Mostrando postagens com marcador Helena Bonham Carter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Helena Bonham Carter. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Menina que via Filmes: Oito Mulheres e um Segredo [Crítica]
























Título Original: Ocean´s 8
Título no Brasil: Oito Mulheres e um segredo
Data de lançamento 7 de junho de 2018 (1h 50min)
Direção: Gary Ross
Elenco: Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway mais
Gêneros Comédia , Policial

Nacionalidade EUA
#96
por Raffa Fustagno

A saga dos homens e seu segredo foi um imenso sucesso de público que após o remake ainda rendeu outros filmes que traziam George Clooney à frente. Dessa vez, para entrar na onda do empoderamento - e aqui já registro que acho válido, obviamente - o filme tem como protagonista a irmã dele já que Danny Ocean faleceu, ou pelo menos é isso que contam nesse filme.
Sandra Bullock tem sua carreira marcada por filmes fortes e bons como o que lhe rendeu um Oscar, Um sonho possível, e por bombas do gênero comédia como Maluca Paixão. Dessa vez, ela está ótima e competente - além de linda como nunca - no papel de Debbie Ocean. Recém saída da cadeia onde passou 5 anos, ela só pensa em 2 coisas: ganhar uma bolada e colocar um plano perfeito em prática e se vingar do ex que a colocou atrás das grades.
Bem acompanhada com a maravilhosa Cate Blanchett ( como Lou Miller) as 2 começam a convocar outras mulheres para roubarem o colar mais valioso da Cartier, o plano é fazer com que uma famosa  e pedante atriz Daphne ( Anne Hathaway) use no baile do MET em Nova York e com ajuda de toda uma equipe de ladras elas saiam do baile levando 150 milhões de dólares, que é o que avaliaram o colar.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Menina que via Filmes: Alice Através do Espelho [Crítica]

Título Original: Alice in Wonderland 2 : Through the Looking Glasses
Título no Brasil: Alice Através do Espelho
Data de lançamento 26 de maio de 2016 (1h 50min)
Direção: James Bobin
Elenco: Mia Wasikowska , Johnny Depp, Helena Bonham Carter mais
Gêneros Fantasia, Comédia
Nacionalidade EUA


Um dos filmes mais aguardados por mim esse ano, Alice Através do Espelho não fica devendo nada ao primeiro, sendo que o mestre Tim Burton abriu mão de dirigir o longa e atuou como produtor, isso talvez justifique que todos os astros amigos do cineasta presentes no primeiro filme estão também nesse. 
Na continuação 6 anos depois, Alice ( Mia Wasiwoska) é capitã no navio que era de seu pai para desespero de sua mãe que agora mora sozinha e de seu ex que nunca esqueceu o fora que levou dela, mesmo já estando casado e com um bebê nesse segundo filme. Para se vingar ele cancela as expedições dela que a empresa dele patrocina e ainda hipoteca a única casa que Alice tem. 
Um belo dia na casa desse mesmo vilão de décima categoria ela segue uma borboleta com a voz de Alan Rickman - quem não seguiria? Saudades desse ator lindo - e acaba atravessando um espelho, está aí o porquê do nome do filme, e indo parar de novo na Terra das Maravilhas, onde revê seus amigos que estão desesperados porque o Chapeleiro Maluco ( Johnny Depp) está em depressão e não sai mais de sua casa, tudo isso porque morre de saudade de sua família e quer revê-los. Alice avisa que eles estão mortos o que faz com que ele sinta raiva dela e a expulse. Começa aí a saga desse filme, atrás da verdade sobre a família do amigo ela claro que procura o Vilão do Tempo ( chamado de Time) interpretado por Sasha Baron Cohen, que está trabalhando para a Rainha Vermelha ( Helena Bonham Carter) . 















Dessa vez descobrimos que a Rainha Branca ( Anne Hathaway) não é tão boazinha e o passado de muitos personagens quando Alice volta ao tempo para tentar descobrir o que aconteceu de fato com a família do amigo.
O colorido do filme é impressionante, os atores estão em sintonia pura e eu me diverti como uma criança no cinema. Adoro essa história e dessa vez não foi diferente, não sei nem dizer qual filme gosto mais.
Só tenho a dizer que recomendo, Alice através do espelho é diversão garantida. 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes : As Sufragistas [Critica]

Título Original : Suffragette
Título no Brasil : As Sufragistas
Lançamento 24 de dezembro de 2015 (1h46min) 
Dirigido por Sarah Gavron
Com Carey Mulligan, Helena Bonham Carter, Meryl Streep mais
Gênero Drama , Histórico

