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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Menina que via filmes: Cruella

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Cruella Título no Brasil: Cruella País: EUA Ano: 2021 Formato visto: Disney + Direção: Craig Gillespie elenco: Emma Stone, Joel Fry, Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Mark Strong
#166

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Menina que via Filmes: Zumbilândia Atire Duas Vezes [Crítica]

🎬🎬🎬🎬 Título Original: Zombieland: Double Tap Título no Brasil: Zumbilândia Atire duas vezes Data de lançamento 24 de outubro de 2019 Direção: Ruben Fleischer Elenco: Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone mais Gêneros Comédia , Terror, Ação Nacionalidade EUA
#210

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Menina que via Filmes: A Favorita [Crítica]


Título Original: The Favourite Título no Brasil: A favorita Data de lançamento 24 de janeiro de 2019 (2h 00min) Direção: Yórgos Lánthimos Elenco: Olivia Colman, Emma Stone, Rachel Weisz mais Gêneros Histórico, Drama Nacionalidades EUA, Reino Unido, Irlanda
#22
por Raffa Fustagno

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

[Oscar 2017] Tudo que rolou na noite mais confusa da história...





















A 89º edição do prêmio mais importante do mundo do cinema foi marcada de uma forma que ainda me dói acreditar que seja verdade. Em um ano onde o apresentador era bem sem graça e o discurso de todos era contra o atual presidente americano Donald Trump, a premiação de melhor filme teve um erro tão surreal que vamos deixar para o final.
O tapete vermelho lotadode de celebridades e os assentos do teatro com todos aqueles atores que amamos desde sempre. Era Denzel Washigton , Jennifer Aniston, Meryl Streep, e tantos outros que a gente nem sabia para onde olhar.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: La La Land - Cantando Canções [Crítica]

Título Original: La La Land
Título no Brasil: La La Land- Cantando Canções
Data de lançamento 19 de janeiro de 2017 (2h 08min)
Direção: Damien Chazelle
Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, John Legend mais
Gêneros Comédia Musical, Romance

Nacionalidade EUA
# 5 criticado
#7 assistido






Vamos começar explicando uma coisa: eu não odiei La La Land mas por amar musicais e ter ouvido as músicas sensacionais há quase 1 mês no repeat e ainda o filme ter ganho Globo de Ouro, eu esperei muito dele. E digamos que o que tive foi 70 por cento ( ok, confesso que quando saí da sala estava em 50 por cento, mas depois com a cabeça fria e analisando friamente, vi que foi um filme bom).
Acostumada a ver musicais desde pequena, eu amo o gênero e que me lembre o último filme que me decepcionou foi Chicago mesmo tendo aquele elenco ótimo e muita gente tendo amado.
Mas vamos ao filme. Já devo informar que a abertura é fantástica no meio de um super engarrafamento onde os personagens principais se "conhecem" no meio de uma cena com muita gente cantando feliz, ame ou odeie, essa parte já diz a que o filme veio,teremos muitas cenas felizes no meio de situações e claro que isso é ótimo para quem assim como eu ama o gênero. 
 Mia ( Emma Stone, muito bem no papel) é uma atendente de uma cafeteria cujo sonho é se tornar atriz, para isso ela trabalha dentro dos estúdios de cinema onde diariamente esbarra com famosos e tem tempo para fazer seus testes para papéis, mas ela não anda tendo sorte com estes. 
Até cansada de correr atrás de pessoa influentes em festas chatas que suas amigas que moram com ela a empurram ela resolve entrar em um clube onde encontrará Sebastian ( Ryan Gosling) um ótimo pianista fã de jazz mas que não anda dando sorte na profissão, no exato momento em que está sendo demitido ( por ninguém menos que JK Simmons que mesmo em uma ponta já arrasa).
Daí para frente eles começam a se esbarrar mais e a combinar saídas, o que obviamente vira um lindo caso de amor com cenas belíssimas, fotografia maravilhosa e figurinho invejável. Aliás só entendi que não se passava a década de 50 quando Mia usa o celular - depois ela vai usar outros objetos modernos - porque as maquiagens, trejeitos e roupas são Pin Up. Palmas para o figurino.
Acho que já citei as músicas lá em cima, mas merecem cada prêmio que levarem, os dois vão se juntar em projetos para realizar o sonho de ambos mas nem tudo são rosa e nisso claro que o roteirista acerta em cheio, a vida não é mesmo o que esperamos, isso ele prova lindamente de uma forma que não me agradou em nada no final do filme.
Mas vamos à mais uma parte importante, a participação de John Legend como Keith, adoro esse cantor e sinceramente achei a participação dele maravilhosa, e a partir do que acontece pós encontro com o personagem de Legend é que comecei a "implicar"com o que o roteiro preparou para Mia, sabe aquelas personagens chatinhas que a gente tem vontade de entrar na tela e perguntar a ela o que ela está fazendo? Sim, foi o que senti, por mais que a atriz esteja ótima senti dessa parte um desespero de dar um final diferente, que achei totalmente desnecessário e sem muita explicação do que aconteceu de verdade. E por favor, depois de assistirem me digam se concordam, porque meus amigos acharam o mesmo.
Ryan Gosling foi uma grata surpresa, além de mais lindo do que nunca está super bem no papel, parece mesmo que o papel foi feito para ele!
La La Land merece ser visto, ainda que o "puxa, poderia ser diferente" ainda me faça não dar cinco estrelas para esse filme.
Provavelmente deve concorrer e levar o Oscar porque a Academia vai amar o final inusitado tal "a vida como ela é", mas talvez seja isso, eu esteja cansada da vida com finais inesperados, e nem sempre felizes, para cair na "sofrência"eu já vou preparada para os livros e filmes de Nicholas Sparks.

