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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Menina que via Filmes: Vidas Duplas [Crítica]



Título Original: Doubles Vies
Título no Brasil: Vidas Duplas
Data de lançamento em breve (1h 48min)
Direção: Olivier Assayas
Elenco: Guillaume Canet, Juliette Binoche, Vincent Macaigne 
Gêneros Comédia , Romance
Nacionalidade França
por Renata Alves

Vidas Duplas é o mais recente filme do diretor Olivier Assayas, retornando essencialmente ao cinema francês depois de dois filmes protagonizados pela queridinha dos jovens, Kristen Stewart (Acima das Nuvens e Personal Shopper). Vidas Duplas é essencialmente muito francês: arrastado, tons crus e diálogos enormes e tumultuado. É verborrágico.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Menina que via Filmes: Os 33 [Crítica]

Título Original : Los 33
Título no Brasil : Os 33
Dirigido por Patricia Riggen
Com Antonio Banderas, Rodrigo Santoro, Juliette Binoche mais
Gênero Drama

Nacionalidade EUA , Chile
Ano : 2015























Quando sabemos que o que veremos na telona é baseado em fatos reais e principalmente que a gente lembra exatamente da história, claro que isso faz a diferença aumentando nosso interesse no filme. Então 3 atores que você adora estão no elenco...e as expectativas só aumentaram. Vamos a história...em 2010 no Chile um grupo de mineiros trabalhava quando teve um desabamento que os manteve presos com pouca comida e água por exatos 69 dias. Impressionou o mundo inteiro o drama deles por vários motivos, mas aqui no Brasil quando fiquei sabendo não teve como não lembrar da quantidade de homens que trabalham por uma miséria com zero de segurança,só focando nos lucros de empresas que nem ligam para suas vidas, o fato de ser um país tão próximo também me deixou ainda mais interessada na história. Em novembro passado quando estive no Chile vi livros falando sobre o caso mas acabei não trazendo nenhum - os livros lá são o triplo do preço do Brasil, acreditem!- então a chance de ver o que aconteceu com eles e ainda mais sabendo que teve final feliz só crescia.
Palmas para a diretora mexicana Patricia Riggen que nos presenteia com um filme na medida certa das emoções e das atuações. 
Mario Sepulveda ( Antonio Banderas , excelente !) é um pai de família que mesmo tendo folga no domingo pede para trabalhar para ganhar um extra, ele é apenas mais um dos 33 que passarão os piores dias de suas vidas. Lá embaixo quando tudo desaba e eles não tem como sair o chefe Don Lucho ( Lou Diamond Phillips, o eterno La Bamba) fica em segundo plano, fazendo com que Mario assuma a liderança do time que a princípio luta contra as diferenças. 

Não há comida para todos, a água não é limpa e o buraco que estão beira os 40 graus. Normal que as pessoas surtem sobre pressão, mas a fé de Mario faz com que muitos não desistam , vale lembrar que todos os 33 se salvaram. Mas não pense que o filme é normal, ele é extremamente emocionante, há músicas para chorar, famílias amorosas doidas para encontrarem seus parentes queridos...e como destaque há Maria ( Juliete Binoche, sempre linda e talentosa!), seu irmão caçula que tem problemas com álcool está entre os mineiros que tentam sobreviver até o resgate chegar. o problema é que nem todos acreditam que eles ainda estejam vivos...o Ministro das Minas , Laurence ( Rodrigo Santoro, finalmente em um papel de destaque e bom!) é peça chave para que o governo ajude os mineiros e contem com a ajuda de outros países e suas tecnologias.
Há destaques no elenco apesar de todos estarem muito bem na telona, Juan Pablo Raba faz o papel de Dario, o irmão de Maria, as cenas dele em abstinência são emocionantes e tristes.

