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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Menina que via Filmes: Jumanji : Próxima Fase [Crítica]

Jumanji: Próxima Fase
Título original Jumanji : The Next Level
16 de janeiro de 2020 / 2h 04min / Aventura, Comédia
Direção: Jake Kasdan
Elenco: Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart, Karen Gillan, Awkwafina, Alex Wolff, Danny DeVito, Danny Glover, Madison Iseman, Morgan Turner, Nick Jonas, Ser'Darius Blain
Nacionalidade: EUA
Distribuidor: SONY PICTURES
Ano de produção: 2019
Tipo de filme: longa-metragem
Idiomas: Inglês
por Luciana Machado


Sinopse: Tentado em revisitar o mundo de Jumanji, Spencer (Alex Wolff) decide consertar o jogo de videogame que permite que os jogadores sejam transportados ao local. Logo o quarteto formado por Smolder Bravestone (Dwayne Johnson), Moose Finbar (Kevin Hart), Shelly Oberon (Jack Black) e Ruby Roundhouse (Karen Gillan) ressurge, agora comandado por outras pessoas: os avôs de Spencer e Fridge (Danny DeVito e Danny Glover) assumem as personas de Bravestone e Finbar, enquanto o próprio Fridge (Ser'Darius Blain) agora está sob a pele de Oberon.




Eu não era fã do filme Jumanji de 1995 (não sei o motivo e acabei nunca assistindo ao filme por completo), e torci o nariz quando ouvi a notícia que fariam uma versão deste filme (ainda mais quando vi imagens com uma única personagem mulher e com a roupa minúscula que ela usava). Mas acabei vendo Jumanji: Bem-vindo à Selva de 2017, e para a minha surpresa, eu adorei!!! Todas as vezes que esse filme passa na TV, eu acabo revendo. Achei ele divertido, sem pretensão nenhuma de ofuscar o clássico, e o visual da Ruby Roundhouse (Karen Gillan - Guardiões da Galáxia, Vingadores Guerra Infinita e Ultimato) acabou sendo justificado.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Menina que via Filmes: Dumbo [Crítica]


🎬🎬🎬🎬 Título Original: Dumbo Título no Brasil: Dumbo Data de lançamento 28 de março de 2019 (1h 52min) Direção: Tim Burton Elenco: Colin Farrell, Danny DeVito, Michael Keaton mais Gêneros Família, Aventura Nacionalidade EUA
#85

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Menina que via Filmes : As Virgens Suicidas [Crítica]

Título Original : The Virgins Suicide
Título no Brasil : As Virgens Suicidas
Lançamento 12 de maio de 2000 (1h36min) 
Dirigido por Sofia Coppola
Com Kirsten Dunst, James Woods, Kathleen Turner mais
Gênero Drama , Romance

Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD






Depois de ter visto Cinco Graças precisei ver esse filme. Em todas as críticas as pessoas falavam o quão maravilhoso era o filme mas muito lembrava As Virgens Suicidas . Foi assim que consegui emprestado esse dvd que está fora de catálogo.  E devo informar : que filme!
Há sim algumas coisas que remetem ao filme franco-turco, mas as comparações param por aí , são histórias com pontos em comum mas com duas realidade diferentes, se em Cinco Graças as meninas sofrem pressão da sociedade para seguirem uma padrão e serem reclusas. Em As Virgens Suicidas temos 5 irmãs americanas, entre a idade de 13 e 17 anos, todas alunas da mesma escola , onde o pai delas Sr. Lisbon ( James Woods) ensina matemática e assim as controla ainda mais, para deleite de sua esposa Sra. Lisbon ( Turner) . Extremamente católicos eles acreditam que preservam as filhas as proibindo de terem contato com pessoas de sua idade inclusive meninos. O filme é narrado por um dos garotos que é  vizinho delas e que tem uma paixão platônica por elas, assim como todos os outros meninos do bairro e da escola. 
O primeiro ponto de atenção do filme é quando Cecilia, a filha mais nova de 13 anos tenta se matar. Preocupados os pais procuram um médico que recomenda que ela tenha mais contato com outras pessoas de sua idade, assim os pais vão liberando aos poucos a ida na casa delas...até que no meio de uma festa na casa ela consegue o que queria e se mata.
As irmãs ficam abaladas, mas os pais continuam achando que o método de repreensão é o melhor e nem quando Trip ( Josh Hartnett) se " apaixona" por Lux ( Dunst) eles aprovam que o rapaz saia com ela sozinho. O que acabam provando que quando dois querem não há como segurar.
Sem spoilers, mas já sabendo desses pontos, passemos para a avaliação. Coppola faz uma direção acertada, entramos no mundo cheio de regras das meninas, onde até discos de rock são queimados. Há claro, o perigo das decepções, que talvez exista no filme - não li o livro ainda! - para mostrar que os pais não tem como defender seus filhos das decepções.