* Esse filme foi visto no dia 10 de janeiro de 2017 no Cinemark Botafogo, um oferecimento da Paris Filmes, agradecimentos à Aliança de Blogueiros do RJ pelo convite. 


Assista ao trailer:


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Menina que via Filmes : Homem Irracional [Crítica]

Título Original : Irrational Man
Título no Brasil: Homem Irracional
Dirigido por Woody Allen
Com Joaquin Phoenix, Emma Stone, Parker Posey mais
Gênero Drama , Suspense , Romance

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
























Quando vou ao cinema ver algo de Woody Allen as expectativas são muito altas. O diretor e roteirista costuma fazer filmes que marcam na memória diálogos impagáveis, e finais surpreendentes. 
Acreditem, por isso mesmo, é uma dor para mim que sou fã informar lhes que esse filme foi bem abaixo do que esperava de Woody.
Abe Lucas ( Joaquin Phoenix, sempre ótimo atuando) é um homem depressivo, bebe sempre que pode não se importando se é conveniente , ele acaba de ser transferido para trabalhar no curso de Filosofia em uma Universidade conceituada. Famoso por ter escrito um livro sobre o tema que foi um sucesso, Abe não vê muita graça nem no que no escreveu.
Ao chegar no local novo praticamente é devorado pela esposa e também professora de um dos docentes , Rita ( Parker Posey) não se intimida em se oferecer a ele tarde da noite e sonha que ele fuja com ela para Espanha. Começa aí a primeira pitada de Allen, um professor que convive com os demais professores e que conhece o marido de Rita mas não se importa de dormir com ela e ir trabalhar tranquilamente no outro dia.
O namoro com Rita não lhe empolga em nada também, é um parto para que ele sinta prazer na cama, chegando a falhar no início.
Na outra ponta da história temos Jill ( Emma Stone) , a personagem mais insuportável de todo o filme. Aqui explico : ela tem um namorado fofo que a ama de verdade, a chatonilda começa a dar em cima do professor mesmo tendo compromisso, quando ele pergunta ela responde que não está pronta para um relacionamento monogâmico. Mas isso o namorado dela que pretende até se mudar com ela para Londres, não faz ideia!
Claro que eles vão ter um caso...mas não achem que os namoricos do professor são o principal do filme, eles levam a uma inversão de valores que chega a aumentar com o tempo.