Vale lembrar que até hoje apesar da história ter sido vendida para o exterior , nenhum deles recebeu a indenização devida, as promessas de dólares com livros, filmes e outros itens ficou somente nos sonhos deles, em recente entrevista a um jornal eles informaram que vivem com dificuldade e que aguardam até hoje que sejam pagos devidamente. 
O final do filme é tão lindo que eu deixo para vocês descobrirem ;) 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : A Vida de Outra Mulher [Crítica]

Título Original : La Vie D´une Autre
Título no Brasil : A Vida de Outra Mulher
Dirigido por Sylvie Testud
Com Juliette Binoche, Mathieu Kassovitz, Aure Atika mais
Gênero Comédia dramática , Romance

Nacionalidade França , Bélgica 
Ano  : 2012
Formato visto : Netflix

















Que eu amo filmes franceses todo mundo sabe, mas filme francês com Juliette Binoche é mais um motivo assisti-lo. 
Marie ( Binoche) tem 26 anos, é o dia de seu aniversário, seu pai não se mexe depois de uma internação no hospital, sua mãe diz que ele é um fardo e ela parece estar preocupada com a praia que irá com a melhor amiga. Nela, ela se depara com um homem lhe desenhando, Paul Speranski ( Mathieu) é charmoso e milionário e a amiga querendo unir os dois conta que Marie fará uma reunião à noite em sua casa. Claro que os dois trocam muitos olhares ele vai na tal festa e Marie pega sua mãe flertando com outro homem na cozinha. 
Dali o que vemos são os dois na cama ( Marie e Paul) e pula para uma cena dela acordando de cabelos mais curtos, mais perdida do que nunca sem saber onde está. Começa aí o que leva o filme a ser um romance misturado com drama. Na verdade 15 anos se passaram, Marie se casou com Paul cujo pai é milionário e acabou virando presidente da empresa do grupo. Paul parece se sentir abandonado, mal olha para mulher e ela não se lembra de nada, nem mesmo que tem um filho fofo que aparenta uns 6 anos e tudo que quer é a companhia da mãe. 
Desesperada por ter se esquecido de tudo em sua vida, ela busca respostas , mas demoram a aparecer, achei que o filme pecou por não dizer de verdade o que se passou para ela , é como se isso não fosse importante, e pulam para cenas onde ela nada se lembra e as pessoas não percebem isso, Paul mesmo é um que acha que ela está dando o golpe, fingindo porque quer voltar às boas com ele, Marie acorda no meio de um processo de divórcio mas obviamente não lembra de nada disso.
Pelo que vemos ela passou os últimos 15 anos sendo o ser mais insuportável que pôde, as pessoas ao seu redor tem medo dela no trabalho e até mesmo seu sogro que a ama e apoia o casamento dela com Paul lhe diz que ela nunca deixou o trabalho em segundo plano, sempre esqueceu da família.
Claro que com o cenário lindo de Paris e uma atuação sensacional de Binoche o filme fica uma delícia de ser visto.
Como não torcer para que o casal se acerte? Como um homem pode esquecer tudo que passou com a mulher que amava? 
Marie não é querida por sua melhor amiga, por seu marido ou por sua equipe no trabalho.
Seu único fã é seu filho que parece não acreditar quando a mãe lhe faz um simples macarrão.
Mensagem bacana, filme muito legal. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Menina que via Filmes : Acima das Nuvens [Crítica]

Título Original : Clouds of Sil Maria
Título no Brasil: Acima das Nuvens
Dirigido por Olivier Assayas
Com Juliette Binoche, Kristen Stewart, Chloë Grace Moretz mais
Gênero Drama

Nacionalidade França , Suiça , Alemanha





Maria Enders (Juliette Binoche) é uma famosa atriz que fica perturbada com o fato de que JoAnn (Chloë Moretz), jovem estrela de Hollywood, irá interpretar o papel que a fez famosa há vinte anos. Convidada a dividir o palco com a novata, uma insegura Enders viaja até os Alpes para ensaiar e conta com o apoio de sua assistente (Kristen Stewart) no confrontamento com seu passado.