O ponto crucial entre esse filme e o turco é que a sociedade americana não aprova o que os pais estão fazendo, exemplo disso é que  o pai é demitido quando para de deixar que as filhas frequentem a escola. Para os vizinhos o que fazem com elas é um absurdo. Para os meninos mais novos ou da idade delas, elas são um mistério maior ainda e portanto, objeto de desejo.
Ao prenderem todas em casa porque Lux não volta para casa conforme combinado após o baile de formatura, já sabemos pelo título o que virá pela frente. A vontade de viver de cada uma vai diminuindo , na medida que o mundo que há lá fora não existe para elas.
Forte, mas também delicado. O filme tem atuações maravilhosas que nos deixam pensando no como as atitudes de um casal podem prejudicar - ou reduzir  - a vida de suas filhas. 

sábado, 22 de março de 2014

Menina que via filmes : Memórias de Salinger [Crítica ]

Título Original : Salinger
Título no Brasil : Memórias de Salinger
Direção : Shane Salermo
Baseado no livro de mesmo nome
Elenco : Philip Seymour Hoffman, John Cusack, Danny De Vitto, Edward Norton
Gênero : Documentário
Ano : 2013
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 10 anos
Duração : 2h







Após escrever a obra-prima "O Apanhador no Campo de Centeio", J. D. Salinger decidiu não publicar mais livros. Este homem recluso sumiu dos holofotes, não deu notícias durante quarenta anos. O autor teria ficado particularmente perturbado pelo fato de três assassinos terem usado o seu livro como justificativa de seus crimes. O documentário tenta investigar os motivos de seu comportamento, e quais obras ele teria escrito durante o isolamento.





Apesar dos inúmeros trailers que passaram nos cinemas do Rio de Janeiro, "Memórias de Salinger"  somente passou em dois cinemas da cidade e somente por uma semana, muito provável que o tenha acontecido por dois motivos : o primeiro deles, poucas pessoas ligam o nome dele ao famoso livro no país, muitos já ouviram falar do clássico O apanhador no campo de centeio mas somente algumas pessoas o leram . O segundo fator é que ele estreou quando filmes da safra do Oscar lotavam as salas da cidade.
Lamentável que um bom documentário tenha tido tão pouca aceitação , pois Salinger foi um escritor digno de suas biografias, um homem cheio de mistérios e de manias que conhecemos ao longo do filme.
Não somente por seu livro ter se tornado um clássico mas também porque assassinos - cito como o mais famoso deles o de John Lennon - quando interrogados disseram ter se inspirado no livro para agirem daquela forma.
Por mais que seja invenção da cabeça de malucos, com essas declarações o livro continua sendo muito vendido e não tão fácil de encontrar no Brasil por exemplo onde é mais fácil encontrarmos em inglês no formato e-book ou em sebos.
No documentário em questão muitos atores contam sua experiência com o  livro, atores famosos como o recém falecido Philip Seymour Hoffman ou veteranos como Danny De Vitto nos mostram o como foi o contato deles com a leitura do então polêmico livro.
Vemos também autores - o também recém falecido Tom Wolfe! - contando o como o livro mudou suas vidas e o modo de pensar.
Avesso a todas as badalações ao redor do livro, Salinger optou por viver como anônimo, longe de tudo e todos e lançando alguns livros depois com outro nome.
Não há entrevistas com ele que faleceu em 27 de janeiro de 2010 com 91 anos, há somente imagens captadas por fotógrafos dele deixando os Correios e dele entrando em um carro.
Salinger serviu na Segunda Guerra Mundial , de origem judia ele lutou no exército americano e voltou com muitas ideias, dentre as quais escreveu o livro em 1951.
Recluso mesmo após o sucesso, teve relacionamentos conturbados com sua esposa e uma amante, Joyce Maynard que aparece no filme. 
EDWARD NORTON 

TOM WOLFE

SALINGER

O filme passa por muitas fases da vida de Salinger! Interessante ler o livro antes e depois conhecer um pouco mais do autor.
Vale muito a pena ser visto!


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Menina que via filmes: Batman, o retorno [ Crítica]

Título Original: Batman returns
Título no Brasil: Batman , o Retorno
Direção: Tim Burton
Elenco: Michael Keaton, Michelle Pfeiffer, Danny De Vitto, Christopher Walken
Ano : 1991
País : EUA e Reino Unido
Gênero : Ação
Idioma : Inglês
censura : 10 anos
Duração: 2h 06 min







Com o objetivo de manipular Gotham City, um milionário (Christopher Walken) tenta transformar o Pinguim (Danny DeVito), um ser deformado que tinha sido abandonado ainda bebê nos esgotos, em prefeito da cidade. Como se isto não bastasse, surge a Mulher-Gato (Michelle Pfeiffer) que, apesar de ser linda e sedutora, também tem dupla personalidade, em razão de problemas no passado. Ambos se tornam verdadeiros pesadelos para Batman no presente.  


 Apesar de achar os atores vilões maravilhosos, afinal são Michelle Pfeiffer como a Mulher Gato e Danny de Vitto como o Pinguim, esse não é um de meus filmes favoritos de Batman. Michael Keaton continuou como Batman em sua segunda atuação como o homem morcego, e também a última, ele não voltaria a fazer o papel.
Kim Bassinger não fez esse segundo filme, mas Pfeiffer cumpriu bem o papel de bela da vez mesmo sendo do lado negro da força. Revoltada com um chefe mal - o maravilhoso Christopher Walken - ela ganha poderes por causa de uma experiência - ou seriam sete vidas? -  e começa a se lamber e a fazer outras coisas como uma gata.
Outro animal presente no filme é o Pinguim, um dos maiores inimigos do Batman é interpretado pelo gigante ainda que pequeno na estatura  ator  Danny de Vitto. Uma das coisas que me causa nojo no filme, o ator vai tão a fundo no personagem que ficou bizarro, nojentinho e ainda come peixe crú.
 Não me impressionou muito a história e a bilheteria foi bem menor do que do primeiro filme, o que fez com o terceiro projeto fosse sem Keaton e sem Burton.
Annete Benning seria  a Mulher -Gato por causa de sua gravidez teve que desistir do projeto. Michele deu a personagem um tom sexy que a colocou na capa das maiores revistas da época fazendo muitos dizerem que Bassinger nem fez falta nesse segundo filme.
Apesar das boas atuações, senti falta da perfeição do primeiro filme, esse sempre revejo mas ainda deixa a desejar.