyes Tradução de Adalgise Campos da Silva Editora Intrínseca Nº de págs: 384
#60 🎬 🎬 🎬 🎬 🎬 Título Original: The Last Letter from your Lover Título no Brasil: A última carta de amor Baseado na obra de Jojo Moyes Direção: Augustine Frizzell Roteiro: Nick Payne e Esta Spalding Elenco: Shailene Woodley, Felicity Jones, Joe Alwyn, Emma Appleton, Callum Turner País: Reino Unido Ano: 2021 Original da Netflix
#236


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Menina que via Filmes: Vidas à Deriva [Crítica]

Título Original: Adrift Título no Brasil: Vidas À deriva Data de lançamento 9 de agosto de 2018 (1h 38min) Direção: Baltasar Kormákur Elenco: Shailene Woodley, Sam Claflin, Jeffrey Thomas mais Gêneros Drama, Romance, Aventura Nacionalidade EUA
#111








por Cecilia Mouta


Vidas a deriva é um filme adaptado do livro homônimo de Tami Oldham Ashcraft e Susea McGearhat. Ele conta a história real de Tami, uma jovem que deixa a sua cidade natal e sua família para viajar o mundo com uma amiga. Enquanto está no Taiti, ela conhece Richard, um velejador que roda o mundo em seu barco. Os dois se conhecem, se apaixonam e, num dia qualquer, Richard recebe uma proposta de um antigo casal de amigos para levar seu barco até a Califórnia, ganhando dez mil dólares. Richard aceita a proposta, junto com Tami, e os dois embarcam nessa aventura em alto mar.

domingo, 23 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: Snowden - Herói ou Traidor?

Título Original: Snowden
Título no Brasil: Snowden - Herói ou Traidor?
Data de lançamento 10 de novembro de 2016 (2h 15min)
Direção: Oliver Stone
Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Shailene Woodley, Melissa Leo mais
Gêneros Suspense, Biografia

Nacionalidades Eua, Alemanha, França
Ano: 2016



Confesso que não lembrava muito da história de Snowden, mas apesar da crítica especializada ter falado que achou um filme bem americanizado, eu vi o contrário. Entendi que Oliver Stone cutucou o dedo na ferida de um país que não quer perder a supremacia. 
Edward Snowden ( interpretado por um Joseph Gordon-Levitt que encontra seu tom certo lá pela metade do filme) era um rapaz comum, estudioso e disciplinado que passou para o exército americano e o serviu. Como sofreu um acidente teve que pedir baixa e se alistou para a NSA (a agência nacional de segurança) onde se destacou como o melhor aluno da sala. Crescendo na carreira e encontrando professores que o incentivaram a ir longe ( um dos papéis é de Nicolas Cage) aceitou ir morar em vários lugares do mundo, incluindo Hong Kong acompanhado de sua namorada Lindsay Mills ( Shailene Woodley, sem muito destaque no papel, parece não ter saído até hoje de A Culpa é das Estrelas nas cenas de choro); ao contrário do que possam pensar, ele nunca envolveu Lindsay no que sabia do governo, muitas idas e vindas faziam parte da vida do casal exatamente porque ele para protegê-la não era transparente e as atitudes dele a irritavam.

Ao descobrir que os EUA com a desculpa de se protegerem do terrorismo investigavam tudo e todos inclusive chefes de estado de outros países mas com o intuito de usarem essa informação a favor do mercado deles - de petróleo por exemplo- Snowden acha suja a maneira de manterem a supremacia e se incomoda com isso, mas o que mesmo um analista por mais inteligente que fosse poderia fazer contra o governo da maior potência do mundo?
É visível que Snowden era um fã de Obama e torceu para vitória dele achando que isso acabaria, mas ao saber que manteve as escutas à toda, perdeu seu encanto pelo presidente e resolveu abrir o jogo com a imprensa.
Claro que antes disso o filme é todo cheio de tensão, como no momento em que Snowden quer gravar o que sabe para provar a todos o que está acontecendo e  um dos chefes ( interpretado pelo maravilhoso Scott Eastwood) entra na sala.
Há tensão no ar e sabemos que ele entregou tudo que sabia aos jornalistas, uma delas é interpretada pela ótima Melissa Leo e pelo veterano Tom Wilkinson. A questão que fica no ar, é porque alguém para "salvar o mundo" estragaria a própria vida? O governo americano o procura, ele está exilado na Russia! O que o levou a isso não fica claro e fica confuso até mesmo lendo  o que temos sobre ele na internet.

