Mostrando postagens com marcador John C. Reilly. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador John C. Reilly. Mostrar todas as postagens

sábado, 31 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Sing - Quem Canta seus Males Espanta [Crítica]

Título Original: Sing 
Título no Brasil: Sing- Quem canta seus males espanta
Data de lançamento 22 de dezembro de 2016 (1h 48min)
Direção: Garth Jennings
Elenco: ( Versão Dublada)Mariana Ximenes, Wanessa Camargo, Fiuk 
Legendada:
Matthew McConaughey, Reese Whiterspoon, Tori Kelly, Seth MacFarlane, Scarllet Johansson
Gêneros Animação, Comédia , Família

Nacionalidade EUA

Devo informar que vi o filme legendado, por essa razão, pela primeira ver lamentei não ter visto dublado já que trocaria fácil a Sandy e a Wanessa ( que já foi Camargo) pela Reese Whiterspoon. 
Mas vamos lá... Sing conta a história de um coala chamada Sr. Moon ( Matthew McConaughey), seu pai lhe deixou um teatro maravilhoso de herança onde ele costumava assistir a cantora mais famosa da época Nana ( Jennifer Hudson).
Acontece que o teatro está à beira da falência, mesmo sendo imenso ele tem somente uma funcionária de 200 anos chamada  Miss Crawly ( na voz de Garth Jennings) que volta  e meia perde os olhos e demora muito para se mover. É exatamente essa funcionária que na hora de ajudar o Sr. Moon vai fazer a maior confusão, ele tem a brilhante ideia de fazer um concurso de talentos no teatro para que com o show ganhe fundos para pagar as contas do banco que ligam a todo instante. Mas ao ver suas economias e pedir dinheiro ao seu amigo carneiro Eddie ( John C. Reilly) e ter o pedido negado, ele pede que ela divulgue que o prêmio do vencedor será de mil dólares. 
Mas a secretária comete um erro e divulga 100 mil dólares, o que obviamente faz a fila triplicar de tamanho. 
Somos então apresentados aos demais personagens que claro uns são mais encantadores que outros. Rosita ( Reese) é uma mãe porquinha, com 25 filhos e um marido que sai cedo para trabalhar  e mal tem tempo de olhar para família. Enquanto ela arruma  a casa canta Katy Perry e vai resolver participar do concurso para realizar seu sonho, já que antes de ser mãe ela cantava.
Temos Mike ( Seth MacFarlane), talvez o personagem que menos curti porque ele é o típico vigarista, vive de aplicar golpes e fazer apostas que não tem grana para pagar. Não me simpatizei com o ratinho que canta como Frank Sinatra e que só coloca tudo e todos em apuros.
O gorila Johnny ( Taron Egerton) não tem coragem de dizer a seu pai que não quer ser ladrão profissional como ele, enquanto não diz ele ajuda o pai e os amigos ladrões avisando quando a polícia se aproxima, e ninguém imagina que ele cante e toque piano tão bem, quase um John Legend.
Ash ( na voz de ninguém menos que Scarlett Johansson) é uma porco espinho roqueira, com uma voz linda que sonha fazer sucesso, ela se apresenta ao lado do namorado que não tem a mesma graça que ela e vai sofrer por amor no filme trazendo momentos bem identificadores aos humanos.
















Gunter ( Nick Kroll) é o porquinho acima do peso, super simpático que aparece no trailer cantando Lady Gaga, não aparece para o espectador a vida dele fora do palco, e sim a partir da audiência para ser escolhido no musical. Ele fará par com Rosita em um número muito especial.

O personagem mais encantador talvez seja Meena ( Tori Kelly), definitivamente minha favorita, a elefanta tímida que tem uma família fofa e apoiadora e que adora ouvir música, passa hora cantando em sua casa mas morre de vergonha de cantar no palco. Inclusive é com ela uma cenas que odiei do ratinho metido acima ( Mike) e que fiquei torcendo para ela dar a volta por cima. 
Com músicas que amamos, o filme pode ser que agrade mais os pais do que os filhos, eu cantava as músicas a todo instante - claro que em voz baixa- e apesar de não gostar muito do meio da história onde há uma destruição exagerada e o Sr. Moon provar que gosta d emeios ilícitos de conseguir as coisas, eu amei o final, como não sair cantando do cinema após ouvir Meena cantar Don´t Worry about a thing do maravilhoso Stevie Wonder?
Com certeza um filme para ver mais de uma vez ( principalmente os números musicais!).
Ah, e para quem não viu, saiu essa semana - no dia 28!- a coleção de bonecos no Mc Donald´s, confiram abaixo, comprei quase todos, eles cantam quando batemos palmas :) 


quinta-feira, 19 de maio de 2016

Menina que via Filmes : O Conto dos Contos [Crítica]

Título Original: Il Racconti dei Racconti
Título no Brasil: O Conto dos Contos
Data de lançamento 12 de maio de 2016 (2h 14min)
Direção: Matteo Garrone
Elenco: Salma Hayek, Vincent Cassel, Toby Jones mais
Gênero Fantasia