Nacionalidade Reino Unido















Antes de mais nada vale a pena avisar duas coisas : quem vai ao cinema querendo ver Meryl Streel vai se decepcionar , a atriz aparece durante 5 minutos do longa! Outro ponto importante é que o filme foca no direito ao voto feminino como pontapé inicial para que as mulheres obtenham outros direitos e isso é uma lição para todos - por favor, não achem isso ultrapassado, a Arábia Saudita somente permitiu que as mulheres votassem esse ano! - seja você homem ou mulher que reclama de quando tem que levantar no domingo para exercer seu direito.
Vamos ao filme : Maud Watts ( Carey Mulligan) é uma lavadeira de apenas 24 anos, mãe de um menino e casada com Sonny que também trabalha na mesma lavanderia . Ela cresceu no local após a morte prematura da mãe, foi criada por ali e abusada constantemente pelo patrão. 
Hoje, casada, ele não a cobiça mais, ela tem uma vida pacata com seu marido que não a agride, mas também não entende porque em pleno 1912 as mulheres precisam votar. E é exatamente em um simples diálogo com o marido antes de se deitar que ela acorda para a vida, literalmente . Com algumas amigas da fábrica se rebelando contra o governo que não as permite votar, ela vai cada vez mais participando das reuniões e querendo lutar pelos seus direitos. Para o espectador, claro que fica óbvio o quanto votar é um direito essencial, mas a diretora coloca em cena questões familiares e aí fica complicado para o público querer que ela continue na luta. 
O exemplo maior é que ela perde a guarda do filho , que era mais um direito exclusivo dos homens, sim, ela se separa do marido que não a quer mais metida nessa luta. Não fica portanto para ele o papel de vilão, já que ele parece mais é um fraco diante da pressão da sociedade que nem querem mais que eles morem na casa naquela rua.
Também temos a sempre maravilhosa Helena Bonham Carter no papel da médica Edith, chefe das Sufragistas ( atrás apenas da toda poderosa Meryl Streep em uma ponta de luxo)  , ela dedica sua vida à causa.

Alguns pontos me intrigaram. Uma das mais fiéis donas da causa, não percebe que a filha mais velha é abusada, enquanto luta pelos direitos das mulheres, sua filha sofre nas mãos do patrão. Essas cenas, sinceramente, me fizeram perguntar se realmente vale a pena lutar por algo e esquecer da família? Claro que para o meu próprio bem hoje e de todas as mulheres isso fez uma tremenda diferença, mas elas abdicaram de seus filhos, e isso me deixou um pouco chocada se esses filhos não ficaram com raiva de suas mães e entenderam o como elas foram importantes para a causa?
No papel de vilão temos o excelente ator Brendan Gleeson como o Inspetor Arthur,  ele dá medo só de olhar, como um investigador que não mede as palavras o que ele diz à Maud é de querer entrar na tela e dar uns bons socos nele.
O filme é bem  parado , requer atenção mas a mensagem é super importante, não somos nada sem escolher quem nos governa, nós então sabemos bem o como uma escolha errada nos afeta, veja a atual governante, o direito ao voto também permitiu que mulheres se candidatassem, talvez nossa presidente precisasse ver esse filme e aprender que a confiança que a maioria depositou nela vem de toda uma luta para que ela pudesse votar e virar a mais importante figura política do Brasil.
Tem cheiro de indicação para Carey Mullingan, mas posso estar errada. 

sábado, 28 de março de 2015

Menina que via Filmes : Cinderela [Crítica}

Título Original : Cinderella
Título no Brasil : Cinderela
Dirigido por Kenneth Branagh
Com Lily James, Cate Blanchett, Richard Madden mais
Gênero Fantasia , Romance , Família

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
Duração : 1h 44min











Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino...

Se você acha que a história de Cinderela não tem mais nada a ser criado, é porque certamente não viu esse filme. Ella ( Lily James, muito bem no papel) é uma menina adorável que vive em uma imensa casa com seus pais. O pai trabalha viajando por longos meses e quando volta tem sempre uma surpresa para filha, mas coisas simples que tem um significado imenso para ela. Sim , já sabemos que a mãe de Ella irá morrer e o pai se sentindo só , se casa com a Madrasta Má ( Cate Blanchett , divina como sempre). No filme a madrasta se chama Lady Tremaine e vai morar com a família levando junto suas filhas insuportáveis : Anastasia e Drisella.
Ao chegarem na nova casa elas já notam que a beleza de Ella é grande e isso causa desconforto ( apesar de Cate Blanchett ser linda, suas filhas no filme não tem a beleza e a esperteza da mãe).
Bom, o pai vai morrer, a madrasta vai fazer Ella de criada, ou melhor, de escrava! E o que eu sempre me perguntava era porque ela não tinha ido embora com os empregados quando esses foram dispensados? Porque ela aguentava tudo aquilo parada? Nesse filme pelo menos explicam que ela havia prometido aos pais cuidar sempre da casa que já era da família há 200 anos. 
Pois bem,  vamos voltar a história, maltratada pelas três ela ainda ganha o apelido de Cinderela, a data borralheira. 