Stone consegue manter o ritmo do filme e o interesse do espectador é ainda maior nas cenas finais, fiquem de olho que o próprio Stone faz uma "ponta". 
Apesar de ser um ótimo filme, os motivos que levaram Snowden a ser mais um na lista de procurados de um país tão potente, ainda me deixam em dúvida, porque mesmo alguém faria isso?
P.S- até nossa ex presidente Dilma aparece em um discurso verdadeiro no filme além de cenas que mostram a PETROBRAS.

* Esse filme foi visto na cabine de imprensa no dia 20 de outubro de 2016 no Kinoplex Rio Sul, um oferecimento da Disney/ Buena Vista , agradecimentos ao blog Reino Literário Br

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Menina que via Filmes: Convergente [Crítica]

Título Original: The Divergent Series - Allegiant
Título no Brasil: Convergente
Data de lançamento 10 de março de 2016 (2h 00min)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels mais
Gêneros Ficção científica, Aventura, Ação

Nacionalidade Eua
Baseado na obra de Veronica Roth




Engraçado perceber que uma série que não amei os dois primeiros filmes e somente li o primeiro livro me ganhou no terceiro filme. 
Dessa vez encabeçados por um elenco de primeira com os ótimos Shailene Woodley ( como Beatrice, a protagonista), Theo James ( como Quatro, o galã) , Jeff Daniels ( David, o malvado ) e Milles Teller ( como o projeto de malvado) os atores estão ainda mais afinados e conseguem retratar exatamente o que se espera de um filme do gênero : ação, reviravoltas e uma pitada de romance.
O filme começa exatamente da onde o Insurgente parou, após a morte de Jeanine, Evelyn ( Naomi Watts) assume o papel de descontrolada à frente de rapazes mais ensandecidos ainda, parece só voltar a si quando algo envolve seu filho Quatro. E na verdade a impressão que temos é de que nada mudou e Evelyn comete os mesmos erros. O que agora o grupo formado por eles quer é saber de verdade o que há fora de Chicago já que recebem uma mensagem, com algumas mortes  e muita ação o que o diretor nos presenteia são cenas recheadas de emoção até que eles finalmente consigam chegar aonde querem, mas claro que o que esperam não é exatamente o que eles terão. David ( Daniels) parece controlar tudo e todos de uma forma que pode parecer a certa mas que logo se mostra como algo que não deveria estar acontecendo, e claro que não estragarei o que de fato está acontecendo para quem não viu o filme ainda. 
Beatrice como sempre é a diferentona, ou melhor, a Pura, que é tratada melhor por todos e que demora um pouco para sair do mundo de Alice que vive quando chega a essa nova vida. 
O que posso afirmar para as meninas é que Theo James está ainda mais bonito e em sintonia com seu personagem Quatro, e lógico que não faltam beijos e juras de amor eterno para nosso casal favorito.

Um soro que apaga a memória, pessoas sendo pessoas e querendo passar a perna nos outros e algo de realmente podre no ar fazem com que o longa ganhe ritmo e apesar dos críticos terem gostado bem pouco desse filme, eu adorei, e foi o único da série que gostei de verdade.
Vale a pena ser conferido.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Menina que via filmes: Insurgente [Crítica]

Título Original : Insurgent
Título no Brasil : Insurgente
Baseado no livro de Veronica Roth ( série Divergente)
Dirigido por Robert Schwentke
Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer mais
Gênero Ficção científica , Ação

Nacionalidade EUA
Ano : 2014



















O que eu pensei que seria impossível ocorrer, aconteceu. O segundo filme é ainda mais sem graça que o primeiro. Antes que apareçam haters porque não gosto da série, devo informar que li sim  o primeiro livro, vi sim o primeiro filme. E achei mediano, beirando a chatice.
Nesse segundo volume - não li o livro, fui direto para o filme mesmo - uma das coisas boas do primeiro não temos : uma boa atuação da protagonista Shailene Woodley, como Tris.

Não sei o que houve com a atriz que parece sempre com cara de sofredora, me lembrou muito o filme que também a tem como protagonista A Culpa é das estrelas, com aquele ar de paciente terminal que não sabe até quando estará viva. Faltou a garra que vemos em uma Jennifer Lawrence como Katniss de Jogos Vorazes e isso fez uma diferença absurda.
Trabalhando apagada assim mesmo estando em todas as cenas, ficou fácil para Quatro ( Theo James) aparecer nesse filme trabalhando muito melhor do que ela e não vou nem compará-la a Kate Winslet com sua vilã Jeannine Matthews, pois só no olhar já assusta e olha que ela está com um vestido tubinho azul e mal se mexe em cena, quando a atriz sabe trabalhar não precisa de muito.
O filme já começa com Tris tendo os habituais pesadelos lembrando da mãe ( Ashley Judd) que morreu. Ela e Quatro seu namorado gato tem que fugir de Jeannine que sabe que Tris é uma divergente e quer testá-la para abrir uma caixa mágica com uma mensagem mas que precisa que a pessoa passe por todas as facções ( abnegação, franqueza, amizade, erudição e audácia) , somente um divergente pode fazê-lo.