Nacionalidades Itália, França, Reino unido
Ano:2014







Não esperava que fosse gostar tanto desse filme, mas o resultado positivo se deve sobretudo aos atores que parecem muito à vontade em papéis não muito comuns contracenando com criaturas bizarras. Filmado em 2014 somente agora o filme chega aos cinemas brasileiros.
Dividido em 3 histórias que somente se interligam no final, o vai e volta pode ser que confunda os menos atentos. A primeira história mostra uma rainha ( Salma Hayek) e um rei ( John C. Reilly) que sonham em ter um filho, ela mais do que ele. Para realizar o sonho dela acabam indo atrás uma espécie de bruxo que lhes manda fazer uma " simpatia"  nada comum, matar um leão marinho, uma virgem cozinha seu coração e a rainha comê-lo. A cena em si já nos causa certa repulsa. E a esposa parece de fato muito mais preocupada com seu filho do que com o marido.
A 2ª história nos traz um rei estranho, sem a esposa e somente com uma filha ele se encanta com uma pulga, a cria como animal de estimação sem que ninguém saiba, o bichano cresce demais e ele se apega ainda mais à ela. Bem pouco preocupado com sua filha ou com o reino que vive.
Talvez um das histórias que mais tenha gostado pelo desfecho, a tal filha será entregue à um ogro, não um fofo como Shrek, mas um ser nojento que a  levará sem que o pai se importe. 

















A reviravolta nesse conto foi a que mais me encantou.
Para fechar, um rei doido por sexo ( Vincent Cassel) é enganado por uma idosa que diz ser nova e querer um encontro com ele. Ela e a irmã vivem em um bairro bem pobre e a irmã mais velha é doida pelo rei, escondendo suas marcas da idade, ela dorme com ele mas quando ele acorda e percebe que que se deitou com uma mulher de pelo menos 70 anos ele não gosta do que vê e manda mata-la. 
O rei acaba se apaixonando por uma moça que vê nua no meio do floresta e que nem imagina que seja a mesma velha que mandou matar. Como ela vira uma moça eu deixo para vocês descobrirem, com o famoso " aqui se faz, aqui se paga" o filme constrói contos com muito da realidade do ser humano e por isso mesmo é fantástico, gostei de verdade desse filme.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Menina que via Filmes : Água Negra [Crítica]

Título Original : Dark Water
Título no Brasil : Água Negra 
Dirigido por Walter Salles
Com Jennifer Connelly, John C. Reilly, Tim Roth mais
Gênero Fantasia , Suspense

Nacionalidade EUA
Duração : 1h 45 min
Formato : DVD
Ano : 2005











Sinopse : Dahlia Williams (Jennifer Connelly) separou-se recentemente e está tentando começar uma vida nova, se mudando para um novo apartamento e começando a trabalhar em um novo emprego. Dahlia está decidida a pôr um ponto final no relacionamento com seu antigo marido para poder se dedicar a cuidar de Ceci (Ariel Gade), sua filha, mas a separação litigiosa se transforma em uma complicada batalha pela custódia da criança. Para piorar a situação, o apartamento para o qual elas se mudaram possui barulhos misteriosos, vazamentos constantes de uma água negra e alguns fatos estranhos, que dão margem à imaginação de Dahlia. Acreditando que está sendo vítima de um assustador jogo mental, ela tenta juntar as peças do enigma e descobrir o que está acontecendo.


Comprei o dvd em uma promoção por um preço muito bacana, já havia ouvido falarem bem do filme então o passei na frente de todos os outros e não me arrependi.
Até que enfim um filme de terror que gostei, porque ando vendo cada porcaria que deprime gostar do gênero.
Dessa vez Dahlia ( Connelly, linda e sensacional como sempre) é uma mãe que acabou de se separar, luta para que sua filha não seja levada para outro estado onde seu ex tem uma namorada e quer provar a ele e ao juiz que a menina está na melhor escola da região e que seu lugar é ali. Claro que ela jamais imaginaria que seria melhor levar a menina para perto da madrasta do que colocá-la em um prédio bizarro, e isso como sempre ninguém entende porque as pessoas não tem desconfiômetro e continuam indo morar nas casas e apartamentos que parecem ter um Chucky e um Freddy Krueger no armário.
Ao visitarem o novo prédio que é imenso , uma coisa já e estranha, mesmo muito próximo a uma escola , fora sua filha, não haverão crianças no prédio e isso o corretor informa mas ela acha que não é nada demais, nem mesmo quando sente a mão de outra pessoa dentro do elevador pegando a sua, ah sim, ela assina o contrato no mesmo dia! E o zelador que por si só já é um poço de grossura e parece sera a única pessoa viva no prédio? 
O ponto alto do filme está nas atuações, Jennifer se sai muito bem na mãe desesperada que vê cada vez mais aumentar um vazamento em cima da cama de sua filha. Como ninguém faz nada, ela vai até o apartamento mas lá começa a ter visões da mãe dela que não valia muita coisa. Devo também parabenizar a filha,  Natasha ( Perla Haney-Jardine) convence muito bem no papel da filha perdidinha entre acreditar nas coisas que está vendo e no que sua mãe diz que é para se acreditar.

A verdade é que no tal lugar, acima do apartamento em que elas alugam morou uma menina que morreu misteriosamente abandonada pelos pais, a garota é a assombração da casa que faz com o que o andar de cima tenha sempre uma água bizarra saindo das torneiras e inundando o . 
Como se não bastasse isso, a vizinhança também é estranha, começando por dois garotos que andam pela lavanderia e eu continuo sem entender porque nesses filmes ninguém se muda. 
Ah, claro, porque senão não teríamos as cenas que vi, então elas continuam morando lá mesmo com as aparições da menina demônio em muitos lugares. O que ela quer? Uma mãe, a de Natasha :)  Fofo, não?

O filme tem como mérito a direção acertada ( do brasileiro Walter Salles)  , as atuações e uma história que no final pode ser o que a gente não queria, mas que se faz valer porque a explicação é óbvia : toda mãe faz tudo por seu filho. Assistam!