Abe só se sente bem quando coloca na cabeça que tem que acabar com a vida de um juiz que está fazendo mal a uma mulher que ele mal conhece, mas que ouviu sua conversa em uma restaurante.
Começa aí o mote para o crime....a mocinha chata para caramba termina com o namorado legal para ficar com o professor cheio de problemas e psicopata, mas fica cheia de moral em suas conversas.
O final surpreendente não é definitivamente o que eu queria que fosse, e o filme não tem cenas memoráveis. 
Um dos filmes mais fracos que assisti do diretor. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Menina que via Filmes : Sob O Mesmo Céu [Crítica]

Título Original : Aloha
Título no Brasil : Sob O Mesmo Céu
Dirigido por Cameron Crowe
Com Bradley Cooper, Emma Stone, Rachel McAdams mais
Gênero Comédia , Drama , Romance

Nacionalidade EUA
Ano : 2015

























Se tem uma coisa que me leva ao cinema, essa é Bradley Cooper. Astro de dezenas de filmes que amo , o ator além de lindo trabalha muito bem. Foi por causa dele que fui assistir Sob O Mesmo Céu , história de um militar que após fracassar em um missão em Cabul é enviado de volta para sua cidade natal, Havaí , onde enfrentará seu passado.
No papel de Brian Gilcrest , o ator se sai bem, um militar lindo que encanta todas as mulheres mas que nunca se prendeu a nenhuma, dedicou sua vida a carreira e não se importava de vender sua experiência para bilionários como Carson ( o ótimo Bill Murray) que tinham interesses um tanto quanto obscuros em colocar satélites no espaço. 

No Havaí ele reencontra a paixão de sua vida, Tracy ( Rachel McAdams, amo essa atriz) que se casou com Woody ( John Krasinski) com quem tem 2 filhos, logo de início quando ela apresenta os filhos a ele uma charada já é matada, e deixo para vocês descobrirem assistindo. 
Woody é um cara estranho, não fala nada, é monossilábico e fica complicado torcer para que ele fique com a mocinha quando se tem Bradley Cooper no páreo. Mas há toda a questão de que ali já existe uma família feliz e seria um pecado separá-la. Ao mesmo tempo que Brian tem uma nova parceira : Allison Ng ( Emma Stone) , a moça parece encantada com ele no início, até descobrir sua verdadeira vida.

Entendo que o diretor Cameron Crowe ( de filmes que amo como Vida de Solteiro e Quase Famosos ) queira ter dado um ar de romance com mensagem bacana, mas não funciona muito bem. O filme não tem nem duas horas de duração e o que mais gostei foi quando aparecia o Bradley Cooper, a personagem de Emma Stone parece uma adolescente deslumbrada e por vezes é um saco, naõ consegui vibrar quando os dois se envolvem.
Destaco no filme a atuação do maravilhoso Bill Murray como o excêntrico bilionário e a de Alec Baldwin como um general que só pensa no próprio umbigo e grita com todos seus subordinados. Quando eles aparecem temos momentos memoráveis onde Crowe soube pegar o melhor dos atores.
Infelizmente apesar do final politicamente correto o filme é bom mas não entra no hall dos meus preferidos nem do diretor que amo nem do ator que acompanho. 
Faltou um roteiro que se sustentasse, que fizesse com que o filme não fosse daqueles que a gente olha o relógio para saber quanto tempo falta. Se for ao cinema, foco nos olhos de Bradley que só isso já vale o ingresso. 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Menina que via Filmes : Para Maiores [Crítica]

Título Original : Movie 43
Título no Brasil : Para Maiores
Dirigido por Steven Brill, Peter Farrelly, Steve Carr mais
Com Elizabeth Banks, Kristen Bell, Halle Berry mais
Gênero Comédia

