Mostrando postagens com marcador Tilda Swinton. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tilda Swinton. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Menina que via filmes: A Voz Humana 🎬em meia hora toda o talento de Tilda Swinton e Almodóvar juntos

 


🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: The Human Voice Título no Brasil: A voz Humana País: Espanha Ano: 2021 Lançamento em streaming no Brasil: 29 de outubro de 2021 Adaptação da peça de Jean Cocteau gênero: Curta, Drama Direção: Pedro Almodóvar Elenco: Tilda Swinton
#400

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Menina que via Filmes: Os Mortos Não Morrem [Crítica] [Festival do Rio]


🎬🎬🎬 Título no Brasil: Os mortos não morrem Título Original: The Dead Don´t Die Direção: Jim Jarmusch Elenco: Bill Murray, Adam Driver, Tilda Swinton mais Gêneros Comédia , Terror Nacionalidade EUA
#240

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Menina que via Filmes: Doutor Estranho [Crítica]

Título Original: Doctor Strange
Título no Brasil: 
Doutor Estranho
Data de lançamento 3 de novembro de 2016 (1h 55min)
Direção: Scott Derrickson
Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton mais
Gêneros Fantasia, Ação

Nacionalidade EUA
Ano: 2016



Vamos ser sinceros, eu pouco ou nada sabia sobre o Doutor Estranho, diferente de outros heróis da Marvel que já li quadrinhos esse eu nunca soube nem o porquê se transformou em salvador da pátria. 
Com o burburinho em torno do filme, claro que quis ver e no primeiro domingo em terras brasileiras corri pro cinema com o maridão, apesar de ter sido uma surpresa boa, não se tornou umde meus filmes favoritos da Marvel.
Stephen Strange ( Benedict Cumberbatch, adoro esse ator!) é um neurocirurgião bem sucedido e com uma namorada linda também médica interpretada pela maravilhosa Rachel McAdams, mas sua vida vai mudar muito após sofrer um acidente de carro grave e ter suas mãos dilaceradas no mesmo. Ao acordar e ver a quantidade de pinos, ele se assusta e diz que teria feito melhor nesse caso, o problema é que agora é tarde já que ele mesmo não pode se salvar e ficará muito tempo sem poder trabalhar.
Muito abalado ele procura um local que possa lhe devolver o movimento das mãos e a firmeza destas, indo assim para Katmandu, lá vai conhecer figuras bizarras, ganhar poderes nunca imaginados e se transformar no Doutor Estranho, usando as mãos para abrir fendas do tempo e ir e voltar ao encontro de sua amada namorada tentando sempre salvar o mundo de forças que ele nem sabia que existiam.













Sua anciã interpretada por Tilda Swinton vai lhe mostrar que o maior inimigo é alguém que ela mesma treinou para bem assim como fez com ele. Interpretado por Mads Mikkelsen - achei ele um pouco perdido no papel, apesar de ser louca por esse ator!- como o vilão Kaecilius.
MADS MIKKELSEN COMO O VILÃO
Também temos Chiwetel Ejifor em um papel importante como o Barão Mordo, seu aliado. As lutas são ótimas, a ação está em todas as cenas e Cumberbatch arrasa no papel. Mas Doutor Estranho nção ganhou meu coração como o Homem de Ferro.
Ah, por favor fiquem na sala após os créditos, porque como todo filme da Marvel 2 coisas acontecem: Stan Lee aparece e há cenas pós créditos, dessa vez temos 2 ;) 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Menina que via Filmes : Ave, César! [Crítica]

Título Original: Hail, César!
Título no Brasil: Ave, César!
Data de lançamento 14 de abril de 2016 (1h 40min)
Direção: Joel Coen, Ethan Coen
Elenco: Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich mais
Gêneros Comédia, Comédia Musical, Policial

Nacionalidades Eua, Reino unido







Mais uma vez os irmãos Coen são garantia de um bom filme, famosos por obras como Bravura Indômita eles agora voltam aos filmes mais leves e de humor com o excelente Ave, César! Passado em 1950, mais precisamente em Hollywood, o filme tem como protagonista Edward Mannix ( Josh Brolin) um cara que tem como principal função defender as estrelas de cinema do lucrar que trabalha, não somente ele prevê se o que elas fazem causará problemas para sua futura bilheteria dos filmes mas também é uma espécie de chefe de todos ditando se as verbas podem ser gastas em determinadas coisas ou não. O filme já começa com ele se confessando, e o motivo já arranca risos da plateia, não cabe a mim contar a vocês, e sim deixa-los com vontade de ver. Casado e pai de dois filhos ele tenta dividir seu dia com a família e com salvar celebridades de escândalos, e elas parecem ter um ímã com esse tema.
Um dos que mais lhe dá trabalho é o ator Baird Whitlock ( George Clooney em ótima forma), mulherengo e beberrão ele simplesmente some no meio de uma gravação deixando todos de cabelo em pé. Onde ele está é o mais engraçado assim como a razão pela qual os levaram. Não deixa de ser uma crítica bem feita à Hollywood e sua cisma com o Comunismo naqueles tempos - vimos isso recentemente em obras como Trumbo!- e com seus astros sem cérebro.