Eu ainda estou tentando descobrir o que me deu mais raiva por ter visto esse filme:

  • Ter deixado de ver um melhor, o que não seria difícil
  • O filme ter desperdiçado 3 talentos!
Sim, estou me referindo a sempre ótima Juliete Binoche - mas que tem escolhido filmes aquém de seu brilhantismo - , a Kristen Stewart que melhorou muito sua atuação e a novata mas sempre ótima Chloe.
Maria ( Binoche) é uma atriz na faixa dos 50 anos que luta para ainda conseguir bons papéis, está no meio de um divórcio, acaba de perder um diretor que também era seu melhor amigo e quando pode foge do passado . A parte 1 do filme é ótima, Juliete - linda como sempre - se mostra uma atriz fazendo outra e nos passando todas as alegrias e angústias que vive, as conversas com Valentine ( Kristen Stewart) rendem boas cenas e as duas transitam entre a amizade e a química sexual sem que se toquem ou se beijem para isso, basta olhares e já entendemos o que se passa.
No entanto, o filme peca na parte 2, Maria está incomodada porque uma atriz nova e rebelde Jo-Ann ( Chloe, sensacional como sempre) fará o papel que a fez ficar famosa 20 anos depois, o direto pede que Maria faça outra personagem que na vida real acabou morrendo, tudo isso é visto na tela, as conversas, os ensaios e até uma cena desnecessária mostrando o lado Claudia Ohana de Binoche é vista. O problema é que o filme perde o ritmo e fica difícil gostar da atormentada atriz e de suas cenas. Falta vontade para o espectador de viver os momentos com ela, muita gente olha para o relógio e muitos reclamam que o filme é grande. Quando na verdade as 2 horas e pouca se tornam infinitas.
Três atrizes inspiradas e um roteiro mala fazem desse filme uma ótima opção para insônia. 

domingo, 9 de novembro de 2014

Menina que via filmes : Mil vezes boa noite [ Crítica]

Título Original : Tusen ganger god natt
Título no Brasil : Mil vezes boa noite
Dirigido por Erik Poppe
Com Juliette Binoche, Nikolaj Coster-Waldau, Chloë Annett mais
Gênero Drama
Nacionalidade Noruega , Irlanda , Suécia
Ano : 2014
Duração : 1h 57 min








Rebecca (Juliette Binoche) é uma das melhores fotógrafas de guerra em atividade e precisa enfrentar um turbilhão de emoções quando seu marido (Nikolaj Coster-Waldau) lhe dá um ultimato. Ele e a filha do casal não suportam mais sua rotina arriscada e exigem mudanças, mas ela, apesar de amar a família, tem verdadeira adoração pela profissão.

Ter o nome de Juliete Binoche no elenco é certeza de que irei ao cinema ver o filme!Mais que uma atriz que fez bons papéis, a francesa também escolhe a dedo suas produções. No caso de Mil vezes boa noite ela deixou a desejar. 
Rebecca ( Binoche) é fotógrafa especialista em tirar fotos de guerras , ela se arrisca , deixando as duas filhas em casa com o marido Marcus ( Nicolaj, o Jaime Lannister de Game of Thrones e Mama!) .
Na primeira cena ela está no Afeganistão quando uma jovem se preparar para ser mulher bomba e explodir em poucos minutos. Rebecca vai com ela e quando vê que várias crianças estão ao redor, grita para que corram, resultado é que ela própria acaba se machucando e muito com a explosão.
No hospital ela recebe a visita do marido que a leva de volta ara casa, ma Irlanda, tudo que ela tem é digno de felicidade. Uma casa linda, duas filhas fofas e um marido que além de gato é bom pai e a ama. Mas para ela não está bom, passou a vida inteira insaciavelmente procurando por registrar guerras, por deixar seus familiares em casa desesperados sem saber se ela um dia voltaria para casa. 

