Título Original: Peppermint Título no Brasil: A Justiceira Data de lançamento 18 de outubro de 2018 (1h 35min) Direção: Pierre Morel Elenco: Jennifer Garner, John Ortiz, John Gallagher Jr. mais Gêneros Suspense, Ação
Nacionalidade EUA
por Cecilia Mouta
A Justiceira é um filme ação dirigido por Pierre Morel e conta a história de Riley (Jennifer Garner), uma mãe e esposa apaixonada pela família. No dia do aniversário da sua filha, após um mal entendido que nenhum dos amiguinhos de Carly aparecem na festa, ela, Carly e o marido vão para um parque de diversões na cidade. Mas já no início do filme percebemos que o marido está envolvido, de alguma forma, com o mundo do crime. Ao final do passeio, ele e a filha são fuzilados. Sedenta por uma justiça que não foi feita pela lei, Riley vai ela mesma atrás dos criminosos que destruíram sua família.
Título Original: Love, Simon Título no Brasil: Com Amor, Simon Baseado na obra de Becky Albertalli Data de lançamento 22 de março de 2018 Direção: Greg Berlanti Elenco: Nick Robinson, Katherine Langford, Alexandra Shipp mais Gêneros Drama, Comédia Nacionalidade EUA #25
por Bianca Silveira
Simon ( Nick Robinson) é um adolescente normal, tem seu grupo de amigos, gosta de sair, se divertir, paquerar… mas Simon esconde um segredo, ele é gay e nunca contou a ninguém sobre isso, nem para seus melhores amigos. Um dia no blog da escola, alguém posta um desabafo sobre ser gay, porém não tem coragem de se assumir. Simon assume um pseudônimo e então começa a trocar e-mails com o anônimo onde trocam relatos, desabafos e experiências. Depois de um descuido de Simon, um colega de escola lê seus e-mails e começa a chantageá-lo. Caso Simon não o ajude a conquistar sua melhor amiga ele irá divulgar os e-mails que provam que ele é gay. Com medo de ser exposto e com medo de perder contato com o crush misterioso Simon se vê obrigado a ceder à chantagem.
Título Original: Mother´s Day Título no Brasil: O Maior Amor do Mundo Data de lançamento 5 de maio de 2016 (1h 58min) Direção: Garry Marshall Elenco: Jennifer Aniston, Julia Roberts, Kate Hudson mais Gêneros Romance, Comédia , Drama Nacionalidade Eua
Não tente levar a sério o filme, ele é uma deliciosa história de sessão da tarde e ponto. Os críticos deram notas baixas mas eu confesso que saí da sala com meus pais e marido feliz da vida por ter visto um filme descompromissado e na mesma linha dos outros da série - Uma Noite de Ano Novo ( 2011) e Idas e Vindas do Amor (2010) - que amo.
Não gostei muito de terem mudado o título, ainda mais porque foi lançado juntamente com os Estados Unidos onde o Dia das Mães também foi hoje.
São várias histórias que se unem de alguma forma, mas todas envolvendo diferentes tipos de amor maternal. Sandy ( papel da maravilhosa Jennifer Aniston) é uma mulher divorciada, que tem uma relação tão boa com seu ex marido que nem liga de o recebe-lo somente de toalha. Tendo que cuidar da carreira como decoradora e arquiteta e dos 2 filhos pequenos, ela tenta manter o bom humor mas ainda tem esperanças de voltar com Henry ( Timothy Oliphant). Nesse núcleo talvez se concentre boa parte das duas horas de filme, a mãe linda e descolada que leva um fora do ex marido que se casou com uma moça 10 anos - no mínimo - mais jovem que ela, dá pano para muitas piadas, eu particularmente amei as cenas da mãe complicada e desesperada em não perder seus filhos para nova madrasta.
Em outra casa há um pai viúvo, Bradley ( Jason Sudeikis) não se conforma de sua esposa ter morrido - Jennifer Garner aparece em gravações como sendo a falecida - e não está se dando muito bem em criar suas filhas adolescentes.
Talvez a história que eu menos tenha gostado seja de Kristin ( Britt Robertson), ela tem uma filha fofa com um cara que a ama, mas não aceita casar de jeito algum porque não sabe quem ela é de verdade...oi??? Fica ainda mais surreal quando ela solta a pérola de que ser mãe está ok, mas casar é um passo gigante para ela.
E o que dizer as confusões da personagem de Kate Hudson? Jesse andou escondendo de seus pais que se casou com um indiano e que teve um filho com ele. Agora os pais aparecem em sua casa, como ela irá lidar com isso? Ah sim, os pais conservadores ainda terão que entender como sua filha mais velha, a irmão de Jesse, se casou com uma mulher!
E se vocês acham que acabou por aqui...não, há Julia Roberts, linda como sempre, no papel de Miranda, uma apresentadora poderosa que irá revelar seu passado a todos caso ache a filha que um dia entregou à adoção. Muitos falaram que Julia faz uma ponta de luxo, até concordo, ela é muito amiga do diretor que a lançou em Uma Linda Mulher, e sempre aceita fazer filmes dele. Melhor para nós que em um filme só vemos Julia, Jennifer e Kate. Senti falta de Sandra Bullock, acho que ela ficaria perfeita no filme.