Temos participações especiais de luxo como de Octavia Spencer e Naomi Watts com os cabelo escuros, o que nem dá para vibrar muito com elas em cena pois é tudo muito rápido.
Assim como também o é a explicação que esqueceram para que o único irmão de Tris interpretado por Ansel Egort ( seu par em ACEDE) vire a casaca tão facilmente.
Quem não leu o livro parece se perder no meio de tantas informações jogadas assim na telona. Se você não leu nenhum livro e não viu o primeiro filme , nem tente ver esse. Impossível saber do que se trata.
Tris também muda de estilo, corta o cabelo joãozinho, parece mais o Sniper Americano e tem uma expressão de sofrida o filme todo. Não sei se mandaram, mas a atriz não parece feliz nem mesmo quando se agarra com Theo James , a cena deles indo para cama é tão empolgante quanto o filme do Pelé.
Milles Teller como Peter está bem melhor nesse filme, mas depois que fez Whiplash esse rapaz me ganhou.
Quanto ao filme, se tivesse que dar alguma nota seria 6, não chega a ser horrível mas está longe de ser um filme que me anime e conte os dias para o próximo ir pro cinema.
Falta emoção na protagonista, falta história que sustente o que acontece, é tudo muito Matrix misturado com Jogo Vorazes e Maze Runner  e chega ao nada e a lugar nenhum. 
A tal mensagem da caixa que a gente espera tanto para ver é risível , como as pessoas gostam tanto dessa história? Não consigo gostar de quase nada, e enxergo defeitos em quase tudo que já vi sobre ela. Faltou Nicolas Cage aparecendo no final para completar a bizarrice , e olha que adoro ele. 

sábado, 7 de junho de 2014

Menina que via filmes : A culpa é das estrelas [Crítica]

Título Original : The fault in Our Stars
Título no Brasil : A culpa é das estrelas
Baseado no livro de John Green
Direção : Josh Boone
Elenco : Shailene Woodley, Ansel Egort, Laura Dern, Sam Tramell, William Dafoe
Ano : 2014
Gênero : Drama
País : EUA
Idioma : Inglês
Duração : 2h 5 min
Censura : 12 anos



Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.







E de repente aquele livro que já lemos mais de um milhão de vezes, aquele em que muitos  descobriram o John Green, o que fez vender mais Kleenex no mundo...vira filme! E você conta os dias para a estreia porque afinal seus personagens fofos estarão lá na telona, ganharão um rosto que pode ser diferente daquele que você deu a eles, mas o que importa? John Green aprovou, você como fã deve gostar.
O dia chega, você está no cinema acompanhada de três pessoas que não leram o livro, e você? Bem, você já leu três vezes! E antes que você tenha visto somente o filme, ou tenha lido somente o livro, ou fez os dois e não curte tanta essa história e muito menos entende a histeria por causa dela, lembre-se : toda geração tem sua " Love Story" , seu " Amor sem fim".  " A culpa é das estrelas" é para os mais velhos lembrarem de filmes de gênero e os mais novos terem o seu parâmetro de amor para sempre , na vida real , sem vampiros, com direito a nem tão felizes para sempre porque alguma doença ou acidente trágico pode tirar a vida de um dos dois. Mas John Green já avisa e o personagem Augustus repete no filme: " O mundo não é uma fábrica de realização de desejos" Ah ,nós sabemos que não é mesmo.

A protagonista Hazel( a fofa Shailene Woodley) já começa o filme avisando que tem câncer desde os 13 anos, por causa dele quase perdeu a vida, vive grudada a uma mochila que carrega seu balão de oxigênio e é obcecada por livros, principalmente um em particular que fala de uma menina, Anna, que tem câncer. Sua mãe acha que ela está em depressão e a convence a frequentar um grupo de apoio a pessoas com a doença, é lá que ela vai conhecer Augustus Waters ( Ansel Egort) , ele também é um sobrevivente da doença que lhe fez perder metade de uma perna. 
Os dois vão se encantar um com o outro de cara, e a sequência de cenas fofas que arrancam suspiros das românticas começa e não para . Gus é tudo que uma menina quer, e Hazel sabe disso. Juntos os dois esquecem a doença e vivem os dias intensamente sem saberem quando será o último, ela parece estar mais perto da morte do que ele , pois volta e meia entra água em seus pulmões. 