Passei o filme todo com raiva dela, como alguém pode ter duas filhas e marido e só pensar em si? O filme ainda quer mostrar um lado dela humanitário de que sem ela as coisas não seria mostradas, com direito a uma ida ao Quênia com a filha mais velha onde permite que a garota vá embora sem ela porque quer registrar guerrilheiros chegando no local. 
Desculpe, mas nada que ela fizesse para justificar me convenceu, uma coisa é uma médica se arriscar para salvar vidas, a outra é uma fotógrafa... desde quando as coisas mudaram por causa de fotos de guerra? Deixou de existir? Não...ok, é importante registrar mas não vão mudar o mundo e salvar as pessoas e é isso que nos faz odiar a protagonista que não liga para família.

Um pouco parado e sem a emoção esperada para o tema, Mil vezes boa noite não é um dos melhores filmes de Binoche , na verdade, se soubesse que era assim, preferia ter visto outro filme. 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Menina que via filmes : Perda e Danos [Crítica]



Título Original : Damage
Título no Brasil : Perdas e Danos

Direção: Louis Malle
Elenco: Jeremy Irons, Juliette Binoche, Miranda Rishardson
Ano :  1992
País : Reino Unido, França
Idioma : Inglês
Censura : 18 anos
Duração: 1h 50 min
Gênero : Drama, Romance




Stephen Flemming (Jeremy Irons) é um político conservador do alto parlamento inglês que acaba se envolvendo com a noiva do filho. Ela não está disposta a abandonar o seu relacionamento com o futuro marido, e ele não quer um escândalo na sua carreira, mas apesar disso os dois continuam a se encontrar e Flemming até muda seus horários para poder ver Anna (Juliette Binoche). Eles têm noção de que a relação deles dois pode abalar a vida das pessoas que amam, mas não conseguem se desligar, sendo movidos pela forte atração sexual que um exerce no outro.
 
 
 


 
 
 
 
Esqueçam tudo que acham que sabem sobre filmes polêmicos, esqueçam livros eróticos, porque se você nunca viu Perdas e Danos você não sabe o que é um filme chocante.
Imaginem tudo isso em 1992? Pois bem, nessa época o filme foi proibido em vários países e o clima entre os protagonistas ficou tenso, já que a atriz Juliette Binoche deixou o set de gravação mais de duas vezes por ter sentido que a técnica do amiguinho Irons tinha sido esquecida e ele estava levando a sério as cenas de sexo dos dois.
Mas afinal o que há de tão incrível nesse filme?
Bom, Stephen ( Jeremy Irons, dispensa comentar que está um arraso como sempre!) é ministro do parlamento britânico conservador, casado e com dois filhos, ele leva uma vida de regras onde não deixou faltar nada a sua família mas onde sempre foi muito frio com eles.
Seu filho mais velho Martyn anuncia que está namorando, os pais não levam muito a sério, já que a todo momento o rapaz troca de namorada, mas em um jantar de negócios, Stephen conhece Anna Barton ( Juliette Binoche, diva como sempre!) que logo de cara se apresenta a ele trocando olhares não muito comuns para ser nora dele.


  O que era um climinha acaba virando um climão e as cenas de sexo entre o sogro e a nora são de fazer qualquer desses livros hot parecerem histórias da Turma da Mônica.
Ao mesmo tempo que achamos insano, pecaminoso e nojenta a relação dos dois, não podemos assumir que ambos se completam, e que ela nada tem a ver com o filho dele. Sentimos pena da esposa dedicada ( Miranda Richardson) e não entendemos aonde eles acham que podem chegar traindo as pessoas com quem se deitam todas as noites?
Intenso e polêmico, o filme foi mal visto por algumas pessoas como algo que nunca deveria ter passado nos cinemas, não é para tanto, as atuações são maravilhosa e o roteiro idem , e por mais doentio que possa parecer o romance sabemos que deve existir em algum lugar pessoas que fazem o mesmo.