Voltando aos pontos positivos, o filme pode até se perder nos estereótipos mas diz ao que veio no final.
Achei fofo e um ótimo programa para quem quiser levar a família :)
Título Original: Danny Collins Título no Brasil : Não Olhe para Trás Dirigido porDan Fogelman ComAl Pacino, Annette Bening, Bobby Cannavale mais GêneroComédia , Drama NacionalidadeEUA Duração : 1h 46 min Censura : 14 anos
Lembram quando disse que saí de casa para ver Não Olhe para Trás e o filme não estava passando porque o jornal havia informado errado? Combinei então que iria no feriado de 21 de abril. Chegando ao cinema mais de uma hora antes a sessão estava lotada, efeito Al Pacino, certo? Esperei mais de três horas mas optei por ir na sessão seguinte onde só tinha sobrado 5 cadeiras!
Filme começado não tinha como não ter certeza de que havia agido corretamente.
Danny Collins ( Al Pacino, estupendo!) é um músico sexagenário que faz sucesso ainda, é como se fosse um Fábio Júnior, bonitão, muitas mulheres em cima, casamentos desfeitos ... e como muitos astros sua vida foi gerada de álcool e muitas drogas. Tantas que ele não lembra muito de seu segundo casamento. O filme começa com ele no palco, uma multidão de fãs de todas as idades o ama, mas só curtem as músicas que ele escreveu há mais de 30 anos, por dentro ele se sente oco, não aguenta mais cantar os mesmos sucessos, mas para manter o alto padrão de vida ele não pode se dar o luxo de ficar em casa. Sua casa por sinal é gigante, sua noiva tem idade para ser sua neta e a única pessoa que bate com sua idade é Frank ( Christopher Plummer, como atua esse cara!) que é seu empresário e melhor amigo. É ele quem lhe abre os olhos quanto as mulheres e ao dinheiro.
A história de Danny é ficção, mas há uma parte somente que não é. Steve Tilston , um cantor folk americano, em 1971 deu uma entrevista falando sobre o medo do sucesso e John Lennon lhe escreveu uma carta que foi enviada pra revista que ele concedeu a entrevista mas que foi roubada e leiloada, essa tal carta só chegou nas mãos do cantor 34 anos mais tarde!
É essa carta que Danny vai receber e perceber que merece mudar seu ritmo de vida, opta por ir a New Jersey abandonando a turnê no meio para se redimir com o único filho que teve com uma fã 30 anos atrás, Tom ( Bobby Cannavale) é casado ( com Jennifer Garner) e tem uma filha linda e muito ativa. As cenas do avô com ela são sensacionais.
Como está fora de casa ele se hospeda no hotel Hilton onde a gerente é Mary ( Annette Bening) , os diálogos entre os dois são uma das melhores coisas do filme.
Apesar de torcermos para que ele largue as drogas e fique de bem com sua família o cantor enfrentará pedras pelo caminho. Para o espectador fica aquela relação de amor e ódio com o personagem.
Certamente é um filme que vale a pena ser visto, para completar ainda tem músicas de Lennon e como já disse atuações que merecem a saída de casa. Assistam!
Título Original : Men, Women & Children Título no Brasil : Homens, Mulheres e Filhos
* Baseado na obra de Chad Kultgen Dirigido porJason Reitman ComAnsel Elgort, Jennifer Garner, Adam Sandler mais GêneroComédia dramática
NacionalidadeEUA censura 14 anos duração : 1h 59 min Adultos, adolescentes e crianças amam, sofrem, se relacionam e compartilham tudo, sempre conectados. A internet é onipresente e, nesta grande rede em que o mundo se transformou, as ideias de sociedade e interação social ganham um novo significado. Algumas situações como um casal que não tem intimidade; uma garota que quer ser uma anoréxica melhor; um adolescente que vive em num mundo de pornografia virtual, fazem o expectador repensar a relações humanas.
Na hora de escolher o filme da quinta - sim, tenho ido nos cinemas as quintas exatamente para ver aqueles filmes que o noivo não curte e minha mãe e as amigas amam - fiquei na dúvida se veria esse ou Boa Sorte , adoro Deborah Secco, mas a escolha foi muito acertada! Baseado no livro de Chad Kultgen o filme conta a história de pais e filhos , todos os adolescentes estudam na mesma escola.
O que o diretor já nos mostra logo de início é sua crítica a sociedade que vivemos, onde estar on line faz parte dela e praticamente respiramos e acessamos as redes sociais.
Os adolescentes do filme trocam mensagens mesmo estando um lado do outro, os pais descobrem um mundo novo virtual e cheio de coisas erradas que na idade de seus filhos jamais sonhariam conhecer.