O que no filme ficou  nojentinho é a conversa dela com os ratinhos, só acho graça em ratos quando estão em desenho. Mas ela continua conversando com os animais e fazendo todas as tarefas da imensa casa para as três.
Um belo dia , Cinderela se revolta e sai cavalgando pela floresta, se depara com o príncipe Kit ( Richard Madden) que ela não sabe quem é de verdade - não tinha internet, pessoal!! - e os dois trocam olhares e ele se encanta com ela. Cinderela volta para casa suspirando e fica sabendo mais tarde do baile onde o príncipe vai escolher sua futura esposa.
Seria mais do mesmo se não fosse a perfeita direção de Kenneth Branagh, a atuação convincente dos 3 principais : Cinderela, Príncipe e Madrasta. Mas o filme é ótimo, as maldades não param, o filme não é sonolento e a gente se sente totalmente dentro da história.
É uma verdade que as vilãs tem roubado a cena, com atrizes do porte de Julia Roberts, Charlize Theron e Angelina Jolie, fica difícil as cenas serem ruins. Mas nesse em especial a mocinha não fica devendo, seu ar de bondade é visível, e ela não precisa de caras e bocas forçadas .

Como mérito também, está a atuação de Helena Bonham Carter como fada madrinha, a atriz que é ex esposa do diretor dá uma nova roupagem a personagem, que ao invés de 3 temos uma. Mas que fez muito bem feito, vale a cena do filme , por mais que os cinéfilos estranhem ela de roupas claras o resultado final é bom .
Fica no filme aquele ar de " Felizes para sempre" que amamos, um modo Disney de dizer que no final seus sonhos se tornam realidade e que o bem sempre vence o mal. Lindo, lindo <3!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Menina que via filmes : A noiva Cadáver [Crítica]

Título Original : Corpside bride
Título no Brasil : A noiva cadáver
Direção : Tim Burton
Elenco (Vozes) : Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Emily Watson
Gênero : Animação
Ano : 2004
País : EUA
Idioma: inglês
Formato assistido : DVD
Censura : livre
Duração : 1h 17 min



Em um vilarejo europeu do século XIX vive Victor Van Dorst (Johnny Depp), um jovem que está prestes a se casar com Victoria Everglot (Emily Watson). Porém acidentalmente Victor se casa com a Noiva-Cadáver (Helena Bonham Carter), que o leva para conhecer a Terra dos Mortos. Desejando desfazer o ocorrido para poder enfim se casar com Victoria, aos poucos Victor percebe que a Terra dos Mortos é bem mais animada do que o meio vitoriano em que nasceu e cresceu.  

Apesar de amar Johnny Depp e Tim Burton nunca tinha assistido a essa animação. Uma amiga minha que sabe que sou fã dos dois me deu em meu aniversário um quadro lindo do filme e então vi que era um pecado não ter visto ainda.
 A animação conta a história de um jovem franzino Victor ( com a voz de Johnny Depp) , os pais dele e sua futura noiva Victoria ( voz de Emily Watson) arranjaram o casamento sem eles se conhecerem. Ao se verem o bom é que se apaixonam, mas os pais de Victoria estão ruins de grana e só pensam em se livrarem da filha para ganharem o dote com o casamento.
No dia do casamento Victor não consegue dizer os votos completos porque está nervoso e o casamento é adiado.
Triste com tudo isso ele vai dar uma volta e acaba..digamos assim morrendo..ou indo parar no mundo dos mortos onde por descuido coloca a aliança que seria de Victoria em uma noiva...a Noiva Cadáver ( dublada por Helena Bonham Carter). 
Apaixonada por Victor ela não aceita que ele volte para o mundo dos vivos e ele se sente culpado por deixá-la apaixonada.
A história claro que tem o lado dos malvados que querem se aproveitar da situação para que os dois não casem. O espectador fica dividido entre a noiva cadáver e  a noiva viva, afinal , quem merece o amor de Victor?
Nem ele mesmo parece muito convencido de que deve ficar com Victoria mas quando a vê esquece do mundo.
Com uma história fofa mas sombria como assim o é a maioria das histórias de Burton, a animação é muito divertida.

 E o final é uma graça, animação para ser vista mais de uma vez ;)