Enquanto ele tenta achar sua maior estrela, também se envolve com DeeAnna ( Johansson) que está grávida e naquela época seria um escândalo ela não ter um marido. E o que dizer da cena mais sensacional do filme, envolvendo Ralph Fiennes como um diretor que perde a paciência com seu ator dotado de pouca inteligência para decorar o roteiro?
Outros atores maravilhosos fazem parte de cenas memoráveis e engraçadas como o sumido Christopher Lambert e o gato Channing Tatum, não descartem o personagem por parecer bobo, ele tem muito mais história para contar do que ousamos imaginar e a cena final dele é impagável. Todos no cinema se deliciaram com ela.

No meio de tanta confusão nos resta ter pena de Edward porque quanto mais ele tenta se afastar do trabalho para dar atenção à família mais o puxam de volta. Fora uma jornalista bem mala interpretada por Tilda Swinton que vive no pé dele.
Inteligente e divertido o filme é garantia de boas gargalhadas e o elenco todo está afinado, recomendo!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Menina que via filmes : O Grande Hotel Budapeste [Crítica]

Título Original : The Grand Budapest Hotel
Título no Brasil : O grande hotel Budapeste
Direção : Wes Anderson
Elenco : Ralph Fiennes, Jude Law, Tony Revolori, F. Murray Abraham, Adrien Brody, 
Bill Murray, Jeff Goldblum, William Dafoe, Edward Norton
Gênero : Comédia, Drama
País : Reino Unido, Alemanha
Ano : 2014
Duração : 1h 40 min
Censura : 14 anos
No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.


Muito bom quando vamos ao cinema esperando quase nada de um filme e saímos dele com vontade de ver de novo aquele filme. 
Assim me senti com o O Grande Hotel Budapeste. Logo no início uma garota está com um livro nas mãos, ela para e frente a uma estátua onde várias chaves estão penduradas. Ela abre o livro e lá já se lê o nome do filme. Ela não precisa falar uma única palavra, entendemos que a partir dali tudo que veremos está contado naquele livro e a história realmente começa. 
Um hóspede do hotel ( Jude Law, ótimo como sempre) conversa com o recepcionista sobre a história do hotel, na verdade ele está curioso em saber quem é aquele homem sentado no lobby . 
Ao saber que ele é o dono do imenso hotel ele se aproxima como quem não quer nada, mas na verdade quer tudo. Ele quer saber a história dele, como pode um dono de um hotel não dormir no melhor quarto dele? Sim, o dono dorme em quarto dos fundos onde seria de um dos empregados.
Ao conversar com o dono ( F. Murray Abraham) a história é ainda mais interessante, ele conta o como de um simples mensageiro se tornou dono daquele imenso hotel. E a partir daí o filme só melhora , com a aparição de M. Gustave ( Ralph Fiennes em uma atuação digna de Oscar).  Responsável pelo hotel ele mantém com o garoto Zero ( Tony Revolori , sendo Abraham mais novo) um relacionamento de amizade que vai crescendo com o tempo. O menino que é indiano e mensageiro do hotel primeiramente sente medo da figura poderosa que é M. Gustave, ele manda em tudo e todos e as viuvonas do hotel se derretem toda por ele  que as ama . 
Uma delas ( interpretada por Tilda Swinton) deixa uma herança para ele, um quadro valioso e na viagem  a caminho da casa dela a dupla M. Gustave e Zero vão se meter em muitas enrascadas. Uma delas dentro do próprio trem, onde Zero por ser imigrante consegue se safar porque o responsável ( Edward Norton em uma participação mais do que especial) conhece Gustave do hotel que se hospedava quando era criança.

Ao chegarem na mansão se assustam com o que a madame deixou e saem correndo com o quadro já que o filho dela ( Adrien Brody) e seu capanga ( Willian Dafoe) não aceitam que ele leve nada da coroa. 
No meio de duas guerras mundiais a amizade dos dois só estreita laços, por mais improvável que possa parecer .
O ponto alto do filme é exatamente as aventuras que os dois enfrentam e como a atuação deles é excelente o filme é um presente para o espectador.

Bom, as participações de luxo também ajudam, e completam um filme que beira a perfeição. Recomendo que assistam pois qualquer informação adicional pode estragar as surpresas de um filme incrível .