Vamos as casas : Tim ( Alsel Egort, de A Culpa é das estrelas) está traumatizado porque sua mãe abandonou a ele e seu pai. Desiste assim de jogar no time da escola, e ele era o melhor jogador. O diretor da escola o chama e avisa que se preciso for ele pode pedir para os professores passarem menos coisas para ele mas que ele precisa voltar para o time.
Kent ( Dean Norris, o ótimo ator de Under The Dome) é o pai dele, zeloso e sofrido por ter perdido sua esposa ele até tenta se encantar com a mãe de uma colega de turma de seu filho, a estranha Donna Clint ( Judy Greer) . Porque ela é estranha? Porque ela acha muito natural que sua única filha de apenas 16 anos tire fotos semi nuas e as coloque na internet, em um site que a própria mãe alimenta e passa o tempo todo tirando fotos da filha em diferentes posições.
Tim vai se apaixonar por Kaitlyn , uma menina que tem a mãe mais maluca e controladora do mundo, Patricia ( Jennifer Garner) sabe todas as senhas da filha e monitora onde ela está com um GPS do celular.
Enquanto isso temos estudando na mesma sala, um garoto que é filho de Adam Sandler no filme . Ele vai se relacionar com a filha de Donna .
O filme é um drama só, mas muito inteligente e perfeito para assistir com aquela sua amiga que ama tanto cinema quanto você , muitos atores são famosos de seriados e mesmo os mais conhecidos do cinema como é o caso de Sandler, estão nesse filme de forma tão diferente do que conhecemos que fica difícil reconhecer.
Don ( Sandler) vai em busca de sites pornôs todos os dias para se masturbar, quando isso não o atrai mais ele procura uma prostituta., enquanto isso sua esposa cada dia dorme com um homem.
O tema da anorexia e da falta de amor próprio típicos da idade também vem a tona com as cenas da ótima Elena Kampouris no papel de Allison!
O filme vale muito a pena.
* Momento tiete. Quando ei estava entrando na sala do cinema com uma amiga e minha mãe vi que o Selton Mello ( ator que amo!) estava sentado mexendo no celular! Cheguei perto e pedi uma foto, ele balançou a cabeça fazendo que sim mas fez um " Eu?" antes ( ok, como se ele não fosse mega super famoso né!) . A foto é essa abaixo onde estou mais horrenda que o normal! Mas ele é mais bonito do que imaginava!
Título Original : Dallas Buyers Club Título no Brasil : Clube de Compras Dallas Direção : Jean-Marc Vallé Elenco : Matthew McConaughey, Jared Leto, Jennifer Garner Ano : 2014 País : EUA Censura : 16 anos Duração : 1h 57 min
Em 1986, o eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com AIDS e logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica. Procurando tratamentos alternativos, ele passa a contrabandear drogas ilegais do México...
Alguns filmes são tão fortes que a gente não quer lembrar que são reais, ou que já foram.
Peguei a época em que a AIDS era um imenso ponto de interrogação, lembro mesmo sendo muito pequena que as pessoas não tinham muita certeza como se pegava a doença e sempre era creditada a homossexuais.
Quando me deparei com esse filme, não sabia quase nada da história, mas aos poucos fui reconhecendo ali coisas que li ou lembro da época.
O ano era 1986, só se falava na doença e o cowboy Ron ( Matthew McConaughey que deve levar o Oscar com louvor! ) leva uma vida sem regras, ele é eletricista mas curte na horas vagas apostar em rodeios, e participar até mesmo de alguns deles, onde cheira todas, dorme com muitas e bebe mais ainda.
Sem nada que lhe prenda e sempre devendo grana a alguém, ele acaba indo parar no hospital onde lhe informam que ele tem o vírus da Aids.
Sem acreditar e com a graciosidade de um elefante ele xinga a todos e diz que não é gay para ter a doença.
A médica interpretada por Jennifer Garner tenta acalmar o moço mas de nada consegue, ele sai chutando tudo e diz que não vai voltar que estão errados.
Começa aí o drama do personagem - lembrando mais uma vez que trata-se de uma história verídica! - na luta pela vida ele vai tentar de tudo, até contrabandear a droga AZT que era a única conhecida na época.
Do machão que não sentia amor pela vida ao homem que definha na nossa frente e luta para uma sobre vida, a atuação de Matthew é para glorificar de pé.
Fico impressionada como esse ator que só fazia papéis bobos se transformou nesse ator espetacular de hoje em dia.
Voltando ao filme, que fica ainda mais ágil quando ele conhece Rayon ( Jared Leto) um travesti que tem também o vírus e que se junta a ele para sobreviverem.
Na busca pela cura, Ron vai a vários países, mas ´´e no México que encontra drogas que o fazem ter a brilhante ideia de fundar o Clube de Compras Dallas onde pessoas que tenham o vírus podem comprar o remédio.
Infelizmente o que acontece daí para frente vai nos fazer sentir raiva do governo americano e da indústrias de remédios.
Um relato emocionante sobre dois caras que tentaram vencer a doença.