Nacionalidade EUA
Formato visto : Netflix
Ano  : 2013






















Quando esse filme acabou a primeira coisa que me veio a mente foi: como tantos atores consagrados aceitaram fazer um filme desses? A resposta só pode ser : de brincadeira. Não é possível que astros como Hugh Jackman e Richard Gere tenham achado algo diferente de " vamos sacanear nós mesmos" ao fazerem essa coisa ( que prefiro não chamar de filme).
No original em inglês , Movie 43 são 14 curta metragens onde os astros citados o cartaz demonstram que estão tirando sarro de si mesmos em papéis ridículos. A história dessa coisa que perdi 2 horas vendo são 2 adolescentes bem bobos que resolvem pregar uma peça no irmão de um deles, o menino aparenta ter uns 11 anos, ao pedirem para ele procurar algo na internet ele descobre essa histórias e é uma mais bizarra que a outra.
Hugh Jackman por exemplo é um executivo chamado Davis que tem um encontro às escuras com Kate Winslet. Seria tudo normal se não fosse por um pequeno detalhe que acho difícil alguém achar graça : Davis tem dois testículos grudados em seu pescoço! Imaginem as cenas bizarras que vem a seguir?
Acharam estranho? Então aguardem que tem coisa pior. Anna Faris ( Vanessa) faz um papel de uma namorada que quer uma prova de amor de seu noivo que ele faça cocô nela! Sim, vocês não leram errado! O que é pior? Que ela faz as cenas com seu marido na vida real o ator Chis Patt. 
Na outra cena Naomi Watts também atua com seu marido de verdade Liev Schreiber. Os dois criam o filho único em casa e acreditam que assim ele aprenderá mais do que na escola. As cenas não tem graça, basta dizer que a mãe beija o filho na boca para ele ter essas e outras experiências .



















Uma das poucas histórias que achei graça é da foto acima. O irmão mais novo de Macaulay Culkin ( Kieran Culkin) contracena com Emma Stone, ele é caixa de um mercado e resolve dizer poucas e boas - e obscenas coisas - para ex namorada. O final é bacana e a ideia da cena é bem crível.
Richard Gere é que paga o maior mico em uma das histórias mais sem pé nem cabeça do filme - se é que tem alguma que seja para ser levada a sério - ele é um executivo que vende bonecas nuas onde lá na perseguida dão choques, mas são vendidas como algo para ouvirem música. É tudo tão sem graça que fica difícil acreditar que ele tenha aceitado fazer algo tão baixo nível.
Sobra piadas sem graça para a talentosa Chloe Grace Moretz, ela é uma adolescente que tem sua primeira menstruação ao lado de um cara mais idiota ainda que grita que ela está morrendo por sangrar. Me perguntei o tempo todo se em pleno ano de 2013 - quando o filme foi filmado - alguém achou graça ou pensou que alguém acharia em uma coisa tão babaca?













Olha, não costumo dar notas para filmes, mas esse certamente devia ter ganho o Framboesa de ouro, um dos filmes mais ridículos que já vi. Se tiverem curiosidade vejam. 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : BirdMan ou A Inesperada Virtude da Ignorância

Título Original : Birdman 
Título no Brasil : Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância
Dirigido por Alejandro González Iñárritu
Com Michael Keaton, Zach Galifianakis, Edward Norton mais
Gênero Comédia , Drama

Nacionalidade EUA
Censura : 16 anos
Duração  : 1h 49 min






No passado, Riggan Thomson (Michael Keaton) fez muito sucesso interpretando o Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.






