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quinta-feira, 20 de maio de 2021

Menina que via filmes: Amor, Casamentos e Outros Desastres

 


🎬🎬🎬🎬 Título Original: Love, Weddings & Other Disasters Título no Brasil: Amor, Casamentos & Outros Desastres Direção: Dennis Dugan Elenco: Diane Keaton, Jeremy Irons, Maggie Grace, Andrew Bachelor Gênero: Comédia romântica País: EUA Ano: 2019 Duração: 96 min Lançamento no Brasil: 20 de maio de 2021
#150 Cabine on-line à convite da assessoria

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Menina que via Filmes: Do Jeito que elas querem [Crítica]

Título Original: The Book Club
Título no Brasil: Do jeito que elas querem
Data de lançamento 14 de junho de 2018 (1h 37min) Direção: Bill Holderman Elenco: Diane Keaton, Jane Fonda, Candice Bergen mais Gênero Comédia Nacionalidade EUA
#89








por Bianca Silveira

Quatro amigas passando por problemas pessoais em suas vidas, cada uma do seu jeito. Enquanto uma é casada, mas seu marido não a procura na cama, a outra foge de qualquer tipo de relacionamento, dormir com um homem jamais (sexo pode e deve, claro). A outra é divorciada e parece não superar o fato do ex ter seguido em frente e ela nunca mais ter se relacionado com alguém e a última é viúva que se dedica às filhas. As quatro formam um clube do livro e todo mês se reúnem para comentarem a leitura mensal e vendo o desânimo de todas com seus problemas a mais saidinha de todas propõe a leitura de 50 Tons de Cinza. Até aí nada de diferente né? Bem, na verdade o filme é protagonizado por mulheres já na casa dos 60 anos que aceitam o desafio de lerem o livro considerado erótico para mulheres maduras e quem sabe assim dar uma sacudida em suas vidas.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Menina que via Filmes : Woody Allen - O documentário [Crítica]

Título Original : Woody Allen - A documentary
Título no Brasil : Woody Allen - Um documentário
Dirigido por Robert B. Weide
Com Woody Allen, Penélope Cruz, Scarlett Johansson mais
Gênero Documentário , Biografia , Histórico

Nacionalidade EUA
Ano : 2012


















Chega a impressionar que um documentário com um dos diretores mais famosos do mundo só chegue aos cinemas brasileiros 3 anos após lançado. Mas deixando isso de lado, quando soube que estava em cartaz aqui no Rio corri para assistir, e adorei saber mais da vida do polêmico diretor.
O ator/ diretor repleto de atos antipáticos - como o de não dar entrevistas e detestar lançamentos de filmes - abriu uma exceção e conversa durante muito tempo sobre sua infância, seus 4 casamentos , seus filmes e algumas polêmicas.
Conhecido no mundo todo por filmes como A Rosa Púrpura do Cairo, A Era do Rádio, Meia-Noite em Paris, Vicky Cristina Barcelona , entre outros , vê-lo cru, diante das câmeras, para mim que sou fã de carteirinha foi uma delícia. Amo seus filmes, até hoje não consegui assistir todos, e odeio lembrar da história de que é acusado de abusar de uma das filhas e de que sua quarta esposa é ninguém menos que a filha adotiva de sua terceira esposa. Para título de curiosidade, ele está casado com a moça até hoje e tem com ela dois filhos.
Longe de toda essa vida pessoal que não merece palmas, Woody, ou melhor Allan Stewert Konigsberg, seu nome de verdade, foi um menino judeu que não gostava nada de estudar, feioso, não curtia muito ter aulas, sonhava ser ator mas nem poderia imaginar que faria tanto sucesso, aliás, até hoje, seu filmes que mais rendeu bilheteria foi Meia-Noite em Paris.
Outro ponto alto do documentário são os depoimentos de pessoas que trabalharam com Woody, temos a ex esposa Diane Keaton, além de musas de seus filmes como Penélope Cruz, Mira Sorvino e Scarlett Johansson. Todos admirados com o talento dele para dirigir e atuar. Gênio do cinema, Woody é celebrado por muitos e os críticos costumam estar ao lado dele , o que é raro no ramo.
Atores de todas as idades como  Sean Penn, John Cusack e muitos outros também falam das qualidades de Woody, fica difícil não sair da sala de exibição querendo assistir pelo menos um de seus filmes.















Uma grande qualidade desse documentário é que o diretor Robet B Weide mantem o interesse do público no documentário, não há momentos chatos, todos são partes de uma história de sucesso de um homem amado e odiado por muitos. Não acredito que exista meio termo em se tratando de Woody, precisa dizer que recomendo?

P.S - descobri ontem que o documentário tem no Netflix, sim, isso mesmo, ou seja nem precisava ter ido ao cinema assistir. Bom, se você ainda não viu e se interessou, procure lá que você acha disponível!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Menina que via filmes : Um Amor de Vizinha [Crítica]

Título Original : And So It Goes
Título no Brasil : Um amor de vizinha
Direção: Rob Reiner
Ano : 2014
Gênero : Comédia , Romance
Elenco : Michael Douglas, Diane Keaton, Sterling Jerins
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 12 anos
Duração : 1h 34 min




Um corretor de imóveis egocêntrico (Michael Douglas) vive tranquilamente até que seu filho, com quem ele não fala há anos, pede que ele cuide da sua neta por um tempo. Sem a menor ideia de como proceder com uma criança que ele mal conhece, ele pede ajuda a sua vizinha (Diane Keaton) para cuidar da menina.


A crítica especializada deu notas baixíssimas para esse filme. Eu, como fã de Michael Douglas e Diane Keaton já fui esperando ver os atores na situação que a sinopse mostrava : dois mitos do cinema que após a idade avançada tem feito papéis as vezes bons e as vezes medianos para o talento de ambos. Ganhadores da estatueta mais cobiçada do mundo , os dois estão muito bem no filme e tive exatamente o que fui ver : um filme água com açúcar sim, onde sabemos o final mas mesmo assim é bom.
Oren ( Douglas) é um homem mau humorado que perdeu o amor de sua vida para o câncer. Dono de uma mansão ele quer porque quer colocar a casa a venda e mora em um pequeno local onde aluga as outros apartamentos, um deles para Leah ( Diane Keaton). 
Resmungão, intragável, ele não vê mais beleza em nada na vida mas então seu único filho que era drogado ressurge pedindo para que ele fique com a neta que Orem nem sabia que existia por 9 meses, tempo em que ficará preso. 
Claro que Oren se nega e nem quer saber de nenhum dos dois. Mas o filho insiste e surge com a filha na casa dele.
Leah então com pena acolhe a garota ( a linda Sterling Jerins no papel de Sarah) que obviamente vai fazer o amargurado avô se derreter com ela. A menina trabalha bem e é uma graça. 

Também é visível que vai rolar algo mais entre os viúvos e que  a gente torça para eles ficarem juntos , por mais que a personagem de Keaton só chore e que os dois não tenham muita química. Quem viu Douglas com Sharon Stone e Demi Moore vai se perguntar onde mesmo parou todo aquele fogo do ator que é casado com Catherine Zeta Jones e era maníaco sexual? Com Keaton o beijo é tão empolgante quanto campanha eleitoral. 
Um amor de vizinha tem um quê de sessão da tarde. E por isso mesmo adorei o filme.