Piegas? Não. Baseado em uma história real tanto o livro quanto o filme me fazem pensar que um dos motivos de o casal fazer tanto sucesso é exatamente porque é o primeiro amor e com o final nada feliz será mesmo eterno. Afinal, quantos primeiros amores duram para sempre? Gus fala tudo tão perfeito na hora certa que é o namorado que todas gostariam de ter, o rostinho do ator que horas lembra o finado Marlon Brando em início de carreira também ajuda para que as meninas deem gritos no cinema.
Mais do que uma história para se debulhar em lágrimas, Green criou um mundo onde mesmo quem tem todos os motivos do mundo para deixar de acreditar na vida, continua lutando , seja por amor seja porque não perdeu a fé. E se uma coisa completa a outra, nem preciso explicar porque nove entre dez pessoas amam esse livro que virou filme e porque a adaptação é tão perfeita. 

Destaco ainda como muito boas as atuações de William Dafoe como o escritor que Hazel ama mas começa a odiar e dos pais dela Laura Dern e Sam Trammell ( de True Blood) . Juntos eles fazem com que o casal " Ok" ganhe ainda mais motivos para brilharem em uma história que por si só já é linda.

Então vale muito a pena! Ok? Ok ;) 


Confiram o trailer:

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Menina que via filmes: Divergente [ Crítica]

Título Original: Divergent
Título no Brasil : Divergente
Baseado no livro de Veronica Roth
Elenco : Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet , Milles Teller, Ansel Egort, Zoe Kravitz, Ashley Judd

Direção : Neil Burger
Ano  2014
Gênero : Ação
País : EUA
Idioma ; Inglês
Censura : 12 anos
Duração : 2h 12 min






Na futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco, e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade, coragem e outros. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, escolhendo uma diferente da família, e tendo que abandonar o lar. Ao entrar para a Dauntless, ela torna-se Tris e vai enfrentar uma jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso, Tris conhece Four, um rapaz mais experiente na facção que ela, e que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.





Descobri uma coisa que já desconfiava : não sou fã de Distopias! Não curti muito o livro e o filme achei bacana mas nada demais. Na verdade eu gosto de Jogos Vorazes, acho sensacional, mas tirando esse, muitos dos livros e filmes baseados nesses que vieram depois como esse não me agradaram porque parece que não serviram somente de inspiração mas em alguns pontos se confundem e a história perde a graça.
A resenha do livro saiu esse mês ainda e li rápido para poder ver o filme que até achei bem fiel ao livro. Tris ( Shailene, uma fofa em cena, a menina sabe atuar)completa 16 anos em uma Chicago mudada, no futuro a população é dividida em facções , ela foi criada em uma delas e agora tem que fazer um teste para saber se continuará nela ou se fará parte de outra. No filme é explicado tudo isso no início pela própria protagonista, apesar de até hoje não saber onde se encaixam algumas partes da sociedade , ela acaba indo para Audácia. Esta por sinal é assustadora, a todo tempo os membros, principalmente os novos tem que provar ao que vieram! Arriscam suas vidas o tempo todo. 
Acontece que ela é uma divergente, seu resultado não deu especificamente para esse, mas ela tem ajuda e esconde esse fato dos pais e de todos ( sua mãe por sinal é Ashley Judd) 
O fato de ela ser menina e mignon não interfere em seus treinos, e ela logo é separada do irmão ( Ansel Egort que fará par com ela em A culpa é das estrelas!) e tenta a todo custo rever seus pais.
A malvadona da história é ninguém menos que Kate Winslet divando no papel de Jeanine Matthews. Apesar de parecer uma simples executiva - me lembrou Hillary Clinton - ela é malvada que manda e desmanda e mesmo tendo todo o poder se veste simplesmente, ta aí uma coisa que não visualizei lendo o livro, como o figurino deles é simples se comparado com os ricos de Jogos Vorazes.
O líder de seu grupo é Quatro ( Theo James um ator bonito que até então não conhecia!) que vai formar par romântico com Tris mas não achem que o filme rola para o sentimentalismo porque isso não acontece. Ainda não li os outros livros não sei ainda com ficará esse casal, mas no filme os dois tem química e isso funciona bem na tela.
Por ter sido da Abnegação ( facção que foi criada) ela nunca tinha tido contato com um homem para namorar, alguns de seus pesadelos - digamos assim - são sendo atacadas por ele, o que nos confunde um pouco quando colocados na tela, mas depois entendemos o porque daquilo tudo.
O filme é bom, vale a pena ser visto mas eu criei uma expectativa muito grande na história, que até agora não tive.
Milles Teller ( foto ao lado) está no elenco como Peter, gosto desse ator , o vi em " Namoro ou amizade" mas nesse filme o personagem é bem menos importante. Não vou contar spoiler ;)

Assistam e depois me digam o que acharam!