Quando soube que Birdman estava concorrendo em várias categorias do Oscar 2015 me animei muito. Sou fã de Michael Keaton, obviamente por causa do papel em Batman, e sofri junto com ele a cada filme médio que ele optou em fazer, como um Nicolas Cage menos famoso, Keaton apostou em filmes dramáticos como Minha Vida ao lado de Nicole Kidman e recentemente participou do péssimo remake de Robocop . Porque contei tudo isso? Porque tenho certeza que muitos verão em Birdman um filme se pé nem cabeça e nem ousarão entender o como ele é brilhantemente crítico . 
Riggan Thomson ( Keaton, fenomenal, valendo a indicação ao Oscar) é um ator que já fez muito sucesso em Hollywood interpretando Birdman, uma espécie de Batman já vivido pelo ator que o faz. 
No entanto, já se passaram 20 anos da última atuação como o homem pássaro e ele não conseguiu mais nenhum papel de destaque o que ganhou é de te vivido o personagem e no presente sofre quando as crianças nem sabem quem ele é, somente as mães.
Riggan é um astro em busca do seu reconhecimento, alguém que sente imensa falta do passado de glórias e que precisa ter novamente esse envolvimento com o público . Seria normal se o tal ator não ouvisse a si mesmo como um diabinho lhe dando ideias do que precisa fazer para voltar a ter sucesso, ou seja, o Birdman fica lhe falando o que fazer, em cenas que valem uma salva de palmas para Keaton.

Prestes a estrear uma peça que lhe valeu as últimas economias que possuía, ele ainda tem que lidar com um ator ótimo mas completamente doido ( Edward Norton, outro monstro atuando como sempre no papel de Mike) , uma atriz que sofre com o relacionamento com Mike ( Naomi Watts), e uma filha muito doida ( Emma Stone, que está tão magra e de olhos esbugalhados que achei que tinha vindo de Grandes Olhos) que luta contra o vício de drogas mas que clama por atenção paterna.
Nos bastidores sofremos com ele, é tanta gente louca que o espectador passa a ter pena do ex Birdman. 
Para completar também temos Zach Galifianakis ( de Se beber, não case) como o agente que só pensa em se dar bem em cima do ator que tenta ter mais momentos de glória.
De verdadeiro na vida de Riggan sobra somente sue ex esposa que mesmo traída inúmeras vezes é quem sempre está do seu lado quando tudo parece mal.
Os diálogos são interessantes, a maior preocupação do protagonista em um voo que quase caiu era saber que se o avião caísse a manchete do jornal do dia seguinte seria que George Clooney morreu e não ele, é exatamente uma crítica ao mundo de celebridades e busca da fama que temos inclusive em nosso país, onde deixar de ser notícia é sofrido para alguns.
Michael Keaton talvez tenha feito tão bem o papel porque se identificou, em um mundo de aparências onde quando se está lá no alto faturando somos rodeados de falsos amigos e quando não fazemos mais sucesso todos somem, o ator parece entender bem do que se trata o filme e até as ilusões dele parecem reais para gente.
A cena em que ele ganha muita fama e os ingressos da peça se esgotam porque ele sem querer ficou de cueca em plena Times Square é sensacional, como não viralizar  um vídeo do You Tube? 
Sua filha vibra com as milhões de curtidas e compartilhamentos, e ele agora tem twitter com milhares de seguidores em um dia! Isso é ser atual. 

Fica difícil não ter raiva da crítica de teatro que destrói montagens de peça em um único dia e sente prazer nisso, e claro que ele se pergunta o que faz mesmo alguém virar um crítico? A frustração de não ter virado ator ou diretor? O poder de ter influência sobre o que será sucesso ou não?
A cena é sensacional, assim como todo o filme e o final inesperado. Keaton merece cada indicação, está soberbo, e que venham mais filmes com o eterno Batman, aos 63 anos ele tem gás para muito filme bom! 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Menina que via Filmes : Magia ao luar [Crítica]

Título Original: Magic in the Moonlight
Título no Brasil : Magia ao luar
Direção e roteiro : Woody Allen
Ano : 2014
Elenco : Colin Firth, Emma Stone, Eilen Atkins
País  : EUA
Idioma : Inglês
Gênero : Romance
Duração : 1h 38 min
Censura : 12 anos




Stanley (Colin Firth), um falso mágico com talento para desmascarar charlatões, é contratado para acabar com a suposta farsa de Sophie (Emma Stone), simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela moça.