 
 
 
Abastecidos por um tesão doentio, os dois esquecem do mundo quando estão juntos . Anna é atormentada por seu passado, onde seu irmão se matou por amá-la não de um jeito fraternal. Ao encontrar Martyn ela vê o equilíbrio que precisa para sua vida, mas não entendemos até onde pretende chegar na relação com o sogro, a mim me parece que a todo instante ela deseja ter os dois.



 
Final inesperado e ainda mais dramático impossível. Um dos melhores filmes dos dois atores. Vale a pena ser visto.





sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Menina que via filmes : "Camille Claudel 1915" [Crítica]

Título original: Camille Claudel 1915
Título no Brasil: Camille Claudel 1915
Direção: Bruno Dumont
Elenco : Juliete Binoche, Jean Luc Vincent
Gênero: Drama/ Biografia
País: França
Idioma: Francês
Duração: 1h 35 min
Ano: 2013


Inverno, 1915. Contra a sua vontade, a escultora Camille Claudel (Juliette Binoche) é internada pelos familiares em um asilo psiquiátrico mantido por religiosas, e permanece durante anos na instituição, sem poder sair. Ela afirma várias vezes que está perfeitamente sã, mas desenvolve uma mania de perseguição, acreditanto que seu ex-amante Auguste Rodin conspira contra ela, e que todos no asilo tentam envenená-la. Camille passa os dias cercada por internos com deficiências mentais e surtos psicóticos graves, não tendo ninguém com quem conversar. Sua única esperança é uma carta enviada clandestinamente ao irmão Paul (Jean-Luc Vincent), implorando por sua liberação. Quando Paul confirma que vai visitá-la, Camille aguarda com impaciência a oportunidade de mostrar ao irmão que pode viver em sociedade.



Sou muito fã de Juliete Binoche e confesso que pouco sabia sobre a história da vida de Camille Claudel.
Por esse motivo achei muito interessante quando vi que teria o filme falando sobre os anos em que ela foi internada no sanatório.

Não pense que o filme tem algo de romântico, porque passa longe, Camille sofreu e muito porque naquele tempo não sabiam diagnosticar a depressão e achavam que tudo era loucura, então ela foi internada pela família depois de viver uma decepção amorosa, ela foi amante de Rodin por anos, e depois que ele não a quis mais, ela entrou em depressão.

O dia a dia da escultora no manicômio é um pouco deprimente,afinal há ao seu redor pessoas loucas de verdade, nos impressiona o como o irmão não liga para ela, mesmo vendo nas condições péssimas que ela vive naquele local.
Há mulheres que berram, umas que não gostam de tomar banho e muitas sem dente.
Camille tem umas fobias , por exemplo, ninguém pode fazer sua comida porque ela tem medo de ser envenenada.
Gosto de biografias e imaginei que contasse mais da vida  de antes da escritora - que pretendo ver em breve! - como só mostra a parte triste da vida dela, apesar da atuação maravilhosa de Juliete Binoche, o filme é bem parado e o tempo dele parece ser o dobro.
Mesmo assim, gostei de saber sobre a vida de Camille, já tinha visto recentemente um filme que tratava pessoas em depressão como loucas e o que impressiona é que ninguém questionava nada, os médicos achavam normal e não distinguiam uma doença da outra.
Camille morreu muito velha e nunca mais saiu do manicômio.



Camille Claudel era francesa, em 1881 ela saiu de casa para ser escultora, vai parar na Academia famosa de Paris onde de apaixona por seu professor Rodin, com quem viveria um caso de amor de anos, como amante dele.
Além de sofrer por amor, ela ainda foi acusada de ter inventado que havia sido ela a dona de algumas esculturas que especialistas diziam ser de Rodin.
Foi quando começou sua depressão. O filme acima trata dos anos em que viveu internada.