Eu poderia dar uma só razão para assistir esse filme , mas não consigo. Woody Allen é uma grande paixão minha e Colin Firth é um dos melhores atores que já " vi" atuando. Juntar os dois já me deu a certeza na hora de entrar na sala de exibição de que teria um filme muito bom pela frente. Dito e feito. Em Magia ao Luar, Colin é Stanley Crawford, um ilusionista famoso que é cético quanto a existirem médiuns e gasta as horas vagas em desmascará-los. Azedo com os fãs e com a vida ele aceita a convite de um amigo passar um tempo na mansão de milionários na França ( ele mesmo é inglês e vive em Londres) para que descubra se Sophie ( Emma Stone com aquele jeito lindo de boneca que vai quebrar se encostarmos) é ou não uma charlatã que está somente atrás do dinheiro da família.
Assim que chegar Sophie já fala muitas verdades sobre a vida dele, mas ele não se impressiona e continua sendo rude com a moça. Com o tempo muitas situações vão deixar claro que ela e sua mãe falam a verdade mas ele não acredita. Bom, ou pelo menos é  o que Woody Allen nos faz acreditar, porque o filme tem um segredo revelado no final que estragaria eu contar.

O óbvio é que eles vão se apaixonar, ele é noivo e ela está prometida pela mãe interesseira ao rico da família que estão, digamos assim, ajudando, já que Sophie se comunica com o falecido.
Os cenários, as falas, a música...tudo lembra Woody Allen na sua melhor forma e a gente sai do cinema encantada com mais um ótimo filme do diretor. 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Menina que via filmes : O espetacular Homem - Aranha 2 : a ameça de Electron [Crítica]

Título Original : The Amazing Spider Man 2
Título no Brasil : O espetacular Homem-Aranha 2 : A ameaça de Electron
Direção: Marc Webb
Gênero : Ação, Aventura
Elenco : Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx, Sally Field , Martin Sheen
País  EUA
Idioma : Inglês
Censura : 12 anos
Duração : 2h 21 min




Peter Parker (Andrew Garfield) adora ser o Homem-Aranha, por mais que ser o herói aracnídeo o coloque em situações bem complicadas, especialmente com sua namorada Gwen Stacy (Emma Stone) e sua tia May (Sally Field). Apesar disto, ele equilibra suas várias facetas da forma que pode. No momento, Peter está mais preocupado é com o fantasma da promessa feita ao pai de Gwen, de que se afastaria dela para protegê-la. Ao mesmo tempo ele precisa lidar com o retorno de um velho amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan), e o surgimento de um vilão poderoso: Electro (Jamie Foxx).






Ainda procuro respostas para Andrew Garfield no papel de Peter Paker. Já havia me acostumado com o ótimo Tobey Maguire quando por ser fã do super herói me rendi a ver o primeiro filme. E não que sejam chatos, não são, mas no final a sensação que fica é a de que Tobey era melhor e pronto.
Nessa segunda franquia contada sempre antes dos fatos dos filmes de Tobey, Peter Paker sofre com ter que se separar de Gwen ( Emma Stone) porque a coloca em perigo, e prometeu ao pai dela antes de morrer não ficar mais com ela.
Ao mesmo tempo que salva tudo e todos, o herói sofre com a separação da amada que não entende de jeito nenhum porque eles tem que ficar separados.
Enquanto isso, um fã do herói interpretado pelo excelente Jamie Fox sofre com o bullying dos amigos ( não que ele os tenha) e idolatra o Homem Aranha. Mas ao se decepcionar com ele sofre um acidente  e vira o Sr. Electron. Bom, claro que existem para os aficionados explicações mais precisas, eu achei bizarro o vilão e senti medo cada vez que ele aparecia!
Bom , o resumo da ópera é que nosso herói se separa de Gwen, tenta vencer Electron e tem uma amizade revival com o filho do todo poderoso Harry Osborn ( Dane Dehaan).

Esse amigo que ressurge sofre da mesma doença de seu pai e precisa do sangue do Homem Aranha para se curar.
O filme é legal, mas não veria duas vezes e nem considero esse um dos melhores filmes do homem que faz teias.
Os mais sensíveis podem se emocionar no final, eu não chorei mas achei triste, Peter Parker tem um ímã com a desgraça.